Esta é em resumo a mensagem
de Greta Thunberg que após um tempo de silêncio e de reflexão na quarentena da
pandemia se manifestou com um texto na Rádio Suécia: a BBC enfoca o programa em
matéria de Justin Rowlatt que a gente do blog da ecologia resumindo as informações, considera de muito valor para
os jovens e todos ou todas nós nesses momentos também por aqui no Brasil aqui,
agora e a gente posta também além duma canção ecológica vídeo do The Sunday Times que tenta acabar com Greta mas não consegue tapar o sol da ambientalista com a peneira de outros interesses
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A jovem ecologista Greta volta à cena e assim como...
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...o velho Papa Francisco é atacada e causa polêmicas mas levanta a voz para mudar o modo de viver atual
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Mudança climática é tão
urgente quanto o Coronavírus agora, escreveu Greta Thunberg no seu texto para a Rádio Sueca, ouvido ao vivo por Justin Rowlatt, repórter especializado em em meio ambiente que fez na BBC uma reportagem sobre esta quebra do silêncio, depois da quarentena da pandemia em que ela ficou mais lendo e refletindo sobre a realidade do ser humano e do planeta. Em suma, Greta alerta que o mundo (em especial as autoridades governamentais) precisam aprender com as lições do Coronavírus, passando a tratar desde já as mudanças climáticas como toda emergência: "O mundo deveria
agir com toda a energia necessária", afirma a ativista climática sueca de
17 anos, um pouco mais madura mas ainda extremamente jovem, que lidera toda uma novíssima geração de ecologistas, que inclui crianças e adolescentes de vários países: ela admite que "nenhum "plano
de recuperação verde resolverá a crise sozinho, é preciso somar mais forças e mais cabeças, o mundo está passando agora por
um "ponto de inflexão social sobre o clima e questões como o Black
Lives Matter, as pessoas estão começando a
perceber que não podemos continuar desviando o olhar de tudo isso que precisamos mudar e avançar, não podemos continuar varrendo injustiças para debaixo do
tapete e nem adiar para segunda feira o movimento para mudar e equilibrar nossa forma atual de viver. O lockdown me deu tempo
para relaxar e refletir longe do olhar do público e aprimorar minha visão da luta". A mídia de toda Europa está compartilhando o seu texto bastante pessoal que ela fez para ler no rádio em Estocolmo.
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A voz da ecologia mobiliza milhões de...
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...jovens aqui e em todo o planeta agora...
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...em busca do novo equilíbrio do clima e da vida
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(Confira depois
mais tarde na seção de comentários deste blog mais informações extraídas da
emissão da Rádio Sueca e da matéria da BBC sobre Greta Thunberg sobre a luta
pelo clima e pela ecologia pós-Coronavírus: hoje aqui no Folha Verde News dois vídeos
contrastantes: um com canção de Yamandu Costa, Paulo Cesar Pinheiro e Mônica
Salmazo - algo lindo de se ver e ouvir - e um outro que precisamos contestar,
críticas (a maior parte delas injustas, sensacionalistas mas que não vão
destruir quem atacam), The Sunday Times versus Greta Thunberg, o jornal de Londres ataca
também para se promover já que chegando aos 17 anos ela é uma ecologista amada em todo o
planeta, sendo o tema hoje o seu texto à Rádio Sueca e BBC (usar as lições do Coronavírus
para evitar um caos do clima)
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Greta Thunberg é mais uma prova de que...
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...no momento de tantos problemas as mulheres começam a assumir a liderança das soluções...
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...que passam pela solidariedade e justiça social...
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...e que podem levar o homem de volta à natureza
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Meio ambiente e futuro e meio - Dentro do contexto desta postagem de hoje aqui neste blog vamos anexar também alguns trechos de um texto do site Scielo, escritos por Werner Eugênio Zulauf, engenheiro e sanitarista, especializado em gestão pública, infelizmente morto há 30 anos, deixou de herança para nós a defesa de técnicas, mediante planos, programas e projetos para desviar o caminho da humanidade da rota de colisão com o entulho gerado pela irresponsabilidade coletiva de raízes históricas e culturais da humanidade. A angústia dos estudiosos desses problemas relaciona-se à lentidão das decisões político-administrativas destinadas a estimular as práticas de mecanismos de reversão da síndrome do colapso ambiental. A velocidade de reação e as decisões desencadeadoras dos processos corretivos e preventivos não acompanham o galope da depredação da base de sustentação da vida provocada por comportamentos coletivos e por países inconseqüentes.
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Werner Zulauf foi um pioneiro no Brasil...
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...que ficaria feliz com a forma de pensar e de ir à luta de Greta Thunberg...
