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Milhares de municípios estão reivindicando no
evento em Brasília
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O evento acontece em meio a manifestações de
todos os setores do país
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Ricardo da Silva Sobrinho, do PV, é prefeito de Santo Antônio da Alegria (SP), pequena cidade do nordeste paulista, no entanto, preside o consórcio dos 30 principais municípios desta região, com algumas cidades de médio porte, por aqui próximo da divisa entre São Paulo e Minas Gerais, detalhe que qualifica a sua liderança: "O Partido Verde é relativamente pequeno ainda, a minha cidade, uma das menores da minha região, mas por circunstâncias políticas e pela força do meu trabalho de outros prefeitos também, acabei assumindo esta liderança regional, algo que qualifica também o PV e aqui estamos em Brasília prá encarar o desafio de lutar para suplantar os desafios de toda prefeitura da nossa região, desafios que são comuns a municípios de todo o país", falou hoje por telefone Ricardo Sobrinho, enquanto aguardava a chegada da Presidenta Dilma Rousseff ao encontro de Brasília, que está reunindo cerca de 3.500 prefeitos e sendo organizado pela CNM, Confederação Nacional de Municípios. Ricardo não quís fazer uma comparação entre as manifestações de cidadania, que vêm agitando as ruas da Nação, com a marcha dos prefeitos, "temos um conjunto de reivindicações para melhorar a administração e tirar do sufoco as prefeituras na atualidade, queremos um novo pacto federativo, de toda forma, acredito que todas as lutas acabam convergindo na busca de um avanço do Brasil". Ele confirmou que o evento contará hoje com a presença na 16ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios da Presidenta Dilma, sendo portanto o Dia D para se saber o que os prefeitos conseguirão. Paulo Ziulkoski, líder da CNM, disse ao site jbonline que a expectativa é "que o evento reúna hoje 4 mil pessoas e dê um ânimo novo para prefeitos de todas as regiões brasileiras, que passam por dificuldades semelhantes". Na avaliação do prefeito Ricardo Sobrinho, presidente do Comam, que está em Brasília acompanhado por outros 14 entre os 30 prefeitos do nordeste paulista, "pode ser que consigamos aqui 1% a mais do FPM (fundo de participação dos municípios), o que seria significativo, principalmente se o aumento for repassado em julho, que é a época com menor receita nas prefeituras".
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Ricardo Sobrinho (PV) lidera pelo Comam
as cidades da região
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Aqui logo da luta e marcha em defesa dos municípios Ricardo Sobrinho (PV) lidera pelo Comam as cidades da região Outro ponto que deve avançar, na avaliação do líder Verde da macrorregião, "talvez seja um aumento no repasse para a área da sáude pública, algo fundamental para todos os municípios que passam por um sufoco neste setor, que afeta a qualidade de vida de toda população". Em outro post aqui no blog da cidadania e da ecologia – Folha Verde News – daremos mais informações após a conclusão deste evento nacional de prefeitos, de valor também para mudar e avançar a realidade das cidades brasileiras.
(Antonio de Pádua Padinha)
Fontes: www.jbonline.com.br
http://folhaverdenews.blogspot.com




Já virou um evento anual no calendário da política no país mas a Marcha dos Municípios ganha conotação mais expressiva neste momento em que jovens e variados setores da cidadania estão mobilizados para conseguir mudanças.
ResponderExcluirO prefeito da pequena Santo Antônio da Alegria, cidade com vocação também para o ecoturismo, lidera o Comam, consórcio dos 30 principais municípios do nordeste paulista: a matéria com ele exemplifica o que está ocorrendo com prefeitos e lideranças municiaplistas de todas as regiões do Brasil.
ResponderExcluirPor ser do PV, um partido municipalista e ainda livre de políticos tradicionais, com forte conteúdo de cidadania, estes fatos ajudam a ação do Verde Ricardo Sobrinho, uma das mais importantes lideranças jovens do interior paulista.
ResponderExcluirAí de Brasília ou de qualquer lugar onde vc esteja mande por e-mail a sua opinião ou informação e comentário sobre este post de hoje para a redação do nosso blog, que valoriza este movimento levando em conta a qualidade de vida urbana hoje em dia, problemática em todo lugar: navepad@netsite.com.br
ResponderExcluirDe acordo com Paulo Ziulkoski, presidente da Confederação Nacional de Municípios, os prefeitos queriam um repasse do FPM da ordem de R$ 6 bilhões, mas, como a Presidente Dilma anunciou R$ 3 bi, ficaram insatisfeitos e vaiaram no encontro entre ela e prefeitos de mais de 3 mil cidades em Brasília.
ResponderExcluirSegundo informação do jbonline, a presidenta Dilma Rousseff anunciou hoje na Marcha dos Prefeitos repasse emergencial de R$ 3 bilhões aos municípios, cuja primeira parcela estará disponível a partir de agosto, e a segunda, a partir de abril de 2014. Também haverá facilidades para o Programa Minha Casa, Minha Vida em municípios com menos de 50 mil habitantes, a serem executadas pelo Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. De acordo com o Governo, o repasse emergencial será desvinculado e dirigido para o custeio de serviços públicos. A presidenta fez os anúncios acompanhada de 25 ministros, do vice-presidente Michel Temer e dos presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Pouco antes de Dilma finalizar seu discurso, os prefeitos começaram a cobrar que ela mencionasse o Fundo de Participação dos Municípios (FPM), cujo aumento entre 1% e 2% era uma das principais reivindicações da marcha - o que não ocorreu. Ao terminar a fala sem anunciar qualquer aumento, houve um misto de vaias e aplausos à Presidenta do Brasil.
ResponderExcluirDepois da saída de Dilma Rousseff, o presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CMN), Paulo Ziulkosky, conversou com os prefeitos e a imprensa, tendo então criticado as vaias à Presidenta: "Também não era o que eu queria [R$ 3 bilhões], mas, se não fosse assim, não viria nada, seria pior". (Registro do site Uol).
ResponderExcluirNa área da saúde, Dilma Rousseff anunciou aos Prefeitos mais R$ 600 milhões por ano para o Piso de Atenção Básica (PAB). Dilma ainda defendeu o uso dos royalties do petróleo como fonte de recursos para o custeio de serviços como a saúde e a educação. "O governo encara essa proposta e consideramos que o critério de repartição tem de ser o mais equânime, equilibrado e democrático possível". Nesse ponto não houve discordâncias, segundo a Agência Brasil.
ResponderExcluirA assessoria da prefeitura de BH nos enviou matéria do site Yahoo, mostrando que as vaias ou reclamações de prefeitos quanto ao anúncio de medidas por Dilma Rousseff foram um desentendimento. Diz em resumo o site que "Após a Presidente Dilma deixar a Marcha dos Prefeitos, nesta quarta-feira, o presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CMN), Paulo Ziulkoski, pegou o microfone para desfazer um mal-entendido. Ele tratou de explicar aos participantes do evento que os R$ 3 bilhões que tinham sido citados momentos antes pela Presidenta do país representavam um aumento de cerca de 1,3% do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Diante do esclarecimento, muitos deixaram o evento avaliando que as vaias de parte da plateia à presidente foram injustas". Está aqui democraticamente registrado este enfoque da situação.
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