Construir um bairro pensando ecologia é a missão ou a aventura do novo game Block’Hood que já bomba na Califórnia (USA) e está entrando agora no Brasil
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| A aventura nesse game é construir uma cidade ecologicamente perfeita... |
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| ...nada tem a ver com a cultura da violência comum no setor |
Duda Menegassi, no site O Eco, está com um post superinteressante sobre o Block'Hood, um game que abandona a cultura de violência que predomina neste tipo de lazer e tem como aventura principal pensar ecologia, buscar equilíbrio entre ambiente e economia. Uma série de jogos positiva para a garotada da Geração Game onde o usuário de jogos é responsável por construir casas e cidades
inteiras: esta tarefa poderia nem ser novidade, mas há um mês um novo lançamento tem chamado
atenção por trazer um conceito diferente: a ecoarquitetura. Block’Hood, ainda sem um nome em português, foi desenvolvido pelo arquiteto José
Sanchez inicialmente como um projeto de pesquisa na
Universidade do Sul da Califórnia, mas a empresa Devolver Digital comprou a ideia. O jogo hoje está disponível na plataforma Steam para Early Acess,
que é uma alternativa para distribuir o jogo antecipadamente, ainda
inacabado,
para que os próprios usuários comentem, sugiram lances e façam críticas
que ajudem os desenvolvedores do produto a chegar ao melhor resultado
final possível. Com um design simples, cleam, o game atrai porque faz
começar do zero a
construção de um bairro, onde o foco de expansão é para cima e não para
os lados, é possível criar prédios de até 20 andares, eles são
construções verticais, radicais. O jogador
precisa garantir os recursos básicos neste bairro virtual na dimensão de mudar a realidade urbana de hoje: água, ar fresco e eletricidade, fatores que no jogo significa
criar uma fonte, construir um painel solar e
plantar árvores. Block’Hood é uma operação ecológica dentro da lógica de cidade
sustentável, trabalha com a ideia de que é necessário equivaler o
consumo com a produção e para isso às vezes é preciso fazer malabarismo
para compensar o desperdício de uns com a economia e geração de outros
quarteirões. Neste jogo a Geração Game diferentemente de
aventuras anteriores tem desafios diferentes, não há por exemplo um
sentido de educação para a cidadania, por exemplo, uma
população para cobrar medidas e ações do governo. O objetivo é
manter a sustentabilidade do seu bairro e atender às necessidades de
cada quarteirão, do ponto de vista de um arquiteto que planeja
cuidadosamente a uma cidade ecologicamente perfeita, capaz de equilibrar
sua demanda por
recursos com a produção dos mesmos, sendo assim, mais do que
autosuficiente, sustentável, na aventura de conseguir harmonizar a
construção e a arquitetura com o equilíbrio do meio ambiente. O desafio é pensar ecologia.
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| A Geração Game começa a ser nova vertente de comportamento e lazer... |
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| ...jogos de motivação esportiva, diversão com conteúdo ecológico... |
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| ...já existem games até para crianças bem pequenas em desafios na natureza |
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| De repente, é um sinal de esperança para o futuro ser humano |
Fontes: www.oeco.org.br
www.folhaverdenews.com
Logo mais postaremos aqui nesta seção outras informações sobre este jogo Block'Hood e sobre a Geração Game, aguarde a edição.
ResponderExcluirDesde já você pode colocar a sua mensagem aqui em nossa seção de comentários e/ou então, se preferir, envie um e-mail para a redação do nosso blog de ecologia e cidadania: navepad@netsite.com.br
ResponderExcluirVc pode também mandar um e-mail direto pro nosso editor de conteudo, trocar informações e/ou sugerir pautas: padinhafranca@gmail.com
ResponderExcluir"Enfim, um oásis no mundo dos games, quase sempre com jogos violentos ou sem sentido maior para o dia a dia da realidade das pessoas, não é o caso me parece do Block'Hood": comentário de Ana Maria Berardi, de Juiz de Fora (MG), formada em TI pela UFMG.
ResponderExcluir"Superlegal, vou tentar baixar e passar pro meu filho": é a mensagem de Fabiana Moraes, que é de Araraquara, consultora de marketing e mãe.
ResponderExcluir"Boa essa alternativa de um jogo com conteúdo de ecologia e sustentabilidade, mesmo porque cada vez mais os games estão violentos demais": comentário de José Plácido, de Ituverava (SP)que viaja como representante comercial por todo o interior.
ResponderExcluir"A violência dos games é assustadora, se formos pensar nos efeitos sociais e psicológicos dos futuros cidadãos e cidadãs, algo mais positivo este Block'Hood, mas é preciso mais ainda em termos de número de opções nesta mercado de lazer": quem comenta é Roseli Almeida Salles, de São Paulo (SP), professora universitária que hoje atua na região de Cuiabá (MT).
ResponderExcluir"Até mesmo as diversões com os brinquedos tipo Lego são cada vez mais violentas, o mercado só pensa em atrair a atenção das crianças na era digital, produtos da empresa Lego não são mais tão inocentes como costumavam ser, a cultura da violência hoje predomina até no lazer infantil e juventil em todos os países da sociedade de consumo onde o fator nº 1 é o lucro e não o conteúdo": comentário de Geraldo Souza Júnior, de Sorocaba (SP), que informa ter acompanhado uma palestra neste tema na Unicamp nesta semana.
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