Neste final de semana está chegando ao fim a Copa do Mundo de futebol na África do Sul. No sábado, as seleções da Alemanha e do Uruguai, decidindo que país fica em terceiro lugar neste ranking mundial da bola. Neste domingo, a finalíssima com Espanha X Holanda mobilizará às 15h30 do Brasil milhões de telespectadores de todo o planeta, especialmente os que gostam de esporte e acompanham os principais jogos de futebol. É a maior mobilização em massa nesta década e aproveitando este fato, ecologistas ocuparam o espaço para uma mensagem de não-violência em relação aos animais, o que tem a ver também com a ecologia humana, o equilíbrio ambiental no dia a dia no jogo de nossa vida.
Ativistas tiram a roupa em defesa dos animais em Johannesburgo
Membros da organização Peta (Pessoas pelo Tratamento Ético aos Animais) se despiram nesta reta final do Mundial de futebol, no centro de Johannesburgo, pintarando seus corpos com as bandeiras dos 32 países que participaram da Copa do Mundo para protestar contra o comércio e o uso de peles. Vegetarianos se vestiram com frutas e verduras, para também divulgarem a ecologia na alimentação, que poupa a matança de muitos animais, muitos sofrendo crueldade na hora da morte.
A Peta aproveitou o Mundial da África do Sul para “mostrar também ao mundo inteiro que há animais que passam toda a vida em jaulas pequenas e sujas para exploração de suas peles e alguns deles, inclusive, endoidecem por viverem fechados”.
"Jogadores de futebol que reclamam do rigor da concentração nem imaginam o que é prisão dos animais que vão a sacrifício", disse um ativista vegetariano ao repórter da agência Reuter.
Os ativistas que mais chamaram a atenção se instalaram em frente a um dos shoppings mais luxuosos da cidade, alertando com sua performance moradores, transeuntes, turistas, atletas e imprensa, em busca de despertar nova consciência mundial.
. Vestidos unicamente com roupa íntima, eles gritavam o lema da manifestação: “Não às peles”.
Fontes: folha.com
Reuter
http://www.ambientebrasil.com.br/

Não foi notada a presença de Larrisa Riquelme no evento, esta torcedora do Paraguai que andou tirando a roupa para se promover como modelo: esta foi a mensagem enviada à Folha Verde pelo ecologista Valdivino Franco.
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