A 14.500 quilômetros do nordeste brasileiro um programa da UE graças à luta da Oxfam combate à falta de água com uma usina solar de dessalinização algo que até 2020 vai salvar a vida de mais de 250 mil pessoas ao sul de Gaza
A gente recebeu aqui no blog da ecologia e da cidadania Folha Verde News um e-mail vindo da Galícia (Espanha) nos mandando informações do site EcoNoticias sobre uma iniciativa da Unidade Europeia que está lançando a maior usina de energia solar na Faixa de Gaza, entre a Palestina e Israel, para atender às necessidades lá de água potável: a UE completou nesses dias o maior campo de energia solar fotovoltaica em Gaza, que fornecerá 0,5 megawatts de eletricidade por dia para alimentar a usina de dessalinização na região, vai fornecer água potável e uma chance de desenvolvimento sustentável para os moradores de Gaza. A iniciativa se deve a mais uma ação da entidade internacional Oxfam, que hoje atua em 90 países. com mais de 3 mil ativistas de causas humanitárias, ecológicas e de cidadania, fazendo ações emergenciais para a sobrevivência de muita gente: a Oxfam está em vários países, já chegou também ao Brasil, quem sabe, possa apoiar a vinda dum programa deste tipo a regiões virando deserto por aqui, na caatinga do Nordeste, no Cerrado, no norte de Minas Gerais, em algumas áreas do Espírito Santo. Bem, mas vamos voltar o tema central desta matéria, energia solar para eliminar o sal da água do mar e produzir água potável, base para todo um programa de revitalização econômica, agora iniciado na região sul de Gaza, ali em meio ao conflito que tumultua o dia a dia de palestinos, árabes e judeus, também com a violência.
(Confira na seção de comentários do nosso blog, além de mais detalhes sobre este avanço em Gaza, mais informações sobre a luta da Oxfam e do Nordeste brasileiro)
![]() |
| Usina Solar de dessalinização em Gaza |
A gente recebeu aqui no blog da ecologia e da cidadania Folha Verde News um e-mail vindo da Galícia (Espanha) nos mandando informações do site EcoNoticias sobre uma iniciativa da Unidade Europeia que está lançando a maior usina de energia solar na Faixa de Gaza, entre a Palestina e Israel, para atender às necessidades lá de água potável: a UE completou nesses dias o maior campo de energia solar fotovoltaica em Gaza, que fornecerá 0,5 megawatts de eletricidade por dia para alimentar a usina de dessalinização na região, vai fornecer água potável e uma chance de desenvolvimento sustentável para os moradores de Gaza. A iniciativa se deve a mais uma ação da entidade internacional Oxfam, que hoje atua em 90 países. com mais de 3 mil ativistas de causas humanitárias, ecológicas e de cidadania, fazendo ações emergenciais para a sobrevivência de muita gente: a Oxfam está em vários países, já chegou também ao Brasil, quem sabe, possa apoiar a vinda dum programa deste tipo a regiões virando deserto por aqui, na caatinga do Nordeste, no Cerrado, no norte de Minas Gerais, em algumas áreas do Espírito Santo. Bem, mas vamos voltar o tema central desta matéria, energia solar para eliminar o sal da água do mar e produzir água potável, base para todo um programa de revitalização econômica, agora iniciado na região sul de Gaza, ali em meio ao conflito que tumultua o dia a dia de palestinos, árabes e judeus, também com a violência.
