Em pesquisa, cientistas japoneses implantam memórias falsas: segundo pesquisadores, método poderá ser usado em pessoas com depressão ou autismo, além de apagar lembranças ruins por exemplo de alguém que tenha sofrido situações extremas como tortura ou estupro
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| Nova tecnologia implanta visões nos cérebros humanos |
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| Takeo Watanabe, neurocientista participa destes estudos no Japão |
Pesquisadores tipo hightech no Japão desenvolveram um método para implantar falsas visões nos cérebros dos humanos, alterando a forma como experimentamos o mundo e, potencialmente, até mesmo como pensamos. As informações são do site Ifç Science. Os resultados foram publicados na revista Current Biology . Os cientistas revelaram que conseguiram o efeito desejado sem se envolverem ativamente com os pensamentos dos participantes. Takeo Watanabe, que foi quem comandou os estudos, explicou que o “simples exercício de lavagem cerebral” poderia, um dia, levar a novos tratamentos para distúrbios cognitivos, tais como a depressão e o autismo, além de ajudar os pacientes a reforçar conexões e apagar as memórias ruins. Para o estudo, o cérebro dos voluntários foram escaneados enquanto eles participavam de um jogo virtual. Na tela, eram exibidas listras nas cores pretas e brancas e os participantes deveriam formar imagens concentras a partir disso. O objetivo dos cientistas era de controlas as atividades cerebrais dos indivíduos. No entanto, sem saber, alguns participantes foram estimulados com uma luz vermelha. Quando perguntado o que enxergavam, aqueles que não receberam o impulso responderam algo como “zebra”, enquanto os outros relataram ter visto pontos em vermelho na tela. Os resultados mostraram que as atividades das áreas primárias e secundárias do cérebro dos participantes estimulados foram os mais afetados. "Com certeza, estes experimentos podem levar a avanços em determinadas terapias e desajustes comportamentais, porém, é preciso o maior cuidado possível porque pode servir a manipulação das mentes, um perigo social e político em determinadas circunstâncias, outro fator a ser considerado com visão crítica deste processo é o livre arbítrio e os direitos individuais das pessoas, mas sem dúvida, a ciência levará em conta o lado humano antes de finalizar estes estudos surpreendentes e que vinham contudo sendo preparados por cientistas de vários países, agora os japoneses parecem ter alcançado êxito", comenta por aqui no blog da ecologia e da cidadania Folha Verde News o nosso editor de conteúdo, o repórter ambientalista Antônio de Pádua Silva Padinha, completando que "tudo o que vier favorecer um equilíbrio sustentável do ser humano pode ajudar a criação do futuro". Ao que parece o método desenvolvido no estudo talvez funcione também para diferentes tipos de memória, aprendizagem de exercícios físicos ou reabilitação após machucados sérios. “Na teoria, a hipnose ou um tipo de aprendizagem controlada é uma novidade em potencial”, comenta o diretor do laboratório de neurociência ATR, no Japão, Mitsuo Kawato. “Esse estudo nós confirmamos a validade do método apenas no conhecimento de percepções visuais. Então temos que testar, no futuro, se ele funciona com outros tipos de aprendizagem”, ele argumentou em texto do site LiveScience.
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| São amplas as fronteiras da ciência futura |
Outros neurocientistas do MIT também implantam memórias falsas em ratos
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| Uma manipulação de neurônios em laboratório |
Investigadores do MIT conseguiram fazer com que um rato se “lembrasse” de coisas que não aconteceram. A implantação de falsas memórias ajuda a entender a origem e o funcionamento das memórias. A experiência faz mesmo lembrar o filme Inception (A Origem), de Christopher Nolan. A manipulação dos neurónios em laboratório feita desta forma mostra que as memórias não podem ser 100% confiáveis. O trabalho de Susumu Tonegawa no MIT foi alterar alguns neurónios no cérebro de ratos. As cobaias estavam preparadas geneticamente para ativar certos neurónios quando submetidas a um flash. A técnica permitiu fazer o rato se lembrar de que tinha levado choques elétricos numa determinada caixa, quando tal nunca sucedeu, noticia por sua vez o Technology Review. O processo das memórias não é nada como gravar uma cassete. É realmente maleável e suscetível de incorporar novas informações», diz Steve Ramirez, co-autor deste estudo publicado na revista Science. Nos últimos anos, os avanços na neurociência e nas tecnologias permitem aos cientistas detalhar os componentes das memórias a nível molecular e celular. Estes desenvolvimentos permitirão a realização de diagnósticos mais completos e ainda a implementação de terapêuticas mais eficazes. É o que todos os que têm uma cultura humanitária esperam destes experimentos de vanguarda, todos na sua infância têm a memória da tragédia do personagem e mito Frankstein, é uma ficção mas também atual, agora diante das possibilidades das novas tecnologias científicas e por um exercício lúdico a gente se refere a esta conotação aqui, popularizando a informação.
