PODCAST

quarta-feira, 29 de abril de 2026

A FÚRIA DE RUY GUERRA PIONEIRO DO AVANÇO ATUAL DO CINEMA BRASILEIRO ESTREANDO NESTA 5ª FEIRA (DISTRIBUIÇÃO PANDORA)

AQUI NO BLOG DA ECOLOGIA E CIDADANIA ESPAÇO PARA UMA BELA REPORTAGEM ESPECIAL DE MARIA CAETANO

O criativo cineasta Ruy Guerra encerra sua Trilogia dos Fuzis com A Fúria, um filme que é uma reflexão sobre o Brasil contemporâneo



De volta agora um dos cineastas mais importantes do Brasil


Chega aos cinemas brasileiros A Fúria nessa quinta-feira, 30 de abril. Quem for assisti-lo conhecerá o aguardado fecho da Trilogia dos Fuzis, iniciada em Milagres, no sertão da Bahia, em 1964. O seu primeiro filme, o hoje clássico Os Fuzis, foi laureado com um Urso de Prata no Festival de Berlim. Virou um dos pilares do movimento Cinema Novo, ao lado de Vidas Secas (Nelson Pereira dos Santos), Deus e o Diabo na Terra do Sol e também Terra em Transe (ambos de Glauber Rocha) e A Hora e Vez de Augusto Matraga, de Roberto Santos). Nos anos 1970, Ruy Guerra sequenciou, em parceria com Nelson Xavier, intérprete do soldado Mário, a continuação de “Os Fuzis”. O novo filme, A Queda, de nome tão sintético quanto o do anterior, foi lançado em 1977, e seria, também, laureado com um Urso de Prata em Berlim. Foram necessários quase 50 anos para que A Fúria, dele e codireção de Luciana Mazzotti, chegasse aos nossos cinemas. Quando Guerra e seu poderoso elenco (dois deles. Paulo César Pereio e Lima Duarte com passagem por um ou dois das produções anteriores) iniciaram as filmagens, o Brasil vivia sob o comando de Jair Bolsonaro. Ele aparece no filme, encarnado pelo ator Joelson Medeiros e sob sintética (e vaga) definição de “Presidente” (sem nome e sobrenome). Mas a figura física, esgares, falas e paixão por motos e motociatas acabarão por servir de claros elementos indutores-associativos. A Fúria consumiu muitos anos de trabalho de Ruy Guerra. A ideia de realizar o fecho da Trilogia dos Fuzis era bem mais antiga. Calhou de se materializar já na era Bolsonaro. Ruy pediu a dois jovens roteiristas – Pedro Freire, do estimadíssimo Malu, e Leandro Saraiva, formado em Cinema pela USP, com atuação em Núcleos de Criação Audiovisual e professor da UFSCar — que trabalhassem em momentos definidores da criação da trama. Cada um, à sua maneira, fertilizou o roteiro. Na hora do frigir dos ovos, Ruy Guerra e Luciana Mazzotti sintetizaram e assinaram o script final. O filme passou por misteriosos meses de filmagens e a sequência da “morte do Presidente motoqueiro” foi parar nas páginas da Folha de S. Paulo (16/07/2022). A matéria também era misteriosa. Mais insinuava, que informava. E deixava a a entender que o então ministro da Justiça, Anderson Torres, exigiria investigação de tal sequência cinematográfica. Muitos e longos meses foram gastos na finalização de A Fúria, até que, em dezembro de 2024, ele teve sua primeira exibição pública na competição do quinquagésimo-sétimo Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. (Em 1970, este festival premiara o neobarroco “Os Deuses e os Mortos” com seu principal Troféu Candango e, em 1977, atribuíria seu Candango cor de bronze a Nelson Xavier como melhor ator).


De volta nos braços de quem ama o cinema


A sessão de A Fúria no Cine Brasília foi apotéotica. O cineasta, então com 93 anos e tomado por sua alma incendiária, lamentou os “tempos sombrios” vividos pelo Brasil e pelo mundo. “A nossa sociedade está doente. Vai murchando em seus valores civilizacionais”. (A Revista de Cinema registrou a sessão na reportagem “Festival de Brasília aplaude Ruy Guerra de pé e recebe A Fúria com palmas catárticas” (07/12/2024). O novo filme do longevo Ruy Guerra (ele fará 95 anos, cheio de paixão, fúria e projetos, em agosto próximo) começa com cartelas que sintetizam a trama de Os Fuzis e depois de A Queda: “Mário era jovem orgulhoso de ser soldado. No início dos anos 60 é mandado para uma missão no Nordeste. Vive o primeiro fracasso do seu idealismo”. “Anos depois, no Rio de Janeiro, Mário trabalha na construção civil para seu sogro, Salatiel. Nessa nova experiência, ele inicia uma luta pelos direitos de um trabalhador. É levado a combater o golpe de 64. Mário é preso e dado como desaparecido”.


