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sexta-feira, 28 de agosto de 2026

O MELHOR NARRADOR DE BASQUETE DO BRASIL É DE FRANCA (A CAPITAL DESTE ESPORTE)

Jovassi Corrêa Dias narra jogos de basquetebol e da sua querida Francana desde 1962 (hoje ele forma uma dupla com seu filho)


 Jovassi Corrêa Dias narra no pique da bola


É mais do que só experiência, Jovassi tem o know how de rádio, é recorde nacional de mais de 7 décadas como narrador esportivo ele se transformou na voz do basquete, viajou com o time de Franca (SP) por todo o país cobrindo também no exterior nos torneios internacionais, tem audiência total na cidade do basquetebol há 74 anos! Nas duas últimas décadas faz uma dupla sensacional com seu filho Jovassi Júnior (Juninho) que é ao mesmo tempo repórter, agente, produtor e comentarista, enfim, estes dois radialistas juntos valem por toda uma equipe. Diante deste 1º resumo do personagem Jovassi Corrêa Dias, um mito do rádio esportivo no interior do país, está explicado nosso entusiasmo nesta reportagem aqui no blog Folha Verde News (acessado em 7 países pela medição Google) simultaneamente no crescente portal de notícias da cidade Franca 24 Horas. Confira mais lances e imagens a seguir. 

Juninho (Jovassi Jr) profissional múltiplo


"Agora, apesar das polêmicas saídas de dois grandes jogadores (Georginho de Paula e Lucas Dias), nosso basquete está no caminho certo, alguns craques foram embora, vieram outros, 7 jogadores de muito talento estão chegando no Sesi Franca (Andrezão, Lucas Siwert Pipoca, Vitinho do Paulistano, Gui Deodato que vem do México, Reynan que está na Seleção Brasileira com o maravilhoso técnico Helinho Garcia e volta ao time, o armador uruguaio Nano Parodi, voltando também, virá outro pivô antes da virada do Paulista pro NBB), ficaram os queridos da torcida David Jackson e Rafael Mineiro, enfim, um elenco superbom, nele, a gente conta com ótimos atletas com futuro, a nova geração vencedora na base, Nicolini, Vitor Dorneles (filho do grande Márcio), o cestinha Vini Santos, Alê, Pedro, Antônio...o time agora está tão bom quanto vinha sendo e creio que vamos avançar mais ainda nessa temporada 2026/2027".  


Mestre Jova acredita que nova equipe fará sucesso

A Veterana vai avançar? - "Em setembro de 14 a 25 haverá uma seletiva no Lanchão com talentos da nova geração da bola da cidade, da região, de Minas, do Brasil, vão aparecer bons jogadores na Copa São Paulo que no fim do ano terá uma sede em Franca, tradicional point de futebol desde o século passado. O experiente treinador de BH Wantuil Rodrigues será o supervisor, o técnico Lucas Bahia que foi bem nessa função em 2025, esse trabalho dará base para o time que disputará a Série A3 em 2027, a proposta do novo presidente eleito pelo clube Fransérgio Garcia Braz (o atual presidente da Câmara Municipal) no lugar do Rafael Diniz, ele diz que poderá ter apoios de empresários, por exemplo do pai do jogador francano Estêvão (que está no Chelsea), seja quem for à luta pela Francana nós vamos dar apoio, meu sonho fantástico é voltar à Série A, à Copa do Brasil, um avanço que é digno da antiga Veterana que desde os anos 40, 50, 60 teve incríveis formações, nos anos 70, 80, brilhou de novo, isso pode inspirar uma virada positiva em 2027". 

 A Francana vencedora dos anos 70 e 80

Qual é a crítica que você destaca no momento? - "Eu sou um defensor do futebol da Várzea", comenta Jovassi Corrêa Dias, "e acontece que infelizmente aqui em Franca, que tem a tradição de lançar talentos da bola e propiciar lazer esportivo para a população, o futebol varzeano está abandonado pela prefeitura, lamento que uma pessoa do esporte e meu amigo (Beto Saad) não tenha uma gestão mais adequada no setor, 17 times ficaram esperando, não vierem nem as bolas nem os uniformes, a nata varzeana não terá seu campeonato agora, está só disputando torneios de futebol de chácara, que tem boa qualidade (o chacrobol é boa criação do locutor Valdes Rodrigues, é típico da cidade), mas a Várzea já chegou a ser extraordinária, a má gestão no setor é inaceitável, assim como o mau zelo do Lanchão e até do Poliesportivo, o Pedrocão, templo do basquete, olha, Franca precisa investir mais no esporte, Padinha, acho que ele faz parte da ecologia da vida, essa sua luta que é importante para todo mundo".

