Aqui um resumo sobre a questão de segurança dos dados dos usuários e outros detalhes desta boa inovação tecnológica que pode agilizar o dia a dia da nossa vida mas outra questão a ser tratada na regulamentação é o padrão tecnológico: para o seu celular se comunicar com a sua geladeira, precisa haver um padrão compatível de conexão entre eles e então, esse é um problema na Internet das Coisas, criar padrões que permitam a intercomunicação entre os objetos nas casas, nas empresas
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| Especialmente os jovens e especialistas em web valorizam a Internet das Coisas |
Terminou à meia noite de ontem a consulta pública online sobre a Internet das Coisas, segundo nos informa Akemi Nitahara, da Agência Brasil, apesar de algumas circunstâncias prejudicarem esse debate muito necessário, ele mobilizou mais de 22 mil internautas de todas as regiões do Brasil. Além deste enfoque, outro fator que a gente vai destacar agora aqui no blog da ecologia e da cidadania Folha Verde News, é a falta de segurança dos usuários da web: Eduardo Magrani, pesquisador do centro de tecnologia da Fundação Getúlio Vargas (FGV) no Rio de Janeiro, alerta que a Internet das Coisas é um tema “guarda-chuva” que trata de
objetos inteligentes interconectados, que vão desde carros automatizados
até relógios inteligentes ou eletrodomésticos controlados via celular.
Magrani lembra que tudo isso gera muitos dados sobre os hábitos dos usuários que estejam usando o sistema e aí que mora o perigo: "Muitos na web podem ter acesso inclusive
dados sensíveis, eles podem saber o que a gente come, quanto a gente
gasta de calorias durante o dia e qual é o nosso percurso para o
trabalho ou para qualquer lugar. Todos esses dados são informações
pessoais que, se comercializadas ou transferidas a terceiros sem o nosso
consentimento, podem vir a gerar algum tipo de dano no dia a dia das nossas vidas" Então, esta inovação é um avanço, sim, mas a Internet das Coisas tem riscos e estas contradições todas acabam impactando a todos nós por remeter a questões
de privacidade, entre outros problemas que debatemos a seguir. Por essas e outras, é urgente a regulamentação da chamada Internet das Coisas. Acompanhe nossa matéria, OK?
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| O perigo da vazamento de dados e da ação do Hackers precisa ser resolvido |
Além de promover o desenvolvimento de soluções e de inovações tecnológicas, a
regulamentação da Internet das Coisas precisa antes de mais nada garantir a privacidade e a
segurança dos usuários da rede. A opinião é do professor e pesquisador
Eduardo Magrani, do Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getulio
Vargas - FGV - Direito Rio. Ele ressalta também um outro ponto, a consulta pública promovida pelo Governo (através do MCTIC, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação) terminou ontem sem atingir o objetivo esperado e necessário de ampliar a discussão e o entendimento no país desta nova tecnologia. A consulta pública sobre o Plano Nacional de Internet
das Coisas (IoT) recebeu mais de 22 mil acessos, que geraram quase 2 mil
contribuições feitas por meio da plataforma Participa.br A
consulta começou em meados de dezembro de 2016 e o prazo inicial para o envio
de contribuições era 16 de janeiro, mas, segundo as autoridades em Brasília (DF) houve tantos
pedidos de diversos setores interessados em participar que não
conseguiram mandar as contribuições a tempo, por causa das festas de fim
de ano. Mesmo com o prazo tendo sido prorrogado, ainda assim faltou uma participação maior nesta consulta pública, de acordo com pesquisadores e especialistas de toda forma como peritos nesta área contribuíram com sugestões na consulta pública,ela aconteceu mas sem ser o evento de cidadania que poderia ter sido. Os profissionais mais especializados questionam também a falta de transparência no
uso das informações no processo de se usar a Internet das Coisas, segundo ele, um dos principais pontos a serem
resolvidos: Você sabe para onde vão esses dados? Sabe
para quem o Google transfere? Você sabe se ele transfere algo para o seu
seguro de saúde cobrar mais caro? A gente não sabe, então, tem que haver
uma maior transparência no uso desta novidade. É que além de questões de
privacidade, há também problemas de segurança que
objetos conectados podem gerar. "A gente já tem exemplo de hackeamento
de carros automatizados, de câmeras de vigilância, o que fez cair o
Netflix e o Pay Pal em dezembro do ano passado. Todas estas situações
remetem a falhas de segurança na Internet das Coisas", comentou ainda
Eduardo Magrani.




"Há a preocupação, ainda, com mudanças no mercado de trabalho que a Internet das Coisas envolve.“A gente precisa, nas escolas, universidades e cursos técnicos, preparar, capacitando esses jovens para um novo mercado do século 21, da chamada quarta revolução industrial. Hoje, já há a expectativa de que várias profissões vão desaparecer do mercado em função da automação": comentário de Eduardo Magrani, pesquisador do centro de tecnologia da Fundação Getúlio Vargas (FGV) no Rio de Janeiro.
ResponderExcluirMais tarde, aqui nesta seção de comentários, mais informações sobre a Internet das Coisas, bem hoje, nesse 7 de fevereiro que é marcado no calendário como o dia da segurança na web...Aguarde a nossa próxima edição e comentários e participe você também com a sua mensagem ou opinião.
ResponderExcluirVocê pode colocar direto aqui nesta seção a sua mensagem, opinião ou comentário mas se achar melhor, pode nos enviar um e-mail com este conteúdo para a redação do nosso blog de ecologia e de cidadania navepad@netsite.com.br
ResponderExcluirVocê tem outra alternativa ainda: pode entrar em contato com o editor do nosso blog, mandando mais informações, fotos, comentando a matéria ou até sugerindo pautas, nestes casos envie o seu e-mail para padinhafranca603@gmail.com
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluir"Escritórios de advocacia hoje estão demitindo advogados recém-formados e substituindo esse pessoal por softwares, por robôs, que fazem um trabalho parecido, enfim, o mercado de trabalho será fortemente impactado": comentário de Cléber de Almeida, de São Paulo (SP), TI.
ResponderExcluir"A principal função de uma consulta pública pela Internet é que o cidadão ou cidadã possa colocar a sua opinião. No caso desta consulta pública sobre Internet das Coisas, houve muita participação de grupos específicos da sociedade civil, experts e de empresas e pouco de cidadão individual. Isso significa que Governo não fez um bom trabalho para capacitar as pessoas nesse assunto, as pessoas continuam não conhecendo os impactos da Internet das Coisas ou achando que não têm nada a contribuir, mas na verdade, têm sim a ver, se trata de coisas que qualquer pessoa usa ou vai usar diariamente”: comentário de Fernanda Ferreira, jornalista, que nos mandou desde Sorocaba (SP) um noticiário sobre a falta de debate na implantação da Internet das Coisas no Brasil: "Muita gente está confusa".
ResponderExcluir"Muito oportuna esta matéria, ainda mais que hoje é o dia mundial da Internet segura": comentário de Alberto Ramos, de Vitória (ES), apelido de Beto Capixaba, executivo e jogador de bola na praia.
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