Correio
Braziliense faz matéria especial nesse tema que bate com os alertas que temos
feito direto aqui no blog da gente ligado ao movimento ecológico, científico e de cidadania
 |
| Apagões podem ocorrer em outubro ou novembro |
 |
| A escuridão destes tempos |
"Enquanto o país ainda batalha para
controlar a pandemia, tendo menos de um terço da população plenamente imunizada
com duas doses de vacina e sob risco de nova escalada de casos e mortes por
causa da variante Delta do novo Coronavírus, bem mais contagiosa, a esperada
recuperação da economia tem pela frente outro grave obstáculo. Não bastasse a atividade econômica
continuar patinando e o desemprego estar nas alturas, com quase 15 milhões de
brasileiros sem trabalho, a crise energética, em relação à qual o governo se mantém paralisado, teimando em deixá-la de lado, apesar dos claros sinais
que vêm de meses, está, agora, cada vez mais próxima, já batendo na porta. E
com força. Resultado da pior estiagem em 90 anos,
que se acirrou em julho e agosto, os reservatórios das usinas hidrelétricas do
Sudeste e Centro-Oeste, responsáveis por 70% da produção do país, estavam no
fim da semana com menos de 23% da capacidade de armazenamento de água.
Como continuamos sem perspectivas de chuvas mais abundantes no curto prazo, este volume poderá cair à metade até novembro, comprometendo a
capacidade de abastecimento", informa a matéria do Correio Braziliense.
 |
| Estrutura energética defasada |
Vídeos do site da Alemanha DW e da TVT que postamos também hoje aqui no blog da gente Folha Verde News indicam que poderá haver apagões já em outubro.
 |
| Parece poético mas é trágico |
"O risco de racionamento ou até de
apagões, sempre refutado pelo governo, passa a ser real. O Operador Nacional do
Sistema (ONS) emitiu alerta prevendo déficit de oferta de energia já em outubro
e sugerindo providências emergenciais...Um efeito imediato é o encarecimento da
energia, já que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) elevará de novo
o valor da bandeira tarifária vermelha, nível 2, em vigor, que sobretaxa o
consumo e já havia sido reajustada em 52% em junho. Mesmo assim, o ministro da
Economia, Paulo Guedes, preferiu minimizar o problema. “Qual o problema de a
energia ficar um pouco mais cara porque choveu menos?”, indagou Guedes, para espanto de muita gente, A energia mais cara aumenta os custos em todas as cadeias produtivas — o insumo
responde por até 40% das despesas em alguns setores industriais —, além de
elevar as contas de luz residenciais. Pior ainda, impacta diretamente na
inflação, que voltou a assombrar, puxada também pelas altas de preço da
gasolina, gás de cozinha e alimentos, penalizando sobretudo os mais pobres. Não
à toa, o índice oficial de julho ficou em 0,96%, acumulando 8,99% em 12 meses,
e o IPCA-15, prévia de agosto, bateu em 0,89%. Neste contexto, cabe a cada um de nós, cidadãos, como já dito aqui, apagar luzes acesas à toa, desligar equipamentos sem uso, reduzir o tempo dos banhos e apertar bem as torneiras, enquanto esperamos pelas chuvas".
