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sexta-feira, 12 de junho de 2020

CROWDFUNDING PODE SER A SOLUÇÃO NESTE CAOS DA ECONOMIA TAMBÉM DA PRODUÇÃO CULTURAL E DE TODA A VIDA TAMBÉM NO BRASIL AGORA

No site do Sebrae empreendedores responsáveis por plataformas online de captação de recursos para projetos explicam como funciona esse tipo de ferramenta o Financiamento Coletivo (Crowdfunding) uma espécie de "vaquinha" que realmente funciona para levantar um projeto que foge da rotina do mundo mais comercial ou de consumo: de repente um canal para a gente ir criando o futuro desde já (uma economia que seja mais feliz para todos e nesse sentido também ecológica ou numa palavra sustentável)


  Crowdfunding uma ferramenta para realizar projetos criativos




Algumas vezes, um empreendedor tem os recursos necessários para realizar projetos inovadores. mas outras vezes, precisará reunir sócios para que ajudem a financiar a sua iniciativa. É difícil e assim uma série de projetos fica só na ideia, ou no papel, sem conseguir nascer e prosperar. A Internet pode ser uma excelente aliada na hora de se buscar alternativas de financiamento para realizar projetos que estão no papel ou nos sonhos. Por meio de plataformas colaborativas, muitas pessoas ou equipes já estão cadastrando seus projetos e conquistando o apoio de diversos colaboradores para a sua realização. Trata-se do chamado crowdfunding ou financiamento coletivo. Dois jovens brasileiros que são responsáveis por plataformas que vem ajudando uma série de projetos a sair do papel,  explicam melhor como funciona esse tipo de financiamento. Confira a seguir você que tem uma ideia, um projeto ou um sonho que precisa tornar realidade, mesmo em meio a essa realidade hostil de hoje em dia. 


Esta galera tornou realidade seu projeto graças a esta esquema de financiamento coletivo


Um dos jovens que mantém plataformas para apoiar projetos em busca de financiamento coletivo


Dorly Neto estuda Relações Públicas nas Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha), no Rio de Janeiro e é especialista em Redes Sociais e Inovação Digital pela ESPM-SP. Já trabalhou com inovação de produtos da web nos jornais SRZD e Lancenet  sendo que atualmente se dedica à benfeitoria.com.br que é uma plataforma de engajamento coletivo de outras pessoas em projetos transformadores. Já Diego 
Reeberg é um empreendedor apaixonado por tecnologia, por educação e por discutir como viver bem. É um dos fundadores do Catarse.me, a primeira plataforma brasileira para financiar projetos criativos de forma colaborativa, também, um dos editores do blog CrowdfundingBR que foi lançado exatamente para promover e educar as pessoas sobre essa modalidade de financiamento. Ele é graduando em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo.


Uma empresa para montar empresas ou levantar projetos



Como você define crowdfunding? Qual é a diferença entre esse tipo de financiamento coletivo e a conhecida, tradicional e popular vaquinha?... 
Dorly Neto –crowdfunding segue a dinâmica da popular vaquinha, ao partir do princípio de que pessoas colaboram e, juntas, realizam o que antes não poderiam fazer sozinhas. A diferença é que, agora, essa modalidade é potencializada pela Internet. Não existe nada de mágico nesse processo, é apenas uma forma poderosa de realização e de engajamento de pessoas.
Diego Reeberg – Começaria com uma definição mais ampla, no seu sentido mais literal e abrangente: crowdfunding é o financiamento de uma iniciativa a partir da colaboração de um grupo (pode ser pequeno ou muito grande) de pessoas que investem recursos financeiros numa ideia ou num ´projeto. O termo crowdfunding foi criado recentemente, em 2006, e, apesar de poder representar esse conceito mais amplo, é muito mais utilizado quando falamos sobre projetos ou empresas financiados de forma coletiva (várias pessoas contribuindo) por meio de uma plataforma online. Talvez a diferença seja que uma vaquinha tem como meta arrecadar dinheiro para um objetivo, uma realização de uma pessoa ou do grupo que contribui, sendo que esse objetivo geralmente está relacionado ao consumo (comprar um presente para um amigo, uma geladeira para o escritório e por aí vai). Já um projeto de crowdfunding tem um objetivo que extrapola o conceito de consumo: como, por exemplo, criar uma obra de arte ou iniciar uma empresa diferente. O retorno não é para o grupo específico, mas para a sociedade, para a população, às vezes para o meio ambiente, para uma causa cultural, para criar algo que não existe, enfim. 
Dorly Neto – Alguns problemas estruturais da sociedade motivaram o nascimento de novos mercados, principalmente dos que privilegiam a cooperação entre as pessoas. Começamos a perceber que não é mais preciso ter produtos, e sim buscar seus benefícios. Não precisamos da furadeira e sim do furo. Nesse novo cenário, o crowdfunding surge como uma alternativa de produção e consumo mais colaborativa, participativa e poderosa.
Diego Reeberg – O atual movimento de crowdfunding tem, para mim, dois principais motivos. As formas tradicionais de financiamento não davam conta de abarcar todos os tipos de projeto que precisavam de dinheiro, seja porque o projeto poderia requerer poucos recursos – e o financiamento público não dá conta disso –, seja porque o empreendedor/artista quer mais independência do que uma forma tradicional de captação de recursos pode oferecer. Além disso, o avanço da Internet, principalmente após as ferramentas de interação terem se consolidado, facilitou que uma boa ideia/projeto se espalhasse para muito mais gente do que a rede de pessoas próximas, extrapolando os limites geográficos que restringiam de onde viria o financiamento.
Dorly Neto – Há uma dinâmica nova que os principais sites de crowdfunding seguem: a relação de pedidos e recompensas; o fato de ser tudo ou nada (se não arrecadar o valor mínimo pedido no tempo estipulado, o dinheiro volta para a mão das pessoas que contribuíram), mas há mesmo a possibilidade de ser tudo em tempo real, online. Se você tem um bom projeto, precisa acessar um site de crowdfunding, estas plataformas se viabilizam cobrando de 5 a 15% de comissão do valor dos projetos. Como diferencial, a benfeitoria.com.br foi a primeira a não cobrar comissão, além de aceitar pedidos não financeiros.
Diego Reeberg – Há várias plataformas diferentes. No Brasil, destacam-se as de crowdfunding em geral e as de nicho. O primeiro tipo são sites mais amplos que aceitam projetos diversos (de cultura, de empreendedorismo, de jornalismo ou de proteção ambiental etc). Normalmente, há uma curadoria para avaliar os projetos que podem entrar no site. Em seguida, são definidos o prazo de captação, a meta financeira e as recompensas (produtos e serviços oferecidos para quem apoiar o projeto, de acordo com o valor colaborado). Se o projeto atinge a meta no prazo estipulado, ele é considerado bem-sucedido e o realizador recebe o dinheiro. Se não, o valor é devolvido para os seus apoiadores. Sobre as plataformas de nicho, há o exemplo do Queremos que é uma produtora de shows, financiando bandas e músicos através de crowdfunding. O Queremos arrecada pelo site o montante necessário para o show acontecer. Depois disso, são vendidos ingressos normalmente. De acordo com o tanto de ingressos vendidos, as pessoas que fizeram o show acontecer vão recebendo o dinheiro de volta, sendo que elas podem acabar recebendo todo o “demanding” e ir ao show gratuitamente. Fora do Brasil existe um forte movimento para financiar startups por crowdfunding, com retorno financeiro e societário para quem investir nos projetos. Aqui no Brasil a legislação não permite esse tipo de operação para se montar empresas tipo starups.


