Há como evitar o caos do clima e o meio ambiente? Com essa pauta a ONU através de centenas de cientistas de vários países que formam o IPCC objetiva limitar as mudanças climáticas antes que o processo da perda total da ecologia seja irreversível: confira nesta edição do blog o vídeo da BBC News especial para esclarecer esta luta vital para restaurar o equilíbrio ambiental, a economia, a vida e a saúde da população
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| Diferentes causas, mesmos efeitos |
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| Não podemos ter que escolher entre enchentes ou... |
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| ...ou as secas que já assolam meio Brasil |
Alerta Vermelho é o vídeo selecionado para esta edição aqui, agora, um dos cientistas entrevistados por Mae Graft destaca os efeitos dos combustíveis fósseis na saúde ambiental e humana, Ed Hawkins diz também que a emergência planetária agora é reduzir efeitos mundiais e locais das mudanças climáticas e do aquecimento global de gases estufa até 2030, cortando pela metade estas emissões de CO2 até no máximo 2040 para evitar as tragédias ambientais que já começaram, aumento de incêndios florestais no hemisfério norte, de secas aqui no Brasil, até na Amazônia (de onde vêm as chuvas), também aumento de mais de 2 metros do nível do mar submergindo praias e cidades costeiras, como as regiões litorâneas brasileiras nos próximos anos e décadas. A luta para recuperar a ecologia precisa começar agora.
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| Até no Xingu do Mato Grosso chegarão eventos extremos e perda da ecologia da natureza a não que se tomem medidas desde já |
Há 5 pontos no novo relatório do IPCC sobre os efeitos alarmantes das alterações do clima e do meio ambiente, já ocorrendo agora e este é o conteúdo do vídeo especial da BBC que vamos postar aqui no blog Folha Verde News nesta edição. Confira aqui, neste vídeo a repórter Laís Alegretti especifica os principais pontos do relatório de 2021 agora do IPCC (Painel Intergovernamental sobre as Mudanças Climáticas). Advertem que algumas delas são irreversíveis, mas caso os países pratiquem este plano mundial de recuperação da ecologia há ainda chances de recuperação do equilíbrio ambiental ao logo das próximas décadas. O relatório resume conclusões de estudos feitos por centenas de cientistas que analisam as milhares de evidências factuais coletadas ao redor do planeta, último alerta contra o aumento das ondas de calor, secas, alagamentos e outros eventos extremos já previstos para os próximos 10 anos e que irão desestruturar totalmente a vida então criando o caos planetário (e até ameaça de extinção da humanidade e da estabilidade mínima da Terra).
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Mais difícil que fazer chover é tocar o coração dos homens secos
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| Urgente mudar e avançar outro modo de viver na Terra |
(Confira na seção de comentários deste blog da gente mais dados sobre este relatório dos cientistas do IPCC e a agenda da COP26, que é como se chama oficialmente este encontro mundial da ONU que em novembro acontecerá na Escócia)
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| Neve na divisa SP/Minas pode voltar |
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| Não adianta haver barcos e homens sem água |
Fontes: BBC - folhaverdenews.blogspot.com
"COP é a sigla para Conferência das Partes - um encontro anual que reúne umas 197 nações para discutir as mudanças climáticas e como os países pretendem combatê-la. A COP é parte da Convenção Quadro da ONU sobre Mudanças Climáticas - um acordo internacional assinado por praticamente todos os países e territórios no mundo com o objetivo de reduzir o impacto da atividade humana no clima": comentário extraído da matéria especial da BBC sobre o encontro mundial da ONU na Escócia em novembro.
ResponderExcluir"A COP26 será o vigésimo sexto encontro desde que o Tratado do Clima entrou em vigor, em março de 1994. Em Glasgow, líderes globais avaliarão os resultados do Acordo de Paris de 2015, que foi um marco nas negociações internacionais sobre o clima. Esse acordo foi o passo mais objetivo já obtido pelos países na tentativa de limitar as mudanças climáticas": comentário também da BBC.
ResponderExcluir"As nações concordaram em tentar manter o aumento da temperatura média do globo "bem abaixo" de 2 °C e tentar limitá-la a 1,5 °C em relação aos padrões pré-industriais.
