Em dez anos fontes de energias renováveis deverão ser mais baratas do que os combustíveis fósseis poluentes tipo petróleo: será uma revolução energética
A nossa geração poderá ajudar esta revolução energética que cria o futuro
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| O Brasil tem um potencial extraordinário em Energia Eólica... |
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| ...precisam avançar a usinas de Energia Solar também no nosso país do Sol |
100% da energia consumida no mundo pode ser proveniente de
fontes renováveis pelo menos até 2050 mas os custos desse sistema energético podem
ser mais baratos do que combustíveis fósseis em dez anos, isto é, estamos à beira duma revolução em termos econômicos e ambientais. Este fato é o que aponta um novo relatório sendo divulgado pela Rede de Energias Renováveis para o Século 21 (REN21) em parceria com a ONU Meio Ambiente. Atualmente, somente 20% da energia utilizada em todo o mundo é derivada de fontes renováveis: "O relatório pretende estimular a discussão e o debate sobre as
oportunidades e os desafios de alcançar um futuro de energia renovável
de 100% até meados do século", argumentou a secretária-executiva da REN21,
Christine Lins: "O pensamento positivo não nos levará até lá., precisamos agir. Apenas compreendendo os
desafios e se engajando em um debate bem informado sobre como superar os obstáculos em meio à civilização do petróleo, só indo à luta e pressionando os governos a adotarem políticas e incentivos financeiros adequados
para então acelerar o ritmo de implementação desse tipo de energia limpa,a maravilha acontecerá". Ainda de acordo com Lins, 2016 foi o terceiro ano consecutivo em que a
economia global continuou a crescer em 3%, mas as emissões relacionadas
ao setor de energia diminuíram. Para ela, este situação se refere principalmente às
energias renováveis e aos investimentos eficientes promovidos pela
China e pelos Estados Unidos. O Brasil mal entrou ainda no mapa desta nova estrutura energética, que se expressa pela implantação de usinas de Energia Solar e Eólica, entre outras alternativas de avanço. O relatório destacou os interesses da indústria de energia
convencional (a megaindústria petrolífera) como um dos principais entraves para se alcançar a transição
de 100% em algumas regiões na África, nos EUA e no Japão. Esta é também a realidade observada no Brasil e na maioria dos outros países na atualidade. Além disso, também a falta de segurança política em longo prazo e a ausência
de um clima estável para o investimento em eficiência energética e
energias renováveis são fantasmas que dificultam o desenvolvimento na maioria das nações. O relatório sendo divulgado agora é baseado em entrevistas com nada menos do que 114 especialistas em energia de várias regiões do mundo. E você pode acessar o original deste documento histórico no site que nos serve aqui como a fonte de toda esta informação www.nacoesunidas.org onde está um link para este relatório extraordinário para a criação do futuro sustentável, que se chama Renewables global futures report/ONU Paris, sendo que o documento leva a assinatura do especialista Arthouros Zervos. Vamos em frente, OK? Confira mais informações sobre esta pauta na seção de comentários aqui em nosso blog da ecologia e da cidadania.
Fontes: www.nacoesunidas.org
www.folhaverdenews.com




"Até 2050, a demanda por energia elétrica no Brasil deve triplicar, segundo estimativas da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e do Ministério de Minas e Energia. Atendê-la com um sistema confiável, sustentável e acessível aos consumidores é um desafio. E ao mesmo tempo, apresenta uma série de boas oportunidades não só de negócio, mas de desenvolvimento da indústria nacional, de formação de mão de obra qualificada e de inclusão social. Foi isso que mostrou o quinto YouTube Live do projeto Caminhos para o Futuro, que teve como tema o “Futuro da Energia no Brasil”. Realizado na sede do LinkedIn, na capital paulista, o debate, que foi transmitido ao vivo pelo YouTube, contou com a presença de Elbia Silva Gannoum, presidente executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), José Carlos Miranda, presidente da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), Marcos Costa, líder de contas estratégicas de energia da GE para América Latina e Wilson Ferreira, presidente da CPFL. Este debate está no vídeo postado aqui no blog hoje, para ilustrar nossa matéria aqui sobre a REN21 da ONU.
