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Ouça o giro de notícias com o jornalista e ecologista Antônio de Pádua Silva (Padinha).

quarta-feira, 8 de julho de 2020

NOTICIAS RELATIVAMENTE BOAS MAS UMA EXTREMAMENTE NEGATIVA EM RELAÇÃO AOS POVOS DA FLORESTA QUE SE SENTEM AMEAÇADOS DE EXTERMÍNIO DEVIDO À FALTA DE UTI PARA ATENDER VÍTIMAS DO CORONAVÍRUS EM ALDEIAS DE VÁRIAS ETNIAS E REGIÕES DO PAÍS

Nesta semana o ministro Luis Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal) deve decidir sobre uma ação inédita da associação dos povos indígenas contra a ameaça de genocídio e ao mesmo tempo, na icônica cidade de Oiapoque no Amapá, um índio Karipunas assumiu a prefeitura municipal de lá mostrando uma situação que é uma exceção no Brasil


Enquanto têm esperança na ação junto ao STF índios brasileiros ficam abalados com a morte de importante liderança...


...a morte do Cacique Mahoro, Xavante da região de Cuiabá...


...no Mato Grosso do Sul índio Guarani Kayowá protesta contra as mortes de indígenas em vários tipos de violência, também o Coronavírus


Confira vídeo do Instituto Socioambiental (menos preconceito, mais índio)


O ministro Luis Roberto Barroso, do STF, está agora para decidir  sobre um pedido da principal entidade indígena do país, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), em conjunto com seis partidos, juntos, eles reivindicam que o estado tome providências contra a pandemia da Covid-19 nas aldeias indígenas, já que a Funai está desarticulada. 
A Apib afirma que preceitos fundamentais da Constituição Federal estão sendo desrespeitados com as falhas e as omissões do poder público no no combate à epidemia do Coronavírus entre os povos nativos brasileiros. Essas populações têm, segundo a entidade, uma taxa de letalidade pelo vírus de 9,6%, enquanto na população em geral a taxa é de 4%, segundo levantamento do próprio Ministério da Saúde.
A atuação do poder público diante da epidemia entre os povos indígenas constitui um “verdadeiro genocídio, podendo resultar no extermínio de etnias inteiras”, diz o documento. 

Índios de várias etnias abalados com a situação do momento e na expectativa do que será a decisão do STF por estes dias

Esta é a primeira vez que uma entidade dos povos da floresta apresenta diretamente uma ADPF (Arguição de Descumprimento de Direito Fundamental) ao STF, com advogados próprios, indígenas. Esse tipo de ação serve para que a Justiça garanta direitos dos cidadãos quando preceito centrais da Constituição estão sendo desrespeitados.

A aldeia Xavante do Cacique Mahoro mais abalada ainda... 

 ...diante da morte do seu líder e dos problemas nas terras indígenas...


...ainda bem que alguns líderes da floresta como Gaspar Waratzere se formam em universidades para melhor ajudar  o seu povo (vídeo da ONU)

(Confira depois mais tarde na seção de comentários deste blog da ecologia e da cidadania mais informações sobre esta ação inédita e emergencial, em caráter de urgência levada ao Supremo. E hoje nesta webpágina postamos dois vídeos, um da Veja (sobre a situação difícil dos povos da floresta diante do Coronavírus e da falta de estrutura da saúde pública nas aldeias) e um outro da ONU, ao contrário, tentando valorizar a cultura original indígena, entrevistando índios que se tornam educadores, historiadores, pesquisadores em faculdades e voltam para defender seus direitos e suas raízes culturais)

 Mulheres indígenas também pedindo estado de emergência no setor de saúde das aldeis de várias regiões e etnias