 |
| Placas solares funcionaram bem em Sobradinho (Bahia) e... |
 |
| ...medidas emergenciais precisam usar energias Solar e Eólica |
Este jornal e site de Brasília (DF) proclama, árvores em vez de fuzis, É o que o movimento ecológico também tem proposto, gestão pelo menos básica no meio ambiente para o país recuperar um pouco da ecologia perdida. Vimos insistindo aqui nesta webpágina com matérias com este conteúdo, sempre citando fontes, como BBC ou G1, IPCC da ONU, novo relatório de 2021. Sem árvores não há chuvas. Os cientistas alertam que as Termelétricas, além de caras são muito poluentes, algo que se agrava mais neste momento de seca, queimadas, incêndios florestais, partículas em suspensão e baixa umidade relativa do ar desértica, o erro econômico invadindo a área da saúde. Nesta emergência do clima e crise hídrica (rios e nascentes secando, aumento de cidades com problemas de abastecimento ou racionamento de água) as chuvas tem sido as mais escassas e irregulares em 100 anos de registros e medições pelos institutos de meteorologia e pela Agência Nacional das Águas (ANA). Há mais de 10 anos, o Ministério de Minas e Energia (MME) testou positivamente o uso de placas flutuantes de Energia Solar na superfície muito vazia das represas das usinas Hidrelétricas para aumentar a geração de eletricidade. Esta tecnologia (usada em vários países com êxito) é mais econômica do que importar energia e do que as Termelétricas, não polui e poderia atualizar o sistema elétrico brasileiro de forma sustentável, como foi testado e aprovado em Sobradinho, no Rio São Francisco. Mais ainda: o avanço poderia ser implantado a curto prazo, rapidamente. A conta de luz baixaria, não haveria os temidos apagões que podem causar um caos no Brasil se não chover bastante até outubro e novembro. Se não chover, configurando uma Primavera Seca, a emergência será financiar a tecnologia de Chuvas Artificiais nas áreas mais secas. Há com certeza interessados para entre as medidas emergenciais privilegiar as Termelétricas, à base de combustível fóssil e que fazendo crescer o lucro das empresas de gás e petróleo porém aumentam a emissão de CO2 e agravam ainda mais as mudanças climáticas. Enquanto no uso domésticos a alternativa eficiente da Energia Solar cresceu na década 80%, na estrutura energética pública do país, menos de 2%. E ainda tem as Eólicas que aproveitando uma época de muitos ventos poderia aumentar a geração de eletricidade integrada com as Solares e as Hidrelétricas. No país do sol, a Energia Solar é ainda desprezada pelos Governos ou por desinformação dos governantes ou por outros interesses, E nesse ponto, entramos na questão da cidadania, contrapondo à onda de manifestações eleitorais para 2022, superando também a polarização e as ameaças crescente de um surto de violência social, o momento é dos jovens ou de todos os brasileiros e brasileiras que sintonizam um desenvolvimento sustentável como urgente, essencial, se manifestarem ao lado dos cientistas e dos ecologistas pelo uso emergencial de energias limpas a bem da economia e do meio ambiente, desmatamento zero para regularizar o ciclo das chuvas, ajudando assim a atualizar, mudar e avançar o Brasil. Enquanto essa virada ambiental não acontece, só nos resta pedir chuvas a Deus e à natureza, (Antônio de Pádua Silva Padinha, editor deste blog e do Podcast da Ecologia)
 |
| No país do Sol energia solar é 2% da estrutura energética |
 |
| Se ocorrer Primavera Seca essencial investir em Chuvas... |
 |
...Artificiais para uma recuperação mínima da ecologia
|
 |
| Momento do movimento de cidadania entrar em ação |
Fontes: correiobraziliense,com.br - TVT - DW - BBC- G1 - IPCC da ONU - folhaverdenews.blogspot.com
Já temos mais algus dados e comentários, vamos postar depois, venha conferir amanhã.
ResponderExcluirVocê pode postar direto aqui sua mensagem, opinião ou um comentário...
ResponderExcluirSe preferir ou puder envie um conteúdo (foto, texto, vídeo, pesquisa, notícia etc) pro e-mail do editor deste blog, mande para padinhafranca603@gmail.com
ResponderExcluir"Assim que vi resolvi compartilhar estas informações pro meu pessoal que vai à luta pela cidadania": comentário de Isabela de Moaris, de São Paulo, técnica em Meio Ambiente, que nos enviou e-mail com algumas fotos que com certeza vamos divulgar.
ResponderExcluir"Não vi ninguém se manifestando na Paulista em relação à seca ou o desmatamento pu a necessidade de gestão ambiental, no Anhangabaú houve algumas indiretas nesse sentido, nada como este blog e o podcast, com um conteúdo exemplar": comentário de Ademar Jorge, engenheiro civil, especializado em IA que nos enviou por e-mail algumas informações sobre o alcance da Crise Hídrica, a gente agradece o material e o comentário.
ResponderExcluir