Até contrariando nossa manchete elas foram ainda ontem à noite às ruas além dos direitos da mulher no mercado de trabalho, críticas à
violência no Brasil e à reforma da Previdência, bem como apoio à
educação pública foram tema em vários lugares: um resumo do valor e do
alcance das lutas da mulher
Movimento de cidadania e das mulheres indo à luta
Protesto do
movimento de mulheres argentinas Ni Una Menos
Marcha
das Mulheres Negras em Brasília (DF) seria uma exceção no país do desemprego que
afeta também os homens e piora a condição humana da vida em geral para todo mundo
De toda forma, o
Dia Internacional da Mulher, agendado pela ONU para todo o planeta, deverá ser marcado por
paralisações de mulheres em pelo menos 30 países. A ideia de várias lideranças é fazer uma
greve geral, para reforçar a importância do papel das mulheres no
mercado de trabalho e na sociedade contemporânea. A proposta do protesto veio do
movimento de mulheres argentinas Ni Una Menos, nos informam Sabrina Craide e Lialian Beraldo, ambas da EBC: em 19 de outubro do ano
passado, as argentinas foram às ruas e paralisaram as atividades para protestar
contra os 200 assassinatos anuais naquele país em decorrência de violência de
gênero. No Brasil, movimentos feministas programaram protestos
para hoje em todos os estados, mas a greve prevista para alguns outros países
deve ser mais difícil de se concretizar por aqui, por causa das difíceis
condições de trabalho enfrentadas pelas brasileiras atualmente: "Uma coisa é
organizar uma greve em um país que tem quase pleno emprego, outra coisa
são as mulheres aqui no Brasil, completamente precarizadas – a maior
parte empregada no serviço doméstico, autônomas, completamente sem
proteção – dizerem que vamos parar", admite Maria Fernanda Marcelino,
integrante da Sempreviva, uma entidade civil que está divulgando assim mesmo a Marcha
Mundial das Mulheres. Para as que não puderem parar suas
atividades, as organizações feministas incentivam o protesto de outras
maneiras – usando uma roupa roxa ou fazendo quaisquer manifestações no próprio
local de trabalho: "O importante é identificar que estamos em luta,
independentemente de podermos parar ou fazer greve. Sabemos que nem todo
mundo pode parar, ainda mais diante de um cenário de desemprego no
Brasil”, argumenta também Fernanda Sabóia, da Articulação de Mulheres Brasileiras. A ideia é que as intervenções sejam postadas em redes sociais, com as hashtags #8MBR, #EuParo e #ParadaBrasileiraDeMulheres. Para
a assessora técnica do Centro Feminista de Estudos e Assessoria
(Cfemea), Joluzia Batista, as manifestações mais simbólicas também devem
ser valorizadas. “É uma forma de as mulheres que estão mais
impossibilitadas, com horários mais rígidos, poderem se manifestar
também. é o mínimo a gente exercer nossa cidadania".
A situação econômica e social precária do país até para se fazer protesto
Ecologistas pedem a Deus e à Mãe Natureza forças à mulher e a todo ser humano
Até no futebol mulheres se manifestam (veja nos comentários), Janaina, zagueira do Corinthians comanda agito nas redes sociais pelos direitos da mulher atleta e "maior respeito dos marmanjos"
A proposta do protesto veio do movimento de mulheres argentinas Ni Una Menos, a convocação foi ouvida e colocada em ação em cerca de 30 países, em especial, em países mais ricos. No Brasil, não é que a greve tenha sido furada, é que a condição de desemprego impede manifestação deste tipo.
Logo mais, estaremos postando aqui nesta seção, comentários sobre o Dia Internacional da Mulher, notícias, enfocando também a história desta data, a sua motivação na realidade de violência hoje em dia. Aguarde nossa próxima edição por aqui, confira.
Confira e participe, coloque aqui com liberdade o seu comentário ou se preferir envie a sua mensagem para o e-mail da redação do nosso blog de cidadania navepad@netsite.com.br
"Bom que este blog não esteja se omitindo e nessa data destacando a importância da mulher, sem ela não existe ecologia": comentário de Augusto de Oliveira, de Santos (SP), técnico em Informática.
"O silêncio das mulheres é sempre triste e nesse dia então é doloroso": comentário de Marina Vieira, do Rio de Janeiro, cursando a UFRJ, onde haver´[a toda uma programação, "mas por aqui não ouvimos falar nada de greve".
"Mais de 500 mulheres são vítimas de agressão física por hora, segundo a DataFolha, estou vendo essa informação agora em programa da Globo News da Maria Beltrão, especial sobre a data de hoje": comentário de Júlia Morais,de Catanduva (SP), advogada que é de São Paulo e atua nessa região.
"Me desculpe os românticos, mas não é um dia de flor e sim de luta": comentário de Maria Fernanda Sabóia: “Ainda continuamos trabalhando muito mais que os homens e sendo completamente desvalorizadas, sofrendo violência, e tantas questões que precisamos inverter". Ela é ativista de direitos humanos e defende greve e protestos de mulheres: "Além de chamar a atenção para a importância da mulher no mercado de trabalho, o movimento quer conscientizar a sociedade para todos os problemas enfrentados pelas mulheres".
