Cientista portuguesa pesquisou e escreveu livro que alerta que o ser humano repete os seus erros históricos também em relação a doenças: aqui no blog da gente um resumo da matéria do EcoDebate
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| Joana Freitas, escritora e arqueóloga de Portugal... |
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| ...fez pesquisa e escreveu livro comparando as duas pandemias alertando também sobre a segunda onda que acontece em toda história das epidemias |
A jornalista Jennifer da Silva na sua reportagem de alerta nos mostra que um dos exemplos mais recentes desta história
das epidemias aconteceu no início do século 20 com a pneumônica, virose mais mais conhecida por gripe espanhola, que fez mais de 50 milhões de vítimas fatais, agora, começando o século 21, a história se repete com o Coronavírus. Ela entrevistou a arqueóloga portuguesa Joana
Freitas que confirmou esta tendência destas doenças: ”O panorama de sermos alvo
de novas ondas de uma mesma pandemia é algo muito real. Para exemplificar,
durante a pneumônica o planeta foi
atingido por três surtos separados da doença sendo que, em muitos locais, a
segunda onda foi a mais letal”.
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A pneumônica dizimou 50 milhões de pessoas e a memória...
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...ficou em fotos na história das famílias e das epidemias
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Apesar das lições da ciência e do
tempo decorrido, a forma como a humanidade lida com as epidemias parece não se
alterar subsistindo muitas vezes os mesmos erros cometidos no passado: “Infelizmente
parece que aprendemos muito pouco com os erros. Há um exemplo específico que
gosto de dar para compreendermos o que ocorre quando relaxamos as medidas sem
estudo prévio ou sem escutar os cientistas há a possibilidade de uma segunda onda. Na época da pneumônica a
Primeira Guerra estava para chegar ao fim, embora a própria doença tivesse sido
também um fator contributivo. Nos Estados Unidos a cidade de São Francisco foi
das primeiras a adotar medidas. No entanto, mal verificou uma diminuição de
casos e de mortos passou ao outro extremo. Os cuidados foram completamente
descuidados e em breve as máscaras foram atiradas aos montes para o lixo, até como
símbolo de liberdade enquanto as população se juntava na rua e em cafés. Era
uma comemoração em dose dupla, final da guerra e final da epidemia. Em poucas
semanas as pessoas em vários países perceberam o erro que tinham cometido e
viram o número de infecções e mortes aumentarem drasticamente”, explica Joana
Freitas, que escreveu em Portugal um estudo com esse conteúdo.
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O Coronavírus hoje 100 anos depois repete a história da...
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...da Gripe Espanhola, mudaram cenários mas não a realidade
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A história existe para ensinar, para
alertar, para inspirar o futuro, para servir de guia quando algo semelhante
ocorre. Infelizmente nem sempre é o que acontece, argumenta a autora: ”Hoje ou
há cem anos ou mesmo mais atrás ainda no tempo o ser humano é resistente a
mudanças e avanços. Mesmo cumprindo durante algum tempo as medidas de prevenção
chega um momento em que é difícil continuar a aceitar tudo o que é proposto. As
medidas de desconfinamento, quebrando a quarentena, o isolamento social, devem
ser graduais e bem pensadas. Há lições que precisamos efetivamente aprender. O
vírus continua a circular mesmo quando o número de casos diminui e não devemos
deitar por terra todos os esforços feitos até então. Uma luz ao fundo do túnel
é exatamente isso, apenas uma luz e não uma cura milagrosa que eliminará os
perigos de um dia para o outro”.
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A arqueóloga fez pesquisas de campo para...
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...colher dados locais que comprovam sua tese e ...
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...estão em seu livro destaque hoje no mundo
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Segundo Joana Freitas há ainda outras
possibilidades que devemos nos ligar: "além de métodos eficientes da medicina, como a
criação de uma vacina, precisamos desenvolver formas mais saudáveis e
sustentáveis de vida, também precisamos estar informados e preparados para a
constante mutação do vírus. Uma nova onda pode ser mais agressiva e por isso
mais letal. Infelizmente, a história da ciência não é muito respeitada e assim, a população volta a sofrer até
encontrarmos um tratamento e um meio de prevenção que sejam totalmente eficazes”.
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Joana Freitas estabeleceu o mapa das pandemias na Terra
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Para a arqueóloga portuguesa devemos esperar um período de
abrandamento e observar o comportamento da Covid-19 na próxima estação: “Muitas
vezes vai parecer que o Coronavírus está abrandando mas muito rapidamente pode
tomar proporções ainda maiores. No
hemisfério norte temos de estar atentos até por um bom tempo, até à chegada do próximo
inverno e observar desde cedo o comportamento e a evolução do número de casos.
A segunda onda já não será algo inesperado se formos lúcidos e sendo, obrigatoriamente
estaremos melhor preparados, sofreremos menos. Todos, absolutamente todos numa sociedade temos o dever de ajudar a controlar este tipo de surtos, a começar pelos governos”,
concluí a arqueóloga Joana Freitas, alertando sob a luz da história das pandemias na Terra.
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100 anos depois com mudanças na cena e nos figurinos...
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...se repetem os mesmos desafios para a população e os médicos
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(Confira na seção de comentários deste blog mais tarde outros dados, por exemplo, como começou a Gripe Espanhola no mundo e no Brasil, os dois vídeos postados aqui hoje mostram a história da pandemia de 1920 diante da que acontece agora em 2020, o Coronavírus que, por exemplo, em Singapura agora, quando parecia ter sido controlado, veio uma segunda onda mais intensa)
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Além da vacina mudanças de comportamento e uma nova forma de viver mais sustentável poderá livrar o ser humano deste ciclo de sofrimento
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Fontes: EcoDebate - Reuters - BBC - Gazeta
folhaverdenews.blogspot.com
Se o Coronavírus agora em 2020 começou na China em Wuhan, a Gripe Espanhola teve o seu começo nos Estados Unidos dois anos antes de 2019 no Kansas, espalhando o vírus nos campos de batalha da Europa na Primeira Guerra Mundial.
ResponderExcluirOutra informação sobre esta pandemia de 100 anos atrás, é que nos Brasil ela chegou em 2018, através de marinheiros que então aportaram no Rio de Janeiro, indo da guerra na Europa, logo depois, 100 marinheiros morriam pela infecção.
ResponderExcluirConfira depois mais informações e comentários em especial sobre o alerta da arqueóloga Joana Freitas (Portugal) de que as pandemias, quando parecem estar controladas, voltam com uma segunda onda mais intensa.
ResponderExcluir"A vacina é fundamental mas também essencial o ser humano mudar a sua forma de viver, para a sustentabilidade, respeitando a ecologia na sua atividade econômica, também, respeitando a história da ciência, como tão bem enfoca a cientista portuguesa em seus estudos geniais": comentário de Antônio de Pádua Silva Padinha, editor deste blog, repórter, autor e ecologista.
ResponderExcluirVocê pode postar direto aqui a sua opinião, se preferir, envie o seu conteúdo pro e-mail deste blog navepad@bol.com.br e/ou texto, fotos, vídeos, notícias, pesquisas pro e-mail do nosso editor padinhafranca603@gmail.com que mais tarde, na edição desta seção, vamos divulgar todo o material.
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