Cássio Freires do portal e Padinha do blog admiram muito o trabalho e o talento de comunicação do Jovassi

 Jova tem dezenas de apoiadores, milhares de amigos e amigas em Franca e em toda a região aqui na divisa SP/Minas

 Aqui selfie da gente e do amigão fotógrafo Márcio Duarte

Muitas empresas, empresários e esportistas já apoiaram e agora deveriam ampliar o apoio ao Jovassi e ao Juninho nas suas transmissões de basquete e de futebol atualmente pela Difusora, ele que vem desde a histórica Hertz (pioneira no interior do Brasil), Jova tem um jargão, "onde tem rádio, não existe solidão", expressa a sua visão ampla da comunicação esportiva nessa realidade atual de tecnologia mas de violência, de problemas socioambientais, até de tristeza, de luta pela sobrevivência da maior parte das pessoas: "Veja, a lista é grande e poderia ser maior hoje, Café Terreiro, Rossato, Onmi Financeira, gente como Spirandelli, João Carlos Salomão, Carraro, Fernando Rossato, Marcão e Marquinhos Bento, ex-craques de futebol como Bertinho de Batatais, Mário Mota Filho, o craque de bola Marinho, meia da grande Francana, olha, é muita gente mas concordo com você, Juninho e eu merecemos um apoio maior de empresas pelo valor da comunicação esportiva, é o que há de mais lindo no marketing, temos o clima de futebol raiz nesse tempo de business e só interesse sem conteúdo de desenvolvimento social e humano da população". Vai, Jovassi que nossa fé te empurra para você seguir sendo a voz de Franca. Reportagem de Padinha, produção de fotos Márcio Duarte

Assim como nosso basquete, Jovassi tem como líder Pedro Morilla Fuentes, o  mestre esportivo, o mito vivo Pedroca


quinta-feira, 20 de agosto de 2026

SENHORA DAS ÁRVORES AVANÇA A ECOLOGIA URBANA POR AQUI

Elaíse de Mello Barbosa está verdejando Franca com o apoio do grupo Mulheres do Brasil e da população pelo valor das árvores e o amor à natureza


Elaíse à sombra dum velho Ipê típico de Franca (SP)


O grupo Verdejar nasceu dentro do movimento Mulheres do Brasil que ainda em 2016 criou em Franca o 1º núcleo de ação social fora da capital São Paulo, por inciativa da líder e empresária Luíza Helena Trajano, Magalu. Elaíse e Maria Lídia Borges Machado de cara assumiram coordenar este segmento, a missão socioambiental, e foi assim que nasceu e vem crescente este projeto de arborização, cada vez mais essencial no meio urbano, ainda mais nesse tempo de mudanças do clima e do meio ambiente: "Minha mãe sempre buscou defender as plantas e os animais, esta tem sido a minha luta, sou engenheira de alimentos, especializada em arborização urbana, atuei em grandes empresas como a Coca Cola, depois Laticínios Jussara, agora aposentada posso me dedicar total a esta paixão de toda a minha vida", declarou Elaíse de Mello em uma das entrevistas que ela fez dentro de seu ativismo no movimento ecológico e de cidadania. Ainda em 2019, junto com a equipe ecológica da empresa MacBoot do empresário e esportista Marquinhos Machado (que veio com sua família da Serra da Canastra), o projeto Verdejar conseguiu um apoio de 1.500 voluntários e voluntárias fazendo um plantio de espécies nativas e frutíferas de 3.500 mudas em apenas 1 hora. Foi um grandíssimo lançamento do projeto, cada vez mais virando realidade, plantando em bairros, na beira de córregos ou nascentes, nas calçadas de casas, em quintais, defendendo do corte ou de agressões a velhas árvores importantes para a ecologia da cidade. Logo Elaíse e sua galera chegarão ao marco de 1 milhão de árvores plantadas em Franca e região agora quando chegamos no meio de 2026: este plantio ajuda demais a recuperar a ecologia urbana, antes que ocorra por aqui também casos de caos climático e ambiental acontecendo em várias regiões do país e do planeta como nestes dias no sudoeste dos Estados Unidos nas barrancas do Rio Colorado, cada vez mais seco e escasso em suas águas. Por sinal, agora em agosto, o inverno está com calor de 33 graus e baixa umidade relativa do ar menos de 20%, clima desértico:  "Cada árvore que plantamos ou salvamos pode fazer a diferença", ela nos diz nesta entrevista para o blog Folha Verde News (acessado em 7 países pela medição Google) e simultaneamente para o portal Franca 24 Horas, que tem direto um espaço para a ecologia e a não violência. Perguntamos à Elaíse de Mello sobre o tema violência atual (também feminicídio, desmatamentos, guerras etc) e ela não hesitou em responder: "Falta visão ecológica, quem gosta da natureza, de planta, de animais, ama também as pessoas, isso aumenta a condição humana de vida". 


 Entrevistada pelo blog e portal a líder Elaíse das árvores

Fernando, Padinha, Elaíse, Roberta Sene e Maitê em foto de Márcio Duarte na panificadora Rossato

Educação e arte ambiental - Dentro do programa de ação do núcleo em Franca do grupo Mulheres do Brasil (atua contra a violência à mulher, pela educação e cultura da vida, também igualdade racial), pelo 2º ano seguido Elaíse e equipe estão promovendo para a Primavera por volta de 27 de setembro uma exposição de arte sobre árvores, inscrições gratuitas pelo telefone 16.99228.8251. Já há dezenas de jovens e crianças que estão se inscrevendo com pinturas, colagens, desenhos, que serão até  3 de outubro exibidos em meio à mata do Zoobotânico de Franca (a entrada é de graça, a reserva, horto e mudário ficam na região de Miramontes (onde nasceu a cidade) um pouco à frente da rotatória do City Petrópolis. Vale à pena curtir o ar puro do local e o talento da nova geração de artistas, haverá também oficinas de arte da natureza, coral de Enrico Nery, canções da Anabela (da dupla Marcos e Leninha), além da pintura show ao vivo de Maria Goret (premiada nacionalmente), ela supera limitações físicas e pinta com genialidade, aliás, arte e música são tradição nessa cidade de imigrantes, indígenas e afrobrasileiros, um povo da natureza, árvores, últimas matas, águas, a ecologia da vida não pode acabar para termos futuro.  (Reportagem de Padinha, fotos de Márcio Duarte) 


A senhora das árvores no seu habitat

"Vamos nos conectar! Com as pessoas, com os animais e com as árvores! Quem ama a natureza entendeu o que é a vida", esta é em resumo a mensagem final de Elaíse de Mello Barbosa, do núcleo Verdejar Franca, grupo Mulheres do Brasil. 