ResponderExcluirMas até agora, a temperatura já subiu 1,2 °C. Como em qualquer plano, para que ele dê certo, os pontos acordados precisam ser cumpridos - e é aí que as COPs entram. Essas conferências servem para que os países discutam as estratégias e cobrem uns aos outros. Na COP21, em Paris, foram definidas algumas metas para impedir uma mudança climática catastrófica. Todos os signatários concordaram em:
- Reduzir a emissão de gases causadores do efeito estufa;
- Ampliar a produção de energia renovável;
- Destinar bilhões de dólares para ajudar países pobres a lidar com o impacto da mudança climática.
Também foi acordado que de cinco em cinco anos haveria uma análise do progresso atingido. A primeira análise deveria ocorrer na COP26 em 2020, mas, por causa da pandemia, ela teve de ser adiada para 2021" (BBC).
"Por um lado, a pandemia prejudicou os trabalhos ao atrasar a conferência em Glasgow. Por outro, ela nos deu uma oportunidade sem precedentes para repensar a recuperação econômica global pós-pandemia. As pessoas precisam viajar tanto de avião? O trabalho remoto pode ajudar a reduzir as emissões do dia a dia? Devemos apostar na desurbanização? E assim por diante. O presidente americano Joe Biden, que fez com que os EUA voltassem ao Acordo de Paris, tem dado prioridade a políticas benéficas ao clima nos planos de recuperação econômica de seu país. Espera-se que outros líderes que participarão da COP26 assumam novas metas de longo prazo para combater as mudanças climáticas - e que essas metas sejam ambiciosas, corajosas. E cumpridas": comentário também da BBC News.
ResponderExcluir"Há muitas questões da cúpula anterior (a COP25 em Madri) que não foram resolvidas. Por exemplo: as nações mais pobres estão sendo as primeiras a sentir os impactos mais duros das mudanças climáticas. O aumento do nível do mar está submergindo pequenas nações insulares, enquanto secas e ondas de calor estão provocando quebras de safras. Antes da COP26, mais de 100 países em desenvolvimento apresentaram as seguintes demandas:
ResponderExcluir- Financiamento (por parte de países ricos) para combater e se adaptar às mudanças climáticas;
- Compensação (também por parte de países ricos) para os efeitos que as mudanças provocarão;
- Dinheiro também para ajudá-los a tornar suas economias mais verdes": comentário BBC.
"Agora, imagine que você é um país rico. Coletivamente, eles prometeram dar US$ 100 bilhões ao ano a partir de 2020 para atender essas demandas. Mas estamos em 2021 e até agora eles só juntaram US$ 79 bilhões. Além disso, a grande maioria desses recursos são empréstimos que precisam ser pagos de volta, e não repasses a fundo perdido. Esse assunto, assim como o financiamento climático, será um dos principais temas de debate em Glasgow. Outro ponto central é qual a melhor forma de gerir sistemas de mercado de carbono e de créditos de carbono. Esses são mecanismos que permitiriam a poluentes pagar por suas emissões e a empreendimentos sustentáveis receber por "créditos de carbono" (BBC News).
ResponderExcluirMais um comentário que extraímos da matéria da BBC:
ResponderExcluir"E quem decide quanto um país deveria pagar pelas emissões geradas pela destruição de uma floresta, por exemplo?
Mesmo que na conferência em Glasgow sejam encontradas soluções para esses impasses, será necessário estabelecer um cronograma para todas as metas de descarbonização que foram estabelecidas. E isso não será simples. Por isso, a COP26 terá vários pepinos a descascar antes de discutir pontos novos. A prioridade será fazer com que os países se comprometam a zerar as emissões de carbono até a metade deste século, com cortes mais agressivos a partir de 2030. Também serão discutidas as chamadas soluções baseadas na natureza. O que significa usar a natureza para resolver alguns dos desafios climáticos - como a absorção de carbono ou o plantio de arbustos e árvores como proteção contra eventos climáticos extremos como enchentes ou tempestades de areia. Também devem ser abordadas iniciativas específicas, como a eliminação do uso de carvão e a proteção a ecossistemas".
"O Brasil não sai ileso das consequências apontadas no relatório. O texto prevê aumento de temperaturas na América do Sul em taxas maiores que a média global, mais chuvas no sul e sudeste do Brasil, mais seca no Nordeste e aumento de seca agrícola e ecológica": comentário que resume conclusão de matéria da BBC sobre efeitos das mudanças climáticas no Brasil, pela avaliação do relatório dos cientistas do IPCC da ONU.
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