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quarta-feira, 29 de maio de 2013

ENTRE 36 PAÍSES ANALISADOS BRASIL ESTÁ EM 33º NO RANKING DO BEM-ESTAR

A Austrália lidera ranking de bem-estar da OCDE e o Brasil está entre os últimos colocados


Pelo terceiro ano consecutivo no ranking de bem-estar da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a Austrália ficou em primeiro lugar e o Brasil subiu uma posição em relação ao ano passado mas ainda assim  ficou em 33º lugar num total de 36 países avaliados segundo os indicadores de emprego, renda, moradia, meio ambiente, saúde e satisfação pessoal, é a informação que se destaca no site da Veja/Abril e entre as notícias da agência Reuters: "Nosso país já revela sinais de que está crescendo, mas não em termos de qualidade de vida ou desenvolvimento humano e social, o que mais falta por aqui é a noção de sustentabilidade entrar na realidade, um equilíbrio entre avanço da economia e a proteção da ecologia, bem como, educação, condição de vida melhor para todos, hoje um fator que define se um país está ou não realmente desenvolvido", comenta aqui no blog Folha Verde News o nosso editor de conteúdo, o repórter e ecologista Antônio de Pádua Padinha, concluindo ainda que "este ranking deve servir de um bom parâmetro para as lutas de cidadania e para a necessidade de mudanças no Brasil".


Austrália, Suécia e Canadá lideram o ranking de bem-estar da população

A Austrália conseguiu ficar por mais um ano à frente de outros países conhecidos pela alta qualidade de vida, como Suécia e Canadá. Segundo a imprensa australiana, o bom desempenho do país está relacionado ao vigor de sua economia, que cresceu durante 21 anos consecutivos sem uma recessão, mesmo com as crises mundiais nesse período. O índice de desemprego da Austrália em abril é de 5,5%, contra a média de 12,1% da zona do euro (a taxa brasileira de desemprego ficou em 5,8%, para você fazer a comparação).
Os australianos avaliaram sua qualidade de vida com uma nota de média 7,2 e cerca de 84% deles disseram ter mais experiências positivas do que negativas em seu cotidiano. Já os brasileiros alcançaram uma média de 6,7, com 82% dos entrevistados reportando mais experiências positivas do que negativas. Outros indicadores apontam uma distância maior entre Brasil e Austrália, como, por exemplo, a educação. Os estudantes australianos conseguiram uma média de 519 pontos em um teste de leitura, matemática e ciência realizado pela OCDE. Os brasileiros ficaram bem atrás, com 401 pontos. Expectativa de vida é outro indicador que mantém o Brasil atrás dos países mais desenvolvidos. Os australianos têm uma expectativa média de vida de 82 anos, contra 73 dos brasileiros. O ranking da OCDE compara os 34 membros do grupo, a maioria deles desenvolvidos, e dois “parceiros-chave”, que são Brasil e Rússia. A entidade usa 11 indicadores para medir o nível o bem-estar das populações com o objetivo de entender de que forma fatores como educação, moradia e meio ambiente contribuem mesmo para um verdadeiro desenvolvimento das nações, que tem como principal conteúdo a vida de cada povo em cada país.


Segundo o OCDE a condição de vida da maioria do povo brasileiro deveria ser bem melhor

Aqui o ranking completo da OCDE
1. Austrália
2. Suécia
3. Canadá
4. Noruega
5. Suíça
6. Estados Unidos
7. Dinamarca
8. Holanda
9. Islândia
10. Grã-Bretanha
11. Nova Zelândia
12. Finlândia
13. Áustria
14. Luxemburgo
15. Irlanda
16. Bélgica
17. Alemanha
18. França
19. Eslovênia
20. Espanha
21. Japão
22. República Tcheca
23. Itália
24. Israel
25. Polônia
26. República Eslovaca
27. Coreia do Sul
28. Portugal
29. Hungria
30. Grécia
31. Estônia
32 Rússia
33. Brasil
34. Chile
35. México
36. Turquia


Fontes: http://veja.abril.com.br
             Reuters
             http://folhaverdenews.blogspot.com

6 comentários:

  1. Há cerca de quase duas décadas lideraças de cidadania, ecologistas e cientistas sociais vêm propondo o desenvolvimento sustentável no Brasil como a saída para um real avanço da sua realidade e da qualidade de vida da população: o ranking da OCDE mostra porquê.

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  2. Chama a atenção o fato de os Estados Unidos estarem em posição inferior à Austrália, Suécia, Canadá, Noruega e Suiça, em 6º lugar, apesar dce todo o poderio econômico. Este fator (bem-estar do povo) precisa ser melhor analisado e entendido pelos políticos, pelos governos, pela mídia e também pela própria população.

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  3. A Gran Bretanha está somente em 10º e a super Alemanha apenas em 17º lugar...Estas colocações surpreendentes e mais a situação do Brasil, que vem se repetindo nos últimos anos de avaliação do OCDE, precisam levar a uma mudança estrutural em nosso país.

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  4. O desenvolvimentismo e a xenofobia de alguns setores no Brasil não revelam esta realidade deficiente do país em termos de desenvolvimento humano e social da população.

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  5. Mande seu comentário ou externe a sua opinião sobre este ranking e a situação da realidade brasileira segundo o seu ponto-de-vista: envie para o e-mail do nosso blog da ecologia e da cidadania, navepad@netsite.com.br

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  6. E este assunto é agora à tarde também manchete na BBC:
    A Austrália foi eleita pela terceira vez como o país mais feliz do mundo em um ranking da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). O Brasil ficou em 33º lugar da lista - uma posição acima do resultado do ano anterior. Um dos agravantes do nosso país é o nível de renda da maior parte da população.

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