O projeto de lei Eleições Limpas, patrocinado por variadas entidades da sociedade civil, como OAB, CNBB e MCCE (movimento contra a corrupção eleitoral), as mesmas que conseguiram concretizar a Lei da Ficha Limpa, esta nova legislação irá criminalizar a conduta de quem realiza Caixa 2 nas
campanhas eleitorais, prevendo penas de dois a cinco anos de reclusão
para esse crime. De acordo com o projeto de lei -
clique para conhecer na íntegra - disponível para assinatura de todos os eleitores brasileiros no site http://eleicoeslimpas.org.br - ele deverá ser apresentado como PL de iniciativa popular ao
Congresso Nacional. Bastará a assinatura, mesmo que via Internet, eletrônica, de 5% do eleitorado brasileiro (700 mil assinaturas) para este projeto de grande mudança política e avanço ético se transformar em legislação, já valendo para a eleição do ano que vem. Até o momento já foram obtidas cerca de 10% das assinaturas necessárias. É urgente e fundamental que as 700 mil assinaturas sejam conseguidas até o final do próximo mês, comenta Antônio de Pádua Padinha, editor do blog da cidadania e da ecologia Folha Verde News, apoiando esta luta desde o seu primeiro instante, com várias postagens aqui e no Facebook. "A legislação eleitoral em vigor no país é ultrapassada, existe há mais de 80 anos, precisa mesmo mudar radicalmente, veja que 70% dos atuais parlamentares em Brasília foram eleitos com a indústria do voto, financiados em sua campanha eleitoral por grandes empresas como empreiteiras, mineradoras, bancos, que manipulam o voto dos deputados e senadores que ficam assim a serviço dos lobbies e de outros interesses que não são os da Nação e os da população brasileira", argumenta aqui ainda o repórter e ecologista Padinha. Ele cita que, por exemplo, o desastrado Código Florestal, aprovado no ano passado pelos congressistas, só existe devido a esta estrutura de lobby que contamina a política e afasta toda e qualquer chance de existir cidadania na vida pública brasileira. O projeto Eleições Limpas além do mais estimula a livre expressão, também na Internet, a liberdade de informação e aumenta a responsabilidade dos políticos, que se forem financiados por grandes empresas responderão pelo crime de prática de Caixa 2,
além do candidato, os integrantes do comitê financeiro e quem efetuar a
doação ilegal de recursos também responderão por crime eleitoral. Segundo ainda o projeto Eleições Limpas,
estarão configuradas como práticas criminosas, nesse caso, as seguintes
ações: dar, oferecer, prometer, solicitar, receber ou empregar, direta
ou indiretamente, recursos de qualquer natureza, inclusive bens e
serviços que não provenham de origem legalmente permitida. O presidente
nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado, convida as pessoas que
concordarem com essa medida a assinarem digitalmente a ficha do projeto de lei: "A participação de variados setores da população é fundamental para tornar realidade a
fixação de pena severa para quem descumprir as regras de financiamento
das campanhas eleitorais; temos que encerrar esta relação imprópria e criminosa entre
empresas e candidatos nas eleições”, afirmou Furtado. O
projeto de lei apresentado pela OAB e várias entidades (as mesmas que transformaram em realidade a legislação, o sonho e a necessidade de Ficha Limpa para candidatos)
ele irá banir o financiamento de campanhas eleitorais por pessoas jurídicas
(empresas), democratizando a estrutura eleitoral, abrindo espaço assim na política para a ética, a cidadania e a defesa dos interesses da população: "As alternativas de solução para questões como a violência ou problemas socioambientais do país, tipo energias limpas e desenvolvimento sustentável, equilibrando crescimento econômico com defesa da ecologia brasileira, estas lutas urgentes e extremamente importantes, poderão vir a ter sucesso no Brasil apenas com uma nova prática eleitoral e política", conclui o ecologista Padinha ao editar estas informações e comentários aqui neste blog que já fez seis posts sobre este novo projeto de lei de iniciativa popular, Eleições Limpas poderá concretizar os ideais levantados pelos jovens nas manifestações de rua em todo o país.