De volta a criatividade de Ruy Guerra


Vale, para tornar mais fácil a fruição do filme (principalmente para aqueles que não tiverem tempo de rever Os Fuzis e A Queda até essa quinta-feira), rememorar detalhes importantes das duas tramas, veja que o primeiro filme mostra um grupo de soldados chegando a um povoado, assolado pela pobreza e pela fome, no sertão nordestino. Caberá aos portadores dos “fuzis” vigiar o armazém de forma que os famintos não recorram ao saque. Enquanto esperam, os flagelados rezam sob a liderança de um beato e seu Boi Santo. Um dos soldados se chama Mário. Ele foi interpretado por Nelson Xavier. O mesmo ator protagonizaria (e codirigiria) o filme seguinte, A Queda. Mário, agora, é um operário da construção civil, casado com Laura (Isabel Ribeiro), filha de Salatiel (Lima Duarte). No canteiro de obras, um operário despenca do andaime. É levado ao hospital, mas morre. A empresa, que disputa importante concorrência pública, quer ocultar o fato. Tenta subornar Mário e sua esposa que não aceitam o suborno. Para desgosto do pai (e sogro) Salatiel, cooptado pelos patrões em troca de vantagens. Mário pagará caro por seu posicionamento político.

 Ruy Guerra filma também em busca da paz


Nelson Xavier seria o protagonista de A Fúria. Mas, em 2017, ele morreu vítima de câncer. Desolado, Ruy Guerra dedicou-se a outros projetos. Mas sem esquecer o fecho da Trilogia dos Fuzis. Foi então incentivado por estudiosos de sua obra, amigos e discípulos (Guerra é um dedicado professor de cinema), aí, ele retomou o projeto. Nesse filme A Fúria ele nos mostrará Mário (agora encarnado em Ricardo Blat), dado como morto durante a ditadura, retornando (como nos filmes de terror) das profundezas da terra e disposto a vingar-se de antigos aliados. Daqueles que o traíram. Em sua alucinante jornada, ele contará com a ajuda de figuras improváveis. Um indígena chamado Palavra (Urutau Guajajara), uma cantora trans, Mona Lisa (Lux Nègre), e a própria filha Laura (Simone Spoladore), criada pelo avô Salatiel (Lima Duarte). Ela carrega o nome da mãe. Papéis importantes, na trama, desempenharão o poderoso deputado Feijó (Daniel Filho, que trabalhou com Ruy em Os Cafajestes), o General (Roberto Frota), a deputada Petra Machava (Grace Passô), um pastor (Julio Adrião) e um juiz do STF (Anselmo Vasconcellos). Sem esquecer um capanga disposto a tudo, de nome Casanova (Hique Campagnaro). Antônio Piganga (um pai de santo), Antônio Pedro Borges (o camarada Jonas) e Paulo César Pereio (Pedro, único ator presente nos três segmentos da Trilogia dos Fuzis) têm participações especiais.


É também o mais recente trabalho do ator Lima Duarte


Detalhe - Os últimos filmes de Ruy Guerra (Quase Memória, Em Pedaços e A Fúria) foram realizados dentro de estúdios. Depois da aventura cubana (Estorvo, baseado em romance de Chico Buarque) e do lamaçal de O Veneno da Madrugada, a partir de obra de Gabriel García Marquez), Ruy resolveu usar tecnologias inovadoras e a sua criatividade para filmar entre quatro paredes. Usou a técnica do Video Mapping (projeção de imagem em larga escala). O resultado é de estonteante beleza, desenhado em cores fortes. Hoje, dezenas de cineastas inventaram e continuam inventando seus filmes dentro de quatro paredes. Caso do dinamarquês Lars von Trier, que situou Dogville e Manderlay em espaços cujos limites eram marcados por riscos de giz. No Brasil, ano passado, assistimos aos filmes de Guel Arraes (O Auto da Compadecida 2) e Murilo Salles (O Turista Aprendiz), ambos realizados em “estúdios” e gerados por infindáveis recursos trazidos pelas novas tecnologias e (até) pela IA (Inteligência Artificial). Além da economia financeira, vicejam nessas produções geradas em “mágicos estúdios” algumas inquietações que podem ser viabilizadas segundo os desejos de seus realizadores. Arraes recorreu ao “painel de led” para recriar o sertão suassúnico entre quatro paredes. E Murilo Salles recriou a Amazônia visitada por Mário de Andrade com “fundo verde”. O próprio realizador, um dos maiores fotógrafos do cinema brasileiro, simplificou seu trabalho: “Usei uma câmera, fundos verdes, recortei tudo no Première, um programa de edição, que se consegue quase grátis (se for estudante), tive uma equipe muito parceira, ótimos atores e...Mário de Andrade”.


Maria Caetano escreveu esta matéria


Em A Fúria, os espectadores verão poderosos (embora breves) trechos de Os Fuzis e A Queda. Os primeiros em preto-e-branco, captados por um dos maiores diretores de fotografia do mundo, o argentino-brasileiro-francês Ricardo Aronovich. O segundo, com imagens impressas em cores, assinadas por Edgar Moura. No momento mais eloquente de Os Fuzis, vemos o soldado interpretado por Paulo César Pereio ensinando os que o cercam a manusear uma Mauser 1895. Lírio Ferreira e Paulo Caldas referenciariam o registro destes “ensinamentos bélicos” em Baile Perfumado (1996). Murilo Salles, em Como Nascem os Anjos (também de 96), faria o mesmo.
A Fúria é um filme para gostos exigentes (e dispostos ao risco). Os que revisitarem seus antecessores mergulharão com mais segurança nessa louca (e nova) encenação deste indomável realizador que é moçambicano-lusitano-brasileiro. Um nonagenário que adotou a inquietação como modo de vida. (Texto de Maria Caetano)

Fontes; Revista do Cinema - Canal Brasil - Folha Verde News - Canal Franca 24 Horas

quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

CONSUMISMO NO NATAL MAS URGENTE SITUAR O NASCIMENTO DE JESUS NUMA PRIMAVERA DO ORIENTE

Até por uma questão de ecologia humana e espiritualidade pura a gente precisa substituir interesses materiais por sentimentos de amor humanitário e busca da paz para sermos dignos desta data: na história e na Bíblia pesquisas mostram por exemplo que Jesus não nasceu em 25 de dezembro e sim na primavera no Oriente em setembro ou outubro há mais de 2 milênios para mudar e avançar a vida na Terra


Pesquisadores e religiosos têm um consenso...

