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quinta-feira, 7 de junho de 2018

AQUI VISÃO CRÍTICA DO MOVIMENTO AMBIENTALISTA VISTO POR UM MESTRE DO MEIO AMBIENTE DA PUC DO RIO DE JANEIRO: SEM DEBATER NÃO AVANÇAREMOS

Rodrigo Penna Firme escreve sobre a ecologia do medo e da culpa mas por sua vez o editor deste blog do nosso movimento ecológico, científico e de cidadania afirma que "precisamos transformar esta nova utopia em realidade para assim criar um futuro sustentável capaz dum novo equilíbrio, também entre a economia e a ecologia, seja aqui no país ou no planeta"




A luta é transformar a utopia em realidade?
Mudar é o primeiro passo para haver futuro?


http://ib.adnxs.com/getuid?http%3a%2f%2fdis.criteo.com%2frex%2fmatch.aspx%3fc%3d11%26uid%3d%24UID


Ele é professor da Faculdade de Geografia e Meio Ambiente da PUC-Rio e ao mesmo tempo músico, compositor e vocês podem aqui no blog do movimento ecológico, científico e de cidadania Folha Verde News (chegando a quase 700 milk visualizações em 7 anos de we, segundo medição do Google) aqui estamos postando um resumo do seu texto crítico do ambientalismo hoje e ao mesmo tempo, videoclip de autoria de Rodrigo Penna Firme sobre limites da realidade atual: também aqui nesta página, sempre com liberdade de informação e de opinião, a gente quer é estimular um debate sobre o enfoque superinteressante do artigo que Penna Firme está divulgando no JB, site e jornal. E paralela e simultaneamente, ampliar o debate que precisamos mesmo levar para tornar possível para a gente mudar e avançar o país e a vida, nos aproximando mais do ideal do desenvolvimento sustentável, da justiça, da alegria e da paz. Confira, pense, debate, vamos avançar nosso movimento.




Com a palavra Rodrigo Penna Firme



 "O movimento ambientalista vem adotando estratégia que avança o capitalismo – outrora arqui-inimigo do próprio movimento. Através da difusão da ecologia do medo e da culpa, por meio de discursos catastróficos e apocalípticos, a humanidade tem sido tratada como algoz de si mesma, no entanto, capaz de escapar do destino ecocida, na medida em que todos os povos da Terra adotemo caminho da sustentabilidade. Uma das mensagens subliminares, que perpassa o discurso da sustentabilidade é que pessoas e instituições, em especial nos países em desenvolvimento, com exceção dos povos indígenas e tradicionais, não sabem como cuidar do meio ambiente. Apesar dos avanços inegáveis trazidos pelo movimento ambiental é preciso questionar até que ponto a ecologia do medo não seria álibi do capitalismo global, agora verde, assim como propaganda para avanço da governança global que paulatinamente transfere controle de territórios e recursos naturais para países desenvolvidos e elites mundiais. Em que medida o discurso do medo pode facilitar abertura de mercados verdes, seguindo a estratégia marqueteira de criar problemas, e/ ou aumentá-los, para vender a solução?", questiona no seu texto Rodrigo Penna Firme. 

Debates, eventos e palestras realimentam o movimento...

...discutido agora e desde os anos 70 também em livros


"A resposta que muitos ofereceriam para algumas das seguintes questões pode indicar que o crescente controle dos recursos naturais por elites nacionais e internacionais, via mercados globais, não é apenas mais uma inócua teoria de conspiração global. Vejamos: qual o perfil socioeconômico das pessoas que usufruem das delícias naturais de Cancún e Fernando de Noronha? Quem poderá degustar as últimas lagostas e atuns em extinção dos oceanos? Quem poderá pagar para ter carro elétrico e casa movida a energia solar? E entre os povos que permanecerão à margem da nova economia sustentável, como indígenas e populações tradicionais, seria justo que os mesmos continuem pagando o preço da conservação global da natureza, na medida em que, ao abrirem mão dos benefícios da modernidade, vivendo cristalizados economicamente e muitas vezes em pobreza, preservam florestas para o mundo inteiro?", pergunta ainda Penna Firme que a seguir, faz mais uma provocação necessária. 





