Enquanto lideranças socioambientalistas e líderes de cidadania também no contexto de várias matérias aqui no blog Folha Verde News reclamam por uma gestão de desenvolvimento sustentável dentro do país, fora dele, conforme Carolina Gonçalves relata para a Agência Brasil, à frente do secretariado executivo da Convenção das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica (CDB), há um ano, o brasileiro Bráulio Dias reuniu elementos suficientes para assegurar que o Brasil é o país que mais avançou no esforço pela conservação ambiental, algo que destaca também o JB Online: nos últimos meses, Bráulio Dias tem se dedicado, segundo este site, a promover a preservação da biodiversidade no planeta, tentando estimular autoridades de todos os continentes a adotar um novo modelo de desenvolvimento que incorpore a sustentabilidade.
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| Dentro do país, a megausina de Belo Monte no Xingu é marca na luta por uma gestão sustentável |
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| Bráulio Dias, aqui ao lado da Ministra do Ambiente, luta por este ideal em termos internacionais |
"Um ponto é a questão financeira para apoiar a implementação da conservação ambiental no mundo e outro é o engajamento dos diversos setores. O avanço da conservação da biodiversidade não depende apenas da área ambiental de cada país. A gente precisa envolver o setor agrícola, de energia, pesca, floresta, transporte, minas e energia e todos os outros que utilizam a biodiversidade. Cada um tem de fazer sua parte", afirma Bráulio Dias.
Em um outro trecho de sua entrevista ao JB Online, Bráulio Dias argumentou que "a sociedade brasileira está envolvida e precisa ser mais envolvida. Desde a ECO-92 [Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento], o Ministério do Meio Ambiente e outros parceiros têm feito pesquisas públicas sobre o que o brasileiro pensa sobre meio ambiente. As pesquisas mostram que a população brasileira está mais consciente sobre questões relacionadas ao meio ambiente, incluindo a biodiversidade. É visível a maior conscientização. A União para o Biocomercio Ético tem feito o Barômetro para a Biodiversidade que mostra que o Brasil é campeão em termos de conscientização, comparada à realidade de vários outros países. O problema é a distância entre o que as pessoas falam e a prática. Por exemplo, as pessoas estão preocupadas com o desmatamento e isso ficou claro durante a discussão sobre o Código Florestal, que provocou uma grande mobilização. Mas, quando você pergunta para as pessoas como elas estão incorporando isso no seu dia a dia, no seu consumo e nas atividades na empresa, no bairro e na escola, aí o nível de engajamento é muito baixo".
Talvez a gente devesse dizer o mesmo em relação à maioria das autoridades governamentais, o discurso está longe da prática na gestão pública e assim, a sustentabilidade é só uma tese no Brasil", diz Padinha, repórter e ecologista ao editar este debate aqui no blog Folha Verde News.
Fontes: Agência Brasil
www.jbonline.com.br
http://folhaverdenews.blogspot.com


A luta socioambiental contra Belo Monte e todas outras megausinas na Amazônia e no Pantanal marcam a falta de uma gestão governamental que seja sustentável na área de energia, por exemplo, contradição com a postura internacional de Bráulio Dias no CDB, ou uma estratégia política?...
ResponderExcluirBelo Monte é apenas o exemplo mais explícito desta contradição ou da falta de uma gestão sustentável no país, porém, mesmo que ainda seja apenas uma postura teórica, a luta de Bráulio Dias e da ministra Izabela Teixeira pode vir a ser mobilizadora para a questão tanto fora como dentro do Brasil.
ResponderExcluirO debate, a busca de recursos e a procura de mudanças de rumo, no planeta e no país também, por si sós já têm um conteúdo positivo, mas é urgente que o Governo do Brasil adote o que os setores socioambientais mais avançados da população reivindicam, para assim aumentar a sutoridade moral do país, aqui dentro e lá fora no exterior também.
ResponderExcluirA posição do nosso blog de ecologia e de cidadania é justamente a de sempre discutir esta questão, indo assim à luta para mudar e avançar a realidade brasileira, já no limite da necessidade de uma gestão pública sustentável.
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