Previsão Climatempo para junho de 2018 pode sinalizar o que pode acontecer nesse ano durante o inverno: a situação poderá não ser tão catastrófica como alguns previram e por outro lado, é certo que o clima não depende só dos meteorologistas mas da gestão ambiental que em todas as regiões do Brasil é abaixo de zero, para usar uma expressão dentro do clima desta matéria
"Norte: o sol aparece forte e a previsão é de chuva bem abaixo da média nos estados do AM e do PA, no AP e em RR, calor e alta umidade do ar ainda causam pancadas regulares de chuva nas outras áreas. Nordeste: o sol predomina na região. Áreas de instabilidade podem provocar chuva forte entre o leste da PB e do RN por volta dos dias 5, 15 e 25. No restante do mês deve chover pouco nessas áreas. Nas demais áreas nordestinas a expectativa é de chuva ainda mais abaixo da média para esta época do ano. Centro-Oeste: a passagem de duas fortes frentes frias, com instabilidade, pode provocar chuva volumosa em MS e no sul de GO e de MT por volta do dia 15 e entre 20 e 25. Nas demais áreas teremos algumas pancadas de chuva nestas datas também. No restante do mês teremos sol e tempo seco. Não há risco de geada, mas também não deve fazer calor intenso. Por aqui onde estamos no sudeste: a passagem de duas fortes frentes frias, com instabilidade, pode provocar chuva volumosa no estado de SP, no Sul de Minas, no Triângulo, por aqui em nossa macrorregião, no Rio e no ES por volta do dia 15 e entre 20 e 25. No restante do mês teremos sol e tempo seco. Não há risco de geada, mas também não deve fazer calor intenso. No sul a passagem de duas fortes frentes frias, com instabilidade, pode provocar chuva volumosa no estado entre os dias 5 e 10 e entre 20 e 25. No restante do mês teremos sol e tempo seco. Não há risco de geada, mas também não deve fazer calor intenso": estas previsões do site Climatempo para este mês, com grande índice de acerto sempre, elas devem possivelmente se confirmarem: a seguir vamos checar em outros sites como Notícias Agrícolas, Corrreio Braziliense e NSC outras informações, como antecipação do possível alcance da seca neste inverno 2018 (o que influi no ambiente e na saúde pública) bem como alguns comentários tipo a polêmica que andou sendo debatida ("será a época mais fria dos últimos anos"), bem como a nossa crítica aqui no blog do movimento ecológico, científico e de cidadania Folha Verde News à falta duma gestão governamental para o meio ambiente como um todo, o que influi diretamente também na produção de alimentos e no clima nas cidades brasileiras. Confira na sequência, OK?
Inverno mais rigoroso com La Niña pode afetar produção de segunda safra no sul do país e café em Minas Gerais e em São Paulo
Conforme analisa o climatologista Luiz Carlos Molion, nos Estados Unidos, La Niña pode atrasar início do plantio de soja lá ao norte do país e prejudicar colheita com antecipação de geadas e nevascas. Situação pode reduzir potencial produtivo da safra americana, um fator que influi na economia da exportação brasileira. Segundo esta análise, o La Niña deve persistir até maio e junho, entrando posteriormente na neutralidade e voltando a se estabelecer apenas no restante do ano, persistindo até janeiro de 2019. Em fevereiro e março de 2019, o La Niña deverá ter uma atuação fraca. Neste contexto, no inverno brasileiro agora, a atmosfera influenciar nessa intensidade a produção de grãos e de café por aqui que podem ser afetadas pelas baixas temperaturas. Os jornalistas Aleksander Horta e Izadora Pimenta, do Notícias Agrícolas, concluíram ao final da entrevista com Molion que o sul e o sudeste podem ter um inverno mesmo mais forte do que o normal.
Será o inverno mais frio e mais seco dos últimos anos?
Para o professor de Geografia, especialista em climatologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Carlos Henrique Jardim, afirmar que o inverno será o mais frio dos últimos 100 anos é exagero: "Há uma tendência na redução de temperatura desde 1998, e é possível que ela se mantenha nas próximas duas décadas. Contudo, não existe nenhuma projeção que demonstre que esse será o inverno tão assim mais frio". Na última semana, notícias de que o inverno será o mais rigoroso dos últimos 100 anos, devido ao fenômeno La Niña, circularam na Internet e nas redes sociais. O temor disso viralizou até mesmo em outros países. No entanto, para os especialistas não há a expectativa de frio extremo, porque neste ano, está previsto um inverno um pouco mais quente do que a média por aqui em nosso país. Segundo o Climatempo e matéria no jornal Correio Braziliense nessa pauta, os principais centros de análise de monitoramento de fenômenos oceânicos mostram que o El Niño e La Niña não estarão presentes no decorrer do outono/inverno de 2018 nem no Hemisfério Sul nem no Norte, indicativo de relativa normalidade climática. Um inverno muito intenso, acima da média, ocorreu há 43 anos, em 1975. Na década de 80, por exemplo, a temperatura chegou a 3ºC. O meteorologista Alexandre Nascimento relata que as águas do Pacífico estão um pouco mais quentes do que o normal e, com isso, se espera um inverno dentro de relativa normalidade: "Não há expectativa de frio extremo para o Brasil este ano. Vamos ter, sim, alguns eventos de frio intenso, alguns dias de geada forte no sul, algum evento de geada em estados como Mato Grosso do Sul e São Paulo, mas nada muito fora do que normalmente ocorre nestas regiões nesta época do ano".
