Já aumentaram por aqui alguns dos fatores que poderão influenciar maior propagação do coronavírus: a questão ambiental e do clima e da demografia, esta instabilidade política também econômica são fatores que neutralizam as medidas de isolamento social e toda luta heroica dos profissionais da saúde, aumentaram os riscos e o medo da população nessa realidade de guerra
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| O clima de instabilidade na política e na economia... |
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| ...além da questão ambiental e da temperatura... |
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| ...e tudo indica que o horrorshow da velha política continuará com novas atrações em breve... |
Ainda hoje como governo abalado pela renúncia do ministro da Justiça Sérgio Moro e todo agravamento da pandemia, um podcast de Itamar Melo, da Rádio Gaúcha se referiu a esta pauta, também pesquisei no site Climatempo e no portal Deutsche Welle (DW): em termos climáticos, há o consenso, assim como o aumento da temperatura na primavera estava ajudando a neutralizar os patógenos, ainda agora no outono e depois mais ainda no inverno, poderá aumentar em meio a tantos fantasmas da realidade do Brasil se amplia a chance de maior presença da virose Josélia Pegorim que sabe tudo de meteorologia acredita que ficarão a partir de agora mais atenuadas no Hemisfério Norte as condições climáticas para uma expansão da Covid-19, aumentando porém a sua ação por aqui no Hemisfério Sul com o gradativo esfriamento da temperatura, a baixa umidade do ar e a seca com ventanias e a poeira em suspensão, mais as queimadas desta época, poluindo o ar e agravando o cenário para todas as doenças respiratórias e também a pandemia.
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| Todo o clima e todo o cenário... |
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| estão facilitando a pandemia e o pânico... |
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| ...até mesmo as condições atmosféricas |
Para o cientista alemão Thomas Pietschmann, no entanto, não é possível dizer
"estrita e honestamente" se o novo coronavírus Sars-CoV-2 se comporta
como prevê a lógica, "porque ainda não conhecemos exatamente esse vírus". Pietschmann
é virologista molecular e atua no Centro de Pesquisa de Infecção
Experimental e Clínica, chamado Twincore, em Hannover. Ele se dedica ao estudo
dos chamados vírus RNA – o vírus da hepatite C é um deles. E o Sars-CoV-2
também pertence a esse grupo: "O aspecto
especial nesse vírus é que as pessoas estão sendo confrontadas com ele pela
primeira vez. A partir dos dados que temos da China, já se pode concluir que o vírus passou de um animal para um humano apenas uma vez e se
espalhou a partir daí de forma intensa e planetária". Em
outras palavras: diferentemente dos vírus influenza, com os quais quase todo
mundo já teve contato em algum momento, não só a estrutura de saúde dos governos e do países, o nosso sistema imunológico também não está
preparado para este ataque do Coronavírus, sendo a sequência a partir de agora ainda imprevisível.
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| Nas cidades já volta a poeira em suspensão e... |
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| ...no meio rural e estradas as queimadas... |
Atualmente as condições externas no Hemisfério Norte ainda favorecem a rápida disseminação viral. Primeiro, há a temperatura. Os vírus
respiratórios, ou seja, aqueles que se disseminam através do trato
respiratório, têm mais facilidade de se reproduzir no frio.
"Os vírus possuem mais estabilidade em baixas temperaturas. Semelhante aos
alimentos que têm maior vida útil na geladeira", explica Pietschmann. Para
outros patógenos, a temperatura desempenha um papel menor. Os vírus da dengue
são particularmente comuns em regiões tropicais e subtropicais. Isso não é
tanto porque os patógenos da dengue gostam do calor, mas antes porque as
regiões quentes são o habitat preferido dos mosquitos transmissores do vírus.
"Nesse caso do Coronavírus, não foi a temperatura que desempenhou o papel principal na
disseminação do patógeno, mas o animal que transmitiu o vírus". Mas aponta o
pesquisador em matéria do DW, que a umidade
também possui grande influência na disseminação dos vírus respiratórios.
Depois que os patógenos são removidos das vias aéreas com um forte espirro,
eles pairam literalmente no ar. "Nos dias frios e, em sua maior
parte, secos do inverno, as pequenas gotículas flutuam, junto aos vírus, por
mais tempo na atmosfera do que nos dias de alta umidade". Nesse sentido, então a partir de agora, na questão das condições climáticas, vai aumentar o perigo de maior propagação. E então os patógenos poderão se disseminar rapidamente. A princípio, no entanto,
eles fazem isso silenciosa e secretamente. Do primeiro contato com esses
agentes até os primeiros sintomas da doença, podem se passar algumas semanas. A
duração desse chamado período de incubação depende das propriedades e da
biologia do vírus, que ainda estamos começando a entender, admite o virologista.