Denise Soares e Mara Carvalho, repórteres do G1 do Mato Grosso e da TV Centro América, por sua vez estão nos informando que Domingos Mahoro, de 60 anos, líder na luta pelas terras tradicionais dos povos da floresta e Cacique Xavante na região de General Carneiro (a 448 quilômetros de Cuiabá) na aldeia de Sangradouro, depois de vários dias de espera e sem atendimento. estava há 72 horas na UTI mas veio a falecer vítima da Covid-19, após duas paradas cardíacas. Mahoro será enterrado na terra indígena. Ele era presidente da cooperativa indígena do estado e uma liderança atuante nas causas do povo indígena em todo Mato Grosso. Ele participou da articulação dias atrás de uma iniciativa que mobilizou prefeitos da macrorregião de Cuiabá e deputados da bancada federal matogrossense que em videoconferência pediram apoio de Brasília para a construção de um hospital de campanha, bem equipado, para atender o povo Xavante. Por sinal, segundo o mais recente boletim do Ministério da Saúde. já houve 102 casos de Coronavírus entre indígenas (e este número apenas na etnia Xavante), sendo que 9 deles, morreram, inclusive ontem, o Cacique Mahoro. Este fato terá repercussão também na ação que deu entrada através da Apib no STF e será decidida nesta semana. Aumentam a expectativa e o sufoco. 
Para amenizar o clima de sufoco a boa nova é o índio Karipunas que assumiu hoje a prefeitura de Oiapoque no Amapá, ele era vice prefeito e substitui a prefeita, afastada pela Justiça: poderá ajudar a causa indígena


Fontes: Envolverde - BBC - G1 - ONU - Veja - TV Centro América
                folhaverdenews.blogspot.com

terça-feira, 7 de julho de 2020

O JAPÃO ESTÁ ESCAPANDO DO CORONAVÍRUS MELHOR DO QUE A MAIORIA DOS PAÍSES: ISSO É UM MISTÉRIO? OU O FATOR X PODE SER A ALIMENTAÇÃO?

Qual o mistério por trás da baixa mortalidade por Covid-19 entre os japoneses? Conheça aqui agora algumas hipóteses ou teorias que explicam porque a realidade japonesa é uma exceção



Qual é o Fator X que explica como o Japão está vencendo o Coronavírus melhor que o resto do mundo?


A arte e a cultura da vida made in Japan é com certeza um destes fatores



O país do Sol Nascente não fez lockdown e tem a maior população idosa  do mundo (grupo de risco nº 1 do Coronavírus) mas então por  que não morreram lá um número maior de pessoas de Covid-19? A resposta, segundo Rupert Wingfield, repórter da BBC News em Tóquio, não estaria em um único fator. Um dos motivos é que a população adotou, amplamente, as medidas de isolamento sugeridas pelo governo. Nada foi obrigatório, não tem multas ou muitas regras, aí entra também a cultura ou a história deste povo, sendo destacado em todo o planeta, no Brasil, no site Terra por exemplo. Aqui no blog da ecologia, da cidadania e da cultura da vida Folha Verde News, a gente tem praticamente uma certeza: a imunidade maior dos japoneses à Pandemia vem da sua alimentação saudável. Alguns jovens abandonaram em parte as tradições orientais e assumem alguns hábitos de consumo ocidentais, no caso, o fast food, a alimentação americana. Mas em geral desde crianças todos e todas se alimentam com um padrão de qualidade melhor ou mais saudável do que em outros países. Isso de alguma forma acontece em toda a Ásia, na China, na Coréia, Vietnã, até em Taywan também, , porém oJapão é o epicentro de um estilo alimentar que aumenta as defesas naturais do organismo contra quaisquer vírus. Confira este enfoque aqui em nossa webpágina, a gente pesquisou em outras fontes também, como no portal Japão em Foco, resumindo aqui para você esta nova visão sobre o mistério japonês de resistência ao Coronavírus.


Os japoneses voluntariamente assumiram derrotar a Covid-19...

 ...e um Fator X para a vitória é a nutrição do povo do Japão que tem todos os detalhes neste site sobre vida e cultura deste país


Maior grupo de risco, per capita, a população nipônica é a mais velha da Terra, mas por que então há menos vítimas da Covid-19 no Japão? Há um clima de mistério e dezenas de teorias. Tem até radicais nacionalistas, como é o caso do vice-primeiro-ministro, Taro Aso, para quem a explicação teria a ver com uma qualidade superior do povo japonês, algo improvável e hoje inaceitável um conceito racial deste tipo. um comentário xenófobo, muito criticado quando ele se manifestou ao ser perguntado por lideranças de outros países sobre o sucesso sanitário do Japão.


Qual é o Fator X que explica a imunidade japonesa hoje...


...diante dos desafios da realidade de agora como a pandemia?


