Por que o Canal do Panamá está ficando sem água? A resposta para está pergunta da BBC é a mesma que explica a situação do Rio Paraná ou a desertificação em algumas regiões do interior do Brasil
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| A realidade constada pela BBC e CNN... |
Vale um mesmo questionamento em relação a tantas espécies maravilhosas da fauna e da flora do país, da América do Sul e do planeta, sofrendo um processo de destruição da sua ecologia (algo que está por trás também de doenças de agora como a Covid-19 com a pandemia do Coronavírus. É toda um colapso de natureza.
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| A vida da natureza acabando na América, sempre esperança de futuro no planeta?... |
do comércio mundial trafegam pelo canal do Panamá
Canal do Panamá, uma ponte entre dois oceanos, Atlântico e Pacífico, uma
brecha de água que divide a América em duas superfícies, um cinturão de concreto no ponto
mais estreito do continente americano. Por mais de um século, o Panamá tem sido visto como uma das maiores obras de engenharia latinoamericana do século 20, tem
sido a rota mais curta entre os dois maiores oceanos do mundo, um marco da sobrevida do mar entre nós. Está secando.
Por este canal, ainda importante para a engenharia e a economia no século 21, passam quase 6% do comércio
mundial: a cada ano, mais de 12 mil embarcações cruzam de um lado ao outro suas
mercadorias e passageiros envolvendo mais de 140 rotas e 160 países. Mas a via artificial aberta entre o Pacífico e o Atlântico em 1914 sofre (desde o ano passado) uma de suas
piores crises não exatamente naturais, mas ambientais. E não tem ver a ver com os esforços para manter seu
funcionamento em tempos de Coronavírus: está falando água no planeta água.
Segundo comunicado em janeiro da
Autoridade do Canal, órgão público que o administra, uma queda de 20% das
chuvas em 2019 colocou em xeque o complicado mecanismo de eclusas que move
navios de um oceano para o outro. Foi o quinto ano mais seco em sete décadas. Daí os pesquisadores têm o gancho para análise que as agressões tipo desmatamento crescente, garimpo poluente, overdose de pecuária e de agricultura industrial - que estão cada vez mais desequilibrando o norte do país e de toda a América do Sul - osso tem feito escassear a água, alterar o clima, reduzir o ciclo das chuvas, desequilibrar o meio ambiente e, também no caso, secar o Canal do Panamá.
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| ...e semiárido do Brasil alerta sobre a desertificação que cresce em várias regiões do país, da América e do planeta... |
(Confira depois mais dados e informações da seção de comentários deste blog, em que vamos postar 3 vídeos para ilustrar, um da CNN constatando que o Canal do Panamá está secando, outro do Domingo Espetacular da Record sobre o que é e a importância deste canal para toda a América e planeta, um terceiro vídeo na postagem, o Canal Seco, na NR)
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| A tragédia amazônica é continental e planetária... |
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| Índios de toda a América do Sul lamentam o que acontece... |
folhaverdenews.blogspot.com











SECA NO PANAMÁ, NO PARANÁ, NO MUNDO? - Este comentário não é exagerado, diante do que acontece na América do Sul, Central e do Norte...Esta situação precisa fazer com que nosso movimento da ecologia, da ciência, da cidadania e da cultura da vida mobilize ao máximo, com críticas ou estímulos, uma nova gestão hídrica, ambiental, sustentável aqui e em todo lugar.
ResponderExcluir"Não basta apenas uma gestão emergencial diante do caos da crise já em alguns lugares, é urgente uma nova maneira mais ecológica e econômica do ser humano e dos países viverem i mais rapidamente possível para recuperar a vida das águas ou as águas da vida": comentário de Antônio de Pádua Silva Padinha, editor do blog Folha Verde News.
ResponderExcluirVocê pode postar direto aqui a sua opinião, se preferir, envie o seu conteúdo (foto, vídeo, notícia, pesquisa, comentário) pro e-mail deste blog navepad@bol.com,br e/ou direto pro e-mail do nosso editor que mais tarde vamos atualizar e divulgar, mande já para padinhafranca603@gmail.com
ResponderExcluir"A estiagem transformou a paisagem do Rio Paraná, que é o principal responsável pela energia gerada pela Itaipu Binacional, em Foz do Iguaçu, no oeste do estado. O volume de água, acima da barragem da hidrelétrica, está 42% abaixo do normal": comentário extraído de notícia do G1 da região sul do Brasil.
ResponderExcluir"Ainda na primeira semana de abril, a vazão do Rio Paraná, acima da hidrelétrica, era de aproximadamente 6,7 milhões de litros por segundo, conforme a Itaipu Binacional. Segundo a usina, essa foi a menor quantidade de volume de água dos últimos oito anos. Por causa dessa seca, veículos que estavam no leito do Rio Paraná foram revelados entre as pedras. A navegação por balsas que transportam soja suspensa, os bracos de pesca paralisados": comentário extraído também do G1.
ResponderExcluir"Basta alguém ver as fotos das Cataratas do Iguaçu diante da estiagem para se chocar, será que lá em Brasília ninguém sabe, ninguém viu?": comentário de Pedro Baptista, que é agrônomo e precisa da irrigação na sua atividade a este do Paraná.
ResponderExcluirCom a falta de chuva, margens de petra e terra chegam a 100 metros nas margens do Rio Paraná": comentário do fotógrafo Giovani Zanardi/RPC que documentou a crise hídrica do Rio Paraná.
ResponderExcluir"A Itaipu Binacional responde por 12% da energia consumida no Brasil e por mais de 90% do consumo do Paraguai, conforme a hidrelétrica. Com a seca, poderá ocorrer uma crise em toda esta área de abastecimento": comentário extraído de nota oficial da hidrelétrica.
ResponderExcluir"A Itaipu represa o Rio Paraná para gerar energia e, segundo a hidrelétrica, o nível do lago está sendo mantido a cerca de dois metros abaixo do normal. Conforme a usina, apesar da redução de energia gerada, tem sido possível atender a demanda por causa das medidas adotadas em combate ao novo Coronavírus, que fecharam indústrias, comércio e escolas": comentário sobre a situação no G1 do Paraná.
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