A catastrófica reação em cadeia à crise hídrica dos rios como o Grande e o Paraná com várias hidrelétricas leva a BBC a
fazer alerta que isso pode gerar uma reação trágica na economia e na ecologia (além de ampliar o alcance do Deserto Brasil): o sinal disso são os incêndios e refugiados do fogo no Nordeste Paulista já agora
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| Trecho do grande Rio Paraná apequenado |
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| Rio Grande já foi bem maior do que está hoje |
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| E incêndios tomam conta do Nordeste Paulista... |
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| ...poluindo o ar de pessoas, cidades e rodovias... |
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| ...Bombeiros da região enfrentam chamas em 40 locais... |
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| ...Assentamento em Restinga destruído, dsbrigados no Ginásio Municipal da cidade perto de Franca, pedindo doações para atender cerca de 250 pessoas perderam tudo: participe como der desse SOS humanitário 16.99155.5750 |
Ao mesmo tempo em que o IPCC (coletivo formado por centenas de cientistas de vários países pela ONU) alerta que está crescente um deserto brasileiro em especial nas áreas mais áridas como Nordeste do país e Norte de Minas, Juliana Gragnani da BBC relata a pior seca em 91 anos no Brasil. causando uma diminuição histórica das águas dos rios, afetando sua navegabilidade, por
onde há exportação agrícola e industrial, por exemplo. Os pesquisadores calculam que o novo deserto brasileiro será do tamanho de Inglaterra. A equipe de jornalismo que atuou junto com a repórter Gragnani documentou a pior seca dos últimos tempos. Quando um rio seca, a tragédia é
visível. Suas águas desaparecem, dando lugar a uma paisagem terrosa e estampada
com novas ilhas. Esta situação está também bem clara no vídeo postado nesta webpágina feito pelo ecologista Edivaldo Carreira sobre o Rio Paraná na UTI e em um outro (este da BBC News), sobre a escassez de chuvas, concluindo que esta situação pode arrebentar com a potência agrícola, prioridade econômica brasileira.
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| ...pesadelos também na hidrovia paralizada... |
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| ...há mais de 1 mês pedíamos neste blog emergência ambiental ao Governo de SP, federal e prefeituras... |
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| ...até Chuva Artificial para atenuar o clima de deserto, chuvas escassas em região onde ficam Hidrelétricas e onde já começaram os primeiros apagões: clamamos no deserto de homens secos e a seguir assim a Primavera será seca e o caos pode aumentar |
Uma
série de eventos catastróficos começam a acontecer em cadeia, como num efeito
dominó. O caudaloso rio Paraná, que percorre
quase 5 mil quilômetros desde sua nascente no Brasil (alimentado pelo Rio Grande no nordeste paulista e pelo Parnaíba no Triângulo Mineiro) vai até sua foz no Rio da
Prata mas está em resumo secando. Ele é o segundo maior rio da América do Sul depois do
Amazonas, com importantes afluentes, como o Iguaçu, onde ficam as Cataratas, e que drena o sul do continente - Paraguai, Argentina, Bolívia e o
sul do Brasil. É ali, na fronteira entre Brasil e Paraguai, onde fica a Usina
Hidrelétrica de Itaipu, a maior da América Latina.
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| Até no Nordeste Paulista região com várias hidrelétricas já aconteceram apagões ainda agora em setembro de 2021 |
A pior seca em 91 anos no Brasil
causou uma diminuição histórica das águas do rio Paranazão afetando sua navegabilidade,
por onde há exportação agrícola e industrial, e quem depende dele para
sobreviver. Com a estiagem, sofrem pescadores da beira do rio, trabalhadores de
hidrovias, operadores logísticos, empresários do agronegócio e, claro, a
população brasileira, vítima da alta de preços e de uma grave crise energética. Isso, sem contar os vizinhos argentinos e
paraguaios, com problemas semelhantes, principalmente em relação ao escoamento
de produção. (Mais informações na seção de comentários deste blog, confira depois, amanhã).