... não só a data, muito precisa mudar no Natal

É preciso mudar e avançar também nossa forma de enfocar o Natal no seu sentido mais profundo mesmo em meio as atuais pressões do consumo já que esta comemoração virou o principal evento do comércio, mais até do que tradição religiosa. Isso é o que em resumo diz Rodrigo Silva, escritor adventista que questiona de cara: você sabe quando historicamente nasceu Jesus? Isso porque a data exata em que nasceu o personagem mais importante do Natal foi objeto de pesquisas científicas, baseadas também em textos da Bíblia e relatos de Apóstolos, contradizendo 25 de dezembro como o dia em que nasceu o filho de Maria, de José, de Deus. Esta data foi escolhida e fixada pela Igreja Católica em 525 para ter grande força popular e coincidir com as tradicionais frestas pagãs do Oriente e de Roma. Foi o Papa João I quem oficializou esta comemoração (há historiadores porém que afirmam que esta data já era comemorada desde os tempos do Imperador Constantino). De toda forma, os cristãos orientais jamais aceitaram esta data de 25 de dezembro (até hoje por exemplo os Armênios comemoram o Natal dia 6 de janeiro). Este é um tema polêmico entre historiadores e religiosos, mesmo tendo alguns pontos unânimes, é uma polêmica. É certo que Jesus nasceu durante o governo de Herodes (que tentou assasiná-lo), um rei que na realidade foi tipo um monstro que tudo pelo poder assassinou centenas de crianças para evitar o cumprimento de profecias sobre o nascimento do menino Jesus Cristo, que teve que migrar de Belém para o Egito para escapar de sua execução.  


Até a fuga de José e Maria pro Egito é uma das provas que o nascimento de Jesus ocorreu na primavera entre setembro e outubro

Tanto pesquisadores da história da humanidade como religiosos muitos consideram nula ou improvável a data oficial do Natal como sendo 25 de dezembro, que tem sido comemorada tradicionalmente pelos católicos e em geral cristãos ocidentais. E um dos principais argumentos para esta impossibilidade é que na natureza do Oriente em dezembro é inverno, uma época de muito frio, nesta situação climática e ambiental não existiam pastores e rebanhos acampados à noite sobre as colinas da Judeia (local do nascimento atestado em texto do apóstolo Lucas 2:8. Este cenário de Jesus nascendo é uma cena típica de estações quentes naquela região do planeta. Embora o problema maior não seja a comemoração ser simbólica por estar sendo data a 25 de dezembro, inverno em Belém,  esta não é por um consenso entre historiadores e religiosos que tornaria possível um nascimento ao ar livre em meio a um pastoreio. Não só pesquisadores da ciência histórica mas também a própria Bíblia relata que quando o Menino Jesus nasceu havia no local pastores com seus rebanhos ao ar livre no alto das colinas. Manter os animais no campo mesmo à noite era uma prática comum naqueles tempos porque o clima ajudava, entre a primavera e o outono.  Já dezembro era por lá inverno, não havia pastoreio, este período do ano corresponde ao mês do calendário judaico de Quislev, na realidade, tempo frio e de fortes chuvas (como também informam Jeremias 36:22, Esdras 10:9 e Zacarias 7:1). Ninguém deixava num clima destes o rebanho ao relento como foi o cenário do nascimento. Até a fuga do violência de Herodes, feita por José e Maria para proteger o menino da morte não teria sido possível numa época de inverno. Os historiadores explicam que pelas limitações do inverno um trajeto de 100 quilômetros seria impossível, apenas com um animal no transporte de Belém para a Egito. O tempo possível para uma viagem destas, longas e a céu aberto, só seria possível ou na Páscoa (Pessá) em abril ou no começo do plantio  (em junho, Pentecostes ou Shavuot) quando os primeiros frutos estavam maduros e/ou durante o Tabernáculos (Sukot, em outubro), tempo de colheita e primavera. 


Natal de verdade: menos consumo e maior espiritualidade


A conclusão unânime estre pesquisadores e religiosos é assim que a data mais provável e correta para o Natal de verdade seria durante a primavera ou outono no Oriente, assim, Jesus deve ter nascido na realidade no chamado mês de Etanim, entre setembro e outubro. Esta é a época considerada real e razoável para o nascimento do Menino Jesus. Mas não é só questão de mudar a data, é fundamental enfocar o Natal de outra forma, menos materialista, mais histórica e mais espiritual e cá entre nós, mais ecológica. 


