Recebemos por e-mail aqui na redação do blog de ecologia e de cidadania, Folha Verde News, a denúncia da entidade internacional socioambientalista Avaaz, para o que abrimos o nosso webespaço: em poucos dias, o parlamento da Nigéria pode aprovar uma multa de US$ 5 bilhões de dólares para a empresa gigante (e poluidora) Shell, dando início a uma lei que responsabilizaria empresas de petróleo pela primeira vez na história. O presidente nigeriano apóia essa multa, mas a indústria petrolífera está intensamente pressionando os parlamentares a votarem contra a reforma. Nossas vozes podem pressioná-los a conseguir justiça para o povo da Nigéria. É assim que resume a situação naquele país da África Pascal, Patricia, Alex, Ricken, David, Rewan e toda a equipe da Avaaz .
"Finalmente a indústria de petróleo terá que pagar por destruir terras férteis e gerar violência. O presidente Goodluck Jonathan apóia a aplicação dessa multa de 5 bilhões de dólares e senadores progressistas estão fazendo pressão por regulamentações rígidas na legislação, mas as indústrias petolíferas poderão escapar facilmente, pois sem um grande apoio internacional, os parlamentares poderão se curvar diante da pressão da megaindústria de petróleo. Os políticos nigerianos estão decidindo, neste exato momento, de que lado vão ficar. Assine esta petição urgente para o parlamento nigeriano multar a Shell e apoiar o projeto de lei e, em seguida, encaminhe esse email para todos. Quando chegarmos a 1 milhão de assinaturas levaremos nosso clamor global sem precedentes para a porta de entrada do parlamento da Nigéria:
http://www.avaaz.org/po/make_shell_pay_b/?bXetybb&v=19091
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| Mais uma vez, poluição ambiental e manipulação de informações por parte de petrolífera |
Membros da Avaaz já se ergueram diante das grandes indústrias de petróleo em várias partes do mundo. Contra a Chevron no Equador, o derramamento de petróleo no Golfo do México, e pelo fim dos subsídios aos combustíveis fósseis na Rio+20. Vamos nos unir mais uma vez, agora pela Nigéria. Vamos garantir que os políticos enviem uma mensagem clara para as indústrias petrolíferas: seus dias de impunidade acabaram", completam os ecologista da Avaaz.
Mais informações:
Shell leva multa de US$ 5 bilhões por vazamento de óleo no Rio Níger (G1)
http://g1.globo.com/natureza/noticia/2012/07/shell-leva-multa-de-us-5-bilhoes-por-vazamento-de-oleo-no-rio-niger.html
Shell responderá na Justiça holandesa por vazamentos de óleo na Nigéria (DW)
http://www.dw.de/shell-responder%C3%A1-na-justi%C3%A7a-holandesa-por-vazamentos-de-%C3%B3leo-na-nig%C3%A9ria/a-16300583-1
As investigações ao derrame de petróleo no Delta do Níger são “um fiasco” (Amnistia Internacional)
http://www.amnistia-internacional.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=1069:investigacoes-ao-derrame-de-petroleo-no-delta-do-niger-sao-um-fiasco&catid=15:noticias&Itemid=92
Descontaminação do Delta do Níger vai demorar até 30 anos, diz ONU (G1)
http://g1.globo.com/natureza/noticia/2011/08/descontaminacao-do-delta-do-niger-vai-demorar-ate-30-anos-diz-onu.html
Wikileaks: multinacional petrolífera se infiltrou no governo da Nigéria (Opera Mundi)
http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/8134/conteudo+opera.shtml
Fontes: www.avaaz.org
Wikileaks
http://folhaverdenews.blogspot.com

Uma luta para ecologistas e líderes de cidadania, também do Brasil. A ecologia não tem fronteiras. A não o interesse pela vida e pelo futuro do planeta.
ResponderExcluirEntidades de socioambientalismo e de informação, como a Avaaz, nos Estados Unidos, e a Wikileaks, na Europa, já se levantaram contra este vazamento monstro na Nigéria e contra a monstruosidade do silêncio de alguns setores da mídia africana e internacional.
ResponderExcluirParticipe vc tb, onde quer que vc esteja, assinando a petição e divulgando esta luta de justiça, pela ecologia da África e da própria Terra.
ResponderExcluirJoão Noronha, fotógrafo, ecologista e produtor cultural de Curitiba nos manda sugestão para criarmos o movimento Ecologia Sem Frontreiras. Um desafio a mais para irmos à luta pelo futuro da vida. Vamos lá.
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