Iniciativa lançou nesta semana plataforma PrevisIA que informa as áreas com maior risco de desmatamento na Floresta Amazônica
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| Vale a pena conferir o visual e o conteúdo da PrevisIA |
Através do uso de inteligência artificial esta plataforma fornecerá dados, abertos ao público e assim pesquisadores ou ecologistas e quaisquer pessoas poderão saber quais as áreas mais ameaçadas pelo desmatamento, comenta a jornalista Duda Menegassi, do site OECO, ela que é também autora do livro Travessias. A gente recebeu aqui no blog Folha Verde News esta informação sobre o feiz lançamento nestes dias a plataforma PrevisIA, que usa a inteligência artificial para prever quais são as áreas sob maior risco de desmatamento na Amazônia. Em 2021, por exemplo, a plataforma aponta que 9.635 km² de floresta estão ameaçados, sendo quase um terço dela sob risco alto ou muito alto. A iniciativa é um esforço conjunto entre o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) e a Microsoft, com financiamento do Fundo Vale, e tem como objetivo assessorar órgãos públicos no planejamento e execução de ações preventivas de combate e controle do desmatamento. Qualquer um, entretanto, poderá acessar a plataforma, que é aberta ao público e apresenta os dados em português e inglês. Importante demais para a transparência dos dados sobre o desmatamento, para eles não serem manipulados por algumas autoridades ambientais e governamentais, como tem acontecido.
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| A natureza merece todo investimento e a tecnologia top é uma esperança de que será possível recuperar a ecologia amazônica |
Para analisar e prever as áreas mais ameaçadas pela
sombra do desmatamento, a PrevisIA avalia diversas variáveis como estradas
legais e ilegais, topografia, cobertura do solo, infraestrutura urbana e dados
socioeconômicos. Para realizar essa análise, a ferramenta conta um algoritmo de
IA e com um modelo de risco desenvolvidos pelo Imazon e com recursos avançados
de nuvem de computadores do Microsoft Azure.
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| A fusão das duas forças (cultura e natureza) pode ser uma revolução capaz de mudar e de avançar também o meio ambiente |
A plataforma também fornece o ranking entre os estados – atualmente liderado pelo Pará – e municípios com maior risco de terem suas florestas destruídas, e indica a área total e o número de municípios, unidades de conservação, terras indígenas, territórios quilombolas e assentamentos rurais na mira do desmatamento na Amazônia. Entre os dados informados pela PrevisIA, por exemplo, estão que 48 Terras Indígenas e 18 unidades de conservação possuem áreas sob risco “alto ou muito alto” de desmatamento. A plataforma PrevisIA mostra, em cores no mapa, as áreas que concentram os maiores riscos de desmatamento na Amazônia Legal. Imagem: Reprodução “O grande avanço desse projeto foi democratizar o acesso a recursos avançados de Tecnologia da Informação para facilitar o engajamento de diversos usuários na prevenção e no controle do desmatamento da Amazônia”, afirma Carlos Souza Jr, pesquisador associado do Imazon, que apresentou o lançamento da plataforma nesta quarta, ao lado do vice-presidente corporativo da Microsoft, Rodrigo Kede, da presidente da Microsoft Brasil, Tânia Cosentino, e do diretor de Investimento e Desenvolvimento Social da Vale, Hugo Barreto, ex-presidente da Fundação Roberto Marinho.
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| Esta imagem sintetiza a parceria entre a IA e a natureza |
(Depois mais informações na seção de comentários deste blog sobre Inteligência Artificial e luta pela natureza, nesta edição do Folha Verde News vamos editar dois vídeos, um deles com Danilo Amoroso resumindo a importância da IA se voltar para o monitoramento da floresta na Amazônia, um outro, do Centro Universitário FEI sobre a revolução que é hoje em dia a tecnologia da Inteligência Artificial)
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| Urgente avançar toda a chance de se recuperar a ecologia amazônica a bem do clima, da saúde da população e da vida |
Fontes: OECO - Plataforma PrevisIA - BBC - FEI - folhaverdenews.blogspot.com





Você também pode acessar a plataforma PrevisIA.
ResponderExcluir“Na Microsoft, acreditamos que a Inteligência Artificial pode auxiliar a resolver desafios do planeta e da sociedade. A preservação do meio ambiente, sem dúvida, é um desses desafios. Como parte do nosso compromisso com a biodiversidade, assumimos a responsabilidade pela nossa pegada na Terra e, há alguns anos, lançamos o programa AI for Good, onde disponibilizamos US$165 milhões, durante o período de cinco anos, para fornecer financiamento, tecnologia e especialização para indivíduos e ONGs. As iniciativas desse projeto são divididas em cinco pilares, um deles é o AI for Earth, que, entre as ações apoiadas no Brasil, consta a parceria com o Fundo Vale e o Imazon": comentário do vice presidente da Microsoft Brasil, Rodrigo Kede.
ResponderExcluirDepois mais tarde, amanhã, mais dados e mensagens, venha conferir aqui nesta seção do blog da gente.
ResponderExcluirVocê também pode postar direto aqui a sua opinião, se puder nos envie o seu conteúdo (texto, foto, vídeo, pesquisa, notícia, arte, charge, comentário etc), envie pro e-mail do editor deste blog padinhafranca603@gmail.com
ResponderExcluir"Só mesmo parcerias e esforços extraordinários podem recuperar a ecologia do meio ambiente, também na Amazônia, a gente fica feliz com este avanço": comentário de Jorge Nunes, biólogo, ecologista, de Ilheus, Bahia, a primeira mensagem que recebemos por e-mail assim que postamos esta matéria, mande sua opinião que divulgaremos aqui.
ResponderExcluir"Vejo que esse blog está sempre um passo à frente nas suas pautas, seus conteúdos, seus toques, um abraço aí": comentário de José Araújo, de Santos (SP), que se identifica como ativista do movimento ecológico. (Agradecemos a sintonia e a seguir a gente divulga o seu comentário, abraço e paz).
ResponderExcluir"A inteligência artificial (IA) pode contribuir para a gestão de impactos ambientais e estimular o crescimento econômico de diversas formas. Os exemplos de sua aplicação incluem redes de energia limpa, agricultura de precisão, cadeias de fornecimento sustentáveis, monitoramento e fiscalização ambiental, como no caso este programa da PrevisIA": comentário de José Araújo dos Santos (SO), ecologista.
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