Por que não morreram mais pessoas de Covid-19 no Japão? O país manteve suas fronteiras sempre abertas, nunca adotou obrigações rígidas para enfrentar a virose, para exemplificar, a população de Tóquio passa de 37 milhões de pessoas, vivendo muito próximas umas das outras. Não foram seguidos de forma absoluta nem as recomendações da OMS da ONU, para testar ao máximo possível: foram aplicados testes em apenas 0,27% da população.  Mas, até a primeira metade de 2020, o Japão registrou menos mortes que a média — apesar de, em abril, Tóquio ter registrado cerca de 1 mil mortes. Diferente do modelo, também bem sucedido da Nova Zelândia, o Japão tampouco adotou um lockdown em escala ou na mesma severidade da Europa. No começo de abril, o governo declarou estado de emergência, mas o pedido para ficar em casa não era compulsório. Serviços não essenciais foram convidados a fechar, mas não havia nenhuma punição prevista para quem recusasse o convite. Mas então por que o Japão continua sendo mais imune ao Coronavírus do que outros países? Não se trata também da falta de gestão governamental da saúde e da vida do povo, que é o caso do Brasil, um recordista mundial de mortes e de infectados pela Pandemia. Mas então, o quê?


 A megalópole de Tóquio tem porém uma reserva cultural...


 ...na cultura de vida tradicional e milenar do povo japonês



Até atividades de lazer vistas como de alto risco como karaokê, mesmo em meio à quarentena voluntária do povo diante do perigo da Covid-19,  continuam muito populares no Japão. "Eu não tenho certeza sobre como um vírus como um esse poderia ficar restrito à Ásia", afirma o professor Kenji Shibuya, diretor de saúde pública no King's College em Londres e ex-conselheiro do governo. Shibuya não descarta a possibilidade de diferenças regionais ou susceptibilidade genética a este vírus. Mas ele suspeita que o Fator X para explicar esse mistério ou a diferença de mortalidade tenha sido um comportamento exemplar dos japoneses para reduzir a transmissão do vírus. Este povo começou a usar máscaras há mais de 100 anos, durante a pandemia de gripe em 1919, e jamais desde então as pessoas pararam de fazer isso. Se alguém tiver tosse ou um resfriado é esperado que a pessoa use máscara para proteger os outros ao seu redor e isso em qualquer época.



 O avanço da ciência e da tecnologia no Japão não despreza as origens culturais deste povo da Ásia e este é um Fator X hoje em dia



Uma outra hipótese para explicar - Um professor da Universidade de Tóquio, Tatsuhiko Kodama, que estuda como pacientes japoneses reagiram ao vírus, acredita que o Japão já pode ter enfrentado uma doença como a Covid-19 anteriormente. Não exatamente a Covid-19, mas algum tipo similar de virose que pode ter deixado uma sequela de imunidade. Ele explica assim: quando um vírus entra no corpo humano, o sistema imunológico produz anticorpos que atacam o patógeno invasor. Há dois tipos de anticorpos: o IGM e o IGG. O tipo de resposta desses anticorpos pode mostrar se alguém já foi ou não exposto ao vírus antes, ou a algo similar. Tatsuhiko Kodama considera ser possível que um vírus da família Sars já tenha circulado pela região antes, o que poderia explicar a taxa de mortalidade baixa, não apenas no Japão, mas também na China, Coreia do Sul, Taiwan, Hong Kong e sudeste da Ásia. O clima, a cultura, a história, o temperamento, tudo isso pode ter feito a diferença agora, mas também precisamos considerar um ponto de vista inteiramente ecológico.



 De repente no passado ancestral os japoneses podem encontrar hoje o seu futuro sustentável



A alimentação japonesa mais saudável é o Fator X? -  Sílvia Kawanami, jornalista do site Japão em Foco, mesmo não entrando neste debate, deixa claro que o que faz a diferença no Japão é o tipo tradicional dos alimentos consumidos pelo povo. Nutricionistas, pesquisadores de ecologia humana, médicos, do ponto de vista da ciência, o Japão é considerado hoje o país que tem a melhor alimentação do mundo, algo que é sinalizado pelo maior baixo índice de obesidade e a incrível taxa de longevidade da população deste país. A dieta japonesa inclui alimentos de baixo teor de colesterol, por exemplo, sem a gordura abundante na carne vermelha, nos laticínios, na manteiga. A alimentação japonesa é rica em peixes, frutos do mar e algas, tanto a Kombu (de águas quentes) como a Nori (de ágias frias), contendo elevadas quantidades de iodo, minerais, microelementos que geram muita energia e sabor apurado.  E então vale a pena a gente estudar a culinária tradicional do Japão, que inclui também, de quebra, um estilo de vida relativamente mais saudável. Por exemplo, apesar da dieta diária incluir arroz e macarrão, muitos dos alimentos contém ingredientes e complementos extremamente saudáveis que equilibram, como verduras, legumes, soja, peixe, frutos do mar, chás naturais e outros segredos de saúde.