Fontes: MacBoot - Folha Verde News - Franca 24 Horas 


sábado, 11 de julho de 2026

DIEGO FIGUEIREDO DE FRANCA É ÍCONE NO MUNDO DO JAZZ E DA MÚSICA INSTRUMENTAL

De passagem pela cidade ele logo estará de volta aos shows a seguir agora nos Estados Unidos e no Canadá


Padinha ouvindo Diego Figueiredo em Franca


O que explica o fato deste músico daqui do interior do país ter virado um ícone musical? Diego, que eu havia conhecido ainda garoto, tem uma explicação: "Olha, eu estudava diariamente 8 horas todos os dias e isso durante 12 anos seguidos, não é só talento, é luta", ele diz com humildade. Seu pai (geólogo Ênio Figueiredo) lhe deu um bandolim quando ele tinha só 6 anos, sua mãe (Rachel Ribeiro Figueiredo) é uma exímia pianista, isso também explica o fenômeno do jazz e da música instrumental (em especial guitarra e violão, ele toca também outros instrumentos), esse artista de Franca e do Brasil se transformou aos 45 anos numa lenda internacional, tem se apresentado em vários lugares do mundo. Com um detalhe: sem cantar. "O som instrumental é uma linguagem universal, até lá na China o público vibrou muito sem eu cantar nem uma só palavra". Ele não canta por opção, embora seja afinado, no dia a dia canta letras de que gosta, como as de Belchior, do Chico Buarque, do pessoal da Bossa Nova, do Renato Teixeira, no palco, só puro som, uma espécie mais romântica de Jimmy Hendrix. E foi assim que recentemente, há um ano, ele se apresentou no Carnegie Hall, o maior templo mundial da música nos States, onde também ali se consagraram nos anos 60 e 70 Tom Jobim, João Gilberto, Elis Regina. Assim também por 2 vezes foi premiado no Festival de Montreaux na Suíça, indicado também para o Grammy mais de uma vez. Já está chegando à gravação do seu 30º disco no exterior e cita parceiros de palco ou de gravações como Jorge Benson, Stanley Jordan, Cirile Aymée, John Clayton, Roberto Menescal, Bôscoli, dezenas de instrumentistas, em cada lugar do planeta em que se apresenta forma trios jazzísticos, sempre divulgando músicas brasileiras: "Nas apresentações seja na Islândia ou onde for a plateia me pede sempre para eu interpretar canções do Brasil, foi assim no Japão, me pediram, toca Raul, toca Raul!". Ele diz amar o rock e o country do Raul Seixas, as canções da Rita Lee. Agora, por uma sugestão, ele está tirando "Saudade do Brasil", uma das últimas composições de Tom Jobim, meio desconhecida, só instrumental, "curto também clássicos de Beethoven, Bach, Villa Lobos".  Algo emocionante para Diego é que no seu 30º disco o seu irmão, também guitarrista vai fazer o contrabaixo. Tácio Figueiredo é outro talento musical de sua família (guitarrista da banda Rock Paradise), só agora surgiu a chance dos dois tocarem juntos. Diego Figueiredo tem também 2 irmãs, a advogada Isabela e Graziela, que vive hoje na Suécia. Ele mesmo passa só de vez em quando por Franca (SP), sua cidade, para facilitar a agenda de shows atualmente reside em Sarasota, na Flórida, perto de Tampa: "Por lá cuidam bem da natureza, nos States há parques maravilhosos como Grand Cannyon, abertos, não exploram o turismo ecológico, eu também fiquei encantado com a condição de vida na Suécia, na Noruega, desenvolvimento humano". 


 2 horas de uma boa conversa e...

...contato com Gabriel da Massa Pura...

...com o fotógrafo desta matéria Marcio Duarte

Aqui, Diego Figueiredo no Carnegie Hall


Fazer música é mais que um trabalho - Para Diego Figueiredo o que ele faz é uma missão, impactar as pessoas com a música num tempo de violências, guerras, problemas ambientais, sofrimentos, "fazer as pessoas vivenciarem a emoção da música é uma alegria, creio que é uma bênção divina levar esta arte". Ele cuida muito dos seus instrumentos e dos seu dedos também, "desenvolvi uma técnica pessoal de acordo com a anatomia dos meus dedos para que eu consiga fazer alguns sons, como a técnica do polegar". Em setembro, pode ser que Diego venha se apresentar no Sesc Franca e também em Patrocínio Paulista, nesse caso, ao lado de Renato Teixeira e de Luciana Mello (black music). Projeta fazer parte dum documentário dentro do esquema Proac, quem sabe crie um tema de 30" para a série "SOS Ecologia", ele que adora fazer de vez em quando coisas que não são business, apresentações para crianças e adolescentes, "o poder socializante do violão é maior ainda para essa geração da Internet". Já está se preparando agora para mais uma viagem à América do Norte, "meu destino é tocar por aí em todo o mundo e com o som emociono e ajudo as pessoas a irem em frente nas suas vidas e desafios da realidade que hoje em dia são muito grandes". (Reportagem de Padinha, fotos de Márcio Duarte) 


