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quinta-feira, 4 de junho de 2026

NO DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE FRANCA DEBATE NATUREZA E FUTURO SUSTENTAVEL

No dia a dia da cidade pessoas de vários setores falam sobre o desafio ecológico hoje em dia


Nossa macrorregião Cerrado já está perdendo 50% de suas águas (temos que recuperar a ecologia)

Em vários locais ouvimos homens e mulheres  de variadas idades, profissões e diferentes visões da realidade responderam se no Brasil conseguiremos preservar a natureza e criar um futuro mais sustentável e feliz para todo mundo. Nessa rodada, junto com o fotógrafo Márcio Duarte, contatamos 70 pessoas ao vivo em um período de 4 horas se manifestando neste tema, elas e mais outras 30 via online mostraram que a opinião pública está dividida, enquanto muitos deles se mostram pessimistas, outros praticamente na mesma quantidade têm otimismo sobre a recuperação do equilíbrio ecológico da natureza e também com a criação nos próximos anos de uma realidade mais avançada capaz de um equilíbrio entre a ecologia e outros interesses. A polarização está  50% otimistas e 50% pessimistas. A seguir um resumo das opiniões, algumas das fotos e nas legendas uma síntese da opinião que a gente captou em Franca (SP), esta enquete serve para que governos e prefeituras atualizem as políticas públicas no setor socioambiental e que cada um de nós nos posicionemos para superar a ameaça de caos devido às mudanças do clima, do meio ambiente, somadas a tudo que acontece nesta era digital e tempo de problemas e de violências também contra a natureza e a própria vida. Não fotografamos todos os entrevistados, por exemplo, o engenheiro ambiental Francisco Sette, ex-Cetesb e que hoje fica a maior parte do tempo na Itália, comentou que "tudo vai depender das pessoas que comandam, a população tem então que pressionar por avanços, veja que recentemente a Câmara Federal aprovou projeto de lei que reduz a proteção da natureza, abrindo as portas para a destruição". Bióloga e ecologista ligada à não violência, Tatiana Mahalem, diz nesse tema: "Acredito que esta geração conseguirá preservar a natureza e construir um futuro mais sustentável apenas se desenvolver uma consciência mais profunda sobre sua importância. Enquanto estivermos focados somente no consumo, no material e no superficial, esse desafio será muito difícil de superar. Mas à medida que nos reconectarmos com a natureza e assim entendermos que dela dependem nossa saúde física, mental e o nosso bem estar, aí faremos escolhas mais responsáveis. O futuro sustentável começa com uma mudança de consciência", nos escreveu Tatiana. 

 "As novíssimas gerações vão conseguir mudar e avançar a realidade da vida, atualmente, muita gente está confusa", opina Elisa Melo, farmacêutica
 

Taimison Welington, vigilante "A criançada sim mas a maioria das pessoas hoje não faz nada pela natureza, parece o fim"

Inaldo Júnior, professor e esportista, diz que tudo depende da Educação e Alcides Coral, empresário fala que "o futuro depende de cada um e de todos"

Fernando Rossato, comerciante: "A novíssima geração vai mudar a realidade atual"
 
A vegetariana Eliane Lobato Modro Veloso fala que "Deus nos criou para protegermos a vida, a natureza e as novas gerações têm mais informações para criar o futuro"

Estes ecologistas de Franca e de Patrocinio Paulista confiam que a realidade avançará  

Marquinhos Bento, futebolista: "Mesmo eu sendo sempre otimista, duvido que vamos conseguir mudar a realidade, vale a luta" 

Gilson de Souza, Dr. Wagner Deocleciano Ribeiro, Rodrigo José Alves Leme em resumo falaram que as políticas públicas precisam avançar para a realidade mudar

 "Os problemas são enormes no meio ambiente mas as pessoas de boa vontade e visão venceremos os desafios", diz Jovassi Corrêa Dias, locutor esportivo

Suelen Moura, empresária destaca que "hoje todos têm mais informações e isso faz aumentar a consciência ecológica"