O clima e a natureza do Oriente indicam que o Menino Jesus nasceu em Belém numa primavera há mais de 2 mil anos atrás


Fontes: Rodrigo Silva/Mundo - Google - Bíblia - folhaverdenews


quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

DOIS PIONEIROS VANGUARDISTAS PRATICAM TERAPIAS INTEGRATIVAS (ELES AVANÇAM A BUSCA DA SAÚDE)

Eles estão sendo vitais por exemplo para curar uma erisipela que me atacou o pé esquerdo após viagem de 8 mil km para documentário ecológico a partir da COP 30 em Belém do Pará


José Ribeiro e Wagner Deocleciano Ribeiro avançam em dupla a medicina integrativa por aqui no interior do país


Esta situação está fazendo com que tenha sido adiada a edição em São Paulo do documentário da equipe do movimento ambientalista, o especial Belém Que Não Vai Parar  (captado em 7 regiões do interior e do litoral do país), ele deverá vir a ser o piloto de uma série de programas com tema central a urgência da recuperação da ecologia, nascendo através do que rolou na COP30 da ONU tendo como prioridade ouvir a população sobre a chance de se criar no Brasil um futuro sustentável. Foram ouvidas pessoas do povo, cientistas, com exclusividade o Presidente da França e jovens ecologistas em sete estados, litoral e interior, algo que resultou em uma viagem de carro através de 10 dias por mais de 8 mil quilômetros em regiões diferentes. Esta sobrecarga criou a erisipela, como uma sequela da luta por este audiovisual de conteúdo urgente na atualidade ambiental, poderá gerar uma série de mini documentários em alguma TV ou em outra plataforma, streaming, youtube, com patrocínio e talvez na estrutura de uma co-produção. Agora os dois irmãos que praticam pioneiramente terapias integrativas e complementares (hoje já é uma alternativa começando a ter espaço também no SUS), buscam concretizar a cura do problema, um deles, o Dr. Wagner Deocleciano Ribeiro que também integrou a equipe para realizar o especial, lado a lado com o líder indígena Xavante do Mato Grosso Gaspar Waratzere (formado em história pela UFMT), além do diretor de fotografia André Castro de Souza, um novo talento do cinema em São Paulo que estará ao meu lado na edição deste piloto. 


A equipe base do doc que pode virar série ecológica


Dr. Wagner é além de autor de livros pela Amazon, médico homeopata. cirurgião pediatra, mantém  agora a Clínica de Integração da Cura da Familia pela Saúde Ambiental o ecologista Dr Wagner Deocleciano Ribeiro ao lado do seu irmão Dr José Alexandre Ribeiro, odonto que pratica terapia neural, acupuntura e medicina antroposófica fazem uma dupla que agiliza a cura de variadas doenças. Estão sendo vitais para me curar de uma erisipela. Um dos fatores essenciais desta dupla médica é a espiritualidade que colocam no seu trabalho de saúde. 


 A acupuntura é uma das práticas de saúde que se completam


A medicina integrativa é uma abordagem de saúde que une a medicina convencional com terapias complementares para tratar o indivíduo de forma completa, considerando aspectos físicos, mentais, emocionais, sociais e espirituais. Ela foca na parceria entre médico e paciente, com o objetivo de promover o bem-estar, a prevenção de doenças e o autocuidado, utilizando tratamentos como terapia neural, acupuntura, homeopatia e meditação, yoga e fitoterapia, baseados em evidências científicas. Entre princípios e características, a visão holística. Esta especialidade considera o paciente como um ser biopsicossocial, englobando a saúde mental, o estilo de vida, a alimentação, o ambiente social e os aspectos intelectuais ou cognitivos e espirituais do adoecer e da cura integrada. Parceria médico-paciente: Estabelece uma relação de colaboração, onde o paciente é um agente ativo na promoção da sua saúde. Combinação de tratamentos, ela integra tratamentos médicos convencionais com terapias complementares baseadas em evidências científicas. Foco na prevenção: Prioriza a prevenção de doenças e a promoção da saúde, além do tratamento das enfermidades existentes. Humanização: busca um atendimento mais humanizado, flexível e personalizado, adaptado às necessidades e peculiaridades de cada paciente. Exemplos de terapias integrativas e complementares, meditação e mindfulness, para ajudar na gestão do estresse e na atenção plena. Yoga: uma prática que promove o bem-estar físico e mental. Acupuntura: técnica milenar da medicina tradicional chinesa usada para aliviar a dor e promover o equilíbrio. Fitoterapia: uso de plantas medicinais no tratamento de diversas condições. Nutrologia: avalia e ajusta a dieta do paciente. Massoterapia: para relaxamento e alívio de tensões físicas e mentais. A medicina integrativa promove saúde ao unir práticas convencionais e terapias complementares, tratando corpo, mente e espírito, ela transforma a prática médica pois é um modelo de atenção à saúde que trata o paciente como um ser biopsicossocial, ou seja, considera não apenas tratar o paciente já mas aprofunda seus conhecimentos com as alternativas médicas tradicionais, complementares e integrativas segundo a Pan American Health Organization (PAHO).