O atleta Jô, hoje no Corinthians de novo, vivenciou o lado positivo da cultura tradicional japonesa assim como a comunidade brasileira por lá


"Na minha modesta opinião, à distância, e tão somente analisando as várias hipóteses, tenho uma teoria pessoal sobre o Fator X dos japoneses nesta era do Coronavírus, a alimentação mais natural e mais saudável": comenta por aqui no blog, ao editar esta matéria, o ecologista Antônio de Pádua Silva Padinha que há mais de 30 anos é vegetariano, quase vegano, e argumenta ainda que "os antigos asiáticos, os ancestrais do povo oriental comiam de forma um pouco mais ecológica do que hoje, tanto no Japão como em qualquer outro país nessa sociedade mundial de consumo".  Mas o nosso editor Padinha não fecha questão, apenas sugere que os cientistas analisem mais a fundo a alimentação tradicional japonesa, para orientar um avanço na saúde de nosso próprio povo.


Nas raízes culturais (também na alimentação) os japoneses encontram um Fator X que faz a diferença na saúde e na vida mesmo diante do Coronavírus


(Confira na seção de comentários deste blog mais detalhes sobre os alimentos consumidos na dieta tradicional japonesa. por exemplo, Feijão Azuki, a batata Konniaku, o Missô (pasta de soja), algas, ervas, Okoshi (cereal mais amendoim), cogumelos, frutas como a Umebashi (uma espécie de ameixa) e muitos outros alimentos como os mais conhecidos e consumidos no Brasil, Sashimi e Tofu (queijo de soja), é toda uma ciência de alimentação que com certeza amplia o sistema imunológico da população. Na seção de vídeos hoje aqui em nossa webpágina, um da série Incrível (7 segredos da alimentação tradicional japonesa) e outro, da Agência Pública, sobre o jovem índio Eder Apodonepá que estuda na Universidade Federal do Mato Grosso mas não abandona sua aldeia e suas raízes, exemplifica como isso é vital hoje em dia prum povo - também na alimentação e em toda a cultura da vida - encontrar as melhores alternativas de vida e de saúde)


De repente assim como Eder Apodonepá nós também devemos buscar a alimentação e todas as raízes culturais brasileiras para um realidade mais ecológica, mais sustentável diante dos desafios de agora



Fontes: BBC - Terra - japaoemfoco.com
               folhaverdenews.blogspot.com

segunda-feira, 6 de julho de 2020

O DEGELO QUE JÁ ESTÁ ACONTECENDO NA ANTÁRTICA VAI DESEQUILIBRAR TOTALMENTE O CLIMA NO BRASIL OU NA AMÉRICA E NO PLANETA?

O que está acontecendo com a Antártica? Geólogo da Unicamp que esteve pesquisando lá comenta as altas temperaturas que têm sido registradas na região mais extrema da América do Sul e aqui no blog da ecologia a gente faz um resumo das informações do IE (Instituto de Engenharia)

 Altas temperaturas e degelo na Antártica já acontecendo....


 ...influirão direto no meio ambiente, na vida da população, na saúde. até na economia do Brasil, da América, do planeta, diz o geólogo Alessandro Batezelli

No início de fevereiro de 2020 a Antártida ou Antártica (como de diz de forma mais popular) registrou temperaturas recordes e despertou interesse mundial: afinal, o que está acontecendo naquela região e que consequências trará para o planeta? Esta foto foi feita em meados de janeiro durante um dos picos de temperatura na Ilha Marambio (Península Antártica), onde ocorreram os registros recordes. A imagem, captada pelo fotógrafo e guia de montanha Edson Vandeira, mostra parte da ilha já praticamente sem neve. E ilustra as observações do geólogo do Instituto de Geociências da Unicamp, Alessandro Batezelli, que esteve ao vivo no continente gelado em 2019 pelo Programa Antártico Brasileiro (Proantar) e avaliou a situação que pôde constatar. Acompanhe a seguir os comentários deste pesquisador sobre o avanço do degelo e os efeitos que ele pode estar causando ao clima e ao ambiente da América do Sul, do Brasil também e de todo o planeta enfim. 

