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sábado, 10 de julho de 2021

MONITOR DA MAIOR SECA DOS ÚLTIMOS 100 ANOS EM CINCO REGIÕES DO BRASIL TAMBÉM POR AQUI NA DIVISA SÃO PAULO COM MINAS GERAIS E EM QUASE TODO O INTERIOR DO PAÍS

A prometida implantação de placas flutuantes de energia solar nas barragens muito mais vazias hoje nas hidrelétricas deveria ser emergencial e não o uso das usinas termoelétricas poluentes e caras para os consumidores residenciais e também  industriais de eletricidade: o apagão está ocorrendo na verdade é na gestão governamental deste setor estratégico 

 

 Seca monstro de 2021 somada ao Coronavírus e à falta de gestão ambiental isso poderá gerar mais uma tragédia brasileira

A crise hídrica é uma realidade e escancara, além da influência do aquecimento global e do fenômeno oceânico La Niña,  a falta de uma gestão sustentável do meio ambiente por parte do poder público no Brasil. Dentro deste cenário, aqui algumas informações a seguir, confira que tanto a seca como a falta de gestão da saúde pública estão também sinalizando uma possível tragédia brasileira nesse tempo de Coronavírus.  

  


 O apagão gerará mais problemas na economia, na ecologia e na saúde da população do país

Na Região Nordeste, o maior destaque foi a intensificação da seca nos estados da Bahia, Ceará e Rio Grande do Norte, que tiveram aumento das áreas com seca moderada (S1) em decorrência de chuvas abaixo da média. Em contrapartida, na divisa entre Alagoas e Pernambuco a seca atenuou, passando de grave (S2) a moderada (S1). Na Região Sudeste, em função da persistência de chuvas abaixo da média, o maior destaque foi a expansão da porção de seca excepcional (S4) no noroeste de São Paulo, atingindo parte do Triângulo Mineiro Além disso, devido à piora nos indicadores, houve o avanço da seca extrema (S3) no oeste, centro e norte de São Paulo, o surgimento de seca fraca (S0) no norte do Espírito Santo, a expansão das áreas com seca fraca (S0) em Minas Gerais e a intensificação da seca no sul do Rio de Janeiro, noroeste e sudeste de Minas Gerais e parte do Vale do Paraíba em São Paulo, onde a seca passou de fraca (S0) para moderada (S1).Na Região Sul, destaca-se o avanço da seca extrema (S3) no oeste catarinense e o avanço das secas moderada (S1) e grave (S2) no oeste e centro do Paraná, em função das chuvas abaixo da média. Por outro lado, devido às anomalias positivas de precipitação, houve o recuo da seca grave (S2) em grande parte do Rio Grande do Sul. Nas demais áreas cobertas pelo Monitor, destaca-se o avanço da seca fraca (S0) no norte do Tocantins e o agravamento da seca no Mato Grosso do Sul, em função das anomalias negativas de precipitação nos últimos meses.

 A seca já chegou brava por aqui...


...é mais uma razão para o uso emergencial  também...

...nas hidrelétricas com represas secando Energia Solar


Funciona na Europa e Sobradinho passou no teste em usar placas solares sobre a represa da hidrelétrica na Bahia e no rio São Francisco, também mais seco que o normal: porém há mais de 10 anos o Ministério das Minas e Energia não implanta as placas solares de energia sobre as represas mais secas das hidrelétricas, que poderiam atualizar o sistema, garantindo a produção sustentável de eletricidade, evitando os apagões e o drama da conta de luz em 2021. 


 Placas solares já funcionam na Europa mas no Brasil têm sido desprezadas apesar de sermos o país do Sol



Poeira em suspensão, doenças respiratórias, a seca monstro que "auxilia" a Covid-19, faz adoecer o sistema hidrelétrico também, águas existem (precisam de um programa emergencial no meio ambiente) para evitar a crise hídrica e há soluções tecnológicas atuais para evitar os apagões que poderão tornar monstruosa a economia brasileira aqui, agora. 


 E ainda tem as queimadas para complicar o cenário ainda +


(Depois mais tarde mais informação na seção de comentários deste blog, na edição do Folha Verde News hoje vamos postar também 2 vídeos, um deles, com o engenheiro Marcel Betoni a série MC Elétrica sobre energia solar e o outro, a canção ícone da seca monstro e crônica no Brasil - Asa Branca  - de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, com Gonzagão, Fagner, Sivuca e Guadalupe)


Não é chuva mas nuvens negras da falta de gestão ambiental em plena seca (também de homens) no Brasil que está ameaçado além do mais por apagões e altas nas contas de luz nessa escuridão

 

Fontes: Monitor de Secas - Agência Nacional das Águas - BBC

               folhaverdenews.blogspot.com

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