Outras opiniões - Além destas pessoas que foram fotografadas nas dezenas de contatos e conversas que tivemos sobre o tema desta matéria, outras mais tiveram opiniões ou positivas ou negativas como Renato Lima e Daniel Amaral, montadores de móveis (de São Paulo e de passagem por Franca) que são pessimistas, acreditam até mesmo que "estamos perto do fim de tudo". O executivo que ajudou a fundar a Acif, Walter Horácio tenta acreditar: "A esperança é a última que morre em meio à toda essa tristeza atual". "Acho que estamos no fim", na opinião de Vinicius Oda,produtor artístico. Richard Cubas, ligado à Apae, "Menos celular e mais vivência na natureza pode ajudar uma transformação". E assim mais ou menos dentro deste conteúdo se manifestaram também Edilson de Lima, gerente de loja, Sabrina da Silva, operadora de caixa, Alexandre de Oliveira, empresário da noite e comerciante, Rodolfo Leite Filho e seu pai Raul, também o advogado Renato Mourosoli disse que "apesar de tudo estou achando que vai dar OK, a nova geração faz academia, se preocupa demais com saúde e isso vai levar a vida a uma situação melhor". Enquanto por exemplo Francisco Manoel Oliveira, que gerenciou a Viação Cometa por 20 anos na cidade acredita que "vale a pena tentar este avanço", José Vander Pedigoni, executivo crê que nem a atual nem a nova geração conseguirão mudar a situação, o vendedor e fotógrafo desta reportagem está a meio termo entre os otimistas e os pessimistas, "eu só não acredito na atual geração que não está nem aí para a natureza, é urgente mais informação e cabeça para virar esse jogo". Cá entre nós, na realidade estamos em meio a um jogo de vida ou morte. (Antônio de Pádua Padinha)


Fontes: Folha Verde News - Franca 24 Horas

 

5 comentários:

  1. "Matéria importante pro meio ambiente, ainda mais que numa cidade do interior, onde acho que a população sente mais o que acontece agora com a natureza tão agredida": comentário de Stephani Dias, que faz vídeos ambientais em São Paulo e nos mandou esta mensagem por e-mail.

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  2. Você pode postar direto aqui nesta seção o seu comentário ou se preferir ou precisar, envie a sua mensagem para o e-mail da gente padinhafranca603@gmail.com

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  3. DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE 05/06/2026
    Wagner Deocleciano Ribeiro

    Neste dia tão importante para toda a Humanidade devemos olhar com nosso coração para todos nossos irmãos que hoje chegam na nossa cidade de Franca, não só empreendedores, empresários, imigrantes cubanos, venezuelanos, paulistanos e tantos que outros mas nossos irmãos habitantes da floresta antes mesmo da Franca 201 anos, mas quero lembrar também: do Tamanduá Bandeira outro dia ao lado do Shopping Franca, da onça parda perto de Jeriquara, da onça pintada em Restinga, os quatis que moram no bairro Amazonas ao lado da Rodovia Franca São Joaquim da Barra que também onde há 3 anos atrás localizamos um jovem lobo guará lindo, mas morto e atropelado pela máquina mortífera do automóvel!
    Urge repensarmos nosso desenvolvimento da saúde ambiental da cidade como um todo sem tirar e nem por, mas incluir, desenvolver a integridade territorial a todos seres vivos pois também somos responsáveis pelas plantas e animais em todo nosso entorno e também na integração salutar da nossa vida a todo bioma que nos traz saúde biosocio cultural e porque não nossa saúde mental e espiritual! Sejam todos bem vindos a Franca Cidade Alegria, instalada nas 3 colinas do capim mimoso, onde vivemos um ato de amor em plenitude irradiante a todo nosso Brasil coração do Mundo e pulsão da Nova Era!!!

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  4. Obs: Homenagem em tempo neste dia a todos ecologistas da Sociedade Ecológica do Nordeste Paulista que tanto batalharam pelo Parque Ecológico do Vale do Bom Jesus, nas pessoas do Sr José Moreno, Pedregulho, Padinha, Fanan, Luizinho da EKIP NATURAMA, Célio Berteli, Dra Olga ( in memória) todos de Franca, mais recentemente Elaise, Movimento Verdejar Franca, Mulheres do Brasil com Luizinha, Projeto Parque Ecológico da Rua do Sol, Welson e Podo, e todos que fazem de Franca nosso Projeto Cinturão Verde de Franca e produzem alimentos orgânicos para nossa saúde e segurança alimentar como Sítio Santa Terra, Associação de Produtores de Alimentos Orgânicos ( Coorgânica) e toda criança que desperta planta uma árvore e cuida!!!

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  5. A não violência é um atalho para a criação coletiva do futuro Brasil sustentável, opinião do nosso editor Antônio de Pádua Padinha que conclama você também a entrar nessa luta.

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