Já estão ocorrendo em 2020 altas temperaturas e degelos...

 ...na Antártica que alertam os cientistas sobre eventuais problemas no clima e no meio ambiente por aqui em nosso país também

Alerta do geólogo - Um evento anterior de aumento anormal de temperatura já havia sido registrado em Marambio em novembro de 2019. A frequência e a proximidade dos eventos é um fator que preocupa cientistas de todo o mundo. Segundo Alessandro Batezelli, na natureza alguns eventos meteorológicos se repetem com frequência nas diferentes estações do ano. “Eventualmente ocorrem anomalias, como a seca na região sudeste do Brasil em 2014. Registros mostravam que há décadas não havia uma seca como aquela. Muito provavelmente essa pode ser uma das razões do calor excessivo na Antártida. Algumas dessas anomalias podem ocorrer em determinadas freqüências. A grande preocupação é quando esses eventos pouco frequentes, que ocorrem de 10 em 10, 20 em 20 ou cada 50 anos, por exemplo, começam a ocorrer a cada 2 ou 3 anos como agora”.  

Mudanças climáticas ocorrendo mais rapidamente agora na Antártica



“Quando eu estava lá em 2019, a média mais quente foi 2°C no máximo, uma diferença muito grande ao que foi registrado em 2020”. 
Batezelli voltou da Antártica no início de fevereiro de 2019 – mais ou menos no mesmo período em que ocorreram os ciclos de altas temperaturas em 2020. Ele ficou por quase 3 meses na ilha Vega, cerca de 60 Km da ilha Marambio. No entanto, não percebeu nada que pudesse chamar a atenção para alteração da temperatura naquele momento. “Nessa época do ano, realmente ocorre degelo, mas não a ponto de elevar a temperatura. No ano passado, quando estava lá, a média mais quente foi 2°C no máximo, uma diferença muito grande ao que foi registrado agora em 2020. O céu ficava azul, com sol, mas a temperatura era muito baixa. Mesmo nos dias mais quentes, o vento que soprava constantemente, dependendo da velocidade, deixava uma sensação térmica de -5 a -10°C. Não é o que está acontecendo agora na Antártica". 


 As observações do geólogo da Unicamp precisam ser levadas em conta por climatologistas, meteorologias e autoridades ambientais também do Brasil



(Confira depois mais dados e informações na seção de comentários deste blog sobre estudos e conclusões do geólogo da Unicamp, confira também em nossa webpágina hoje dois vídeos já postados aqui, um da Apolochannel sobre o que vem acontecendo naquele continente, também com imagens da Nasa e da Agência Espacial Europeia. O outro vídeo foi registrado quando o geólogo estava deixando a Ilha Vega, vale conferir todos do nosso movimento ecológico, científico e da criação da vida futura) 

 Quais podem ser os efeitos do degelo na Antártica? Esta é uma questão am aberto (mais na seção de comentários aqui no blog)

Avanço do degelo - Imagens de satélites das últimas décadas mostram o avanço do degelo. “No hemisfério norte, por exemplo, os Ursos polares estão invadindo as cidades porque a calota polar está derretendo. Quando o mar congela, eles conseguem andar no gelo e caçar. Como não conseguem caçar, vão para as cidades. Isso já está recorrente”, diz o docente da Unicamp. O derretimento também vem avançando na região antártica. “Há muitos dados no hemisfério norte e mesmo na Antártida sobre o derretimento das calotas. A grande questão é por que houve esse grande aumento de temperatura? Climatólogos têm estudado dados de muitas décadas a fim de entender se esses eventos de aquecimento fazem parte do ciclo climático natural ou se têm relação com a atuação dos países, do ser humano”, questiona Batezelli. Ele lembra que em 2013 houve um registro na Antártida de 13°C. Já em 2015 a temperatura foi a 17,5°C. Em 2020 bateu os 20°C. Com essas medições, cientistas de todo o mundo estão ainda mais preocupados. “Ainda não se pode concluir com precisão o que está acontecendo com o clima na Antártida, apenas apontar teorias. Os dados coletados no passado e dados atuais estão sendo analisados a fim entender suas causas e qual a frequência com que ocorrem. Isso dá subsídio para projeções futuras”, comenta o próprio Alessandro Batezelli. Imagens feitas por satélites em 4 de fevereiro e a segunda em 13 de fevereiro. O período quente causou derretimento generalizado nas geleiras. É possível identificar na parte inferior esquerda do registro do Earth Observatory da NASA, a formação de lagos criados com água de degelo. 