Aqui, uma charge que questiona a desecologia





"Em acordo com a provocação do filósofo esloveno Slavoj Zizek, após o fracasso do comunismo e de algumas formas de socialismo pelo mundo, a ecologia vem sendo ressignificada como nova utopia global ou ideologia societária, novo ópio do povo, aparentemente e apenas superficialmente oferecendo oportunidade singular de corrigirmos alguns erros da humanidade e, finalmente, satisfazermos promessas também não cumpridas da modernidade, como um mundo mais justo, mais confortável, mais seguro e feliz para todos, ou quase todos. Por fim, a pergunta de “um bilhão de dólares” permanece sem resposta: como seguir adiante em busca de um mundo mais justo e mais ecologicamente equilibrado sem abrir mão dos benefícios da modernidade?"...
 



... a gente inclui também a questão dos índios...


...e da sobrevivência da última ecologia brasileira



(Confira respostas e opiniões, mensagens e informações sobre esta pauta de hoje a partir do texto de Rodrigo Penna Firme na seção de comentários do nosso blog, OK?)

 
 Um dos desafios é mudar a gente para o futuro ser sustentável


Fontes: jb.com.br
             folhaverdenews.blogspot.com 


9 comentários:

  1. "O conceito de equilíbrio resume bem o que pode ser a sustentabilidade, mas isso passa por mudar esse atual sistema econômico": comentário de Geraldo Santos naves, formado em História pela Unesp em São Paulo e hoje vivendo em Salvador na Bahia.

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  2. "O problema que eu vejo para uma realidade mais ecológica são as corporações e os seus interesses aqui no Brasil também, em todos países, tem que haver justiça e o lucro não pode ser o objetivo final": comentário de Júlia Maria Moraes, de Campinas, São Paulo, contabilista, ela relata que participou de palestra nesse tema no Museu de Arte São Paulo.

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  3. "A música de Rodrigo Penna aqui nesta página falta da submissão nossa de cada dia, também creio que os bancos, as corporações, os governos tal como existem hoje funcionam ao contrário da ecologia e da paz na vida": comentário de Fernando Silva Mendes, estudante de Física na USP.

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  4. "A utopia do sustentável e da ecologia podem virar realidade, segundo um estudo que li feito pela ONU": comentário de Túlio Pereira, que nos envia um texto do Jornal de Negócios de Portugal, que fala sobre isso. A gente agradece a este economista e a seguir confira a informação que ele nos mandou. Agradecemos o envio, paz aí, Túlio Pereira.

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  5. "Uma revolução tranquila está a ocorrer na indústria financeira. De acordo com o Programa Ambiental das Nações Unidas, o desenvolvimento sustentável está a ser cada vez mais integrado na tomada de decisões financeiras. A União Europeia adotou, por seu lado, uma atitude passiva até agora nesta transformação, mas os reguladores financeiros de vários países estão a liderar a mudança. A França introduziu recentemente os primeiros requisitos de divulgação climática obrigatórios para os investidores institucionais. A Noruega está a desinvestir no carbono no seu fundo soberano. A África do Sul incluiu o desenvolvimento sustentável nos requisitos para a colocação em bolsa. Do mesmo modo, as regulações bancárias no Brasil agora exigem responder pelo risco ambiental. E o governo sueco está tentando impor uma ambiciosa agenda de sustentabilidade que inclui uma série de propostas destinadas a melhorar a informação para os investidores e a determinar quais os riscos relacionados com o clima que os reguladores e instituições financeiras devem abordar": comentário extraído do Jornal de Negócios, a nós enviado por Túlio Pereira.

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  6. "Vejo a sustentabilidade como uma ferramenta a mais para mudanças necessárias na realidade, acredito que só uma revolução na atual forma de viver e no sistema todo poderá mudar tudo isso": comentário de Hermínia Sousa, produtora cultural e educadora ambiental em Ribeirão Preto (SP).

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  7. Mande a sua mensagem pro e-mail da redação do nosso blog que é o navepad@netsite.com.br (outra opção é enviar sua informação diretamente para o e-mail do nosso editor: padinhafranca603@gmail.com)

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  8. "Nós podemos criar uma realidade de justiça, fartura, paz, o ser humano precisa usar melhor tanto os recursos naturais como a tecnologia": comentário de Raul Silva Portho, de São Paulo, jornalista.

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  9. "As crítica do Rodrigo Penna Firme são ótimas e eu só vejo uma saída para mudar a atual realidade, investir na pesquisa, aqui no Brasil estão cortando verbas de universidades": comentário de Paulo dos Santos Ribeiro,estudante da Unicamp, em Campinas, São Paulo.

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