A Apremavi em todos estes anos atua em vários tipos de ação ligadas à luta pela natureza e hoje nosso blog da ecologia e da cidadania Folha Verde News faz homenagem a esta organização da sociedade civil, sem fins lucrativos que, por exemplo, já realizou ou participou do plantio de mais de 8 milhões de árvores em centenas de fazendas e municípios de Santa Catarina, do Paraná e dos outros estados onde já chegam as suas lutas, as suas ações, os seus projetos e as suas parcerias. No site desta entidade pioneira do movimento ecológico, com atuação desde 1987, alguns de seus voluntários fizeram ali no seu site uma edição chamada 30 anos e 30 causas (confira) onde contam com todos os detalhes a importante trajetória deste movimento: "Apesar de algumas causas perdidas, os avanços que conseguimos conquistar até aqui trazem a certeza de estarmos trilhando o caminho certo", diz o texto da associação, um dos marcos da história da ecologia no interior do país.
Esta associação civil apoia atividades
de educação ambiental, recuperação de áreas degradadas, implantação de
políticas públicas sustentáveis e criação de unidades de conservação públicas e
particulares para a conservação dos ecossistemas e da biodiversidade hoje tão ameaçados no sul e em todas as regiões brasileiras. Fundada por um grupo idealista de guerreiros ambientais preocupados com a rápida degradação da Mata Atlântica, bioma no Alto
Vale do Itajaí, a Apremavi se destacou nacionalmente como uma
organização voltada a denunciar a destruição e a encontrar soluções para a
recuperação do equilíbrio da natureza. Ao longo de sua história, mobilizou grande esforço pelo
aprimoramento das políticas públicas e da legislação ambiental, com destaque
para a aprovação e regulamentação da Lei da Mata Atlântica. Aprovada em 2006 e
regulamentada em 2008, esta legislaçãoi garantiu proteção para os remanescentes de
vegetação nativa e deu uma chance de recuperação da floresta e dos animais que
nela vivem. A Apremavi tem trabalhado, ainda, na mobilização para a criação de
áreas protegidas e na recuperação das últomas matas e florestas, incentivando a adequação
de propriedades rurais por meio do planejamento de paisagens sustentáveis. Também
esteve à frente e participou de ações e campanhas para evitar impactos
ambientais em obras de infraestrutura, como na Bacia Pelotas – Uruguai. Desde o
início, estes ativistas atuam a partir de parcerias com outras entidades da
sociedade civil, também com governos e com empresas para levar adiante esta atuação de grande importância ecológica especialmente no sul do Brasil.
(Confira várias vertentes da atuação da Apremavi em outros resumos de informação na seção de comentários do nosso blog, bem como mensagens e opiniões)
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| Um grupo de ecologistas catarinenses... |
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| ...está plantando e avançando o movimento ecológico do interior |
O Centro Ambiental Jardim das Florestas é um dos pontos de destaque da Apremavi, ele foi inaugurado em 2013, graças a uma muito bem sucedida parceria desta associação com a iniciativa privada, em Atalanta, abriga a sede e uma parte do viveiro de mudas da entidade, superimportante para a ação dos ecologistas e não somente lá na sua região. Com um auditório, hospedaria, biblioteca, lojinha ambiental e espaço para exposições, o local serve de espaço cultural e de apoio para o programa de estágios ou atividades de educação ambiental, já se tornou uma referência para universidades e outras organizações ambientalistas do Brasil e do exterior, além de uma atração turística na região, com trilha e área verde para amantes da natureza.
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| A sede da Apremavi em Atalanta centro da luta ecológica |
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| Luta essencial para a última natureza da Mata Artlântica em especial ali no sul do país |
Fontes: apremavi.org.br
folhaverdenews.blogspot.com








Acesse o site desta associação e conheça em detalhes todas as 30 ou mais frentes de ação da Apremavi pela ecologia em Santa Catarina, no Paraná e em outras regiões e estados também: apremavi.org.br
ResponderExcluir"Vale a pena conhecer o Viveiro Jardim das Florestas, que nasceu com 18 mudinhas no fundo do quintal, cresceu, assim como cresceu o aprendizado sobre coleta de sementes, produção e plantio das mudas, hoje um dos maiores viveiros do sul do Brasil, com capacidade para produzir cerca de um milhão de mudas por ano, de 120 diferentes espécies nativas da Mata Atlântica": comentário extraído do site desta associação, um avanço pro movimento ecológico barriga verde (de Santa Catarina).
ResponderExcluir"Coletar sementes, semear e cuidar das mudas é apenas uma parte do trabalho, este pessoal também estimula e orienta pessoas a plantar e cuidar de árvores": comentário de Carlos Luís Queiroz, que nos enviou e-mail sugerindo ao blog fazer esta matéria sobre os 31 anos deste grupo ecológico catarinense. Carlos é engenheiro e atua em empresa de Curitiba (Paraná).
ResponderExcluirVocê pode colocar aqui a sua opinião ou se precisar, envie a sua mensagem pro e-mail do nosso blog que a gente posta aqui para você, mande então seu conteúdo para navepad@netsite.com.br
ResponderExcluirVídeos, fotos, material de informação, sugestão de matérias também, você pode também enviar diretamente pro e-mail padinhafranca603@gmail.com
ResponderExcluir"Com tanta coisa ruim acontecendo na realidade brasileira, com tantos políticos corruptos e tantos governos sem gestão ambiental nenhum, uma entidade como esta é mesmo exemp0lar, precisaria existe uma Apremavi em cada microrregião do país": comentário de Alfredo Campos Silva, de São Paulo, professor de Geografia que atua também como educador ambiental.
ResponderExcluir"Tem uma grande importância estes movimentos socioambientais que são instrumentos mobilizadores, colaboram na atuação, na mudanças de atitude, na articulação de gestão dos bens naturais e as relações de diferentes interesses. Contribuem para gestão de recursos naturais, elaboração, execução e fiscalização de políticas públicas, promoção de educação ambiental e cidadania planetária. Assim, a gente precisa elogiar mesmo a atuação deste pessoal de Santa Catarina": comentário de Júlio César, ecólogo pela Unesp de Rio Claro, de São Paulo, atuando nesse momento no Espírito Santo, no Rio Doce, afetado pelo acidente de mineração.
ResponderExcluir"Apesar do Movimento Social ser fruto de determinados contextos históricos e sociais, duas definições conceituais clássicas podem ser encontradas nos estudos que pesquisei a respeito. A primeira delas é a de controle de ação histórica de Alain Touraine. Para ele, os movimentos sociais são a ação conflitante dos agentes das classes sociais (luta de classes). Já para Manuel Castells, movimentos sociais são sistemas de práticas sociais contraditórias de acordo com a ordem social urbana/rural, cuja natureza é a de transformar a estrutura do sistema, seja através de ações revolucionárias ou não, numa correlação classista e em última instância, o poder estatal": comentário também de Júlio César, ecólogo, Espírito Santo.
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