Refrigerante é mais consumido por adolescentes segundo a pesquisa da UFRJ que analisa os erros de alimentação ou o consumo e riscos de saúde da Geração Refri
 |
| Esta arte mostra a "involução" para adultos obesos |
Paula Laboissière está divulgando esta pesquisa pela Agência Brasil e pelo site de assuntos socioambientais EcoDebate, matéria envianda a nós aqui do blog Folha Verde News, onde resumimos a informação da hora e acrescentamos mais dados, especialmente na seção de comentários aqui ao final deste post: o refrigerante ocupa o sexto lugar na lista dos 20 alimentos mais
consumidos por adolescentes brasileiros, à frente de hortaliças e
frutas. Os dados fazem parte do Estudo de Riscos Cardiovasculares em
Adolescentes, que foi publicado também pelo Ministério da Saúde após uma parceria
de pesquisa com a Universidade Federal do Rio de Janeiro, a UFRJ, mais uma vez prestando um serviço de muito valor via a informação no Brasil. Os dados mostram que a dieta dos adolescentes brasileiros é
caracterizada pelo consumo de alimentos tradicionais, como arroz (82%) e
feijão (68%), também pela ingestão elevada de bebidas açucaradas
(56%) e alimentos ultraprocessados, como refrigerantes (45%), salgados
fritos e assados (21,8%) e biscoitos doces e salgados. O levantamento é de âmbito nacional tendo por base a realidade nas ecoslas brasileiras, tem como objetivo
estimar a prevalência do diabetes, da obesidade, de fatores de risco
cardiovascular, marcadores de resistência à insulina e inflamatórios
entre adolescentes. Foram avaliadas 71.791 informações passadas por
jovens de 1.247 escolas de 124 municípios. Esse padrão de alimentação está
associado à elevada inadequação da ingestão de cálcio, vitaminas A e E e
também ao consumo excessivo de ácidos graxos saturados, açúcar livre e
sódio. Os números indicam, por exemplo, que mais de 80% dos adolescentes
consomem sódio acima dos limites máximos recomendados (5 gramas por
dia). O consumo de frutas nessa faixa etária é baixo, sendo que esse tipo de alimento aparece entre os 20 mais
consumidos por adolescentes apenas entre meninos de 12 anos a 13 anos (18%). O café ficou
entre os cinco alimentos mais consumidos no Norte, com 64%, enquanto o
feijão é o segundo alimento mais consumido no Sudeste, Centro-Oeste e
Nordeste. No Sul, há prevalência no consumo de refrigerantes (51%), a garotada do sul do país é a mais exposta aos riscos de obesidade e de sobrepeso. A pesquisa revela que 17,1% dos adolescentes de 12 anos a 17 anos
estão com sobrepeso, enquanto 8,4% foram avaliados como obesos. Os
meninos aparecem em maior porcentagem,10,8% contra 7,6% entre as
meninas, que têm maior preocupação estética com o corpo. Um outro detalhe de comportamento detectado por este estudo da UFRJ: 56% dos adolescentes brasileiros
fazem refeições sempre ou quase sempre em frente à televisão. Geração Refri e do consumo, literalmente.
 |
| Entre 45 e 51% dos adolescentes do país consomem direto o Refri |
 |
| Estudo complementar mapeia o problema que não é só no Brasil |
 |
| A Geração Refri é também fissurada em consumir alimentos industrializados |
 |
| Está na hora duma virada na nutrição da garotada |
Fontes: Agência Brasil
www.ecodebate.com.br
www.folhaverdenews.com
Logo mais aqui nesta seção mais informações e comentários sobre esta pauta, aguarde nossa edição e participe.
ResponderExcluirJá recebemos mensagens, envie vc tb a sua que pode postar direto aqui ou mandar por e-mail para a nossa redação navepad@netsite.com.br e/ou enviando a msm para padinhafranca@gmail.com
ResponderExcluir"Aumento do consumo de alimentos altamente calóricos e ricos em gordura, sal e açúcar, mas pobres em nutrientes ocorre juntamente com o crescimento do sedentarismo, mudanças nos meios de transporte e aumento da urbanização", comentário de Juliana Steck, jornalista em Brasília (DF).
ResponderExcluir“A falta de tempo e informação adequada levam as pessoas a trocarem pratos saudáveis por salgadinhos, refrigerantes e sanduíches, e a exagerarem na ingestão calórica e no
ResponderExcluirconsumo de açúcar”, comentou o senador o senador Cristovam Buarque ao apresentar a pesquisa sobre obesidade no Congresso Nacional.
33% das crianças e adolescentes brasileiros já são obesos...Antes considerados problemas de países ricos, o sobrepeso e a obesidade estão em alta nas nações de baixa e média rendas, em especial nas áreas urbanas, conforme estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE): No mundo todo, já são responsáveis por mais mortes do que a desnutrição.
ResponderExcluirNo Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicou os dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares, indicando que o peso dos brasileiros vem aumentando nos últimos anos. O excesso de peso em homens adultos saltou de 18,5% para 50,1% — ou seja, metade dos homens adultos já estava acima do peso — e ultrapassou, o excesso em mulheres, que foi de 28,7% para 48%.
ResponderExcluirO excesso de peso e a obesidade são encontrados com grande frequência, a partir de 5 anos de idade, em todos os grupos de renda e em todas as regiões brasileiras. O IBGE e o Ministério da Saúde entrevistaram e tomaram medidas de 188 mil pessoas de todas as idades em 55.970 domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.
No início de fevereiro, foram divulgados os resultados de um levantamento realizado pelo Programa Meu Prato Saudável, coordenado pelo Instituto do Coração (Incor), do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, no município de São Paulo, apontando que 66,3% dos entrevistados estão acima do peso: 28,9% estão obesos — sendo 19% com obesidade grau 1 (forma mais leve), 7,2% com grau 2, e 2,7% com o grau 3, conhecido como obesidade mórbida — e 37,4% com sobrepeso. Informação barra pesada...
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluir"Levei um susto com o alcance deste problema, temos que tomar providências, os governantes e as famílias para orientar melhor o consumo e ajudar a equilibrar a vida da garotada em especial": quem comenta é Marília Santos, de São Paulo (SP), que nos enviou o documentário "Muito Além do Peso", de Estela Renner sobre este problema. Agradecemos e vamos divulgar sim, abraços e paz.
ResponderExcluir