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quinta-feira, 9 de setembro de 2021

SECA MONSTRO PRENUNCIA APAGÕES E CAOS NA FALTA DE GESTÃO GOVERNAMENTAL E SEM PRIORIDADE PARA O MEIO AMBIENTE

A catastrófica reação em cadeia à crise hídrica dos rios como o Grande e o Paraná com várias hidrelétricas leva a BBC a fazer alerta que isso pode gerar uma reação trágica na economia e na ecologia (além de ampliar o alcance do Deserto Brasil): o sinal disso são os incêndios e refugiados do fogo no Nordeste Paulista já agora


Trecho do grande Rio Paraná apequenado


Rio Grande já foi bem maior do que está hoje

E incêndios tomam conta do Nordeste Paulista...

...poluindo o ar de pessoas, cidades e rodovias...

...Bombeiros da região enfrentam chamas em 40 locais...

...Assentamento em Restinga destruído, dsbrigados no Ginásio Municipal da cidade perto de Franca, pedindo doações para atender cerca de 250 pessoas perderam tudo: participe como der desse SOS humanitário 16.99155.5750


Ao mesmo tempo em que o IPCC (coletivo formado por centenas de cientistas de vários países pela ONU) alerta que está crescente um deserto brasileiro em especial nas áreas mais áridas como Nordeste do país e Norte de Minas, Juliana Gragnani da BBC relata a pior seca em 91 anos no Brasil. causando uma diminuição histórica das águas dos rios, afetando sua navegabilidade, por onde há exportação agrícola e industrial, por exemplo. Os pesquisadores calculam que o novo deserto brasileiro será do tamanho de Inglaterra. A equipe de jornalismo que atuou junto com a repórter Gragnani documentou a pior seca dos últimos tempos. Quando um rio seca, a tragédia é visível. Suas águas desaparecem, dando lugar a uma paisagem terrosa e estampada com novas ilhas. Esta situação está também bem clara no vídeo postado nesta webpágina feito pelo ecologista Edivaldo Carreira sobre o Rio Paraná na UTI e em um outro (este da BBC News), sobre a escassez de chuvas, concluindo que esta situação pode arrebentar com a potência agrícola, prioridade econômica brasileira. 


 ...pesadelos também na hidrovia paralizada... 

...há mais de 1 mês pedíamos neste blog emergência ambiental ao Governo de SP, federal e prefeituras...

...até Chuva Artificial para atenuar o clima de deserto, chuvas escassas em região onde ficam Hidrelétricas e onde já começaram os primeiros apagões: clamamos no deserto de homens secos e a seguir assim a Primavera será seca e o caos pode aumentar 


Uma série de eventos catastróficos começam a acontecer em cadeia, como num efeito dominó. O caudaloso rio Paraná, que percorre quase 5 mil quilômetros desde sua nascente no Brasil (alimentado pelo Rio Grande no nordeste paulista e pelo Parnaíba no Triângulo Mineiro) vai até sua foz no Rio da Prata mas está em resumo secando. Ele é o segundo maior rio da América do Sul depois do Amazonas, com importantes afluentes, como o Iguaçu, onde ficam as Cataratas, e que drena o sul do continente - Paraguai, Argentina, Bolívia e o sul do Brasil. É ali, na fronteira entre Brasil e Paraguai, onde fica a Usina Hidrelétrica de Itaipu, a maior da América Latina.


 Até no Nordeste Paulista região com várias hidrelétricas já aconteceram apagões ainda agora em setembro de 2021


A pior seca em 91 anos no Brasil causou uma diminuição histórica das águas do rio Paranazão afetando sua navegabilidade, por onde há exportação agrícola e industrial, e quem depende dele para sobreviver. Com a estiagem, sofrem pescadores da beira do rio, trabalhadores de hidrovias, operadores logísticos, empresários do agronegócio e, claro, a população brasileira, vítima da alta de preços e de uma grave crise energética. Isso, sem contar os vizinhos argentinos e paraguaios, com problemas semelhantes, principalmente em relação ao escoamento de produção. (Mais informações na seção de comentários deste blog, confira depois, amanhã).


