
O livro What a Plant Knows revela uma estrutura complexa das plantas

A matéria de Josh Gabbatiss questiona como os humanos enfocam os outros sers vivos do planeta: na visão de Jack Schultz, "plantas são como animais lentos, mas conseguem ver, ouvir, cheirar e até têm comportamentos". Ele é professor da Divisão de Ciências Vegetais da Universidade de Missouri, nos Estados Unidos, passou quatro décadas investigando as relações entre vegetais e insetos. Segundo a maioria dos cientistas, as plantas lutam por território, procuram alimentos, evitam predadores e fazem armadilhas para suas presas. Logo, estão vivas no mesmo sentido que os animais e assim como eles, exibem condutas. Assim como nós, animais humanos. O que uma planta sente?...Se você acreditar no que afirma Daniel Chamovitz, da Universidade de Tel Aviv, em Israel, os sentimentos delas não são tão diferentes dos nossos. Quando ele decidiu escrever o seu livro What a Plant Knows ("O que uma Planta Sabe"), explorou a vida vegetal com base em pesquisas científicas rigorosas e avançadas, nesse trabalho, hoje a vanguarda na relação dos homens com a natureza. As plantas são extremamente complexas, podem ser definidas de alguma forma como inteligentes e em especial, adaptadas para fazer exatamente o que precisam. Elas podem não ter um sistema nervoso com a gente, mas superam isso em outras áreas. Por exemplo: apesar de não ter olhos, plantas como a Arabidopsis têm pelo menos 11 tipos de fotorreceptores. Nós temos apenas quatro. Isso significa que, de certa forma, a visão delas é potencialmente mais avançada do que a nossa. A verdade é que as plantas têm prioridades diferentes das nossas e os seus sistemas sensoriais refletem esta estrutura de realidade. Chamovitz afirma em seu livro "luz, para uma planta, é muito mais do que um sinal; luz é comida". As plantas podem enfrentar os mesmos desafios que os animais, mas as suas necessidades sensoriais também são moldadas pelas coisas da sua realidade, o que as diferenciam dos animais e dos humanos. "O enraizamento das plantas, o fato de elas não se moverem, significa que elas precisam ser muito mais atentas ao ambiente onde vivem do que eu ou você", explicou o cientista Daniel Chamovitz. Nesse ponto, resumindo estas informações aqui no blog da ecologia Folha Verde News o nosso editor de conteúdo Antônio de Pádua Silva Padinha se lembrou de que sua avó que viera da Itália e sua mãe no interior de São Paulo diziam, quando ele era criança, que elas todos os dias conversavam com as plantas. Talvez isso fosse mais do que apenas poesia ou sensibilidade.
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| Uma estrutura complexa de vida |
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| As plantas e as flores não são apenas beleza e mito |
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| Descobertas da ciência farão aumentar o respeito pela ecologia? |
Fontes: BBC - Terra
www.terra.com.br
www.folhaverdenews.com




A questão é muito ampla e complexa, aqui neste blog da ecologia enfocamos hoje mais as revelações do livro What a Plant Knows, de Daniel Chamovitz, da Universidade de Tel Aviv, em Israel.
ResponderExcluirLogo mais, mais informações e comentários aqui nesta seção, aguarde nossa próxima edição e participe você também com sua mensagem, que você pode postar direto aqui.
ResponderExcluirOutra opção é você enviar o seu comentário, mensagem ou informação por e-mail para a redação do nosso blog navepad@netsite.com.br
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ResponderExcluir"As rosas não falam, elas simplesmente exalam o que sentem...É mais ou menos isso que diz a poesia de Cartola no seu samba antológico. Vendo esta matéria, eu me lembrei disso": comentário de Neusa Maria Abranches, de São Paulo (SP),que é produtora cultural.
ResponderExcluir"Dentro deste assunto, inteligência das plantas, eu tinha visto e arquivei matéria no site da Veja. Pesquisas recentes mostram que as plantas têm linguagem, memória, cognição e são capazes de fazer escolhas. Ao site de VEJA, pesquisadores desvendam o mecanismo da inteligência vegetal e mostram como as plantas passaram a dividir com os animais o status de criaturas autônomas e sensíveis. Texto de Rita Loiola": quem nos enviou foi Fabiano Gonçalves, de São José do Rio Preto (SP), farmacêutico formado pela USP de Ribeirão Preto.
ResponderExcluir"Em 1880, o naturalista britânico Charles Darwin foi o primeiro a escrever que as extremidades das raízes vegetais “agem como o cérebro de animais inferiores”. Desde então, cientistas descobriram que as plantas atuam também como se tivessem linguagem, memória, visão, audição, defesas e cognição. Percebem-se como indivíduos e são capazes de fazer escolhas. Em outras palavras, elas têm o que Darwin previa no último parágrafo de seu livro O Poder do Movimento nas Plantas: inteligência": comentário do mesmo Fabiano Gonçalves, baseado em pesquisa da Abril.
ResponderExcluir"Evidências sobre a inteligência das plantas vêm de diversos países, em instituições de pesquisa como a Universidade da Califórnia e a Universidade de Washington, nos Estados Unidos, o Instituto Max Planck e a Universidade de Bonn, na Alemanha, a Universidade de Lausanne, na Suíça, além de institutos de pesquisa no México, França, Itália e Japão": comentário de Maria Helena, que é médica em São Paulo (SP) e nos mandou um texto comparando a magia com a ciência das plantas, a cultura mais antiga e a atual, que tem a ver com nosso post de hoje aqui no blog.
ResponderExcluirA magia das plantas, do povos ancestrais e dos pajés indígenas estão sendo comprovadas pela ciência contemporânea, como as pesquisas do Dr. Daniel Chamovitz, da Universidade de Tel Aviv, em Israel, que resumiu as informações em seu livro What a Plant Knows.
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