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quinta-feira, 26 de julho de 2018

HÁ EXPECTATIVA NO FESTIVAL DE VENEZA EM AGOSTO SOBRE O NOVO FILME DE FLAVIA CASTRO E O VELHO MITO HUMBERTO MAURO VISTO COMO O PAI DO CINEMA BRASILEIRO

A mídia cinema ainda descobrirá um dia a aventura da ecologia? Este é um enfoques deste nosso comentário




Flavia Castro apresentará seu filme Deslembro


O novo filme Deslembro é muito aguardado depois do documentário de estreia de Flavia Castro (filha de militante político morto no Chile na época da Ditadura no Brasil) já o resgate da memória do pai do cinema brasileiro o mineiro Humberto Mauro (feito pelo cineasta carioca André Di Mauro) também concorrerá na mostra paralela Documentários Clássicos: eles estarão representando o atual cinema do nosso país no tradicional Festival de Veneza, que chega agora em 2018 à sua 58ª edição. Fora de competição, participa também da sessão Venice Day, Domingo, de Clara Linhart e Felipe Barbosa, ele que foi bem em Cannes. O longametragem de Flavia Castro estará competindo entre produções de jovens cineastas na mostra paralela Horizontes, chama a atenção pelo nome: fala da infância perdida quando ainda o Brasil era o país da natureza? Ou é uma crítica à violência? Não há muitas informações sobre o filme Deslembro nem na Reuters nem em sites que noticiam a participação de filmes brasileiros neste festival internacional de muito prestígio, que acontece entre 28 de agosto a 9 de setembro em Veneza. Nem os sites como JB,Diário de Pernambuco ou Estado de Minas (que sempre abrem espaço para o cinema nacional) trazem muitos detalhes sobre o conteúdo do longa da cineasta que estreou com o promissor documentário Diário de uma busca (sobre a morte do perseguido político brasileiro Celso Afonso Gay de Castro, por sinal seu pai, morto em 1984, aos 41 anos em situação misteriosa). As TVs então nem ao menos citam ou passam o trailer de nenhum dos filmes brasileiros que estão neste evento importante da Europa. O site Comunità Italiana informa que Deslembro, de Flavia Castro, desperta interesse nesse festival, sendo um filme feito em coprodução Brasil, França e Qatar. A grande mídia se refere mais aos filmes que concorrem ao prêmio principal (Leão de Ouro), como First Man, de Damien Chazelle, ficção dos Estados Unidos sobre o primeiro homem a pisar na lua, o astronauta Neil Amstrong ou sobre Lady Gaga que protagoniza outra realização made in USA ou ainda algumas produções da Netflix na competição como o faroesteThe Ballad of Buster Scruggs, dos irmãos Coen, e o drama em preto e branco Roma, do cineasta vencedor do Oscar Alfonso Cuarón, talvez o filme mais esperado entre todos de todas as mostras. Importante dizer que a Netflix também exibirá The Other Side of the Wind, obra inacabada de Orson Welles finalizada recentemente, fora da competição, mas por ser de Orson Welles sempre pode trazer surpresas. Pelo que deu para saber de antemão o Festival de Veneza 2018 terá de filmes faroestes a de corrida espacial ou produções mais recentes de diretores vencedores do Oscar, porém, nada ou quase nada sobre a violência ambiental que abala a vida hoje em dia em todo o planeta. Ainda uma mídia de grande valor, o cinema precisa ainda descobrir a pauta da ecologia. (Antônio de Pádua Silva Padinha, editor deste blog)



Até as crianças já enfocam o drama ecológico...

...a mídia cinema precisa debater mais esta pauta


- "Eu sempre escrevi, gosto de escrever. Passei a vida inteira escrevendo diários, contando esta história da minha família.  O que destacou meu documentário Em busca do pai é um ponto de vista que ainda não foi utilizado no cinema brasileiro, o dos filhos dos militantes ou subversivos na época da Ditadura, como eu". (Flávia Castro, diretora do longa Deslembro que está na mostra paralela e competitiva Horizontes no Festival de Veneza deste ano)



Flavia Castro em nome do Brasil em Veneza


(Confira na seção comentários aqui no blog da ecologia e da cidadania, hoje tendo um ataque cultural, mais detalhes sobre este evento de cinema: esta mídia descobrirá um dia a aventura da ecologia?)


Humberto Mauro (pai ou pioneiro do cinema brasileiro) estará agora em 2018 no Festival de Veneza através de documentário de André Di Mauro


 Os filmes foram selecionados na Bienal de Veneza
Um deles é sobre o primeiro passo do homem na Lua


Fontes: Reuters - JB - Diário de Pernambuco - Comunità Italiana - Estado de Minas -  folhaverdenews.blogspot.com

5 comentários:

  1. Temos aqui 3 ou 4 comentários sobre esta pauta de hoje e logo mais estaremos postando nesta seção. Caso você tenha uma informação ou uma opinião sobre nosso debate de hoje envide sua mensagem pro e-mail navepad@netsite.com.br

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  2. Você também pode mandar vídeo, foto, mensagem, sugestão de pauta direto pro e-mail do nosso editor de conteúdo, envie para padinhafranca603@gmail.com

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  3. Estamos postando já o 1º comentário que chegou por e-mail à nossa redação. Depois (aguarde e venha conferir) postaremos outras mensagens, chegando.

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  4. "Curti este enfoque diferente aqui neste blog e o que eu sei é que Paul Greengrass, diretor de “Jason Bourne”, apresentará 22 July, filme distribuído pela Netflix que conta o que aconteceu após o massacre de 77 pessoas na Noruega pelo militante de extrema-direita Anders Breivik, em 2011, um debate sobre a violência atual": comentário de Júlio Portho, de São Paulo, produtor cultural.

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  5. "Em festivais de cinema, aqui no Brasil e no exterior, em especial este de Veneza, sempre tem alguns filmes tipo de arte, que interessam aos que amam o cinema de verdade": comentário também de Júlio Portho, completando sua mensagem.

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