Este é o resumo do mais recente relatório do WWF
que confirma que 20% da vida natural da Amazônia já foram destruídos (e o processo
continua sem controle)
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| 60% dos animais selvagens extintos na Terra |
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| 20% das florestas na Amazônia já destruídas |
Uma
atualização feita agora do relatório sobre meio ambiente da entidade
internacional WWF afirma que a atual
estrutura de vida humana está levando todos os sistemas naturais a uma situação
limite. Há alguns dias, uma antecipação de parte deste documento deste fundo
mundial da natureza (uma entidade que luta a favor da preservação ambiental em
todos os continentes da Terra) chocou os telespectadores do Jornal Nacional pela violência dos
dados, mas agora, o G1 da Globo está confirmando e até ampliando
os números da destruição, além de confirmar que o nosso país lidera atualmente
o ranking dos lugares mais agressivos à natureza: para se ter uma noção do
alcance desta realidade, a cada ano, 1,4 milhão de áreas de florestas do
tamanho de campos de futebol desaparecem do mapa.
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| Espécies nativas de todo o mundo... |
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| ...do Brasil também... |
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| ...já desapareceram da vida |
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| ...e o Brasil lidera o ranking da destruição |
Relatório 2018 da organização não governamental WWF,
indo à luta para mudar a destruição da natureza em várias partes do planeta,
afirma que as formas atuais de atividade humana pode levar a própria vida
terrestre ao caos. É uma das maiores ondas de destruição da natureza já
mapeadas pela ciência. As populações de peixes, aves, mamíferos e anfíbios
diminuíram 60% em apenas quatro décadas.
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| A civilização do lixo e do fim da natureza |
No caso
das aves marinhas, uma das grandes ameaças é o lixo plástico. Na década de
1960, apenas 5% desses animais tinham fragmentos de plástico no estômago. Hoje,
são 90%. A poluição do mar ameaça várias espécies, como os botos, que estão
desaparecendo, por exemplo, do litoral brasileiro, país em que 20% da floresta
amazônica já foram destruídos. As áreas de pastagem abandonadas em todo o país
por quem cria gado equivalem a mais de duas vezes o estado de São Paulo. Enquanto
o desmatamento avança, diversas espécies de animais selvagens entram em listas
de extinção.
Outras
extinções em massa já aconteceram no planeta, todas por causas naturais, muito
antes da gente existir enquanto espécie. Os cientistas afirmam que, dessa vez,
a responsabilidade é nossa. A boa notícia é que ainda há tempo de virar esse
jogo, o relatório cita como positivo o esforço de iniciativas como o COP24 que
acontece na Polônia, reunindo por conta da ONU estudos de cientistas e
programas de ação de países, mais de 100 deles representados no evento. Conter
as mudanças climáticas e os desequilíbrios ambientais inclui controlar essa onda de destruição e ao invés
disso, proteger todos os recursos fundamentais para a vida: água potável, solo
fértil e ar respirável.
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| Mas ainda há esperança, seja na Austrália... |
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| ...seja no Brasil... |
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| ...seja na África... |
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| ...na luta dos ecologistas e dos cientistas |
O
relatório aponta exemplos raros e bem-sucedidos de proteção ambiental. No
Parque Nacional do Iguaçu, no Brasil, a população de onças pintadas cresceu
30%. “A gente consegue conviver com a natureza, não é algo que é dado de que a
sociedade vai naturalmente destruir toda essa biodiversidade, não, a gente
consegue. Se a gente diminuir a ameaça e desenvolver atividades de preservação,
a biodiversidade volta”, afirma Maurício Voivodic, diretor executivo da WWF. Ele sugere que as atividades
econômicas sejam realizadas respeitando a ecologia, o que significa em resumo a
garantia do futuro da vida, o desenvolvimento sustentável, as energias limpas e
a não violência.