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| Com a crise hídrica e queda na geração de eletricidade nas usinas hidrelétricas ao invés de termelétricas caras e poluentes as Eólicas... |
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| ...ao lado da Emergia Solar (até com placas flutuantes nas represas) poderiam estar resolvendo o problema de forma econômica e ecológica, numa palavra, sustentável... |
Essa reação em cadeia a um só evento
ilustra temores do que nos espera no futuro, com a situação emergencial do clima e o perigo de eventos climáticos extremos, seja seca, seja inundações, duas faces do mesmo desequilíbrio segundo previsto no último relatório do IPCC (Painel
Intergovernamental sobre o Clima da ONU). Estes sinais e sintomas mostram que o planeta
está aquecendo, fato que já vem provocando consequências alarmantes. Na América
do Sul, o aumento da seca e da aridez é uma das previsões do grupo de
cientistas da ONU. O novo Deserto Brasil é uma das maiores ameaças. No caso do Paraná, especialistas
apontam o desmatamento descontrolado, a crise do clima e ciclos naturais como
causas da seca dos últimos anos. A diferença, diz Oscar Fernandez, professor de
Geografia da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (campus de Marechal
Cândido Rondon), é que a população que habita essa região hoje em dia é muito
mais numerosa. "Há 91 anos, quando houve uma seca assim nessa região, a
população era muito menor, então o impacto sobre a população também era muito
menor", explica o pesquisador. Com tanta gente e energia que dependem das águas
dos rios infelizmente já é realidade a reação em cadeia causada atualmente pela seca monstro, risco de mais escassez de chuvas até na Primavera, problemas para os alimentos, a ecologia, a economia, a saúde e a vida da população. A conta de luz mais alta e os alimentos mais caros sinalizam que pode haver ima nova tragédia brasileira, mal saindo dos limites do Coronavírus,
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| ...mas nesse cenário da secca e falta de gestão governamental do meio ambiente já está começando primeiros apagões |
Fontes: BBC - IPCC da ONU - Faculdade de Geografia da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (campus Marechal Rondon) - folhaverdenews.blogapot.com
Amanhã edição dos comentários, venha conferir.
ResponderExcluirVocê pode postar direto aqui sua opinião, se puder envie um conteúdo (foto, vídeo, texto, notícia, pesquisa etc) para o e-mail do editor deste blog padinhafranca603@gmail.com
ResponderExcluir"O Paranazão está secando": comentário de Edvaldo Carreira, videomaker.
ResponderExcluir"Em dois dias no ar esta matéria teve quase 6 mil views, o que mostra o interesse de muita gente para uma recuperação da ecologia, nessa luta contra os desmatamentos, contra a seca, a favor da tecnologia e da gestão ambiental": comentário de Antônio de Pádua Padinha, editor deste blog.
ResponderExcluir"Esses primeiros apagões e os prontos socorros na regiões com incêndios, queimadas e baixa umidade são o último sinal, está passando da hora do país ter gestão ambiental a bem também da saúde da população": comentário de Sandra Ferreira, de Belo Horizonte, Minas Gerais, profissional de IA. Elas no enviou por e-mail fotos de atendimento em massa a pessoas com problemas respiratórios após incêndio na Serra do Curral em BH.
ResponderExcluirResumo do Podcast - Com a dança os índios buscam atrair chuvas com magia, na atualidade da tecnologia ambiental, existe a chuva artificial, entre estes dois extremos, a realidade hoje do Brasil sofrendo a maior seca do século sem gestão do meio ambiente e com problemas em todas as áreas (saúde, economia, condição de vida) a situação está trágica e até a primavera pode ser com a sequência da crise hídrica, que não havendo solução sustentável, poderá levar o país e até a América do Sul ao caos. Para resumir, com desmatamento sem água e sem ela, não há futuro.
ResponderExcluirA vida dos peixes e a pesca: "Ao sul de Iguaçu, já tem lugares que pessoas estão passando à pé porque o rio está muito raso", diz Júlio Fernandez: "Isso afeta diretamente a fauna do rio. Com a diminuição da profundidade da água, o peixe vai perdendo seu habitat, e sua reprodução é afetada. Os peixes têm espaços exclusivos para a desova e espaços para seu desenvolvimento. Todos esses habitats diminuem ou desaparecem com a seca dos rios".
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