O Vale do Silício, na Califórnia, já tem reputação como o mais avançado centro internacional de tecnologia, atraindo tanto gigantes do setor como pequenas empresas iniciantes. Acontece agora um dos principais eventos do setor de tecnologia, a conferência Disrupt, organizada pelo site especializado TechCrunch, para identificar novos produtos em desenvolvimento com potencial para se tornarem as próximas "grandes invenções" do Vale do Silício. Aqui no blog de ecologia e de cidadania Folha Verde News destacamos uma delas, de muita importância para evitar o congestionamento e a poluição das cidades, o carro elétrico, individual, praticamente uma moto coberta. Aqui, informações que foram apresentadas também no site internacional de jornalismo, BBC. O C-1 é uma espécie de 'carro cortado ao meio' movido a eletricidade. "O futuro está nos transportes individuais", é assim que Danny Kim e sua equipe de engenheiros da Lit Motors descrevem seu veículo inovador, movido a eletricidade, silencioso, rápido - basicamente um "carro cortado pela metade", nas palavras de seus criadores. Eles só se esqueceram de considerar que a maior parte dos engenheiros especializados em trânsito e cientistas de tráfego afirmam que a tendência é o transporte coletivo, mas essa contradição é mais uma estratégia de mercado. Todos os analistas especializados sabem que o transporte coletivo (por exemplo, via os monotrilhos elétricos) estão como top de linha para os transportes. De toda fora, este carro do futuro desenvolvido para suportar impacto, o C-1 é o primeiro veículo de duas rodas estabilizado por giroscópios controlados eletronicamente para criar mais de 500 quilos de força de tração. Isso ajuda a manter o veículo de pé e apto a enfrentar condições adversas como chuva, neve e até colisões: "Desenvolvemos nosso próprio algorítimo de estabilidade, que mantém (o motorista) seguro e faz a moto acessível a qualquer pessoa", opina Dany Kim. Mas ele ressalva: o motorista deve ser habilitado a dirigir um automóvel. O protótipo do C-1 lembra o de uma moto, mas com uma cobertura aerodinâmica. A moto é capaz de inclinar-se até 15 graus, capacidade que deve aumentar em versões futuras do projeto. A contemporaneidade está também no fato deste meio de transporte ser movido a eletricidade: "O que torna este carrinho sustentável é que ele não causa poluição do ar nem sonora e é econômiuco ao mesmo tempo que ecológico", comenta por sua vez o repórter e ecologista Padinha, ao editar esta postagem no nosso blog. O objetivo de seus criadores - equipe de engenheiros da Lit Motors - é que tenha autonomia de 320km com apenas uma recarga de bateria, o que facilita demais o seu funcionamento no dia a dia. A velocidade máxima do C-1 é de 193 km/h, e ele vai de zero a 96km/h em cerca de seis segundos. A versão do C-1 para o varejo deve ficar pronta em 2014, ao custo de US$ 24 mil - preço considerado excessivo por muitos observadores do mercado. A Lit Motors informa que eles pretendem reduzir o preço no futuro, quando puderem lucrar com a venda em escala, quanto maiores as encomendas, menor o preço. O C-1 também deve incluir airbag, cinto de segurança e portas reforçadas com aço, para aumentar a segurança do motorista, fator considerado nº 1 quando se trata de veículos tipo moto e similares, campeãs em acidentes de trânsito na atualidade.
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| Este é o carro-moto do futuro segundo a equipe de engenheiros da Lit Motors |
Fontes: TechCrunch
BBC
folhaverdenews.blogspot.com

Nem carro nem moto, o C-1 é uma nova idéia de veículo individual, não-poluente, ecológico, econômico, rápido e mais seguro do que as motocicletas de hoje. Ele tornará o trânsito urbano mais sustentável? Só o futuro dirá.
ResponderExcluirComo está discutido no corpo deste matéria, a maioria dos engenheiros e cientistas de trânsito e de tráfego optam atualmente por veículos de transporte coletivo, como os monotrilhos elétricos, muito debatidos na atualidade.
ResponderExcluirDe repente o C-1 é a imagem urbana do futuro.
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