Ele é professor da Faculdade de Geografia e Meio Ambiente da PUC-Rio e ao mesmo tempo músico, compositor e vocês podem aqui no blog do movimento ecológico, científico e de cidadania Folha Verde News (chegando
a quase 700 milk visualizações em 7 anos de we, segundo medição do
Google) aqui estamos postando um resumo do seu texto crítico do
ambientalismo hoje e ao mesmo tempo, videoclip de autoria de Rodrigo
Penna Firme sobre limites da realidade atual: também aqui nesta página,
sempre com liberdade de informação e de opinião, a gente quer é
estimular um debate sobre o enfoque superinteressante do artigo que
Penna Firme está divulgando no JB, site e jornal. E paralela e
simultaneamente, ampliar o debate que precisamos mesmo levar para tornar
possível para a gente mudar e avançar o país e a vida, nos aproximando
mais do ideal do desenvolvimento sustentável, da justiça, da alegria e
da paz. Confira, pense, debate, vamos avançar nosso movimento.
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| Com a palavra Rodrigo Penna Firme |
"O
movimento ambientalista vem adotando estratégia que avança o capitalismo –
outrora arqui-inimigo do próprio movimento. Através da difusão da ecologia do
medo e da culpa, por meio de discursos catastróficos e apocalípticos, a
humanidade tem sido tratada como algoz de si mesma, no entanto, capaz de
escapar do destino ecocida, na medida em que todos os povos da Terra adotemo caminho da sustentabilidade. Uma das mensagens subliminares, que perpassa o
discurso da sustentabilidade é que pessoas e instituições, em especial nos
países em desenvolvimento, com exceção dos povos indígenas e tradicionais, não
sabem como cuidar do meio ambiente. Apesar
dos avanços inegáveis trazidos pelo movimento ambiental é preciso questionar
até que ponto a ecologia do medo não seria álibi do capitalismo global, agora verde, assim como propaganda para avanço da governança global que
paulatinamente transfere controle de territórios e recursos naturais para
países desenvolvidos e elites mundiais. Em que medida o discurso do medo pode
facilitar abertura de mercados verdes, seguindo a estratégia marqueteira de
criar problemas, e/ ou aumentá-los, para vender a solução?", questiona no seu texto Rodrigo Penna Firme.
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| Debates, eventos e palestras realimentam o movimento... |
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| ...discutido agora e desde os anos 70 também em livros |
"A
resposta que muitos ofereceriam para algumas das seguintes questões pode
indicar que o crescente controle dos recursos naturais por elites nacionais e
internacionais, via mercados globais, não é apenas mais uma inócua teoria de
conspiração global. Vejamos: qual o perfil socioeconômico das pessoas que
usufruem das delícias naturais de Cancún e Fernando de Noronha? Quem poderá
degustar as últimas lagostas e atuns em extinção dos oceanos? Quem poderá pagar
para ter carro elétrico e casa movida a energia solar? E entre os povos que
permanecerão à margem da nova economia sustentável, como indígenas e
populações tradicionais, seria justo que os mesmos continuem pagando o preço da
conservação global da natureza, na medida em que, ao abrirem mão dos benefícios
da modernidade, vivendo cristalizados economicamente e muitas vezes em pobreza,
preservam florestas para o mundo inteiro?", pergunta ainda Penna Firme que a seguir, faz mais uma provocação necessária.
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| Aqui, uma charge que questiona a desecologia |
"Em acordo
com a provocação do filósofo esloveno Slavoj Zizek, após o fracasso do
comunismo e de algumas formas de socialismo pelo mundo, a ecologia vem sendo
ressignificada como nova utopia global ou ideologia societária, novo ópio do
povo, aparentemente e apenas superficialmente oferecendo oportunidade singular
de corrigirmos alguns erros da humanidade e, finalmente, satisfazermos
promessas também não cumpridas da modernidade, como um mundo mais justo, mais
confortável, mais seguro e feliz para todos, ou quase todos. Por fim, a
pergunta de “um bilhão de dólares” permanece sem resposta: como seguir adiante
em busca de um mundo mais justo e mais ecologicamente equilibrado sem abrir mão
dos benefícios da modernidade?"...