A foto oficial de Diego na web e cartazes de shows

domingo, 21 de junho de 2026

A AUDIÊNCIA PÚBLICA DO RIO CANOAS É TIPO UMA COPA PELO FUTURO DE FRANCA

Superimportante este evento de cidadania (em jogo a natureza e um avanço sustentável da cidade)


Rio Canoas ainda sobrevive por enquanto 


Foi intensa a participação na Câmara Municipal


O vereador Gilson Pelizaro foi quem teve a iniciativa de realizar a audiência pública semana passada para a população debater um projeto de um eventual loteamento em área de preservação ambiental junto ao Rio Canoas, que se localiza na região leste de Franca, ele  também considerou que toda esta macrorregião já tem problemas ambientais, como poluição de curtume na divisa ali e aqui entre os estados de São Paulo e Minas Gerais, local de importância na história do povo de toda macrorregião e também vital para o futuro de nossa gente. Ele será sustentável? Pelizaro foi direto ao assunto: "O futuro de Franca está ligado diretamente ao Canoas, as águas que abastecem a população, depois desta audiência pública que lotou o auditório da Câmara Municipal com vários setores da cidade presentes, poderão surgir emendas ao projeto da Prefeitura e talvez até novas audiências antes da votação final sim ou não dos vereadores, é algo regimental, a questão envolve as águas e o futuro da cidade". E nesse sentido, a gente faz um resumo das opiniões colocadas nesta 1ª audiência que lá foi tema de oportuno vídeo do repórter Tiago Vieira aqui no Franca 24 Horas. Agora, no portal e no blog da ecologia e da cidadania Folha Verde News, uma síntese de tudo para aí também estimular a melhor solução. Franca terá futuro sustentável e feliz para toda a população? 

  A divisa histórica entre SP e Minas...


 A gente foi verificar in loco a situação

Jogo de opiniões - Otávio Henrique da Silva, em nome da juventude com visão ecológica da realidade, acredita que "antes de mais nada já é preciso restaurar áreas degradadas junto ao Canoas". Por sua vez assegura Jorjito Donadelli, da empresa Aelo, "que o loteamento é uma chance de iniciar uma ocupação ordenada da região". Carlos Henrique de Barros, da Alpha, acrescenta que "isso será uma modernização das leis e da situação do local". O advogado Eduardo Campanaro, a pedido da Prefeitura, consultou a Ufscar, dentro de pontos como atualização da legislação, melhoria da fiscalização municipal e concluiu com um alerta, "é necessário um equilíbrio entre investimento e perservação na Bacia do Rio Canoas". Já o Promotor de Justiça, Dr. Paulo Borges, curador de meio ambiente, fez um resumo do que vem ocorrendo ali na região e considera que "hoje é fundamental uma atualização, tirar do papel a proteção desta área de preservação, o interesse não é só político ou econômico mas também socioambiental, é preciso cautela, a questão envolve a segurança hídrica da população, o Rio Canoas  é o maior responsável pelo abastecimento de água na cidade". O ecólogo Mário Vinicius de Oliveira que se formou pela Unesp de Rio Claro e por aqui atuou no Sesi e mantém com sua esposa Eliane Rosseto a escola Luz Montessor, com destaque para a educação ambiental das novas gerações, opina que "a situação na Bacia do Rio Canoas já está bem problemática, é difícil mas não impossível uma ocupação sustentável desta área, mas para isso a Prefeitura, os loteadores, a população todos precisam usar regras adequadas, tecnologia, conhecimento e boa vontade para haver uma sintropia urbana, um equilíbrio entre o meio urbano e a natureza, as águas do rio, temos que considerar que hoje 87% da população francana não vive mais no meio rural". Célio Bertelli é ambientalista, tentará participar de eventuais próximas audiências públicas. Waltemir Dantes e sua esposa Ivani, que moram na região em foco, se preocupam com a situação das áreas já ocupadas e pedem investimentos na proteção ecológica do lugar. Por sua vez o advogado Osmar Henrique Costa fala sobre os ângulos mais importantes desta questão, "o foco principal tem que ser a água, a preservação da natureza, a recuperação ambiental, a regularização das áreas já ocupadas e afetadas, a mudança na fiscalização que tem sido deficiente, é urgente considerar o nível do impacto de qualquer empreendimento nesta área estratégica, que tem vocação agropastoril e de agrofloresta, não havendo a proteção necessária da Bacia do Rio Canoas e as águas do abastecimento, cabe uma ação judicial ou uma liminar para embargar um ou outro empreendimento". O agricultor e ecologista Cristiano Rodrigues diz que "tenho investido direto na proteção da natureza daqui e o poder público precisa fazer o mesmo antes que haja maior degradação". A audiência pública enfim teve a participação de variados setores da população e a maioria se colocou numa posição crítica a um loteamento nesta área. O arquiteto Mauro Ferreira, que ajudou muito ao Código do Meio Ambiente de Franca, comentou que "esta região vital para as águas já tem um passivo ambiental grande, a terraplagem ali vai gerar mais resíduos, aumentar o asseoramento vicinal, a redução ou a poluição hídrica, na cidade já existem 40 mil terrenos vazios e com infraestrutura para ocupação, já tem segundo o IBGE 23 mil imóveis vazios, um potencial para acolher 180 mil pessoas, existem glebas enormes apropriadas para serem loteadas em outras regiões, como ao lado do Piratininga, com bom senso, diante da questão da água do Canoas que abastece a população e em todo este contexto não há justificativa urbanística para um empreendimento de alto risco nesta área de preservação".  E o pessoal da Sabesp com certeza se lembra nesta polêmica de um outro tipo de projeto mais adequado a esta região, uma represa para conservar as águas do Canoas, também se tornando uma área de lazer para o povo e um centro de educação ambiental. Em meio às mudanças climáticas e ambientais do momento, todo cuidado é pouco nessa hora, cientistas alertam que o mapa da desertificação inclui também o nordeste paulista e o sudoeste mineiro, o médico e ambientalista Dr. Wagner Deocleciano Ribeiro mostrou um outro lado problemático, "já venho estudando focos de doenças e mortes que incidem nesta bacia e em todo o município devido ao uso de agrotóxicos e a destruição do equilíbrio ecológico, é urgente agora a recuperação da ecologia antes de tudo". (Reportagem de Padinha, fotos de Márcio Duarte). 


