Angela Merkel destaca o valor de uma imprensa crítica e livre em
tempos de crise e de Coronavírus: a
diferença entre um político que planeja a próxima eleição e de um estadista que pensa na próxima geração é o que difere a civilização da barbárie
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| Angela Merkel não se considera acima do bem e do mal considerando as críticas como importante fator para um avanço da democracia em qualquer país |
A chanceler federal
da Alemanha, Angela Merkel, destacou neste sábado a importância da liberdade de
imprensa - e de uma imprensa crítica - para o funcionamento de verdade da
democracia, especialmente nos tempos atuais, quando o mundo enfrenta uma
pandemia e em alguns países como o Brasil, com um colapso que se aproxima do
caos: "Os jornalistas devem poder ter um olhar crítico sobre um governo e
todos os setores políticos", disse a chefe de governo em seu podcast em
vídeo semanal, que neste sábado marca os 75 anos da publicação do primeiro
jornal após o fim da Segunda Guerra Mundial e do Nazismo. Segundo a estadista
Merkel, uma democracia "precisa de fatos e informação", "precisa
ser capaz de distinguir a verdade da mentira", "é preciso liberdade
para separar informação de fake news". A realidade hoje em dia também
exige uma "esfera pública em que se possa argumentar e expressar
diferentes opiniões, a fim de desenvolver soluções conjuntas para
problemas".
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| A preocupação com eleições e não com os problemas da população é o fator que faz toda a diferença nesta debate de hoje aqui no blog da cidadania |
Angela Merkel vê com naturalidade críticas como as de muitas charges sobre ela que rolam livres
"Isso requer
tolerância com a opinião dos outros. Mas também requer a habilidade de olhar
com visão crítica para as próprias opiniões", continuou a chanceler
federal da Alemanha. Ela afirmou que ser capaz de observar a realidade a partir
de diferentes perspectivas, e de formar opiniões a partir delas, é crucial em
tempos de crise como agora na era do Coronavírus: "Especialmente num
contexto assim, informação bem apurada é de grande importância para todos nós,
para toda a população". Merkel ainda condenou os ataques a jornalistas
durante protestos contra o isolamento na Alemanha. Segundo ela, o estado da
liberdade de imprensa serve como "um indicador do status de nossa
democracia como um todo". "Por isso é ainda mais lamentável quando,
mesmo aqui, em nossa sociedade democrática, repórteres e jornalistas são
atacados, imagine em alguns outros países como está. O trabalho dos jornalistas
deve ser respeitado, valorizado e apoiado".
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| Aqui a homenagem a esta estadista por parte de um editor de blog que foi vitima de vários casos de censura no governo ditatorial e hoje está perplexo diante do amor à liberdade... |
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| ...que Angela Merkel mostra e executa em relação ao trabalho da mídia na Alemanha onde, apesar de controvérsias, ela se tornou uma líder da população também de toda Europa |
(Confira depois mais tarde mais informações na
seção de comentários do nosso blog de ecologia e de cidadania, também sobre
este posicionamento de Angela Merkel, bem como sobre a diferença entre político
e estadista: nos vídeos hoje no
Folha Verde News vamos postar depois entrevista com Leandro Karnal falando que no Brasil já houve estadistas (para o bem e para o mal) e posicionamento de Angela Merkel considerado inédito na política em 2 décadas de Europa)
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| Em breve a gente vai fazer aqui no blog da ecologia matéria sobre a visão de meio ambiente de Angela Merkel, aguarde e confira nossas postagens |
Fontes: Terra - Reuters - DN Portugal - DW Alemanha
folhaverdenews.blogspot.com











Já temos comentários (alguns extraídos das fontes citadas nesta postagem) e também mensagens que começam a chegar, aguarde e venha conferir depois a atualização desta seção, OK?
ResponderExcluirVocê pode postar direto aqui a sua opinião (com liberdade), se preferir, envie o seu conteúdo (notícia, pesquisa, foto, charge, vídeo etc) direto pro e-mail deste nosso blog navepad@bol.com.br ou para o e-mail do nosso editor desta página padinhafranca603@gmail.com que mais tarde postaremos aqui.
ResponderExcluir"A diferença entre um estadista e um político, na minha opinião. O que distingue um estadista de um político mediano? Fundamentalmente, a capacidade de ter razão antes de tempo. Há exemplos clássicos nesta matéria, mas nenhum tão expressivo como o de Winston Churchill, que ao longo da década de 30 foi praticamente a única voz relevante a chamar a atenção no Reino Unido para a necessidade de encarar a Alemanha de Adolf Hitler como uma ameaça mortal. Sabe-se o que aconteceu: foi ridicularizado por todos os presumíveis sábios do momento. Acusaram-no de tudo - de belicista a louco - por ousar romper o consenso em torno do dogma da "paz" a qualquer preço": comentário de Pedro Correia, jornalista no site DN (jornal Diário de Notícias, de Portugal). Venha conferir depois mais comentários aqui.
ResponderExcluirDepois, quando atualizarmos e editarmos esta seção, vamos postar aqui também ps comentários que estão no post de chamada desta matéria no Facebook, aguarde estas opiniões também.
ResponderExcluirMárcia Márcia, direto da Europa, fez comentário no post do Facebook sobre esta matéria: "Angela Merkel e seu esposto ainda moram no memo apartamento de quando casaram, ela trabalho no governo e ao voltar gosta de fazer comida, pessoa simples, do bem".
ResponderExcluirErvécia Rosa por sua vez também no Face comenta que "ela é professora universitária, doutorada, exepcionalmente inteligente".
ResponderExcluirFausto Sartori também comentou no Facebook sobre esta matéria e indicou ao internautas que leiam o livro "O Cadete e o Capitão", completando que "este livro dá a dimensão do ser humano de quem estamos falando aqui".
ResponderExcluirUma pergunta na postagem: No Brasil já teve algum político que foi um estadista? Hélio Pinheiro Vissotto fez nese sentido uma intervenção contestada pelo editor do blog Padunha, sugerindo que se veja o vídeo com entrevista nessa tema com Leandro Karnal: "Já teve estadistas do mel e do mal no Brasil".
ResponderExcluirOutra internauta no Face, Cidinha Belotti, argumenta que no Brasil 90% da imprensa depende de verbas dos governos, mas Susanne M. Reimann rebate este argumento, escrevendo que "a imprensa independente e livre é um direito constitucional, como aliás é nos países democráticos".
ResponderExcluirRecebemos também mensagem bem humorada do canal no Youtube Sassarico News. Um outro comentário nos chegou por e-mail e foi enviado por André Santos Borges, do Rio de Janeiro, em resumo, dizendo "do jeito que as coisas andam no Brasil agora, com essa crise sanitária, política, econômica, total, posso ver que já se instalou aqui na mídia a autocensura que foi uma marca dos tempos ditatoriais".
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