A pianista trocou a fama mundial para preservar a vida e a cultura original da Rapa Nui também famosa entre turistas e esotéricos como Ilha da Páscoa
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| Mahani Teave depois do sucesso como musicista... |
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| ...está mais dedicada à Ilha de Páscoa (Rapa Nui) |
RÉDITO,SINFÓNICA ESTUDIANTIL METROPOLITANA
Mahani Teave nasceu no Havaí, mas
cresceu em Rapa Nui, também conhecida como Ilha da Páscoa, a pianista clássica e este lugar são tema hoje do blog da gente, com dados de duas matérias da BBC, uma de John Barlett e outra de Edison Veiga, que atuam com jornalismo no Chile, Conforme o nível do mar sobe e o
clima muda, a ilha que Mahani Teave chama de lar e sua cultura estão cada vez
mais ameaçadas. Vai daí que que Mahani resolveu comprar a luta desse lugar que ama, organizando lá uma escola de música para crianças e adolescentes, também introduzindo energia solar, reciclagem e cultura na Ilha da Pásco ou Rapa Nui, que é uma
das ilhas habitadas mais remotas do mundo, um pequeno território de 164 km
quadrados no sul do Pacífico. Tem seus mistérios mas também muitas belezas. A terra mais próxima é a Ilha
Pitcairn, um Território Ultramarino Britânico, a 2 mil km de distância; e o
Chile, que tem jurisdição sobre esta ilha desde 1888, que fica 3,8 mil km a
leste. Os campos ondulados que se estendem
desde a crista vulcânica são pontilhados com mais de 900 Moais, os gigantes de
pedras monolíticas pelas quais a ilha se tornou uma tração de pesquisadores e de turistas de todo o mundo. A pianista Mahani Teave, que
triunfou no circuito internacional da música clássica, faz parte de uma cultura
vibrante que abrange muito mais do que as famosas estátuas esculpidas por seus
ancestrais. "Sinto que as crianças Rapanui
aprendem a andar só para dançar e falar para poder cantar", diz Mahani, de
37 anos. Ela foi uma dos 11 Rapanui
que fundaram a Fundação Toki, uma organização cultural que mistura educação
clássica, tradicional e ambiental para oferecer oportunidades aos jovens e crianças da
ilha em uma sociedade fortemente dependente do turismo.
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| Na escola musical que elea dirige as crianças e jovens também cultivam as tradições culturais do antigo povo Rapanui... |
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| ...e esta comunidade é autosuficiente em energia, coleta água da chuva, produz alimentos sem agrotóxicos... |
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| ...a escola foi construída com material reciclado e com destroços trazidos pelo mar |
Crianças de até dois anos fazem aulas
preliminares e as mais velhas aprendem piano, violoncelo, violino, trompete e
teoria musical. Algumas aulas são ministradas na língua Rapanui, e os alunos
também aprendem ukulele, re'o riu (um canto antigo) e takona (pintura
corporal), além de ori e hoko, duas danças tradicionais. Mahavi nasceu no Havaí, depois que sua
mãe americana viajou para Rapa Nui, onde conheceu seu pai, que era músico. A
família então se mudou para Rapa Nui quando ela era criança. "Nunca me senti isolada",
diz a música e ambientalista: "Quando você cresce em um lugar como esse, ele se torna o seu
mundo e parece tão grande. Ainda há lugares na pequena ilha que não conheço". Mahavi Teave convenceu uma
pianista aposentada a ensiná-la, praticando por horas depois da escola e com nove anos, se mudou para Valdivia, no sul do Chile para estudar. "Sair da ilha foi uma
experiência amarga e senti muita saudade. Não conseguia
entender por que alguém tinha que deixar sua casa e seu povo para fazer algo
tão natural como tocar música". Depois desta fase, ela teve a chance de ir para ops Estados Unidos avançar seu estudos musicais com o pianista armênio-americano Sergei Babayan, antes de se mudar para
a Alemanha. Fazendo concertos desde jovem, ganhou notoriedade. Embora ao longo da carreira tenha
tocado em alguns dos principais teatros do planeta, a
vulnerabilidade da cultura nativa e a falta de oportunidades para o povo na ilha a levaram
a regressar a Rapa Nui onde fica a maior parte do tempo e onde fundou uma escola de música, luta pela ecologia e capta inspiração para seu trabalho e sua vida: "Enquanto estive no exterior,
pensei muito sobre o alcoolismo, o uso de drogas e outros problemas sociais que
existem em Rapa Nui, e como tudo isso tinha muito a ver com a falta de
oportunidades. Na minha cabeça, esse mundo é uma cultura em vias de extinção e sempre achei que deveria haver uma escola de
música e das tradições locais, além de uma luta ecológica". Confira a seguir mais algumas fotos com legendas que detalham mais informações sobre o trabalho e a luta no dia a dia de Mahavi Teave na Ilha da Páscoa.
