Inovações esquecidas que tornaram possível o telefone mais revolucionário da história são lembrados no décimo aniversário do iPhone dentro da webcultura que mudou para sempre as pessoas e a vida
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| Um resumo sobre a história e a webcultura do iPhone e do momento |
Através do Serviço Mundial da BBC Tim Harford, que é colunista do jornal Financial Times, está hoje divulgando via o podcast 50 Things That Made the Modern Economy (50 coisas que fizeram a economia ser o que é) que no próximo dia 9 de janeiro vai se completar a primeira década de vida do iPhone: um dos empresários mais influentes do planeta anunciava algo
novo há 10 anos atrás, um produto que se tornaria o mais rentável da história, hoje famosíssimo iPhone, produto que definiu até a economia e o consumo de agora. Há
a lucratividade da coisa, é claro: existem apenas duas ou três empresas
no mundo que fazem tanto dinheiro como a Apple faz e isso apenas com o
iPhone. O pai do Smartphone que por sua vez é o objeto de desejo para a maioria dos consumidores, para quase toda a transformando também outros mercados,transformou outros mercados, software, música e publicidade. Isso é óbvio sobre este produto. E quando você mergulha mais fundo no tema, as
revelações são surpreendentes. Nós damos crédito a Steve Jobs e outras
figuras importantes na Apple, seu primeiro parceiro Steve Wozniak, seu
sucessor Tim Cook, o visionário designer Jony Ive, entre outras figuras, mas alguns dos
atores mais importantes nesta história foram esquecidos. Afinal, o que realmente faz de um iPhone um iPhone? É em parte o design, a
interface do usuário, a atenção aos detalhes na forma como o software e o
hardware funcionam. Mas debaixo desta superfície atrativa há
alguns elementos críticos que fizeram o iPhone, e todos os outros
smartphones serem possíveis. A economista Mariana Mazzucato fez uma
lista de 12 tecnologias chaves que fazem estas máquinas funcionarem: "1)
minúsculos microprocessadores, 2) chips de memória, 3) discos rígidos de
estado sólido, 4) monitores de cristais líquidos e 5) baterias à base
de lítio. Esse é o hardware. Depois,
há as redes e o software. Aí entram: 6) Algoritmos de Transformada
Rápida de Fourier - bits inteligentes que tornam possível transformar
rapidamente sinais analógicos como som, luz visível e ondas de rádio em
sinais digitais que um computador pode manipular. No número 7: a Internet. Um smartphone não é um smartphone sem a Internet". Em
oitavo lugar estão HTTP e HTML, as linguagens e os protocolos que
transformaram a Internet difícil de usar na World Wide Web (rede mundial
de computadores) de fácil acesso. Em nono, as redes celulares. Caso
contrário, seu Smartphone não só não seria inteligente, como nem sequer
seria um telefone. 10) GPS. 11) A tela sensível. 12) Siri, a ajudante de
inteligência artificial ativada por voz. Todas essas tecnologias são componentes importantes
que fazem um iPhone, ou qualquer Smartphone, funcionar. Algumas delas
são indispensáveis. Mas quando Mazzucato montou esta lista de
tecnologias e revisou sua história, ela encontrou algo mais. Confira.
Aqui nesta matéria de hoje elementos básicos prá gente iniciar a história do iPhone e da Internet que mudaram tanto nossa dia a dia e também o mercado de consumo.
ResponderExcluirMudaram a alma do ser humano? Nem tanto. Apenas são asas para os sonhos do homem atual.
ResponderExcluirOs smartphones se beneficiaram com o investimento dos governos em tecnologia. A Transformada Rápida de Fourier é uma família de algoritmos que possibilitaram o deslocamento de um mundo onde o telefone, a televisão e o gramofone trabalhavam em sinais analógicos, para um mundo onde tudo é digitalizado e, portanto, pode ser processado por computadores. O algoritmo mais comum foi desenvolvido a partir de uma percepção do grande matemático americano John Tukey. Em que Tukey estava trabalhando na época? Sim, uma aplicação militar. Ele estava no conselho consultivo do presidente Kennedy, em 1963, tentando descobrir como detectar quando a União Soviética estava testando armas nucleares.
ResponderExcluir"A finalidade militar explica o nascimento de toda a webtecnologia, mas o universo de sua realidade é hoje muito mais amplo": comentário de Pedro Santos, graduado em História Contemporânea pela Unesp e trabalhando com TI em São Paulo (SP).
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ResponderExcluir"Mesmo sem a tela sensível ao toque e até sem a Internet Steve Jobs poderia muito bem ter criado algo maravilhoso. Mas não teria sido uma tecnologia de agitação mundial como o iPhone. O mais provável é que fosse, como Woody e Buzz, um brinquedo absolutamente encantador": comentário de
ResponderExcluirTim Harford, colunista do jornal "Financial Times", entrevistado do fim de ano na BBC.