![]() |
| Ativistas da Oxfam recuperam lá usina de dessalinização |
(Confira na seção de comentários do nosso blog, além de mais detalhes sobre este avanço em Gaza, mais informações sobre a luta da Oxfam e do Nordeste brasileiro)
![]() |
| Em Gaza e em centenas de lugares do mundo ativistas da Oxfam vão à luta junto com comunidades locais |
O mecanismo de tecnologia sustentável, financiado pela UE, já fornece água potável para 75 mil
pessoas nas províncias de Jan Younis e Rafá. Graças à energia solar e a
novos investimentos, atenderá 250 mil habitantes do sul
de Gaza nos próximos 3 anos. Isso é algo essencial, "o suprimento limitado de energia em Gaza é uma
das maiores dificuldades para melhorar o acesso da população local à água
potável, e o campo fotovoltaico é o canal para responder às necessidades hídricas urgentes, criando condições dignas de vida para os habitantes de Gaza, pessoas que podem com água produzir alimentos e riqueza,
bem como atenuando as tensões dos conflitos que continuam lá", declarou o comissário da Política Europeia
de Vizinhança, Johannes Hahn.
Em Gaza, 97% da água não está apta para consumo humano, por isso a UE está investindo em infra-estrutura na Palestina, especialmente na Faixa, já que a alta densidade populacional coloca em situação limite as frágeis instalações que eles têm, danificadas por anos de conflito, as infraestruturas atuais começam a desmoronar após dez anos de bloqueio israelense e a divisão do território dentro da Palestina. O estado em que está localizado levou a Faixa de Gaza a uma situação crítica de insegurança da água. E a partir daí, perigo de vida de seus habitantes. Entre 2006 e 2017, a UE mobilizou um total de 128 milhões de euros, 21 milhões este ano, para garantir o acesso à energia solar, auto-suficiente, equitativa, acessível e sustentável, bem como água potável e saneamento básico para todos, Nos próximos meses, a União Européia promoverá outros projetos na área e ajudará também a Oxfam com 1,5 milhão de euros para concluir a reabilitação de algumas usinas de dessalinização danificadas. estabelecer planos de segurança da água e ainda por cima, apoiar uma nova legislação na Palestina que possa ajudar a qualidade da água e da vida do povo lá. Um projeto de extraordinário valor ecológico e também humanitário.
![]() |
| Usina Solar para dar água ao povo do deserto |
Em Gaza, 97% da água não está apta para consumo humano, por isso a UE está investindo em infra-estrutura na Palestina, especialmente na Faixa, já que a alta densidade populacional coloca em situação limite as frágeis instalações que eles têm, danificadas por anos de conflito, as infraestruturas atuais começam a desmoronar após dez anos de bloqueio israelense e a divisão do território dentro da Palestina. O estado em que está localizado levou a Faixa de Gaza a uma situação crítica de insegurança da água. E a partir daí, perigo de vida de seus habitantes. Entre 2006 e 2017, a UE mobilizou um total de 128 milhões de euros, 21 milhões este ano, para garantir o acesso à energia solar, auto-suficiente, equitativa, acessível e sustentável, bem como água potável e saneamento básico para todos, Nos próximos meses, a União Européia promoverá outros projetos na área e ajudará também a Oxfam com 1,5 milhão de euros para concluir a reabilitação de algumas usinas de dessalinização danificadas. estabelecer planos de segurança da água e ainda por cima, apoiar uma nova legislação na Palestina que possa ajudar a qualidade da água e da vida do povo lá. Um projeto de extraordinário valor ecológico e também humanitário.
![]() |
| Drama de mais um século no nordeste do Brasil |
Enquanto isso na Caatinga - A jornalista Nívea Shunk, do site e do Jornal Dia de Campo, por sua vez nos informa que recurso escasso à grande parte da população nacional, hoje a água potável é um bem fundamental para comunidades menos favorecidas por exemplo da região nordeste do Brasil, onde a Oxfam e quem sabe também a UE (desde que o nosso país venha implantar em todas as áreas ameaçadas pela desertificação uma gestão sustentável para desenvolver o semi árido, o Cerrado, o Norte de Minas etc) estes apoios possam promover a captação de água em lençóis freáticos no subterrâneo da Caatinga. Através da tecnologia solar, poderá ser feita a dessalinização necessária ao consumo desta água salobra. Isso moverá todo um movimento de revitalização econômica, por exemplo, criatórios de peixes, horti e fruticultura, pecuária, agricultura familiar, uma fonte de recursos econômicos e ecológicos que podem tornar o Nordeste e outras regiões brasileiras secas férteis para a produção de alimentos, avançando a condição de vida destes brasileiros e brasileiras que há 100 anos ou mais estão à espera duma ação governamental nesse sentido. Já houve em alguns pontos do semiárido do Brasil ensaios deste avanço, com o Programa Água Doce, do Governo Federal, com a utilização dos lençóis subterrâneos, isso precisa ser urgentemente retomado, ampliado e aprofundado, com novos apoios (UE, Oxfam) e quem sabe, a partir de 2019, pós Eleição, finalmente a gente tenha um plano brasileiro de gestão ambiental sustentável capaz de transformar o drama da seca no milagre do desenvolvimento a bem da nossa população mais sofrida. É uma questão humanitária que também pode criar o futuro em regiões hoje marcadas pelo sofrimento e destinadas a virar deserto.