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| Houve teses sobre ETs para explicar a construção na ilha de gigantes de pedras com 6 metros de altura e 14 toneladas... |
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| ...mas as pesquisa arqueológicas mostram que as construções ancestrais vêm de um povo pré-colombiano... |
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| ...de toda forma os mitos, lendas e a beleza de cerca de 900 Moais enriquecem a emoção do turismo ecológico... |
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| ...bem como de pesquisas até submarinas na região... |
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| ' ...que tem como ancestral o povo Rapanui (mais detalhes na seção de comentários, depois)... |
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| ...celebrado em tradições orais como também no hino da Ilha de Páscoa "I He a Hotumatu" |
(Depois na sequência, amanhã, mais dados sobre Mahavi e sobre Rapa Nui na seção de comentários deste blog ligado ao movimento ecológico, científico, da cidadania e da cultura da vida: nesta edição do Folha Verde News já postamos também dois vídeos, ambos para mostrar mais conteúdos, ilustrando também o talento musical desta pianista que busca a ecologia da vida para a sua casa no mundo)
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| Mahani Teave tem duas paixões, o piano... |
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| ...e a luta pela natureza e cultura original de Rapa Nui |
Fontes: BBC - Fundação Toki - folhaverdenews.blogspot.com
"O aumento do nível do mar é uma ameaça constante para a ilha localizada no Oceano Pacífico. A Ilha de Páscoa surgiu de erupções vulcânicas que ocorreram há 3 milhões de anos atrás. Cerca de 4 vulcões foram responsáveis, os quais atualmente, estão inativos. Provavelmente, algumas civilizações habitaram o local, como o Povo Rapanuí, antes de ser descoberto pelo almirante holandês Jacob Roggeven": comentário de João Luiz que tem feito pesquisa sobre o local porque leva até lá uns grupos de turistas brasileiros. A gente agradece o material que nos enviou.
ResponderExcluir"Pesquisadores afirmam que desvendaram o mistério das imensas figuras de pedra na Ilha de Páscoa. Ao analisar a localização dos monumentos – chamados ahu (plataformas) e mai (cabeças) – e dos recursos da ilha, eles descobriram que as estruturas são encontradas perto de fontes de água doce. Um dos alunos de Teave foi Rolly Parra, que se mudou para a ilha aos seis anos de idade com seu pai, um oficial da Marinha chilena que trabalhava lá. Ele começou a aprender piano na escola antes de ganhar o cobiçado Prêmio Claudio Arau no Chile em janeiro de 2017": comerntário extraído da matéria de John Barlett, da BBC News.
ResponderExcluir"Mahani me inspirou e copiei tudo o que ela fez. Se ela tocava uma sinfonia de Chopin, tentava fazer o mesmo: comentário de Rolly Parra, sobre a liderança de Mahani.
ResponderExcluir"A carreira de Mahani Teave deu uma guinada inesperada em 2018, quando David Fulton, um colecionador de instrumentos raros, visitou Rapa Nui durante uma turnê mundial e ficou surpreso ao saber que ela nunca havia gravado um álbum próprio. Fulton se ofereceu para financiar uma gravação e foi assim que "Odyssey Rapa Nui" foi lançado em janeiro, chegando ao topo da lista de clássicos da Billboard dos Estado Unidos.
ResponderExcluirO álbum percorre algumas de suas faixas favoritas de Bach, Liszt, Handel e Chopin, e termina com uma poderosa interpretação de "I He a Hotumatu'a", o hino de Rapa Nui. Todo o faturamento do disco é destinado à Fundação Toki, que cuida da culturas original, da educação musical e da luta ecológica na Ilha da Páscoa": comentário de Edison Veiga, jornalista da BBC.
Temos aqui mais algumas informações sobre Mahani Teave e sobre a Ilha da Páscoa, benha depois conferir nesta seção.
ResponderExcluirVocê pode postar direto aqui seu comentário ou se preferir, mande o seu conteúdo (texto, foto, vídeo, notícia, pesquisa, arte etc) pro e-mail do nosso editor do blog, que mais tarde divulgará o material: mande então desde já a sua mensagem para padinhafrancas603@gmail.com
ResponderExcluir"A Ilha de Páscoa surgiu de erupções vulcânicas que ocorreram há 3 milhões de anos atrás. Cerca de 4 vulcões foram responsáveis, os quais atualmente, estão inativos. Muito provavelmente, algumas civilizações habitaram o local, como o Povo Rapanuí, antes de ser descoberto pelo almirante holandês Jacob Roggeven. Alguns pesquisadores afirmam que desvendaram o mistério das imensas figuras de pedra na Ilha de Páscoa. Ao analisar a localização dos monumentos – chamados ahu (plataformas) e moai (cabeças) – e dos recursos da ilha, eles descobriram que as estruturas são encontradas perto de fontes de água doce. Os moais, as gigantescas esculturas da Ilha de Páscoa, estão entre as construções mais misteriosas de nosso planeta. Mas foi se debruçando sobre resquícios das ferramentas utilizadas pelos antigos habitantes da ilha, os Rapanui, que um grupo de arqueólogos conseguiu levantar importantes pistas sobre o nível de sofisticação dessa sociedade. O estudo foi publicado nesta no periódico Journal of Pacific Archaeology. De acordo com a antropóloga Laure Dussubieux, pesquisadora do Museu Field de História Natural de Chicago, nos Estados Unidos, e uma das autoras da pesquisa, a grande descoberta está em como a sociedade dos construtores de moais era organizada e complexa, com muita interação e troca de informações entre os habitantes. Isso parece estar derrubando a tese ou até a especulação de que os gigantes de pedra teriam sido postos ali com apoio de ETs": comentário de João Luiz Campos, que nos enviou material, ele que atua como promotor de ecoturismo e transformou sua agência num ponto de encontro de pessoas em São Paulo que amam o Rapa Nui.
ResponderExcluir"Mahani é tão especial como o povo e a natureza de Rapa nui, que precisam ser preservasdos e apoiados como uma reserva de vida em meio ao cenário de caos pelo excesso de consumo e pela Covid-19, pela poluição e violência da atualçidade": comentário de Agenor Fiori, que é do interior de Santa Catarina, onde administra uma fazenda que produz uva e está virando uma vinícola.
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