 Há asseoramento, poluição das águas, problemas...


Primeiro passo é recuperar a ecologia do Canoas



quinta-feira, 4 de junho de 2026

NO DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE FRANCA DEBATE NATUREZA E FUTURO SUSTENTAVEL

No dia a dia da cidade pessoas de vários setores falam sobre o desafio ecológico hoje em dia


Nossa macrorregião Cerrado já está perdendo 50% de suas águas (temos que recuperar a ecologia)

Em vários locais ouvimos homens e mulheres  de variadas idades, profissões e diferentes visões da realidade responderam se no Brasil conseguiremos preservar a natureza e criar um futuro mais sustentável e feliz para todo mundo. Nessa rodada, junto com o fotógrafo Márcio Duarte, contatamos 70 pessoas ao vivo em um período de 4 horas se manifestando neste tema, elas e mais outras 30 via online mostraram que a opinião pública está dividida, enquanto muitos deles se mostram pessimistas, outros praticamente na mesma quantidade têm otimismo sobre a recuperação do equilíbrio ecológico da natureza e também com a criação nos próximos anos de uma realidade mais avançada capaz de um equilíbrio entre a ecologia e outros interesses. A polarização está  50% otimistas e 50% pessimistas. A seguir um resumo das opiniões, algumas das fotos e nas legendas uma síntese da opinião que a gente captou em Franca (SP), esta enquete serve para que governos e prefeituras atualizem as políticas públicas no setor socioambiental e que cada um de nós nos posicionemos para superar a ameaça de caos devido às mudanças do clima, do meio ambiente, somadas a tudo que acontece nesta era digital e tempo de problemas e de violências também contra a natureza e a própria vida. Não fotografamos todos os entrevistados, por exemplo, o engenheiro ambiental Francisco Sette, ex-Cetesb e que hoje fica a maior parte do tempo na Itália, comentou que "tudo vai depender das pessoas que comandam, a população tem então que pressionar por avanços, veja que recentemente a Câmara Federal aprovou projeto de lei que reduz a proteção da natureza, abrindo as portas para a destruição". Bióloga e ecologista ligada à não violência, Tatiana Mahalem, diz nesse tema: "Acredito que esta geração conseguirá preservar a natureza e construir um futuro mais sustentável apenas se desenvolver uma consciência mais profunda sobre sua importância. Enquanto estivermos focados somente no consumo, no material e no superficial, esse desafio será muito difícil de superar. Mas à medida que nos reconectarmos com a natureza e assim entendermos que dela dependem nossa saúde física, mental e o nosso bem estar, aí faremos escolhas mais responsáveis. O futuro sustentável começa com uma mudança de consciência", nos escreveu Tatiana. 

 "As novíssimas gerações vão conseguir mudar e avançar a realidade da vida, atualmente, muita gente está confusa", opina Elisa Melo, farmacêutica
 

Taimison Welington, vigilante "A criançada sim mas a maioria das pessoas hoje não faz nada pela natureza, parece o fim"

Inaldo Júnior, professor e esportista, diz que tudo depende da Educação e Alcides Coral, empresário fala que "o futuro depende de cada um e de todos"

Fernando Rossato, comerciante: "A novíssima geração vai mudar a realidade atual"
 
A vegetariana Eliane Lobato Modro Veloso fala que "Deus nos criou para protegermos a vida, a natureza e as novas gerações têm mais informações para criar o futuro"

Estes ecologistas de Franca e de Patrocinio Paulista confiam que a realidade avançará  

Marquinhos Bento, futebolista: "Mesmo eu sendo sempre otimista, duvido que vamos conseguir mudar a realidade, vale a luta" 

Gilson de Souza, Dr. Wagner Deocleciano Ribeiro, Rodrigo José Alves Leme em resumo falaram que as políticas públicas precisam avançar para a realidade mudar

 "Os problemas são enormes no meio ambiente mas as pessoas de boa vontade e visão venceremos os desafios", diz Jovassi Corrêa Dias, locutor esportivo

Suelen Moura, empresária destaca que "hoje todos têm mais informações e isso faz aumentar a consciência ecológica"