O degelo na Antártica pode influir em seca ou na oferta de água também em nosso país?...

....Causa consequências na natureza e na vida da nossa população?

Pesquisa sobre o clima são superimportantes por conta da influência que têm na população, na natureza, na economia também: “Cada nova pesquisa introduz mais dados e ajuda a entender o porquê e quando ocorrem esses eventos de resfriamento e aquecimento. Se entendemos como ocorreu no passado, conseguiremos, de certa forma, simular matematicamente situações futuras. Quando esses eventos ocorrem sem nenhuma previsão, podem causar danos, este é o conteúdo de nossas observações", falou o geólogo da Unicamp. Ele precisa ser ouvido dentro duma gestão ambiental também no Brasil. 

Assim como o que acontece na Antártica influi em nosso meio ambiente...

 ...da mesma forma o que ocorre na Amazônia influi direto no clima e no equilíbrio ambiental do Brasil, da America e até do planeta


Fontes: IE (Instituto de Engengaria) - Instituto de Geociências da Unicamp
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sábado, 4 de julho de 2020

VAMOS INVADIR UM POUCO O FUTURO EM BUSCA DE ENERGIAS POSITIVAS QUE ESTÁ DIFÍCIL PARA A GENTE CONSEGUIR PAZ NESSA REALIDADE DE GUERRA AQUI AGORA

O futuro já começou mas a gente ainda está no passado de nós mesmos com essa velha forma de viver que ainda predomina aqui e em todo o planeta


Avançando dentro da gente chegamos mais rápido ao futuro




Nos sites Pensamento Verde e Canal Techno a gente pode ainda agora viajar para um tempo mais sustentável e feliz para todos e todas, com uma forma mais ecológica ou sustentável de viver. Cada vez mais a tecnologia de ponta invade nosso dia a dia. Até em coisas mais simples. Bicicletas, por exemplo. Até destacamos isso no Podcast da Ecologia. Não precisamos ir muito longe no tempo e no espaço para invadir uma forma mais avançada de vida. Veja por exemplo que já existem pelo menos duas opções de bicicletas futuristas, prontas para rodar hoje. Uma delas é a Footloose, sem correi nem corrente, com troca de marcha automática, ao pedalar ou frear o bicker recarrega automaticamente a bateria da sua magrela. Outra bike top já desenvolvida é a Levitation da Dezien, uma bicicleta que utiliza a energia gerada pelas próprias pedaladas do ciclista, energia que ainda pode recarregar também celulares, câmeras, notebooks, tendo até wifi próprio. Mas porque estes e outros equipamentos avançados ainda não estão no nosso dia a dia? Essa é a questão, aqui, agora.  


Até mesmo a energia solar tão desenvolvida ainda não predomina porque estamos atrelados a uma economia do passado

Enquanto não começam a rodar as bikes do futuro hoje o ciclista tem que ser um superatleta para pedalar contra o tempo e contra o vento 


Dois fatores explicam essa contradição. Toda a sociedade mundial de consumo se baseia na indústria do petróleo (gasolina, diesel, gás), combustível fóssil que polui e mata milhões de pessoas ao ano, sendo que essa estrutura impede ou tenta atrasar a nova realidade sustentável, capaz de equilibrar os interesses da economia com os da ecologia. Outro fator é que nós estamos com a nossa mente nesta cultura da violência que predomina, atrasados no tempo e no espaço, estamos no passado, o futuro já começou, mas a maioria de nós estamos presos na máquina do tempo superado. Confira alguns sinais do futuro já presentes no nosso dia a dia.