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| Novas tecnologias científicas pesquisam o cérebro humano... |
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| ...remontam livro de 1818, velho filme de 1910... |
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| ...o mito Frankstein de novo surge mas agora na ciência |
Fontes: IfcScience/Exame Informática/Terra
www.folhaverdenews.com







Esta possibilidade desenvolvida agora no Japão vem sendo testada desde 2010 por cientistas de vários países.
ResponderExcluirPara vigorar, a nova tecnologia cerebral deverá superar tabus, mitos e também acolher uma visão humanitária da questão para evitar manipulação ou outros desvios ou erros em relação à mente das pessoas e à liberdade de cada ser humano.
ResponderExcluirÉ uma nova fronteira do avanço da ciência e do próprio ser humano? Logo mais por aqui neste blog novas informações, desde já você dar a sua opinião e colocar a sua mensagem aqui nesta seção de comentários.
ResponderExcluirColoque aqui a sua mensagem ou envie um e-mail para o webendereço da redação do nosso blog de ecologia e de cidadania navepad@netsite.com.br e/ou mande o seu e-mail direto pro nosso editor de conteúdo e inclusive para sugerir pautas ou trocar mais informações padinhafranca@gmail.com
ResponderExcluir"Eu também comemora todo avanço científico mas também tempo por manipulação das mentes e defendo a liberdade de cada pessoas, se trata mesmo dum tema muito polêmico e atual": o comentário de Wander Luís Araújo, de São Paulo (SP), que se dedica a Biotecnologia.
ResponderExcluir"Já em 2011 eu ficava sabendo pelo site LiveScience que pesquisadores do Japão e dos Estados Unidos tentavam ao estilo do filme Matrix implantar novas habilidades ou novas memórias em cérebros humanos": o comentário é de Júlia Garret, de São Paulo (SP) que nos envia um artigo sobre este assunto. Agradecemos, paz.
ResponderExcluirEm resumo, o artigo do LiveScience, que nos enviou a consultora de TI, Júlia Garret a seguir.
ResponderExcluir"Aprender ao estilo "Matrix" pode virar realidade
Os filmes de ficção científica hollywoodianos como "Matrix" e "A Origem" sugerem que mundos virtuais ou sonhos podem ser manipulados para conseguir mais conhecimento ou implantar memórias. E agora,cientistas realizaram um experimento que mostra a possibilidade futura de realmente fazermos isso. Mesmo sem o aval da pessoa. Os métodos tradicionais de aprendizagem sempre exigiram esforço e prática, do cérebro e do corpo, a partir da repetição. Mas pesquisadores americanos e japoneses descobriram que apenas repetir a atividade cerebral relacionada pode melhorar uma performance ou habilidade".
"Chega a ser perigoso alterar a forma como vemos o mundo ou até a forma como pensamos, sem nem mesmo o nosso consentimento, mas também, chega a ser maravilhoso usar este potencial da ciência e da tecnologia para o bem": comentário de Antônio Alves, de São Luís (Maranhão), ptodutor cultural e promoter de eventos.
ResponderExcluir"Pelo que sei o neurocientista da Universidade de Boston, Takeo Watanabe, de origem japonesa já vinha desenvolvendo experimentos nesta área, agora parece que se conseguiu avançar mas concordo que é necessário muito cuidado com esse poder", comenta Rubens Fernandes,de Campinas (SP), economista em rede de empresas.
ResponderExcluir“Na teoria, a hipnose ou um tipo de aprendizagem controlada é uma novidade em potencial”, comenta o diretor do laboratório de neurociência ATR, no Japão, Mitsuo Kawato. “Esse estudo nós confirmamos a validade do método apenas no conhecimento de percepções visuais. Então temos que testar, mais ainda, se ele funciona com outros tipos de aprendizagem”. Fonte: LiveScience
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