Momento de destaque do doc ecológico com o Presidente da França em Belém do Pará

Fontes: Pan American Health Oraganization - Folha Verde News - Franca 24 Horas


segunda-feira, 17 de novembro de 2025

INDÍGENA UNIVERSITÁRIA SERÁ A APRESENTADORA DO DOC SOBRE A COP DA NOSSA EQUIPE

Aqui agora um resumo da aventura de fazer documentário ecológico sobre a COP30 da ONU em Belém 



Indígenas de várias etnias foram à marcha do clima


A conferência mundial de meio ambiente continua por mais uma semana com negociações entre países para financiamento da super necessária transição energética, com uma contradição: como propor sustentabilidade e ao mesmo tempo explorar gás e petróleo na Foz do Amazonas? Esta postura governamental do Brasil contradiz os próprios objetivos deste megaevento onde estivemos pessoalmente com uma equipe ecológica. Ícone do movimento ambientalista em todo o planeta Greta Thunberg, devido a esta contradição, preferiu não comparecer, como um protesto. Ela explicou por mensagem a amigos da Colômbia que foram lá que iria se ausentar por não concordar com as COPs que desde 2016 vem tendo uma relação íntima com estados petrolíferos. Traduzindo aqui, ela disse "é urgente radicalizarmos em busca de energias limpas, só assim haverá chance de em todo planeta ser viável um desenvolvimento sustentável, equilibrando ecologia, economia e condição de vida humana". Greta falou por todos e todas nós que vamos à luta pelo futuro da vida, antes que seja o caos. 


Os quatro guerreiros da nossa equipe ecológica


Na luta contra o caos, nossa equipe do documentário "Belém Que Não Vai Parar" foi feliz nesta aventura, além de entrevistar com exclusividade o simpático Macron, presidente francês, obteve 3 resultados positivos apesar dos pesares desta conferência mundial, o embaixador da França no Brasil Emmanuel Lemain abriu uma chance de apoiar o líder Xavante Gaspar Waratzere Tsiwari (amigo e integrante de nossa equipe) objetivando defender a vida do Rio das Mortes, no Mato Grosso, ameaçado de perder suas águas e seus peixes, vitais para seu povo (1000 pessoas na aldeia de Namunkurá, 23 mil em toda a etnia), a ameaça por conta de um projeto de hidrelétrica de um grande agropecuarista na região. Este apoio com certeza fará o Ministério do Meio Ambiente paralisar o empreendimento. Conseguimos a participação de Alice Pataxó para ela fazer flashes de apresentação do nosso documentário, ela que é indígena universitária em Comunicação Social e aceitou com alegria esta tarefa, fazendo bela performance. Ao invés de entrevistar outras autoridades, nosso pessoal optou por ouvir a população sobre o tema, a COP30 vai levar o país a mudar e avançar, ajudando a criação do nosso futuro? Percorremos cerca de 7 mil km em 10 dias, subindo pelo interior, a partir de Franca (SP), passamos por Brasília (DF), atravessando 3 estados e biomas, chegamos ao Tocantins e ao Pará, depois descemos pelo litoral, de São Luís no Maranhão ouvimos um líder de pescadores na comunidade do Cais da Raposa. com visão dos problemas do mar, da pesca e da necessidade de recuperação da ecologia, em seguida, passamos pela terrível seca do Piauí, cruzando a Bahia, chegamos de volta à Brasília, antes de passar pelo sudoeste de Minas perto da Serra da Canastra e voltar aqui. Conseguimos um conteúdo incrível de depoimentos tipo fala o povo em todas estas regiões de biomas Cerrado, Amazônia, Mata Atlântica, registrando a aventura brasileira deste momento de decisão para todos e todas nós.

 

Greta fará protesto contra petróleo na Foz do Amazonas

Tivemos o apoio de alguns amigos daqui (Manoel Tavares, José Lourenço Alves, Antônio Carlos Ewbank Seixas) e mesmo sem um patrocínio master encaramos o desafio de realizar o documentário, com a luta do Wagner Deocleciano Ribeiro (médico homeopata e ambientalista, da empresa Homea), do ecologista, professor de História, líder Xavante do Mato Grosso Gaspar Waratzere e do talento na arte audiovisual do paulistano André Castro de Souza, que foi o nosso diretor de fotografia, com essa galera e este objetivo maior, retomei meu trabalho de documentarista depois de atuar no Globo Repórter (Bimp Filmes) anos atrás, agora editaremos em breve um filme de 20 minutos piloto duma série a partir das 10 mil horas de gravação feitas por aqui no nordeste paulista, depois ao longo do interior e do litoral do país, um vídeo de debate não só sobre a COP30 mas sobre o movimento para superar o caos ambiental que cresce, na sequência, vamos estimular a solução ou a criação coletiva do nosso futuro, a bem da ecologia, da economia e da vida sustentável da população. Valeu esta luta que continua nessa aventura cultural em busca de um resultado ainda mais feliz através da mídia. Vamos juntos que é mesmo a hora de avançar. 


A marcha pelo clima reuniu mais de 50 mil ecologistas de todo mundo
Fizemos entrevista exclusiva com presidente da França



Fontes: folhaverdenews - franca24horas - google


domingo, 2 de novembro de 2025

DOIS AMIGOS DA HISTÓRIA DE FRANCA (E DO FUTURO DA VIDA)

José Lourenço Alves e Antônio Carlos Eubank Seixas são os personagens duplos desta semana no blog da ecologia e no portal da cidade