Um resumo dos principais conteúdos da nova proposta de lei de iniciativa popular - Eleições Limpas - sendo coordenada pelas mesmas entidades que conseguiram transformar em legislação o sonho e a necessidade da Ficha Limpa.
ResponderExcluirO fundamental agora é vc acessar o site do projeto http://eleicoeslimpas.org.br e captar todas as informações, assinando esta proposta que objetivamente pode mudar e avançar o país, como pedirem as recentes manifestações de cidadania.
ResponderExcluirLogo mais, estaremos postando aqui todos os comentários que recebemos por e-mail ou por telefone sobre o projeto de iniciativa popular Eleições Limpas. Envie vc tb a sua mensagem para navepad@netsite.com.br
ResponderExcluirNós que temos criticado abertamente deputados e senadores, também, combatido a atual estrutura eleitoral e a politicagem no país, temos que elogiar o projeto do senador Rodrigo Rollemberg, do PSB do Distrito Federal, bem com a agenda positiva do Senado, ao aprovar este avanço histórico para a cidadania e a democracia: ele reduziu de 1% para 0,5% do número de eleitores no país (140 milhões) a obrigatoriedade de assinaturas para projetos de iniciativa popular. Mensagem do internauta Moreira, de Santos (SP).
ResponderExcluirRogério Moreno, advogado diz que entrou em contato com a regional da OAB em Araraquara para ver como ajudar a esta campanha pelas Eleições Limpas. Naquela cidade diz não estar havendo nenhuma mobilização da OAB local.
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ResponderExcluirO projeto Eleições Limpas é superimportante para os que na Nação querem modificar a ética e a cidadania na política (que virou politicagem): parlamentares eleitos com dinheiro de empresas como mineradoras, bancos e empreiteiras, servem a estes lobbies e não ao interesse da Nação, comenta Maria Aparecida Araújo, de Franca (SP).
Três das dezenas de mensagens que chegaram aqui destacam o trecho do post que fala que a maior parte dos atuais deputados federais e senadores se elegeu com apoio de grandes empresas ou empreendimentos (bancos, mineradoras, empreiteiras etc.), sendo que uma lei como a das Eleições Limpas vai impedir este absurdo. Eles se identificam como José P. (não cita a localidade), Aparecida M. Silva, de Bauru (SP) e Pedro Neto, de São Paulo (SP), estudante de Direito na Faculdade São Francisco da USP.
ResponderExcluirOutra razão para apoiar o projeto de iniciativa popular Eleições Limpas: o site jornalístico nacional e internacional da BBC publicou pesquisa sobre a falta de credibilidade e/ou autoridade moral da classe política atual no país. Para 4 em 5 brasileiros, partidos são corruptos, diz pesquisa do Relatório da ONG Transparência Internacional, revelando ainda que metade dos brasileiros acredita que corrupção aumentou nos últimos dois anos.
ResponderExcluirNa BBC, especialistas internacionais analisam que a saída para conflitos e impasses como os que vivem o Brasil está na consulta ao povo: isso coincide com a abertura maior para os projetos de iniciativa popular aprovados nem sei como pelo Senado, resultado, diga-se de passagem, da pressão da cidadania, da voz das ruas. Porque Plebiscito (ou Referendo) não vai rolar e fica só para 2016...
ResponderExcluirInternauta que não assina a mensagem nos envia a informação: jornal destaca projeto Eleições Limpas para reforma política. Brasília – Matéria assinada pelos jornalistas Natuza Nery, Tai Nalon e Breno Costa, da Folha de S. Paulo, mostra o esforço da OAB e das entidades envolvidas com o projeto “Eleições Limpas” no sentido de apresentar no menor prazo possível a proposta de reforma política, a tempo de valer para as próximas eleições. Com as chances de plebiscito enterradas pelo Congresso, a presidente Dilma Rousseff deveria apoiar proposta de reforma política idealizada pelas entidades que financiaram a Lei da Ficha Limpa. Ele acaba, entre outros pontos, com o financiamento de empresas a campanhas eleitorais já para as eleições de 2014, e prevê pena de detenção e cassação de mandato para quem praticar caixa dois. Enquanto isso, no Congresso as eventuais reformas no sistema eleitoral estão previstas só para 2018...
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