O que esperar do frio, das chuvas e da seca neste inverno 2018
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| Governos deveriam usar previsões para fazer gestão do clima que influi direto no meio ambiente, na economia, na ecologia e na saúde |
Morgana Almeida, meteorologista do respeitado Inmet, observa que em, comparação ao ano passado, o inverno poderá ser mais rigoroso: "Se analisarmos o padrão atmosférico dos últimos quatro anos, foram mais quentes. Mas, a partir do final do ano de 2017 e do início de 2018, estivemos sob influência do fenômeno La Niña, que reduz a questão das chuvas no sul, favorece a incursão de massas de ar frio pelo centro do país, o que contribui para temperaturas mais baixas. Sob uma análise do fenômeno, das condições atmosféricas e oceânicas, pode ser que este ano seja relativamente mais frio mesmo do que o ano passado". Em relação às chuvas, as informações dão conta que deveremos ter um nível abaixo do padrão normal no trimestre junho, julho, agosto, e então o o clima será mesmo mais seco. A exceção ficou com março que ainda teve chuva normal, a regra geral deverá ser a tendência de secar durante o inverno 2018, na avaliação do jornalista especializado em clima Puchallski, do site NSC. Dentro deste cenário, a gente não precisa nem ser meteorologista para prever que a seca deverá se agravar nestes próximos meses até a chegada da primavera no final de setembro: os governos têm ou deveriam pesquisar esta informação. De toda maneira, que gestão governamental está sendo prevista para as condições do clima deste inverno? Temos que questionar isso, poderia ser realizada uma gestão especial para atenuar os efeitos nocivos da seca nestes próximos meses, elas também incluem, além de efeitos na agricultura ou pecuária, queimadas urbanas e rurais, ondas de doenças respiratórias e de repente até um vírus novo. Não queremos profetizar nenhuma catástrofe, porém, alertar as autoridades sobre a necessidade urgente de gerenciar o meio ambiente, ainda mais nesta época.
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| Em algumas regiões o frio poderá ser realmente mais intenso em 2018 |
(Confira na seção de comentários aqui no blog da gente mais informações e mensagens)
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| Pior do que tudo é a falta de gestão ambiental nesta e em todas as ápocas do ano |
Fontes: Climatempo - Inmet - Correio Braziliense - Notícias Agrícolas - NSC
folhaverdenews.blogspot.com












"O La Niña seguindo em atuação e que, boa parte do sul do Brasil sofrerá com a seca. Como indícios da atuação do fenômeno, ocorr~encia no Hemisfério Norte de invernos rigorosos e temperaturas baixas. Por aqui, o sul e o sudeste do Brasil podem ter um inverno mais forte do que o normal": comentário de Luiz Carlos Molion, climatologista em matéria do Notícias Agrícolas.
ResponderExcluir"Da segunda quinzena de maio em diante o centro-sul do país vai começar a sentir os primeiros dias mais frios do outono e depois inverno de 2018. Nas regiões mais elevadas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, a expectativa é de temperaturas abaixo de zero. Em grande parte da segunda quinzena de maio, a sensação será de frio nas capitais Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, São Paulo, Campo Grande e Cuiabá. Ondas de frio fortes e de grande extensão avançam sobre o Brasil durante este mês de junho, com potencial para resfriar as áreas do centro-norte das Regiões Centro-Oeste e Sudeste": comentário de Izadora Pimenta, jornalista, comentando dados do instituto Climatempo.
ResponderExcluir"Faltando pouco para o começo mesmo do inverno, há quem já esteja tirando o casaco do guarda-roupa. Ultimamente estou saindo sempre com um casaco. Já estou pensando no inverno, não sei se estou preparada para o frio que fui informada pelas TVs que vai vir": comentário de Hercília Gonçalves, de 20 anos. atua na área operacional de empresa de Informática: "Não creio que será o frio mais rigoroso em 100 anos, a mídia faz muito escândalo".
ResponderExcluir"Nesta semana, tivemos mais uma palestra do Fórum Climático Catarinense, encontro dos meteorologistas do sul para a elaboração da previsão de clima para os próximos três meses. O verão foi influenciado pelo fenômeno climático La Niña. Para quem não lembra, ele é o resfriamento das águas do oceano pacífico entre a Indonésia e a costa do Peru. Além disto, há um aumento da intensidade dos ventos na região que são chamados de Alísios. Estas mudanças devem influir também no inverno pelo que entendi de palestra, mas o La Niña tende a perder força e retomar sua ação só mais ao final do ano": comentário de Carlos Gonçalves, de Curitiba, no Paraná, que nos envia material sobre este fórum climático, a gente agradece e vamos divulgar, paz aí, Carlos Gonçalves.
ResponderExcluirLogo mais, nova edição desta seção, com mais dados, mais comentários, mais informações. Participe, mande a sua opinião ou mensagem pro e-mail da redação deste nosso blog: navepad@netsite.com.br
ResponderExcluirMaterial de informação, vídeos, fotos, notícias, mapas ou charges envie direto pro e-mail do nosso editor de conteúdo deste blog: padinhafranca603@gmail.com
ResponderExcluir"Diante do que tenho observado e lido, a previsão é que as temperaturas do amanhecer fiquem dentro a abaixo do padrão, ou seja, um pouco mais frio. No entanto, as tardes tendem ter o padrão normal até acima em termos de amplitude térmica. Temos tudo amanhecer frio e ter a tarde quente. Em relação a chuva, as informações dão conta que deveremos ter ela abaixo do padrão neste trimestre, devendo ser mais mais seco em geral no país, também por aqui no sul": comentário de Puchalski, que faz crônicas sobre o clima no site NSC.
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