 Com a crise hídrica e queda na geração de eletricidade nas usinas hidrelétricas ao invés de termelétricas caras e poluentes as Eólicas...

 ...ao lado da Emergia Solar (até com placas flutuantes nas represas) poderiam estar resolvendo o problema de forma econômica e ecológica, numa palavra, sustentável...


Essa reação em cadeia a um só evento ilustra temores do que nos espera no futuro, com a situação emergencial do clima e o perigo de eventos climáticos extremos, seja seca, seja inundações, duas faces do mesmo desequilíbrio segundo previsto no último relatório do IPCC (Painel Intergovernamental sobre o Clima da ONU). Estes sinais e sintomas mostram que o planeta está aquecendo, fato que já vem provocando consequências alarmantes. Na América do Sul, o aumento da seca e da aridez é uma das previsões do grupo de cientistas da ONU. O novo Deserto Brasil é uma das maiores ameaças. No caso do Paraná, especialistas apontam o desmatamento descontrolado, a crise do clima e ciclos naturais como causas da seca dos últimos anos. A diferença, diz Oscar Fernandez, professor de Geografia da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (campus de Marechal Cândido Rondon), é que a população que habita essa região hoje em dia é muito mais numerosa. "Há 91 anos, quando houve uma seca assim nessa região, a população era muito menor, então o impacto sobre a população também era muito menor", explica o pesquisador. Com tanta gente e energia que dependem das águas dos rios infelizmente já é realidade a reação em cadeia causada atualmente pela seca monstro, risco de mais escassez de chuvas até na Primavera, problemas para os alimentos, a ecologia, a economia, a saúde e a vida da população. A conta de luz mais alta e os alimentos mais caros sinalizam que pode haver ima nova tragédia brasileira, mal saindo dos limites do Coronavírus, 


 ...mas nesse cenário da secca e falta de gestão governamental do meio ambiente já está começando primeiros apagões


Fontes: BBC - IPCC da ONU - Faculdade de Geografia da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (campus Marechal Rondon) - folhaverdenews.blogapot.com



7 comentários:

  1. Amanhã edição dos comentários, venha conferir.

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  2. Você pode postar direto aqui sua opinião, se puder envie um conteúdo (foto, vídeo, texto, notícia, pesquisa etc) para o e-mail do editor deste blog padinhafranca603@gmail.com

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  3. "O Paranazão está secando": comentário de Edvaldo Carreira, videomaker.

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  4. "Em dois dias no ar esta matéria teve quase 6 mil views, o que mostra o interesse de muita gente para uma recuperação da ecologia, nessa luta contra os desmatamentos, contra a seca, a favor da tecnologia e da gestão ambiental": comentário de Antônio de Pádua Padinha, editor deste blog.

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  5. "Esses primeiros apagões e os prontos socorros na regiões com incêndios, queimadas e baixa umidade são o último sinal, está passando da hora do país ter gestão ambiental a bem também da saúde da população": comentário de Sandra Ferreira, de Belo Horizonte, Minas Gerais, profissional de IA. Elas no enviou por e-mail fotos de atendimento em massa a pessoas com problemas respiratórios após incêndio na Serra do Curral em BH.

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  6. Resumo do Podcast - Com a dança os índios buscam atrair chuvas com magia, na atualidade da tecnologia ambiental, existe a chuva artificial, entre estes dois extremos, a realidade hoje do Brasil sofrendo a maior seca do século sem gestão do meio ambiente e com problemas em todas as áreas (saúde, economia, condição de vida) a situação está trágica e até a primavera pode ser com a sequência da crise hídrica, que não havendo solução sustentável, poderá levar o país e até a América do Sul ao caos. Para resumir, com desmatamento sem água e sem ela, não há futuro.

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  7. A vida dos peixes e a pesca: "Ao sul de Iguaçu, já tem lugares que pessoas estão passando à pé porque o rio está muito raso", diz Júlio Fernandez: "Isso afeta diretamente a fauna do rio. Com a diminuição da profundidade da água, o peixe vai perdendo seu habitat, e sua reprodução é afetada. Os peixes têm espaços exclusivos para a desova e espaços para seu desenvolvimento. Todos esses habitats diminuem ou desaparecem com a seca dos rios".

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