Outras opiniões - Além destas pessoas que foram fotografadas nas dezenas de contatos e conversas que tivemos sobre o tema desta matéria, outras mais tiveram opiniões ou positivas ou negativas como Renato Lima e Daniel Amaral, montadores de móveis (de São Paulo e de passagem por Franca) que são pessimistas, acreditam até mesmo que "estamos perto do fim de tudo". O executivo que ajudou a fundar a Acif, Walter Horácio tenta acreditar: "A esperança é a última que morre em meio à toda essa tristeza atual". "Acho que estamos no fim", na opinião de Vinicius Oda,produtor artístico. Richard Cubas, ligado à Apae, "Menos celular e mais vivência na natureza pode ajudar uma transformação". E assim mais ou menos dentro deste conteúdo se manifestaram também Edilson de Lima, gerente de loja, Sabrina da Silva, operadora de caixa, Alexandre de Oliveira, empresário da noite e comerciante, Rodolfo Leite Filho e seu pai Raul, também o advogado Renato Mourosoli disse que "apesar de tudo estou achando que vai dar OK, a nova geração faz academia, se preocupa demais com saúde e isso vai levar a vida a uma situação melhor". Enquanto por exemplo Francisco Manoel Oliveira, que gerenciou a Viação Cometa por 20 anos na cidade acredita que "vale a pena tentar este avanço", José Vander Pedigoni, executivo crê que nem a atual nem a nova geração conseguirão mudar a situação, o vendedor e fotógrafo desta reportagem está a meio termo entre os otimistas e os pessimistas, "eu só não acredito na atual geração que não está nem aí para a natureza, é urgente mais informação e cabeça para virar esse jogo". Cá entre nós, na realidade estamos em meio a um jogo de vida ou morte. (Antônio de Pádua Padinha)


Fontes: Folha Verde News - Franca 24 Horas

 

sexta-feira, 22 de maio de 2026

GRANDE JOGADOR RECEBE DUAS PROPOSTAS MAS PREFERE FICAR AQUI NA LUTA DA FRANCANA EM BUSCA DA PAZ

Com 20 anos de bola Marquinhos Bento voltou à sua terra natal joga um futebol raíz e projeta a Veterana subindo de novo de divisão em 2027


Pro capitão Marquinhos não tem tempo ruim: "Eu amo o futebol seja onde for vou sempre em busca da alegria de jogar"


Subir de divisão e voltar a ser top no mapa do interior do país da bola é o sonho dos torcedores apaixonados da centenária Francana (um dos clubes fundadores da Federação Paulista de Futebol), aliás, o clube que no passado venceu os maiores times do Brasil, tenta voltar ao futuro. Ainda no final de maio agora haverá eleição para a escolha de nova diretoria da AAF, concorre chapa liderada por Fransérgio Garcia Braz. Por fora, corre a notícia que o pai do craque francano Estêvão hoje jogando num clube da Champions League, Ivo Gonçalves é um dos que gostariam que o time de Franca (SP) virasse uma SAF, como já fizeram a Ferroviária de Araraquara e o Juventus da Mooca (ambos subiram neste ano para a 1ª divisão paulista): "Olha, seja o que Deus quiser, eu me decidi de ir à luta da Francana, recebi duas propostas de equipes maiores mas com sinceridade prefiro ficar por aqui, já rodei muito, acabo de ter uma primeira filha, minha prioridade agora é ser um bom pai para ela numa cidade relativamente tranquila". Marcos Vinicius Bento nasceu em Franca, projeta subir subir com a Veterana para a 1ª Divisão em 2 anos, ele tem 20 anos de profissional, já passou por times grandes, está estabilizado e montou empresa na cidade junto com seu pai, o ex-jogador Marcos Antônio Bento (Marcão, quarto zagueiro nos anos 90, numa boa fase da Francana então patrocinada pela Samello), assim como filho, ele era o capítão, mas num estilo diferente. Marcão mais calado e meio tímido, Marquinhos está sempre sorridente e é muito comunicativo, o que o ajuda a levantar o ânimo dos demais jogadores nos momentos mais difíceis: "Faz parte da minha natureza, jogo por amar mesmo o esporte, agora que estamos parados, não vamos disputar a Copa Paulista e voltaremos só em 2027, com 34 anos me sinto com uns 10 menos, treino todo dia, bato umas faltas, tenho um personal, uma alimentação saudável, não bebo, não fumo, me cuido que eu sei que terei muitos jogos pela frente". Marquinhos em pouco mais de um ano de bola por aqui marcou uns 20 gols, a maior parte na cobrança de faltas: "Não, não bato tipo o Marcelinho Carioca, o meu jeito é mais como o do antigo Nelinho, do Cruzeiro, na pancada, ou como o do ex-jogador Marcos Assunção com quem pude atuar no Palmeiras, tentando no desvio da bola enganar os goleiros". Aliás, foi no Verdão, quando Felipão estava de saída e entrava o Gilson Kleina que Marquinhos jogou na SEP: "Foi o Marcos Assunção que sugeriu eu dar um passinho prá frente, eu vinha de atuar como zagueiro em BH, que nem meu pai sempre, mas ele viu que eu tinha um estilo mais de meio campo, marcando e atacando, ajudando a fechar ou abrindo o jogo, aí, eu me senti melhor ainda em campo".  