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| Os recursos essenciais como a água escassearam |
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| Por exemplo em Roraima mais uma floresta amazônica virou pastagem para a produção de carne |
Fontes:
g1.globo.com – BBC
folhaverdenews.com.br
Logo mais, venha conferir, estaremos mostrando outros dados e informações sobre esta realidade enfocada pelo WWF, bem como, postando mensagens e opiniões. Aguarde e participe da luta pela natureza e pela própria vida.
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ResponderExcluir"Nem temos mais o que dizer diante de toda essa violência que se espalha por todo lugar, o Brasil que era o país da natureza virou da destruição da ecologia e a gente sabe as causas desta situação, está na hora de mudar a realidade": comentário de Maria Helena Bastos, Ortopedista, que atua no Rio de Janeiro, onde participa de grupo ecológico formado por mergulhadores e defensores da vida marinha e da despoluição.
ResponderExcluir"Quando o assunto é a degradação do meio ambiente, problemas climáticos, efeito estufa, aquecimento global ou espécies em extinção, é difícil não pensar nos hábitos humanos e em seu modo de vida. O sistema econômico capitalista levou a sociedade a seguir um caminho que não prioriza a preservação e alternativas sustentáveis. Nos últimos anos, se tem falado mais e mais sobre as mudanças climáticas e alternativas de sustentabilidade, contudo, é importante não se esquecer que o consumismo continua a todo vapor, gerando lucros às empresas e movimentando a economia que prioriza o instante á eternidade": comentário sobre o relatório WWF feito no site Pensamento Verde.
ResponderExcluir"A própria estrutura política e comercial do Brasil e de muitos outros países, como os Estados Unidos, não se movimenta em prol do meio ambiente. Evidentemente, algumas empresas estão, cada vez mais, criando políticas de conscientização ambiental, todavia, suas principais formas de produção ainda são voltadas ao que é cômodo, ao que diminui os custos e ao que é acessível aos seus consumidores. Infelizmente, não são todas as pessoas que estão dispostas a cobrir os custos da sustentabilidade e a assumir a responsabilidade por décadas de displicência socioambiental. Por exemplo, veja na França como é difícil um país largar o combustível poluente, só mesmo uma revolução cultural para mudar essa realidade de hoje": comentário de Marcos Alberto Santos, de Curitiba, Paraná, do setor hoteleiro.
ResponderExcluir"Enquanto as comunidades, a ONU, agora com a COP24 na Polônia, todos discutem as medidas possíveis para a reversão da destruição do meio ambiente. A Terra esquenta. Estudos científicos já apontaram que o aumento da concentração de gases na atmosfera provenientes da queima de combustíveis fósseis, automóveis e, até mesmo, os incêndios florestais que já acontecem, a derrubada de florestas tropicais, agora já há um aumento de 1 grau centígrado na temperatura do planeta. Alguns lugares chegarão a aquecer até 2 graus bem antes do previsto. Embora pareçam números pequenos, essa alteração é a principal responsável pelo derretimento das geleiras, ocasionando o aumento dos níveis do mar. Contudo, os problemas com as mudanças climáticas atingem cada região de uma forma específica. Em São Paulo, uma pesquisa realizada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) indica que, entre 2070 e 2100, haverá uma elevação de cerca de 2 a 3 graus na temperatura regional dobrando o número de dias com chuvas intensas, acima de 10 milímetros, na capital. E já se estima que, até 2030, mais de 20% da área total da expansão urbana da Região Metropolitana de São Paulo estará vulnerável e poderá ser afetada por acidentes naturais provocados pela alteração do clima. Em média, 11,17% dessas ocupações poderão ser áreas de risco de deslizamento, enchentes, erosões e outros desastres naturais. Além disso, o crescimento urbano também é um dos fatores que contribuem para problemas variados, devido à dinâmica natural das cheias e das intervenções humanas nos cursos d’água e da alta impermeabilidade do solo urbano, resíduos sólidos, enfim, um caos socioambiental": comentário também do engenheiro do Paraná Marcos Alberto Santos, com informações que ele extraiu de pesquisa do IPCC da ONU. A gente agradece as informações.
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