De volta o fantasma da crise da água: com poucas chuvas e proximidade do inverno no país
do desmatamento enfrenta risco de nova crise hídrica que assolou várias
regiões brasileiras há 6 anos atrás: o que foi feito como gestão governamental ambiental sustentável de lá para cá? Praticamente nada
No Rio Grande do Sul,
386 dos 497 municípios já decretaram situação de emergência por conta da seca,
balanço consolidado nestes dias. Em
Santa Catarina, a situação é similar em pelo menos 65 cidades. No Paraná,
depois de 10 meses de estiagem, a emergência hídrica foi decretada pelo governo
estadual, esta medida autoriza, por exemplo, rodízio no fornecimento de água. O
ex-presidente da Agência Nacional de Águas (ANA),
Vicente Andreu comentou a sites como DW
da Alemanha e Ambiente Brasil que "o
cenário de estiagem na região sul afeta principalmente dois setores que
dependem da água nesses estados: a agricultura e as usinas hidrelétricas,
sobretudo no Paraná, são regiões que já têm seca com alguma frequência. E com o
atual contexto de mudanças climáticas no planeta, esses fenômenos ficam mais
extremos ainda". Ele avalia que a situação é mais preocupante no Paraná do
que no extremo sul do país, que tem uma característica de chuvas constantes ao
longo do ano. Já o Paraná é, em aspectos climáticos, mais parecido com o Sudeste,
tendo sempre invernos secos. Este fator aumenta agora o risco da volta do fantasma da crise hídrica de 6 anos atrás.
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| Aumento do desmatamento e crise do clima além de falta de gestão governamental do meio ambiente explicam... |
Autor do livro Faça-se a Água, o pesquisador
norte-americano Seth M. Siegel avalia que, diante do atual contexto, “o risco
de escassez hídrica no Brasil é real. Como não se sabe o quão ruim uma seca
pode se tornar, todo governo responsável deveria assumir que uma escassez de
água ocorrerá e, portanto, se preparar para ela, mas infelizmente, assim que
uma crise passa, com um ou dois anos de chuva, os governos tendem a ignorar a
questão, direcionando foco e financiamento em outros setores”.
(Confira depois mais tarde mais informações sobre
esta tragédia anunciada na seção de comentários
deste blog ligado ao movimento ecológico, científico , da cidadania e da
cultura da vida: na edição de hoje vamos os vídeos que mostram um, a crise hídrica de 2014 (TV Cidade de Fernandópolis SP no Rio Grande) e outro realizado agora (TV Paraná) sobre o fantasma da seca de novo rondando o Sudeste)
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| ...e não é coincidência: onde maior a crise hídrica mais o Coronavírus ataca a população, há uma relação entre o ambiente e a Covid-19 também |
Fontes: DW (Deustche Welle) - Ambiente Brasil - Isto É
folhaverdenews.blogspot.com









"Estou enviando a vocês aí do blog estas informações sobre um aumento muito grande do desmate no bioma Mata Atlântica, para quem sabe completarem a postagem, um abraço, sempre dou uma olhada nas matérias do Folha Verde": comentário de Edson Soares, de Niterói, RJ, professor universitário de Biologia.
ResponderExcluir"Bioma é o que mais perdeu floresta até hoje, desmatamento na Mata Atlântica cresceu 27,2% entre 2018 e 2019, se comparado ao período de 2017 e 2018. O percentual foi divulgado pela Fundação SOS Mata Atlântica, nesta quarta-feira 27, Dia Nacional da Mata Atlântica. As informações fazem parte do Atlas Mata Atlântica, iniciativa da fundação em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O levantamento é realizado desde 1989": comentário também no e-mail de Edson Soares. A seguir mais detalhes da notícia do site Carta Capital.
ResponderExcluir"Entre 2015 e 2016, foram desmatados 29.075 hectares. O número caiu entre 2016 e 2017, para 12.562 hectares. O período entre 2017 e 2018 apresentou nova queda, para 11.399 hectares. Agora, o índice volta a subir entre 2018 e 2019, para 14.502 hectares. Minas Gerais é o estado campeão de desmatamento, com quase 5 mil hectares perdidos (47% de aumento). Em seguida, vem a Bahia, com 3.532 hectares devastados (78% de aumento). Na sequência, o Paraná perdeu 2.767 hectares de floresta nativa (35% de aumento). Em 4º lugar, Piauí teve 26% de redução no desmatamento, com 1.558 hectares perdidos. Santa Catarina aparece depois, com 22% de redução, somando 710 hectares desmatados. Alagoas e Rio Grande do Norte foram os únicos estados que zeraram o desflorestamento entre 2018 e 2019. Outros sete estados estão próximos de zero: Goiás, Espírito Santo, Ceará, São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco e Paraíba": comentário extraído de not[icia, manchete hoje em Carta Capital.
ResponderExcluir"A ampliação do desmatamento nesta área mostra que a destruição do meio ambiente não ocorre apenas na Amazônia. A organização ressalta que restam apenas 12,4% da Mata Atlântica e já é o bioma que mais perdeu floresta até hoje": comentário extraído do relatório feito agora pelo SOS Mata Atlântica,
ResponderExcluir"Veja que o estado do Parané está entre as regiões que mais perderam cobertura florestal, perdendo 2.767 hectares de floresta nativa (35% de aumento). Isso também explica o surto de seca e de crise hídrica": comentário também de Edson Soares, biólogo.
ResponderExcluirLogo mais editaremos aqui mais dados, mais informações, aguarde e venha conferir depois. Você pode postar direto aqui nesta seção a sua opinião, se preferir, envie o seu conteúdo, por exemplo, textom foto, vídeo, charge, pesquisa, notícia, pro e-mail deste blog navepad@bol.com.br e/ou pro e-mail do editor padinhafranca603@gmail.com (mais tarde divulgaremos o material aqui).
ResponderExcluir“As companhias distribuidoras vão pegar água longe e nada fazem para recuperar os rios da cidade. Temos muita água aqui. Precisamos cuidar dos recursos hídricos em nosso quintal”: comentário do ativista ambiental Adriano Sampaio, do projeto Existe Água em SP.
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