ResponderExcluir“Estamos no meio de uma revolução na área de energia”, disse Wilson Ferreira, da CPFL, no começo do debate. “E o consumidor está no centro dessa revolução”. Os especialistas trataram dos grandes temas que pautam a discussão sobre o futuro da energia no Brasil: fontes renováveis e diversificação da matriz energética, geração distribuída e confiabilidade da rede, smart grids, inovação e eficiência, energia solar e eólica, por exemplo": comentário sobre o tema na Revista Galileu.
ResponderExcluir"Fontes renováveis e diversificação da matriz - Com cerca de 8,5 milhões de quilômetros quadrados de território cortado por rios caudalosos, mais de sete mil quilômetros de litoral, bem como condições climáticas favoráveis, não surpreende que o Brasil possa vir a ter logo 100% de sua matriz energética elétrica renovável": comentário no site Carta Capital.
ResponderExcluir"O problema hoje é que mais da metade da geração energética brasileira está concentrada em energia hidrelétrica, o que ficou evidente com a seca que assolou o País em 2015 e acabou por contribuir para a elevação do preço da conta de luz nacionalmente. Mas toda crise tem seu lado positivo. Percebemos que não podemos ser tão dependente da geração hidrelétrica, precisamos diversificar”: comentário de ”, diz Marcos Costa, diretor da GE.
ResponderExcluir"Fontes alternativas não faltam. Se o Brasil explorasse o potencial de geração de energia Eólica e Solar no país, por exemplo, que soma 440 mil MW, já teríamos três vezes mais energia que toda nossa capacidade instalada atualmente, que é de 140 mil MW. Hoje, porém, a capacidade instalada de geração Eólica, a mais desenvolvida das duas, é de pouco mais de 6 mil MW, ou 4,8% do total, segundo dados do Boletim de Monitoramento do Sistema Elétrico": comentário técnico do Ministério de Minas e Energia no debate que a gente aqui resume no vídeo postado no blog.
ResponderExcluirLogo mais, aqui nesta seção, mais comentários e informações, aguarde nossa próxima edição e confira. Participe você também, coloque aqui a sua opinião ou envie sua mensagem pro e-mail da redação do nosso blog navepad@netsite.com.br
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ResponderExcluir"Não será fácil vencer o lobby do petróleo mas se o Brasil conseguir, pelos recursos que tem na sua natureza para energias renováveis, se tornará líder mundial": comentário de Mário Santos Pereira, de São Paulo (SP), economista e consultor empresarial.
ResponderExcluir"A busca por eficiência, fundamental para garantir o futuro da energia no país, passa, por inovações tecnológicas. Um exemplo recente da dependência saudável do setor por inovações é a lâmpada LED. Durante o racionamento do ano 2000, 99% das lâmpadas residenciais eram incandescentes e gastavam 94% de energia gerando calor, e apenas 6% gerando luz. Os avanços das energias limpas podem ser exemplificadas por este avanço": comentário de Mario Teixeira Mendes, engenheiro elétrico, que atua na região de Araraquara (SP).
ResponderExcluir“Recentemente foram abertos dois cursos de mestrado e dois de graduação em Energia Eólica no país. Mas ainda não estamos na velocidade do mercado e dos países mais avançados. Investir na formação e capacitação para o setor de fontes limpas não é só garantir o futuro da energia no Brasil, mas também abrir um novo flanco de inteligência industrial que, em última instância, pode culminar na geração de tecnologia brasileira de ponta com grande potencial de exportação, o potencial brasileiro em energia renovável é mesmo extraordinário e poderemos em breve exportar esta tecnologia de ponta": comentário expresso por matéria na revista Galileu.
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