Personagens que merecem duplo destaque

Ele é de Bebedouro mas poucos em Franca conhecem tão bem e amam tanto esta cidade, José Lourenço Alves, ex-promotor de justiça hoje é pesquisador da Unesp e acaba de lançar o livro A Casa Sobre Rocha, que faz uma referência e uma reverência diretas com o jornalista top do passado francano (Antônio Constantino, escritor e poeta, que brilhou nos tempos da imprensa escrita, século 19). Ao seu lado neste diálogo em especial para o Franca 24 Horas e o Folha Verde News, o seu amigo Antônio Carlos Ewbank Seixas, um advogado histórico, filho do grandíssimo Antônio Baldijão Seixas e da Dona Nenê, desde jovem um agitador cultural (aqui, em São Paulo, no Rio). Antônio tem uma descendência bem brasileira (judeus, africanos, indígenas da Serra da Canastra e alemães por parte de sua mãe) e toda uma versatilidade de visão de vida. José Lourenço depois de um sucesso na época da pandemia com ISOlados ReunIdos, está lançando agora também pela Ribeirão Gráfica Editora um livro que parafraseia diretamente com A Casa Sobre Areia, do inesquecível intelectual francano, descendente de imigrantes italianos (o povo que veio da Europa foi vital para a formação de Franca e todo o nordeste paulista), Antônio Constantino teve seu romance publicado em 1938 pela famosa editora de alcance nacional José Olympio, contando aventuras de uma tal de Rotunda (na realidade Franca) tendo como protagonista Maria Casaco (inspirada em Maria Capotinha, célebre moradora de rua daqui). José Lourenço preserva no seu trabalho literário e de pesquisa as suas raízes africanas. 


Um happy hour multicultural


Porque personagens?

Numa noite feliz destas, os dois (José Lourenço e Antônio Ewbank) se encontraram no Bar do Bruno, ao lado do Vale dos Bagres, com um grupo de amigos e amigas, entre os quais, Tânia Mara (que é doutora em Administração Ambiental na Claretianas, em Batatais, ela que também promove um movimento por uma economia inovadora) e com Taís Helena Nascimento (ex-pivô do vitorios time de basquete feminino de Franca ao lado de figuras maiores como o treinador Alexandre Borges, Saiuri, Aldo Rosa e a cestinha Cleomara). Uma mesa tão versátil como a população francana, que Antônio e Lourenço pesquisam e conhecem muito bem,  estudam o seu passado com a prespectiva de criar um futuro sustentável, devido a isso são os dois personagens da semana simultaneamente aqui no blog e no portal, nesta reportagem fotografados por Márcio Duarte. O Antônio Carlos tem no seu CV algo impressionante, quando nos anos 60/70 era presidente da AEC Castelinho manteve um Cine Clube com 115 sócios, do qual saíram jovens líderes, dois cineastas, dois fotógrafos e 6 jornalistas que atuariam na grande mídia em São Paulo. Só por este detalhe merece todo destaque, mas tem outros, como destacou na entrevista o autor José Lourenço Alves: "Ele é um último boêmio com um conteúdo cultural fantástico". Poderíamos dizer, "frantástico"...Documentando o diálogo entre Lourenço e Antônio eu me senti como quando estive frente à frente com Tom Jobim e Vinicius de Moraes, dois caras com alegria e com aquela intelectualidade que vem do coração, do amor humanitário, como repórter me senti feliz da vida, me esqueci das violências do dia a dia no país e no mundo. 

Gerações diferentes com um enfoque similar e cult

Fontes: folhaverdenews - franca24horas - Unesp


segunda-feira, 27 de outubro de 2025

CONHEÇA O SENHOR SESC FRANCA

Michel Sad lutou por 50 anos para trazer este avanço para a cidade


 Michel Sad viu seu sonho virar realidade


Cada vez mais pessoas elogiam a estrutura e a variedade de serviços oferecida pelo Sesc Franca aberto à toda população, avançando vários setores essenciais como educação, cultura, arte, lazer, atividades esportivas, academia, meio ambiente, biblioteca, teatro, com um alto nível de qualidade, muita versatilidade sempre com uma intensa programação de eventos, shows de música, oficinas, peças teatrais, cinema, toda uma agitação que atualiza informações e coloca a cidade no mapa das mais importantes e atuais tendências culturais do momento.  Cada vez mais gente está  frequentando as espaçosas instalações de arquitetura contemporânea que desde 2024 ocupam 35,5 mil metros quadrados na Avenida Dr. Ismael Alonso Y Alonso (ao lado do Lanchão, Estádio Municipal), já virando um point em Franca, com uma frequência em média por 2,5 mil pessoas diariamente, hoje é a maior unidade do Sesc em todo o interior do país. Mas poucas pessoas sabem que este avanço se deve muito à luta do cidadão Michel Sad, líder de comerciantes, que desde os anos 70 vinha batalhando para trazer o Sesc para Franca. Assim com todo mérito, e fotos feitas agora por Márcio Duarte, ele é o  personagem desta semana aqui no blog Folha Verde News e simultaneamente no portal Franca 24 Horas. Outras liderança ajudaram esta conquista e serão citadas nos comentários, mas Michel Sad foi vital.  


 Ele foi com a gente visitar agora o Sesc Franca

Na inauguração com Michel Sad ao lado da Luizinha Trajano da Magalu e dirigentes do Sistema S


Michel Sad integra a comunidade árabe francana (os seus ancestrais vieram de Kraibe, aldeia da Síria) ele foi um dos fundadores do Sindicato do Comércio Varejista aqui na cidade e por sua atuação se tornou conselheiro do Sistema S, que inclui entidades como Sesi, Senac, Sebrae e o próprio Sesc, aliás, ele influiu diretamente na vinda para Franca de todas estas entidades. Mais ainda no caso do Sesc, que exigiu persistência, lutas políticas, relacionamento com prefeitos, entidades e com políticos do país e do estado de São Paulo, ele venceu toda uma série de burocracias e exigências protocolares e agora está na verdade consagrado por ter conseguido este avanço para nossa população: "Eu fui convidado aqui na inauguração, me homenagearam e citaram o meu empenho, me sinto feliz e realizado como cidadão". Ele confessa que ultimamente tudo colaborou para seu projeto, exemplifica fatos como da empresa Magazine Luiza ter milhares de funcionários na vida comercial da cidade ajudando o seu sonho se tornar realidade. Michel Sad se lembra também de pontos circunstâncias em que o projeto esteve a pique de não se concretizar. Mas agora, ele celebra: "Os benefícios para a população são muito grandes e em vários setores, isso sim é que mais me alegra". 