Padinha conhece Marquinhos desde quando ele era criança e já jogava bem demais: "Foi bom reencontrar hoje esse craque"


Um cara com muita história no futebol - Ele foi há 20 anos para a base do Cruzeiro de BH, depois, atuou no Uberlândia (que voltou para a elite de Minas Gerais e tem um dos melhores estádios do país, o Parque dos Sabiás, em meio uma área verde). Rodou um pouco e foi jogar no Palmeiras na campanha da Copa do Brasil, voltando a pedidos para o Uberlândia teve que parar um tempo (contusão de LCA) mas se recuperou bem e foi na sequência contratado por outro clube do Campeonato Mineiro, o Ipatinga, depois, atuou em Goiás pelo Craque de Catalão, surpreso com a estrutura desse time bancado pelo agronegócio. Na época da Pandemia, estava em outra SAF, no Futebol e Regatas Palmas, de Tocantins. "Lá teve uma tragédia que eu não me esqueço. morreram 4 jogadores e o presidente do clube num desastre de avião (inclusive meu parceiro em campo e amigão Marquinhos Molinaro), tive a sorte de não estar nesse vôo, vai então que valorizo demais a paz na vida e buscar a alegria".  


Molinaro, o 1º à esquerda, e os outros do time de Tocantins que morreram no acidente aéreo de que Marquinhos escapou


"Desde então valorizo muito a vida como também me ensinaram meu pai e minha mãe, foi por Deus que não morri junto com estes seis meus companheiros de equipe, tenho acho uma missão a cumprir no futebol", nos conta emocionado Marquinhos, no ato, o fotógrafo e produtor desta reportagem Márcio Duarte levantou todos os dados da tragédia no Google e fez aumentar a emoção desta entrevista que a gente fez juntos para o blog Folha Verde News e pro portal Franca 24 Horas. Mudando de assunto, Marquinhos fala que tem preferência de seguir na Francana, chegou a recusar duas propostas de dois times bem maiores e que "mais tarde, daqui uns 5 ou 6 anos vou me tornar um treinador de futebol, gosto muito deste esporte e tive a chance de trabalhar como jogador com grandes técnicos, anota aí, Felipão, Adilson Batista, Gilson Kleina, Wagner Mancini, Wilson Gotardo, coloco nesse meio também o Wantuil Rodrigues, além também do Joel Santana que vejo o mais inspirado como futebol raiz", diz o Marquinhos Bento, que já tem a Licença B da CBF e fará depois a A. E por falar em CBF, ele critica a convocação do Carlo Ancellotti em alguns pontos, "gostaria de ver caras experientes como o goleiro Fábio do Fluminense e o Tiago Silva, que voltou prá Europa, na Seleção Brasileira, vejo também que aqui dentro dos times do nosso país mesmo, tem muitos talentos que deveriam ter sido observados e convocados, vamos ver se vai dar pro Brasil buscar o Hexa na Copa do Mundo logo mais no mês que vem". 


Meio campo com raça e técnica Marquinhos Bento diz que o futebol o deixou autosustentável

Ao fazer matéria sobre nosso basquete Jovassi e Juninho me alertaram sobre o valor do Marquinhos para a Francana


Autosustentável - Hoje empresário no setor automobilístico e um jogador líder da Francana, Marquinhos pilota tranquilo as duas frentes que enriquecem seu dia a dia: "Graças a Deus, meu pai Marcão me orientou no negócio, se associou comigo e agora vou pro campo mais tranquilo, mas confesso, tive momentos de sufoco no futebol". Ele conta que quando foi para a Europa, contratado pelo Zimbru, um clube grande de Maldávia (fica entre a Rússia e a Ucrânia, agora em guerra), ele sentiu que o clima lá já era muito tenso, até pelo tipo mais fechado do povo eslavo: "Tive um choque porque lá todo mundo anda armado, você vai tomar um suco no bar e o cara bota o revólver em cima da mesa, para eles é normal, vivem em conflito que virou uma guerra nesses anos, por aqui, mesmo com a violência das grandes cidades é mais tranquilo, mas não posso negar a alegria que tive lá, joguei bem e fui muito bem remunerado em euros e com bons jogadores dentro das partidas, em meio a tudo lá ficava ainda mais emocionante, o futebol é um oásis para eles, estou curioso para ver na Copa 2026 o time dos guerreiros do Irã, creio que o esporte é bem mais ecológico do que viver numa realidade hostil". (Reportagem Padinha/fotos Márcio Duarte)

 Dentro desse tema da conversa com Marquinhos


Fontes: Google - Folha Verde News - Franca 24 Horas - Gazeta Esportiva 
 

sexta-feira, 15 de maio de 2026

12 HORAS ANTES DO JOGO HELINHO GARCIA DIZ "VAMOS GANHAR NA SUPERAÇÃO"

Conversamos em especial pro blog da gente e para o canal de noticias da cidade do basquete sobre a decisão Sesi Franca X Mogi antes do treino final do jogo 5 do playoff que levará o vencedor para a semifinal nacional contra o Flamengo ou o Brasília que também duelam hoje na superemoção da reta final do NBB 2026 

(Deus abençoou mais uma vez a luta do nosso basquete, como Helinho Garcia, Jova e eu previmos 12 horas antes nessa matéria, traíras valentes de Mogi, aquele abraço e paz)