“As mulheres estão sobrecarregadas, seja do trabalho remunerado, como o não remunerado, porque nós somos donas de casa, mães, trabalhamos fora. Somos 52% da população brasileira, então a nossa situação ainda é à margem da sociedade, vítimas de tanta violência”: comentário também de Fernanda Sabóia.
“Não temos lavanderias públicas, restaurantes públicos, sequer temos creches. O nosso trabalho dentro de casa não é reconhecido, não é remunerado, mas é trabalho”: comentário de Tatianny Araújo, que é servidora federal e representante do Fórum de Saúde Pública do Rio.
"Uma atleta do futebol feminino do clube mais popular de São Paulo está fazendo uma campanha nas redes sociais pela data de hoje": comentário de Dario Mendes, professor universitário de Educação Física, que nos manda a informação que está repercutindo muito. "Neste #WomensDay, a zagueira Janaina, do Corinthians/Audax, comandará as redes sociais do #Timão. Fiquem ligados! #VaiCorinthians".
"Aí da mulher que entra em roda de conversa ou discussão sobre o futebol, ela com certeza irá passar por um verdadeiro vestibular com tantas perguntas sobre tudo que se possa imaginar ou não sobre o time, temos que provar constantemente o nosso conhecimento, nos testam, nos subestimam, mas a gente sabe tudo de bola e tem mais amor pelo nosso time que muitos caras aí": comentário de Fabiana de Andrade, que se identifica como torcedora do Corinthians e está hoje escrevendo um artigo sobre a luta da mulher no esporte no site Meu Timão.
A proposta do protesto veio do movimento de mulheres argentinas Ni Una Menos, a convocação foi ouvida e colocada em ação em cerca de 30 países, em especial, em países mais ricos. No Brasil, não é que a greve tenha sido furada, é que a condição de desemprego impede manifestação deste tipo.
ResponderExcluirLogo mais, estaremos postando aqui nesta seção, comentários sobre o Dia Internacional da Mulher, notícias, enfocando também a história desta data, a sua motivação na realidade de violência hoje em dia. Aguarde nossa próxima edição por aqui, confira.
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ResponderExcluirVocê pode também contatar o nosso editor de conteúdo, sugerindo enfoques, pautas, matérias, envie um e-mail para padinhafranca603@gmail.com
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ResponderExcluir"Mais de 500 mulheres são vítimas de agressão física por hora, segundo a DataFolha, estou vendo essa informação agora em programa da Globo News da Maria Beltrão, especial sobre a data de hoje": comentário de Júlia Morais,de Catanduva (SP), advogada que é de São Paulo e atua nessa região.
ResponderExcluir"Me desculpe os românticos, mas não é um dia de flor e sim de luta": comentário de Maria Fernanda Sabóia: “Ainda continuamos trabalhando muito mais que os homens e sendo completamente desvalorizadas, sofrendo violência, e tantas questões que precisamos inverter". Ela é ativista de direitos humanos e defende greve e protestos de mulheres: "Além de chamar a atenção para a importância da mulher no mercado de trabalho, o movimento quer conscientizar a sociedade para todos os problemas enfrentados pelas mulheres".
ResponderExcluir“As mulheres estão sobrecarregadas, seja do trabalho remunerado, como o não remunerado, porque nós somos donas de casa, mães, trabalhamos fora. Somos 52% da população brasileira, então a nossa situação ainda é à margem da sociedade, vítimas de tanta violência”: comentário também de Fernanda Sabóia.
ResponderExcluir“Não temos lavanderias públicas, restaurantes públicos, sequer temos creches. O nosso trabalho dentro de casa não é reconhecido, não é remunerado, mas é trabalho”: comentário de Tatianny Araújo, que é servidora federal e representante do Fórum de Saúde Pública do Rio.
ResponderExcluir"Uma atleta do futebol feminino do clube mais popular de São Paulo está fazendo uma campanha nas redes sociais pela data de hoje": comentário de Dario Mendes, professor universitário de Educação Física, que nos manda a informação que está repercutindo muito. "Neste #WomensDay, a zagueira Janaina, do Corinthians/Audax, comandará as redes sociais do #Timão. Fiquem ligados! #VaiCorinthians".
ResponderExcluir"Aí da mulher que entra em roda de conversa ou discussão sobre o futebol, ela com certeza irá passar por um verdadeiro vestibular com tantas perguntas sobre tudo que se possa imaginar ou não sobre o time, temos que provar constantemente o nosso conhecimento, nos testam, nos subestimam, mas a gente sabe tudo de bola e tem mais amor pelo nosso time que muitos caras aí": comentário de Fabiana de Andrade, que se identifica como torcedora do Corinthians e está hoje escrevendo um artigo sobre a luta da mulher no esporte no site Meu Timão.
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