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| ... a gente inclui também a questão dos índios... |
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| ...e da sobrevivência da última ecologia brasileira |
(Confira respostas e opiniões, mensagens e informações sobre esta pauta de hoje a partir do texto de Rodrigo Penna Firme na seção de comentários do nosso blog, OK?)
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| Um dos desafios é mudar a gente para o futuro ser sustentável |
Fontes: jb.com.br
folhaverdenews.blogspot.com
"O conceito de equilíbrio resume bem o que pode ser a sustentabilidade, mas isso passa por mudar esse atual sistema econômico": comentário de Geraldo Santos naves, formado em História pela Unesp em São Paulo e hoje vivendo em Salvador na Bahia.
ResponderExcluir"O problema que eu vejo para uma realidade mais ecológica são as corporações e os seus interesses aqui no Brasil também, em todos países, tem que haver justiça e o lucro não pode ser o objetivo final": comentário de Júlia Maria Moraes, de Campinas, São Paulo, contabilista, ela relata que participou de palestra nesse tema no Museu de Arte São Paulo.
ResponderExcluir"A música de Rodrigo Penna aqui nesta página falta da submissão nossa de cada dia, também creio que os bancos, as corporações, os governos tal como existem hoje funcionam ao contrário da ecologia e da paz na vida": comentário de Fernando Silva Mendes, estudante de Física na USP.
ResponderExcluir"A utopia do sustentável e da ecologia podem virar realidade, segundo um estudo que li feito pela ONU": comentário de Túlio Pereira, que nos envia um texto do Jornal de Negócios de Portugal, que fala sobre isso. A gente agradece a este economista e a seguir confira a informação que ele nos mandou. Agradecemos o envio, paz aí, Túlio Pereira.
ResponderExcluir"Uma revolução tranquila está a ocorrer na indústria financeira. De acordo com o Programa Ambiental das Nações Unidas, o desenvolvimento sustentável está a ser cada vez mais integrado na tomada de decisões financeiras. A União Europeia adotou, por seu lado, uma atitude passiva até agora nesta transformação, mas os reguladores financeiros de vários países estão a liderar a mudança. A França introduziu recentemente os primeiros requisitos de divulgação climática obrigatórios para os investidores institucionais. A Noruega está a desinvestir no carbono no seu fundo soberano. A África do Sul incluiu o desenvolvimento sustentável nos requisitos para a colocação em bolsa. Do mesmo modo, as regulações bancárias no Brasil agora exigem responder pelo risco ambiental. E o governo sueco está tentando impor uma ambiciosa agenda de sustentabilidade que inclui uma série de propostas destinadas a melhorar a informação para os investidores e a determinar quais os riscos relacionados com o clima que os reguladores e instituições financeiras devem abordar": comentário extraído do Jornal de Negócios, a nós enviado por Túlio Pereira.
ResponderExcluir"Vejo a sustentabilidade como uma ferramenta a mais para mudanças necessárias na realidade, acredito que só uma revolução na atual forma de viver e no sistema todo poderá mudar tudo isso": comentário de Hermínia Sousa, produtora cultural e educadora ambiental em Ribeirão Preto (SP).
ResponderExcluirMande a sua mensagem pro e-mail da redação do nosso blog que é o navepad@netsite.com.br (outra opção é enviar sua informação diretamente para o e-mail do nosso editor: padinhafranca603@gmail.com)
ResponderExcluir"Nós podemos criar uma realidade de justiça, fartura, paz, o ser humano precisa usar melhor tanto os recursos naturais como a tecnologia": comentário de Raul Silva Portho, de São Paulo, jornalista.
ResponderExcluir"As crítica do Rodrigo Penna Firme são ótimas e eu só vejo uma saída para mudar a atual realidade, investir na pesquisa, aqui no Brasil estão cortando verbas de universidades": comentário de Paulo dos Santos Ribeiro,estudante da Unicamp, em Campinas, São Paulo.
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