Michel Sad feliz com o Sesc Franca


Atualmente, o Sesc fundado em 1946, logo após a Segunda Guerra Mundial e focado mais no setor da saúde, hoje teve uma expansão para praticamente todas as áreas da vida urbana, atuando em mais de 2 mil cidades brasileiras. Porém, com um detalhe, a unidade de Franca é a maior do interior, mantendo a mais ampla programação, por exemplo, há um mês vem sediando um festival de Jazz, por aqui e em todo o Brasil shows de muitos ícones deste estilo musical, como Etran De L'air (Niger), Gabi Motuba (África do Sul), além de músicos brasileiros como João Paulo Amaral ou Diego Figueiredo, por sinal, instrumentista francano que atua muito nos Estados Unidos. Isso em meio a shows com alguns dos maiores compositores nacionais, apresentações de peças teatrais e grupos de vanguarda, como Os Crespos da EAD da USP,  performances, espetáculos como agora em outubro do Balé Que Você Não Vê (direção de Walson Botelho), danças folclóricas da Bahia e a adaptação para teatro do filme Irmãos Karamázov (protagonizado por Caio Blat à frente de um elenco estrelado). Também nesse mês está gerando muito interesse uma série de eventos ligados à alimentação, saúde e cultura, com feiras, aulas práticas e oficinas, com o destaque da apresentação de Os saberes da cultura alimentar quilombola e ecológica, dirigido pela chef Aline Guedes. Um detalhe fundamental, todos os eventos do Sesc Franca de yoga a samba, são abertos à toda a população ou com preços acessíveis e até gratuitos, algo que aumenta a sua importância. E faz mais feliz ainda o seu pioneiro, o cidadão e esportista Michel Sad, a quem homenageamos nesta edição, ele que personifica o Sesc Franca.  


Eventos de valor dia e noite nesse novo point da cidade


Fontes: folha verde news - franca 24 horas - sescfrancasp

segunda-feira, 20 de outubro de 2025

FRANCA AGORA TEM PÃO COM TODA AQUELA TRADIÇÃO DA FRANÇA MAS COM UM ESTILO FRANCANO

O jovem chef Gabriel de Mello fez estágio em Paris e desenvolve agora aqui na cidade pães tradicionais franceses com estilo original


Gabriel de Mello criando o futuro da panificação


A inspiração é a tradição francesa de pães


Com apenas 24 anos e um currículo profissional já extenso, quase tão longo como o seu nome (Gabriel de Mello Campos Alves Cabral), este jovem panificador de Franca depois de estagiar por 5 meses na França (na boulangerie Frappe) voltou ao seu trabalho na Massa Pura aqui na cidade onde já faz sucesso as suas criativas versões  de pães que não existem em praticamente nenhuma padaria brasileira: baquete com toda tradição francesa, de ervas finas, pão típico português, também doce com cacau e chocolate, além de variados croisants e folhados com um detalhe, com um toque bem pessoal de criatividade deste panificador que atua na empresa da família (fica no alto da avenida Presidente Vargas e funciona 24 horas todos os dias). Há 40 anos atrás, os avós de Gabriel montaram a Massa Pura, atualmente gerida pelos seus pais Vicente Alves Cabral Júnior e Lorraine Christine Alves de Mello, agora com esta nova alternativa de cardápio: "Meus pães são made in Franca mas a tecnologia básica é francesa, é de lá para cá, mas eu dei um toque brasileiro, aqui a farinha, o maquinário, o tempero e a temperatura, o meio ambiente são bem diferentes da França, então eu com a experiência adquirida em Paris criei um estilo francano dos mais tradicionais pães franceses, apreciados em todo mundo", conta prá gente, Gabriel de Mello, fotografado no dia a dia do seu trabalho por Márcio Duarte e entrevistado por mim como o personagem da semana nesta parceria do blog Folha Verde News com o portal Franca 24 Horas sobre personagens do movimento ecológico. 


Entrevistamos um novo chef (da França para Franca)