Márcio Duarte produzindo esta matéria e pilotando rápido chegamos no Poliesportivo junto com a chegada do David  Jackson e do Lucas Dias, antes do treino final para a decisão: Helinho Garcia (que eu não via ao vivo desde quando ele jogava com a 10) nos recebeu com toda a atenção e o carinho que o treinador do nosso basquete tem com toda a mídia e a comunidade, um esportista de fato, filho da educadora Maria Helena Jardim e do pioneiro do boom deste esporte no Brasil, o Helião Rúbens Garcia, ele e o Mestre Pedroca, bem como todos os primeiros basqueteiros do interior do país (Chico Cachoeira, Alfredo Henrique Costa, Jorge Atiê, Juquinha Vilhena) com certeza estavam ao nosso lado quando fizemos a entrevista premonitória, não somos profetas mas acreditamos na superação, algo que tem sido o perfil da história do Franca Basquete, que já tem 77 anos de muitas conquistas não só no Brasil, mas no continente e 2 mundiais: "Sim, temos sido resilientes para superar desafios sempre, agora, já tínhamos perdido o Zu Jr e na semana da decisão também a contusão do nosso Georginho de Paula, talvez o melhor armador do Brasil, que joga nos dois garrafões, marca, ataca, dá volume de jogo e faz cestas fantásticas, porém, mesmo assim a gente confia que nós venceremos mais este desafio gigante", explicou Helinho enquanto se preparava para um último treino antes da decisão que será à noite no sagrado templo do esporte, o Pedrocão, criado já faz 40 anos em homenagem ao mestre Pedro Morila Fuentes.  O treinador do Sesi Franca (há 10 anos patrocinando o time, junto com Magazine Luiza, Free Way, Netshoes e outros apoios) fez questão de enaltecer o belo momento da equipe de Mogi, dirigida pelo ex-jogador Penna, com a supervisão do Guerrinha (histórico também por aqui e que junto com José Celso Ramos Botta fez sucesso com o Dharma Yara nos anos 90). "Agora somos adversários mas não inimigos, são coisas do esporte", falou Helinho. Gentil, ele elogiou também o nosso blog Folha Verde News (acessado em todo o país e em 7 países) com as lutas do movimento da ecologia, da cidadania e da cultura brasileira: "Temos mesmo que ir à luta para mudar, avançar a realidade, defender a natureza, fico feliz em participar com vocês". Ele não quís arriscar um placar mas reiterou, "com fé e foco, unidos nós vamos buscar a final do NBB nesta grande série, depois quem sabe pegar o Flamengo ou o Brasília, talvez, atuais campeões possamos chegar ao penta consecutivo, seria um recorde com certeza, se ficarmos pelo caminho, não vamos desanimar e levar esta evolução à frente adiante buscando um futuro maior ainda para a nossa paixão pelo basquete de Franca". Antes de nos despedirmos, ele falou bem também dos armadores, do americano do Mogi, acentuando que "vamos ter que marcar bem, rebotear com energia e sair no contrataque rápido como é o nosso estilo de jogar". Deus ajude que tudo dê OK, para mais uma alegria para toda nossa população. 


Márcio Duarte é fã do Helinho e produziu esta matéria pro blog da gente e pro canal Franca 24 Horas

 Entrevistando o Jova, com o Fernando Rossato amigão dele, eu sentia desde a manhã deste jogo que sonhar é possível


Em off a gente tomou um café na Rossato com a voz do basquete e do futebol de Franca (SP), Jovassi Corrêa Dias, o melhor narrador no Brasil de jogos de basquete, fazendo 64 anos de rádio esportivo (agora na Difusora), casado há 72 anos com Jualice, fazendo uma dupla de narração, reportagem e comentários com seu filho Juninho (Jova Jr) em todos estes 67 anos do Franca Basquete (e também da Francana), há 6 anos o clube vem sendo patrocinado pelo Sesi e cada vez conquistando mais avanços: "Concordo com o Helinho num ponto, temos que pensar só na vitória, jogar com garra, algo que nos transforma no time mais consagrado do basquetebol brasileiro, eu acho que Deus vai nos abençoar mais uma vez com a alegria do time chegar ao pentacampeonato". Juninho também ressalta a necessidade de marcação e de calma ao mesmo tempo e garra a cada lance para ser possível este sonho do Helinho e de toda a comunidade esportiva do interior". Falei com ele que na sequência vamos fazer matéria sobre a Francana, que tem eleição dia 1º de junho, com duas chapas fortes concorrendo. Jova (pai da bola) se lembrou (boa memória) que "a Francana com um gol do Géia venceu 2X1 a antiga Copa Paulista (torneio Eduardo José Farah) a Veterana, que subiu de divisão nos anos 70/80 foi gloriosa na década de 50 com Tonho Rosa, Eca, aquela geração de ouro, os avós do nosso futebol". Uma narrativa que deu muita emoção ao café made in Franca ao lado do Fernandinho Rossatto. Jova, Juninho, todo mundo na cidade já vibrando por antecipação com o jogaço desta noite: "Creio que esta matéria e o foco do Helinho, mesmo no escuro, horas antes da batalha vão acertar e sim, com superação, raça, resiliência, poderemos ganhar do bom adversário e seguir em frente fazendo 5 a 4 nesse playoff emocionante". Haja emoção, sentimentos puros do esporte que fazem parte da ecologia da vida que precisamos buscar no dia a dia. (Antônio de Pádua Padinha)


Esta matéria é também homenagem ao mestre Pedroca, pioneiro do basquetebol de Franca


Fontes: Sesi Franca/NBB/Franca 24 Horas/Folha Verde News

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