Estudo feito pelo Instituto Socioambiental estima que em apenas seis meses cerca de 100 milhões de árvores
foram desmatadas na Bacia do Rio Xingu: o site espanhol El Pais posta fotos sobre a luta do povo da região e deste rio que bombam na web em especial na Europa porque aqui no país a grande mídia faz silêncio
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| Foto de El Pais ilustra a denúncia do IS |
O IS
constata o desmatamento monstro em áreas que são protegidas por lei no
Pará e no Mato Grosso, nos informa a repórter Juliana Cézar Nunes, da Rádio Nacional (EBC) ao mesmo tempo em que o site brasileiro EcoDebate confirma em seu noticiário que em apenas seis meses cerca de 100 milhões de árvores foram desmatadas
na Bacia do Rio Xingu. Por sua vez, o jornal e site da Espanha El Pais está registrando a Guerra do Xingu, fotos que mostram a luta pela sobrevivência do povo desta região, lado a lado com o este rio que, longe da barragem de Belo Monte, correndo livre e solto, ainda é cheio de vida. Hoje, aqui no blog da ecologia e da cidadania Folha Verde News a gente resume estas informações e a emoção desta luta pela ecologia no sertão do país ruralista, que um dia foi da natureza, hoje é do agronegócio e do agrotóxico, um faroeste à brasileira. A pesquisa feita agora pelo
Instituto Socioambiental, um levantamento que foi realizado por meio do sistema de
monitoramento da Plataforma Rede Xingu +, revela lá as áreas de expansão da agropecuária, a grilagem de terras, a retirada ilegal de madeira e de famílias de suas casas, as agressões do garimpo e de toda a última natureza, já muito ameaçada no Pará e no Mato Grosso, onde já aconteceu a derrubada de 70 mil hectares de matas, matando várias espécies de vida, agredindo também as leis ambientais do Brasil que, sem uma gestão governamental à altura, já tem tem até áreas virando deserto, além da violência contra índios e êxodo do povo do Xingu, refugiado em sua própria terra.
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| João Pereira da Silva e Raimunda Gomes da Silva... |
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| ...expulsos de sua casa, de suas terras, refugiados do Xingu |
(Confira a seguir fotos do El Pais sobre esta guerra contra a ecologia aqui e na seção de comentários, mais informações, também mensagens e opiniões)
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| Longe da barragem o Rio Xingu sobrevive |
Fontes: EcoDebate - Rádio Nacional - El Pais
folhaverdenews.blogspot.com.br
"Os pesquisadores verificaram novas áreas de expansão agropecuária, grilagem de terras, retirada ilegal de madeira e a expansão do garimpo. Essas atividades têm provocado a derrubada de 70 mil hectares de floresta no Pará e em Mato Grosso": comentário de Juliana Cézar Nunes, Rádio Nacional, EBC
ResponderExcluir"Do total desmatado no último mês, mais de 7 mil hectares correspondem ao montante de floresta derrubada dentro de áreas protegidas. Entre elas, terras indígenas e unidades de conservação. Ricardo Abad, do Programa Xingu, diz que todos os dados agora serão encaminhados para autoridades públicas e movimentos sociais que atuam na região. “A gente encaminha denúncias, a gente tenta fazer contato com as pessoas mais afetadas por esse desmatamento e tenta conscientizar de que eles também precisam entrar nessa luta”, comentou.
ResponderExcluirEm nota, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) afirma que "atua de forma constante para coibir as infrações ambientais, especialmente em regiões como a Terra do Meio, Altamira e Novo Progresso, no Pará. As equipes de fiscalização se revezam no eixo da BR-163 em ações realizadas durante todo o ano".
ResponderExcluir"De acordo com o Ibama, para que a fiscalização surta efeito, são necessárias mais políticas públicas de criação de alternativas de renda e desestímulo à prática de crimes ambientais. O instituto considera que a ação dos governos estaduais seria fundamental neste sentido": comentário no site de assuntos socioambietais EcoDebate.
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ResponderExcluir"Diante disso, eu só posso dizer um palavrão. E olha eu ia votar nulo, agora, sinto que vou ter que rever isso, vou procurar alguém que possa ajudar nossa natureza, nossos índios, não só do Xingu, também a ecologia em geral que hoje é um fator de avanço": comentário de Pedro Batista, de Belém (Pará), que mora no Rio de Janeiro e estuda Engenharia na UFRJ.
ResponderExcluir"Esta situação resume bem o que precisa mudar em nosso país, em vez de desprezada, a ecologia tem que ser a prioridade máxima para o Brasil avançar, até na economia também": comentário de Jair Fernandes, bioquímico pela USP e atuando em São Paulo.
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