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...que hoje inspira uma multidão de crianças, adolescentes e jovens para uma nova realidade no mundo
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Existem condições tecnológicas e uma razoável consciência coletiva da necessidade de aplicação dessas técnicas, mediante planos, programas e projetos para desviar o caminho da humanidade da rota de colisão com o entulho gerado pela irresponsabilidade coletiva de raízes históricas e culturais dessa mesma humanidade. A angústia dos estudiosos desses problemas relaciona-se à lentidão das decisões político-administrativas destinadas a estimular as práticas de mecanismos de reversão da síndrome do colapso ambiental. A velocidade de reação e as decisões desencadeadoras dos processos corretivos e preventivos não acompanham o galope da depredação da base de sustentação da vida provocada por comportamentos coletivos inconseqüentes. A Agenda 21 da ONU é uma das poucas pautas do futuro, é ousada pela abrangência e pelo horizonte de um século. Nunca se planejou para um período tão longo. A mídia tem um papel fundamental neste momento. Quanto mais for possível acelerar o processo de transformação comportamental com relação ao meio ambiente, menor será o lamento, quando vierem a ocorrer as catástrofes engatilhadas, por não terem sido evitadas a tempo. Se a vontade social é formadora da quase inexistente vontade política ambiental, há que se investir com criatividade no processo de tomada de consciência, mediante forte dramatização, atraindo a atenção da mídia, menos para reafirmar o que já foi exaustivamente denunciado, mas fazendo perguntas e mais perguntas ou buscando novas alternativas de solução. Como será a componente social das políticas públicas daqui a três décadas? É lícito especular e concluir que a degradação ambiental só não é maior porque mais da metade da população do mundo vive à margem da sociedade de consumo? Haverá determinação de, mesmo sob a justificativa da necessidade de ampliar o número de consumidores, se promover fortemente a ampliação da população com acesso a bens de consumo? Isto será elevar a qualidade de vida? Qual o tamanho do impacto ambiental decorrente da ampliação de cada fração de 10% de novos consumidores em nível mundial? Os recursos naturais são ou não inesgotáveis? Até a metade do século XXI os oceanos terão subido um metro, inundando milhares de cidades portuárias e turísticas, além de férteis deltas de rios em todo o mundo, por causa do efeito estufa?
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Uma economia ajustada à ecologia da natureza e da vida...
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...pelo que se faz e se vê aqui agora...
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...ainda está longe mas as criança já sintonizam a sua vinda, a vida futura
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Fontes: BBC - Rádio Sueca - Scielo
folhaverdenews.blogspot.com
Volte aqui a esta seção de comentários, mais tarde vamos postar outras informações e mensagens sobre estes temas da nossa edição de hoje, OK?
ResponderExcluirVocê pode postar aqui direto a sua opinião, se preferir, envie o seu conteúdo (comentário, foto, vídeo, arte, charge, notícia, pesquisa, crítica, sugestão) pro e-mail do editor desde blog que por aqui mais tarde vamos divulgar o material, mande então já para padinhafranca603@gmail.com
ResponderExcluir"Fico feliz de ver tanto debate, tanta informação que pixam pelo positivo que podemos ter diante dos problemas, vejo que estamos, no caso do Brasil, no fundo do poço, ambiental e em vários setores, e entãoi está na hora de mudar e de avançar": comentário de Antônio de Pádua Silva Padinha, ecologista e editor deste blog, convidando você a participar também desta postagem.
ResponderExcluirEngenheiro e sanitarista, Werner Eugênio Zulauf, da USP, nos deixou ao nosso movimento como uma herança cultural um texto profundo, postado no site Scielo: para resumir o seu conteúdo a seguir apenas algumas perguntas que ele levanta, para que a nossa geração encontra a melhor resposta.
ResponderExcluir"Como será a componente social das políticas públicas daqui a três décadas? É lícito especular e concluir que a degradação ambiental só não é maior porque mais da metade da população do mundo vive à margem da sociedade de consumo? Haverá determinação de, mesmo sob a justificativa da necessidade de ampliar o número de consumidores, promover-se fortemente a ampliação da população com acesso a bens de consumo? Isto será elevar a qualidade de vida? Qual o tamanho do impacto ambiental decorrente da ampliação de cada fração de 10% de novos consumidores em nível mundial? Os recursos naturais são ou não inesgotáveis? Até a metade do século XXI os oceanos terão subido um metro, inundando milhares de cidades portuárias e turísticas, além de férteis deltas de rios em todo o mundo, por causa do "efeito estufa"? Em que medida a reciclagem economizará recursos naturais não renováveis para as gerações futuras? O automóvel manterá seu fascínio e sua hegemonia como meio de transporte e símbolo de status ? Continuará impondo investimentos maciços em vias de transporte em detrimento de outras demandas da sociedade?": são algumas das perguntas ou questionamentos muito atuais que Werner Zulauf, especializado em gestão pública, nos deixou em busca de respostas, quando ele morrer ao final dos anos 80.
ResponderExcluir"Vale resgatar os escritos, estudos e argumentos do mestre Zulauf que o Brasil praticamente desconhece, acredito que seus textos possam ser encontrados na USP em São Paulo": comentário de Walter Ribeiro, engenheiro ambiental, que atua atualmente em Santa Catarina.
ResponderExcluirFolha Verde, o nosso ilustre Ambientalista Eng.Zulauf, infelizmente nós deixou em 03 de abril 2003, exatos 17 anos ... faça a correção, essa piralha tinha acabado de nascer, se for verdadeiro a data de nascimento da idiota greta
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