Estamos no passado e nem percebemos que o futuro chegou



Drones já são usados em hospitais não só do Japão nas UTIs de infectados pela Covid-19, drones nos meios de comunicação, fazendo entregas, imagens e tarefas que nos completam e nos dão asas. Já está rodando também um trem supersônico, o Hiperloop, pelos menos em testes positivos nos Estados Unidos. Se outros interesses, ligados ao combustível fóssil no transporte coletivo permitirem, logo mais este trem vai encurtar as distâncias a 300 por hora. A Internet das Coisas e a IA, a Inteligência Artificial já estão por aqui, já são testados na realidade computadores com raciocínio próprio como no filme "Ex Máquina".  Computadores e robôs humanos? Fim do mundo ou começo dum outro modo de viver? Além deste Google DeepMind, viagens para Marte já estão sendo programadas pelo turismo espacial. Em 2030 viagens para o planeta vermelho já serão possíveis. Isso também é um bom sinal para o CEO da Tesla, Elon Musk. Já hoje é possível a produção também de próteses que avançam o nosso corpo humano. No máximo em dez anos elas poderão realmente dar habilidades extras para as pessoas, como já asseguram pesquisas de jovens biólogos em Londres. Um destes cientistas, James Young, deu um exemplo, as pessoas poderão logo logo ter um transplante cibernético em suas pernas que as livrem das cadeiras de rodas ou andadores e mais ainda, os jogadores de futebol poderão ficar super velozes, atravessar o campo em 10 segundos. 


Enquanto não somos cibernéticos temos que buscar dentro de nós mesmos a energia pura para sobreviver nesse tempo de agora



Outros pesquisadores estão sugerindo que existirão calças do tipo leggings que tornarão os atos de correr ou andar mais fáceis para qualquer pessoa. Outra possibilidade é um traje parecido com o do homem aranha, com polímeros em gel que aumentem a força humana, o homem comum vai poder em brave ser tipo um super herói? Sei não, mas a realidade virtual agora já substitui livros didáticos. Já existe um aplicativo chamado Google's Expedition que permite que estudantes visitem locais como a grande barreira de coral no fundo do oceano só com o uso de realidade virtual. O app está disponível em versão beta desde setembro do ano passado. Um outro futurista Ian Pearson diz que já por volta de 2025 os smartphones serão obsoletos e esta situação será influenciada pelo uso da realidade aumentada.  De acordo com ele, em poucos tempo será possível implantar a realidade aumentada em pulseiras ou outras joias, um relógio computador tornando inexistente a necessidade de carregar um celular. A empresa Magic Leap já trabalha para trazer a realidade aumentada para um ambiente mais mainstream. Logo mais, as casas poderão ser construídas com impressoras 3D. Alguns arquitetos pelo mundo já iniciaram projetos nesta linha. Na China, uma empresa chamada Winsun afirmou ter construído 10 casas usando tecnologia 3D em apenas um dia e mais, cada construção custando apenas 5 dólares. Casas populares de alta tecnologia, econômicas, ecológicas, rápidas, resolvendo o drama habitacional, acabando com as favelas. Será possível? Olha, já temos robôs fazendo tarefas domésticas e fabricando nas indústrias todo tipo de material, liberando os humanos para outras funções. A nanotecnologia já permite agora que nossos cérebros sejam plugados em computadores, nos possibilitando viver em mundos simulados ou da imaginação. Nova dimensão para a vida? Algo como Matrix? Já se calcula que em 2040 já se poderá linkar o cérebro de pessoas que elas passarão a viver num mundo virtual, quando quiserem fugir da realidade comum, explicou Elton Musk que já inventou um cordão neural, sistema que adiciona uma “nova camada de inteligência” a qualquer um. Homens Máquinas. Um impasse é que esse tipo de tecnologia não será amplamente permitido pelos governos. Imagine super soldados com incríveis mentes avançadas prontamente disponíveis? Seriam monstros se direcionados para a destruição e não para a criação da vida. Isso mais ou menos reflete a nossa realidade humana ou desumana de hoje. 


Longe daqui em outro planeta o ser humano será capaz de criar...


...um futuro mais sustentável e feliz para todo mundo?



(Confira depois na seção de comentários deste blog da ecologia, da cidadania, da cultura da vida mais informações e dados sobre o futuro que já começou, porém, estamos atrelados ao passado pela atual estrutura dos países e da vida: dois vídeos vamos postar por aqui nesta webpágina da gente O Futuro Já Começou, da série Mistérios do Mundo, e o clip de Projota com participação de Negra Lee O Homem Que Não Tinha Nada que tem a ver com o nosso conteúdo, o ser humano falha e se atrapalha no tempo e no espaço, atrasando os avanços necessários já hoje em dia)



O amor humanitário ou a solidariedade avança o ser futuro...



 ...temos que nos ligar mais na natureza para mudar, avançar e sobreviver




Fontes
: Pensamento Verde - canaltech.com.br
               folhaverdenews.blogspot. com. br


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