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| No interiorzão um clima de deserto... |
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| ...no país aumenta um cenário que favorece a expansão do vírus respiratório |
O próprio cientista da Twincore reafirma a imprevisibilidade do Sars-CoV-2, não há tantas certezas sobre a velocidade de disseminação do Coronavírus nem a quantidade de casos que o Brasil terá nas próximas semanas e meses. As zonas mais afetadas pela pandemia – China, Coreia do Sul, Irã e Europa – se localizando no Hemisfério Norte foram atingidas em pleno inverno, facilitando por lá a propagação do vírus respiratório, esse fator se dá também porque as pessoas ficam mais em locais fechados, menos arejados, com maiores aglomerações e menos arejados, não só porque o vírus não resiste ao calor e ao sol. Mas essa virose é bastante diferente de uma gripe de inverno. Não se sabe exatamente como será a propagação do Coronavírus em quaisquer temperaturas, mas a tendência é que possam ocorrer menos transmissões no calor. Isso seria favorável para a contenção da epidemia no Brasil, onde muitas regiões têm calor o ano inteiro. No entanto, estados do Sul e do Sudeste já estão tendo nesse outono um pico de casos e se houver muita gente já infectada quando o inverno chegar, o desafio poderá vir a ser maior do que as primeiras previsões.
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| O tempo, a virose e um clima de medo e de guerra |
Sabe-se que 85% das infecções respiratórias são transmitidas a menos de um metro e meio de distância e que grandes massas humanas estão mais vulneráveis. Não por acaso, o coronavírus atingiu, por enquanto, zonas muito povoadas. Ásia e Europa somam mais de 5 bilhões de habitantes e têm altas densidades populacionais. A China apresenta 136 habitantes por quilômetro quadrado. A Itália tem 192. O cenário euroasiático não é idêntico ao da América do Sul (pouco mais de 400 milhões de pessoas) e do Brasil (que tem uma densidade populacional de apenas 23 pessoas por quilômetro quadrado). Mas mesmo assim, a taxa de disseminação do Corona cresceu muito por aqui. Ou seja, todo cuidado é pouco e o tempo seco, a baixa umidade relativa do ar, os ventos, a poeira em suspensão, tudo pode criar um cenário de expansão nas próximas semanas da Covid-19 no Brasil, embora haja esperanças de que aconteça ao contrário uma gradativa redução da pandemia, chegando agora a seu pico de incidência. Em nosso país, sofrendo crise política, econômica e ecológica, para complicar, já temos mais de 50 mil infectados na população e nos aproximamos de 5 mil vítimas fatais da Covid-19.
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| O que podemos visualizar para os próximos dias ou semanas e meses? |
(Confira depois mais informações e dados na seção de comentários deste blog ligado ao movimento ecológico, científico, de cidadania, no vídeo hoje aqui no Folha Verde news, a reportagem do Jornal da Band relaciona direto o Coronavírus com as condições do clima mudando a partir desta época, com a nossa população mais vulnerável em uma conjunção de problemas)
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Só com muita energia e fé vamos resistir a essa guerra da saúde e da vida numa realidade hostil para a gente e favorável para a pandemia |
Fontes: Deutsche Welle (DW) - Climatempo - Band
folhaverdenews.blogspot.com
Depois mais tarde, uma atualização de dados e de informações desta seção de comentários, venha conferir depois.
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ResponderExcluirMais tarde, aqui, comentários, participe desta matéria você também.
ResponderExcluirContinuará o horroshow? A próxima atração, o Ministro da Economia, Bom dia, galera, apesar da epidemia da velha política que abala o Brasil tanto quanto o vírus respiratório ou o tempo da seca com queimadas, poeira em suspensão, que atuam todos juntos contra a nossa saúde e a vida no país que pelo visto nem é ainda uma nação. Paz em todas essas guerras contra a nossa vida.
ResponderExcluir"Concordo, o Brasil está um horrosshow, as TVs direto uma live disso, lamento pelo nosso povo, que não merece todo esse sofrimento, sufoco e baixaria": comentário de Adriana Pereira dos Santos, Campinas (SP), Oceanografia, Unicamp.
ResponderExcluir"Em tempos de pandemia da COVID-19, a chegada do outono traz mais um alerta à população que, porventura, for diagnosticada com o Coronavírus: o risco das queimadas, provocadas principalmente pelo tempo seco. É que, durante o período de estiagem, dentre os problemas mais sérios causados à saúde das pessoas, estão às complicações respiratórias": comentário de Edgar Lemos, de Hortolândia que nos envia do portal de sua codade, próxima a São Paulo informações com esse conteúdo.
ResponderExcluir"O aumento do número de denúncias referente a queimadas em Hortolândia é notável e preocupante. Entramos em época de estiagem e já observamos o aumento no número de denúncias referente às queimadas em nosso município. Todos sofremos com a poluição do ar que elas provocam, afetando principalmente a saúde das crianças, pessoas idosas e com problemas respiratórios” comentário e alerta da secretária-adjunta de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável desta cidade, Eliane Nascimento.
ResponderExcluir"A existência de focos de incêndios também é um agravante, tanto em casos suspeitos quanto em positivos para Coronavírus em fase de pico no país. As queimadas aumentam a quantidade de partículas suspensas no ar e prejudicam quem já tem alguma doença respiratória ou pulmonar crônica”: comentário também de Eliane Nascimento, secretária-adjunta de Hortolândia que é um retrato exato de toda uma macrorregião do Brasil, clamando por chuva, saúde e paz (também na epidemia da velha política, né).
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