![]() |
| Exemplo do que pode ocorrer no Nordeste do país: clique na imagem para ver o potencial de algo assim |
Fontes: Econoticias.com - Oxfam
Jornal Dia de Campo
folhaverdenews.blogspot.com.br






Já temos alguns comentários e mais informações sobre os temas de nosso blog hoje, aguarde a edição destas notícias e mensagens aqui nesta seção, logo mais em seguida.
ResponderExcluirEstamos em nosso blog divulgando este vídeo em que um nordestino mostra que por exemplo aproveitar a água da chuva (são escassas mas acontecem) pode ser também em certas áreas do semiárido uma solução. Aliás a nossa edição de hoje debate justamente este tema água para Gaza, prá Caatinga e para todas as regiões do país ou du planeta, com escassez hídrica ou virando deserto.
ResponderExcluir"A UE Também planeja alocar 8,5 milhões de euros para melhorar a escassez hídrica em Gaza através de colaboração com a Oxfam também, ajudando a reduzir as perdas da companhia de água de 40% para 20% e melhorando a implementação de campanhas para detectar vazamentos generalizados, de modo que os benefícios aumentem de 38 para 80. Além disso, se planeja apoiar a Autoridade Palestina da Água para reformar o setor e operacionalizar a nova Lei da Água que criará uma Companhia Nacional de Água Palestina": comentário na matéria que recebemos por e-mail e postada no site europeu EcoNotícias.
ResponderExcluir"A Europa positivamente está levando adiante este programa e conta com o apoio da Oxfam, a Oxfam International é uma confederação de 20 organizações e mais de 3000 parceiros, que atua em mais de 90 países na busca de soluções para o problema da pobreza, desigualdade e da injustiça, por meio de campanhas, programas de desenvolvimento e ações emergenciais": comentário de Pablo Mendoza, da Galícia, Espanha, ativista de ecologia, que nos enviou por e-mail a matéria do site EcoNoticias que dá base a esta nossa postagem de hoje.
ResponderExcluir"Bem que a Oxfam que hoje está em uns 100 países e já faz algumas ações no Brasil, poderia trazer este programa solar de dessalinização pro nordeste e outras regiões brasileiras secas, vai também de termos no Governo autoridades que estimulem este tipo de parceria e de investimentos": comentário de Julia Leonor, de Cuiabá, Mato Grosso, estudante da UFMT.
ResponderExcluirMande sua informação ou mensagem pro e-mail da redação deste blog que aí postamos aqui nos comentários, envie parea navepad@netsite.com.br e/ou você pode também mandar seu e-mail direto pro nosso editor de conteúdo deste blog padinhafranca603@gmail.com
ResponderExcluir"A água caoptada do subterrâneo da Caatinga após o processo de dessalinização se torna potável é revertida para tilapicultura e produção de forragem, fruticultura, hortas, alimentos, enfim, gera um polo de produção e desenvolvimento sustentável onde antes era deserto": resumo dum comentário de Nívea Shunk. jornalista, em matéria sobre o tema no site Jornal Dia de Campo.
ResponderExcluir