Efeito do El Niño foi forte e termina com a entrada do fenômeno oceânico La Niña que deverá marcar aqui este 2º semestre de 2016 segundo os especialistas em clima
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| Após forte influência do El Niño agora é a vez do efeito La Niña |
Informação de Daniel Nascimento chega até aqui ao nosso blog Folha Verde News,
comenta que cientistas têm alertado que o El Niño foi em 2015 e começo
de 2016 considerado o mais forte efeito oceânico no clima do Brasil de
que se tem registro, superando
inclusive ao de 1997, quando foi classificado até mesmo como monstruoso. Quando
atingiu
seu auge, organizações humanitárias e ecologistas temiam que seus
efeitos
pudessem agravar situações de calamidade ao redor do mundo, o que
realmente ocorreu, com intensificação de secas em alguns locais e
inundações em
outros, no planeta e em algumas regiões brasileiras também, como Norte
de Minas Gerais, Nordeste e Sul do país. Em nível planetário, uma das
áreas de maior preocupação agora é a África, onde secas exacerbadas
podem resultar na escassez da produção e obtenção de alimentos e o
nosso Nordeste e todo semiárido brasileiro já tem enfrentando um
período severo de estiagem. Isso mudará com o predomínio a partir de
agora do fenômeno La Niña? Parece que sim, pelo que se constatou
nestes dias e nas chuvas que ainda estão em alguns lugares nesta
segunda-feira, 22 de agosto, época que costuma ser muito seca ainda.
Houve uma antecipação da Primavera? O que se constata é que em algumas
áreas, como no sudeste brasileiro, o El Niño acabou se mostrando
por fim até benéfico, uma vez que aumentou a quantidade de
chuvas e contribuiu por exemplo para que o Sistema Cantareira, que
abastece a Grande
São Paulo ficasse menos dramático, agora em agosto, a cerca de um mês
das chuvas da nova estação pós-Inverno, agora andou caindo muito a
tempratura após a passagem destas frentes frias e outras devem vir ainda
por aí. Nas últimas ocorrências de um fenômeno forte do El Niño, logo na
sequência de seu fim, ocorreu uma inversão: ao invés de se aquecerem, as
águas do Oceano Pacífico elas passaram a esfriar rapidamente, apresentando
uma temperatura abaixo daquilo que é considerado como normal, o que
caracterizou o fenômeno La Niña. Ambos os fenômenos ainda não são
completamente pesquisados e totalmente compreendidos nem mesmo pelos
mais especializados meteorologistas, a comunidade científica de toda
forma esta captando agora uma alternância entre estes dois fenômenos
oceânicos. As projeções feitas pelos modelos meteorológicos apontam que é
justamente isso o que vai acontecer neste momento de 2016. Novamente, o
clima no Brasil e em todo o planeta sofre alterações, mas em
locais onde havia seca, por exemplo, podem ocorrer chuvas com maior
frequência. Sob o fenômeno La Niña, as frentes frias que costumam ficar estacionadas no sul do país, no inverno, passam a se deslocar com
mais rapidez também para aqui no sudeste, que pode apresentar então temperaturas mais baixas do que o normal,
como já está acontecendo nesta virada de semana. A boa notícia é que
existe a possibilidade de as frentes frias chegarem até o centro-oeste, o
nordeste e o norte do
país, o que acarretará uma quantidade maior e mais distribuída de
chuvas por todo o território nacional. Ainda hoje não é possível fazer
uma previsão se a La Niña neste segundo semestre de 2016 será tão
forte quanto foi o El Niño até agora, mas segundo meteorologistas, já é possível
afirmar com uma certa segurança que o fenômeno ocorrerá, dadas as
observações de fenômenos anteriores semelhantes em que se baseiam as previsões meteorológicas.
Fontes: br.blastingnews.com
www.climatempo.com.br
www.folhaverdenews.com
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| Alexandre Nascimento da Climatempo estuda hoje o La Niña |
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| Neste 2º semestre por aqui La Niña influirá muito no clima |
Fontes: br.blastingnews.com
www.climatempo.com.br
www.folhaverdenews.com



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ResponderExcluir"Não vi nenhuma informação parecida como esta na grande mídia, espero que esta chance de chuvas onde não tem chovido no Brasil, aconteça mesmo": quem comenta é Geraldo Barros, de São Paulo (SP), que atua na rede pública de ensino.
ResponderExcluir"Benvida La Niña, se for trazer chuvas e antecipar a Primavera, espero que não seja sinal de outros desequilíbrios no clima ou no ambiente": quem comenta é Maria Fernanda, de Campinas (SP), que se assustou com a queda da temperatura de ontem para hoje, ela que tem que viajar todo dia de madrugada, como explicou.
ResponderExcluir"Ouvi em rádios AM de Sampa, onde sempre capto notícias que enquanto El Niño vai perdendo força e espaço, La Niña já mostra a cara na sua chegada ao planeta": comentário de João Pedro Prestes, que faz radioescuta toda manhã, antes de ir trabalhar na Bolsa de Valores.
ResponderExcluir"Sugiro vocês olharem http://www.deolhonotempo.com.br/ para mais informações sobre La Niña e tudo mais": a sugestão é de Mariana Mendes, de BH, Minas, economista que atua em cooperativa rural.
ResponderExcluir"Sobre o El Niño, aqui no Brasil, de norte a sul todo mundo sentiu e ainda sente os efeitos do fenômeno, afinal, quantas famílias perderam tudo em enchentes agressivas entre Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina? Quantos produtores rurais não viram sua roça apodrecendo com tanta chuva que caiu? E no lado oposto, quantas cidades não foram ainda mais castigadas pela falta de chuva no Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste?": comentário da mesma Mariana Mendes, explicando a força dos fenômenos oceânicos.
ResponderExcluir"Além dos fenômenos naturais como El Niño e La Niña é bom a gente falar na falta de gestão ambiental dos governos e na quantidade absurda de queimadas no país. Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) revelaram que só durante o ano de 2015 foram registrados 236.371 focos de calor em todo o Brasil. Isso é o que continua também desequilibrando o ambiente o o clima no Brasil": comentário de Dario Alves, de Cascavel, Paraná, técnico agrícola.
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