 Este pode ser o canal para um avanço em vários setores agora


(Confira depois mais tarde na seção de comentários deste blog de ecologia, cidadania, ciência e cultura da vida, que tipos de projetos podem receber financiamento coletivo, cuidados que precisam ser tomados ou situações em que é melhor se procurar mesmo um banco para financiar um projeto. Na seção de vídeos hoje aqui no Folha Verde News, uma reportagem no tema mercado de trabalho X jovens do Canal Futura, da série Reclame, vídeo que explica o Crowdfunding e dentro do Injete Brasil, como funciona este tal de financiamento coletivo, ideal para projetos mais independentes, criativos e inovadores)


A geração jovem tem agora um canal para criar o seu futuro...


 ...e conforme o projeto ou pesquisa pode ajudar muita gente ou até avançar nossa realidade de hoje na saúde, na nova economia, na vida




Fontes: Sebrae - folhaverdenews.blogspot.com


5 comentários:

  1. Depois, mais tarde, videos postados e aqui nesta seção, vamos insetir outros dados e informações sobre o Crowdfunding, uma ferramenta para avançar a vida de empreendedores ou de aristas e produtores culturais, pesquisadores, ecologistas, esportistas e todo mundo que busca uma nova realidade no seu balho e na sua vida.

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  2. Você pode por direto aqui sua opinião, pergunta ou mensagem, se preferir mande o seu conteúdo (texto, foto, vídeo, pesquisa, notícia, charge, crítica, sugestão) pro e-mail do nosso editor do blog padinhafranca603@gmail.com que mais tarde vamos divulgar aqui o material, OK?

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  3. "Na prática aprendi que a gente tem que procurar uma plataforma que se encaixa no nosso projeto": comentário de Josué Perez que noos enviou um resumo da produção musical que está realizando dentro do esquema de financiamento coletivo, seja feliz, paz.

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  4. "Não existe uma estratégia padrão. Cada projeto tem a sua singularidade. É preciso ter em mente que o dinheiro não cai do céu. A parte da campanha no site é só uma das etapas. É preciso ensinar às pessoas o que é crowdfunding e transformar os colaboradores em evangelistas que divulguem o projeto junto com você": comentário de Dorly Neto em entrevista feita pelo Sebrae.


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  5. "Três são os fatores principais para um projeto dar certo (pelo menos no Catarse): a paixão do realizador do projeto (fundamental para ele convencer pessoas a colaborar com a iniciativa); planejamento/execução da campanha (desde a elaboração do vídeo de apresentação do projeto até a estratégia de comunicação a ser utilizada nas redes sociais); rede de contatos (grande parte dos apoiadores serão pessoas próximas ou das redes dessas pessoas). Financiar um projeto colaborativamente vai ser muito difícil sem a existência de uma rede bem estruturada para sustentar o projeto": comentário de Diego Reeberg também dentro da matéria do Sebae que é a fonte de informação desta opostagem.

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