Festival Gastronômico e premiação na Fipan - Para lançar esta nova alternativa de consumo de pães foi realizado na própria panificadora Massa Pura com clima francês um festival de degustação antes do dia mundial do pão que foi nesta última semana. Por sinal, o jovem chef Gabriel de Mello foi também agora recentemente premiado pela Fipan (Feira Internacional de Panificação, Confeitaria e Food Service) sendo eleito o quarto melhor padeiro do Brasil apesar de toda a sua juventude: "Confesso que não foi fácil meu caminho, passei por diferentes faculdades, Mackenzie em São Paulo, depois eu preferi sair e entrar na Facef em Engenharia de Produção, para por fim me encontrar no curso de Gastronomia na Unifran, onde com o apoio da professora Cláudia Haddad e depois de enviar 48 currículos e projetos que nem foram respondidos, finalmente a Frappe de Paris me deu um estágio precioso e prático que é a base do meu avanço aqui na empresa da minha família". Gabriel é uma pessoa simples e sem vaidade, atua na produção de seus pães ao lado dos funcionários, faz questão de citar seu irmão Yan de Mello (que faz Medicina na Facef) como seu estímulo e de agradecer a sua noiva Ana Laura que foi com ele para Paris, encarando um salário baixo num mundo estranho e bem diferente do Brasil, "as pessoas lá são mais fechadas, não foi fácil viver 5 meses longe de casa e do nosso país, a vida cultural parisiense é mais aberta a todo mundo do que é por aqui, isso fez com que Ana e eu aguentássemos a barra para voltar com essa nova perspectiva de trabalho e de futuro aqui para Franca". Gabriel de Mello toma um café que é do tipo arábica na Massa Pura com uma baquete francesa de ervas finas brasileiras que ele inventou para criar um sabor bem Brasil com a técnica francesa de pães. Esta criatividade já o transforma num chef e apesar da pouca idade já começa a invadir o futuro da alimentação que Gabriel vê como essencial para a ecologia humana na atualidade. (Detalhe final: é pão ecológico com fermentação natural). 


No blog e no portal matéria com fotos de Márcio Duarte


A tradição baquete agora num estilo made in Franca

Chef Gabriel estilo e sabor brasileiros na arte francesa de pães 


Fontes: Folha Verde News - Franca 24 Horas - Fipan 

segunda-feira, 13 de outubro de 2025

HOMENAGEM À TERAPEUTA DONA CIDA E LIDERANÇA DO DR WAGNER AVANÇAM UM MOVIMENTO DE FUTURO

Nasce a integração de terapeutas entre Uberlândia e Franca com um apoio do Spaço Alternativo e por iniciativa do Dr. Wagner Deocleciano Ribeiro que pode avançar práticas e terapias nas duas cidades


Dona Cida Barbosa, pioneira do setor


Sob inspiração do trabalho já histórico da terapeuta Maria Aparecida dos Santos Barbosa (Dona Cida), do Núcleo de Terapias Integrativas que funciona nas comunidades em Uberlândia (MG) desde 2011, o médico homeopata francano Dr. Wagner Deocleciano Ribeiro está projetando um avanço neste setor no Triângulo Mineiro e por aqui no Nordeste Paulista: esta foi a meta principal da palestra que ele deu nesta virada da semana para uma plateia qualificada de 13 terapeutas, também com a participação superimportante com a ida até lá da equipe do Spaço Alternativo de Franca. Nós aqui do portal cada vez mais popular Franca 24 Horas e do blog que alcança muitas lideranças do movimento ecológico, Folha Verde News, estamos todos conectados nesta busca de uma evolução mais ampla deste setor de variadas práticas interativas (por exemplo, reiki, fisioterapia, reflexologia, acumpuntura, plantas medicinais do Cerrado) a bem da saúde e cura das pessoas, da ecologia, da sustentabilidade e da criação do futuro nesta macrorregião que já se transformou num point nestes setores e tem potencial de avançar mais ainda. 


Dr. Wagner, da Homea, palestra motivadora


Parte do grupo de terapeutas ligados a este avanço

Pelo Spaço Alternativo Eduardo Tão e Joana Ribeiro avançaram o alcance qualificativo deste encontro em Minas  


 Este terapeuta documentou o evento histórico em Uberlândia

João Vitor neto de Dona Cida divulgou o evento no Instagran ao vivo no momento em que acontecia em Uberlândia


Há um potencial de avançar mais agora - Dona Cida, líder mineira do setor, vem atuando desde 1989 com fitoterapia e com os saberes populares, ela, como técnica de enfermagem nesse meio tempo se destacou muito também na rede pública de saúde. Agora, o grupo de terapeutas de várias práticas interativas que nestes dias se reuniu em Uberlândia "teve a oportunidade também de trocar informações sobre estas variadas práticas terapêuticas de vanguarda na cultura da vida, como as sessões de constelação pessoal e empresarial que foram aqui proporcionadas pela equipe de Franca do Spaço Alternativo, tudo foi muito bom também como confraternização de profissionais da mesma área de atuação", comentou Célia Mendes Oliveira Silva ao passo que o acupunturista SidClay Menezes documentou tudo o que rolou.  Já temas bem amplos como ecologia profunda e cura da crise planetária, conexão de IA com inteligência da natureza, processos avançados de cura, estiveram no conteúdo da palestra do Dr. Wagner, também um pioneiro como ambientalista e médico homeopático (que na França ganhou o prêmio Alberto Seabra e que atua também em Uberlândia) por seu lado procurou ressaltar a importância deste projeto de integração de terapeutas de ponta do Triângulo Mineiro e do Nordeste Paulista. Vale agradecer a recepção e a sintonia do farmacêutico e terapeuta Cristiano Barbosa a esta proposta de integração e chance maior de avanço deste setor que cresce lado a lado com as alternativas de solução para problemas do momento que são mais sustentáveis e criadoras de um futuro mais ecológico em termos de saúde e qualidade de vida. Mais detalhes aqui na seção de comentários, confira depois mais tarde que vale a informação. 


 Momentos de emoção e de ciência em avanço


Fontes: Folha Verde News - Franca 24 Horas - Spaço Alternativo

Translation

translation