Aumento de impostos sobre refrigerantes para reduzir obesidade e outras doenças: a Inglaterra assume esta política para mudar a realidade no consumo e na saúde pública, isso pode estar fazendo com que seja criado um refrigerante sustentável
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| Enquanto não se produz o refri sustentável podemos beber água com limão, né?... |
A gente recebeu aqui no blog Folha Verde News uma boa notícia para postar neste Natal, através de Aline Leal, repórter da Agência Brasil, levando em conta que nas festas de fim de ano aumenta muito (78%) o consumo de refrigerantes: a informação é que um estudo sendo divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) está sugerindo o aumento dos tributos em geral que incide sobre bebidas açucaradas, como refrigerantes e sucos em caixa, isso como forma de reduzir o consumo e, assim, diminuir o índices de obesidade, diabetes tipo 2 e cáries dentárias, entre outros problemas de saúde. Segundo o estudo Fiscal policies for Diet and Prevention of Noncommunicable Diseases,
as políticas fiscais que levam a um aumento de pelo menos 20% no preço
de venda desses produtos resultará em reduções proporcionais do
consumo. Autoridades governamentais de Saúde Pública (na Inglaterra) estão planejando usar este adicional de 20% para apoiar fabricantes de refris e bebidas açucaradas em geral que queiram pesquisar e descobrir uma fórmula que poderá revolucionar este que é um dos setores com mais força de consumo na atualidade: transformar o refrigerante numa bebida além de gostosa, saudável!s ingleses pensam em desenvolver este new refri e exportá-los para todo o planeta, concorrendo com as Coca Colas da vida. "A diminuição do consumo de bebidas açucaradas significa
uma menor ingestão de açúcares livres e calorias no geral, uma melhor
nutrição e menos pessoas sofrendo com sobrepeso, obesidade, diabetes e
cárie dentária", divulgou, em nota, a OMS, notícia que está levando a Inglaterra a buscar um refrigerante sustentável.
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| No Brasil além de adultos adolescentes e crianças obesos e hipertensos |
Aqui no Brasil - Dados
da Pesquisa Nacional de Saúde apontam que 56,9% dos adultos
brasileiros com 20 anos ou mais estão com excesso de peso. Quando
avaliados dados de obesidade, 20,8% dos adultos estão obesos. Já
entre os adolescentes, a obesidade alcança 8,4% dos jovens entre 12 e 17
anos. Além disso, 17% deles estão acima do peso ideal, pelo Estudo
de Riscos Cardiovasculares em Adolescentes (Erica), do Ministério da
Saúde. O levantamento também mostra que um em cada cinco adolescentes
hipertensos, cerca de 200 mil, poderia não ter esse problema caso não
fosse obeso. Isso sinaliza que também em nosso país, como de resto em todo o planeta, um refrigerante sustentável poderá vir a ser o maior sucesso em termos comerciais, também sob o ponto de vista positivo da Saúde Pública, da cultura da vida e do amor pela ecologia.
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Alternativa para já: suco natural e fresco de Melancia sem açúcar e nenhum aditivo
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| E o videoclip War Is Over é bálsamo neste tempo de violência |
Fontes: BBC - Agência Brasil
www.folhaverdenews.com
UM FELIZ NATAL DE VERDADE NÃO PRECISA DE MUITAS PALAVRAS
É o que acredita a equipe do blog da gente e assim a nossa mensagem é só uma imagem, só uma imagem que vale por milhões de frases, OK?
Em relação a esta nossa Mensagem de Natal, ela bombou no Facebook na virada de ontem para hoje e a gente fica feliz com comentários como o que fez o músico, sonoplasta e ecologista Rodrigo Gonzales Vergara: "É a notícia que a humanidade precisa".
ResponderExcluirEm relação à proposta e estudo da OMS, assumida como política pública na Inglaterra, aumentar os tributos a bem da Saúde Pública é algo positivo, ainda mais com os recursos (20% mais de impostos) sendo investidos na pesquisa e na criação dum refrigerante saudável (sem açúcares e sem aditivos), um refri sustentável. É o que em todos os países os consumidores estão precisando.
ResponderExcluir"De acordo com o novo relatório da OMS, pesquisas alimentares nacionais indicam que bebidas e alimentos ricos em açúcares livres podem ser uma grande fonte de calorias desnecessárias. O documento também aponta que alguns grupos, incluindo pessoas que vivem com baixo rendimento, jovens e aqueles que consomem com frequência alimentos e bebidas pouco saudáveis são os que mais respondem às mudanças nos preços dos produtos e, por isso, podem obter os maiores benefícios na saúde": comentário de Maria Cláudia, jornalista em Brasília (DF).
ResponderExcluir"A regulação da venda de alimento industrializado é um desafio para o combate mundial à obesidade, isso porque o refrigerante é sexto alimento mais consumido por adolescentes, mostram pesquisas feitas no Brasil e nos States": comentário de Juracy Mendes, redator (criação) em agência internacional de publicidade.
ResponderExcluirO documento da OMS apresenta os resultados de uma reunião, em meados de 2015, com especialistas convocados pela ONU e uma investigação de 11 revisões sistemáticas recentes sobre a eficácia das intervenções de política fiscal para melhorar as dietas e prevenir doenças crônicas que hoje são catalogadas como não transmissíveis, como obesidade, diabetes, hipertensão.
ResponderExcluir"Curti muito nesse blog dias atrás a matéria em que Gisele Bundchen relaciona a sua saúde, beleza e maior energia ao consumo de frutas frescas e de preferência, orgânicas. Agora esta outra notícia completa a informação": comentário de João Tales, de Campinas (SP), industrial e TI.
ResponderExcluir"O levantamento da OMS da ONU também aponta que subsídios para frutas frescas e vegetais, que reduzam os preços entre 10% e 30%, podem aumentar o consumo desses alimentos. Segundo o estudo, o apoio governamental para tais aumentos de impostos pode ser estimulado se as receitas geradas forem destinadas aos esforços para melhorar os sistemas de saúde, encorajar dietas mais saudáveis e aumentar a atividade física": trecho da matéria da Agência Brasil, feita pela repórter Aline Leal.
ResponderExcluir"O México, por exemplo, implementou imposto sobre bebidas não alcoólicas com adição de açúcar e a Hungria criou imposto sobre os produtos com altos níveis de açucares, sal e cafeína. Não é só a Inglaterra": comentário de Luiz Vaz, de São Paulo, corrigindo e ampliando o alcance da nossa informação aqui, hoje. Ele é MKT e comunicador.
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