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terça-feira, 30 de abril de 2013

UMA INICIATIVA EXEMPLAR PARA AUMENTAR OFERTA DE ALIMENTOS

Em São Paulo uma nova alternativa: uma horta no teto de um grande supermecado

Ainda no governo ditatorial, no começo da década de 70, o General Zerbini foi preso no Dops como subversivo em São Paulo e até acusado de ser comunista: o seu crime na época hoje poderia vir a ser uma alternativa para se aumentar a oferta de alimentos para o povo, obrigando a queda de preço no mercado, a sua idéia era genial, colocar o Exército nas cidades lado a lado com pessoas mais carentes da população para ajudar a produção de grãos e de hortas em torno das principais rodovias e estradas vicinais; os caminhões militares fariam o transporte da produção que assim teria um preço bem mais competitivo do que os provenientes da agricultura mais convencional, "além do mais, estimulando assim uma concorrência muito saudável a bem da economia popular, a cooperativa de plantadores em torno das estradas teriam fartura de alimentos e ganhariam com a venda para os mercados uma renda para a manutenção das famílias mais pobres, crescendo muito nas periferias, que são hoje um dos maiores circuitos da fome", como contou ao repórter e ecologista Antônio de Pádua Padinha (do nosso blog Folha Verde News) o próprio Jaime Zerbini (irmão do médico Eurípedes de Jesus Zerbini, pioneiro dos transplantes no Brasil) quando este general nacionalista e incompreendido estava junto com ele também como preso político, por razões diferentes, então numa cela do Departamento de Ordem Política e Social, acusado de subversão. Este personagem de mais de 40 anos atrás, o General Zerbini e a sua idéia revolucionária são agora lembrados pelo editor de conteúdo do nosso blog ao registrar um fato inédito também em São Paulo, mas hoje e que pode ser o início de uma revolução de alimentos para o povo, aumentando a sua oferta, barateando o seu preço, ajudando a melhoria da qualidade de vida de muita gente: a reportagem está terça-feira, 30 de maio, no site Uol como uma iniciativa exemplar do supermercado e shopping Eldorado, confira a seguir esta informação.

Shopping de São Paulo revoluciona ao fazer uma horta de legumes e verduras no telhado

No telhado do shopping e supermecado Eldorado alfaces e beringelas

Restos de comida da praça de alimentação do Shopping Eldorado (zona oeste de São Paulo) estão se transformando em uma horta com mil m² em seu próprio telhado. Com um investimento de R$ 12 mil por mês, o shopping diz transformar 14 toneladas de produto orgânico - 28% do volume gerado mensalmente -  em um composto onde estão sendo plantados berinjelas, alface, hortelã, couve, pimenta, manjericão, menta entre outros alimentos e ervas medicinais. O projeto já rendeu três colheitas em um ano. Todo o alimento gerado (na última colheita foram 400 berinjelas e 900 pés de alface), por enquanto, é distribuído entre os funcionários. A intenção é que, em cinco anos, todos os 9.800 m² do telhado estejam ocupados por plantas e que não haja mais necessidade de mandar o lixo orgânico local para aterros sanitários de São Paulo."Isso, além de produzir uma complementação de alimentos de qualidade, uma iniciativa de grande valor popular e que pode ser imitada por milhares de empresas, criando assim uma alternativa da própria sociedade civil para melhorar a qualidade de vida da população", comenta Padinha, ao editar esta feliz notícia aqui no blog da ecologia e da cidadania, algo exemplar que merece ser divulgado em toda a mídia por poder avançar a realidade do país, em especial nas regiões brasileiras onde ainda há circuitos de fome e/ou menor oferta de alimentos, com cada vez preços mais altos para os consumidores.

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segunda-feira, 29 de abril de 2013

SOJA BATE RECORDES DE EXPANSÃO E AMBIENTALISTAS CONSEGUEM ACORDO

As exportações de soja cresceram ao máximo e ambientalistas querem proteção de biomas
 
João Fellet, desde Brasília fez matéria para a BBC sobre o record agora em 2013 das exportações da soja brasileira, se reportando também a acordos com ambientalistas que buscam minimizar impactos da expansão desta lavouras nos biomas da Amazônia e em algumas partes do Cerrado. De toda forma, a notícia também veiculada pelas agências APReuters é que através da soja a agricultura volta a liderar as exportações do Brasil no momento: "Realmente, como os preços se elevaram também em função das previsões de queda na produção da soja nos Estados Unidos, as exportações brasileiras agora vão quebrar recordes gerando uma receita extraordinária para o Brasil e em razão de todo este lucro também, o país e os produtores podem deixar sem plantio algumas áreas estratégicas para a ecologia, aliás, este foi um acordo selado entre ruralistas e ambientalistas a bem do Brasil, um dos poucos acordos que rolaram entre ruralistas e ambientalistas, algo que só será efetivo, constante e normal no dia a dia quando houver uma gestão de desenvolvimento sustentável na Nação", comenta o repórter e ecologista Padinha, aqui no blog Folha Verde News, onde hoje ele está editando estas informações da BBC sobre este novo boom da soja brasileira. 
Foto de arquivo do Greenpeace mostra área desmatada para dar lugar a plantações de soja no Pará (AP)
Plantações de soja precisam preservar algumas florestas
 
Após se espalhar pelo Sul e Centro-Oeste nas últimas décadas, a soja agora avança pelo Norte e Nordeste brasileiros, mas encontra a resistência de ambientalistas, que tentam minimizar os impactos dessa expansão nos dois biomas mais diversos do país - a Amazônia e o Cerrado. Em estudo que foi publicado em 2012, a organização ambientalista WWF Brasil argumenta que hoje, entre os cinco estados brasileiros que concentram os maiores focos de desmatamento em razão da soja, três são do Nordeste (Maranhão, Piauí e Bahia) e um da região Norte (Tocantins). Ao avançar pela região, que entre estudiosos passou a ser chamada de Mapitoba (agregando as iniciais de cada Estado), a soja passa a ocupar o centro-norte do Cerrado, a última região do bioma em que ainda não estava presente.
O doutor em agroecologia Cássio Franco Moreira, coordenador do Programa Agricultura e Meio Ambiente do WWF Brasil, demonstra que hoje cerca de 50% do Cerrado já foi desmatado, "parte significativa em função da soja". Segundo ele, pequenos e médios produtores têm promovido desmatamentos ilegais na Mapitoba, que abriga as últimas áreas de Cerrado intactas. Por ora, no entanto, ele diz que o plantio de soja na região é praticado em sua maioria por grandes produtores. Esses, afirma, são mais capazes de arcar com os desafios logísticos da região e costumam respeitar a legislação ambiental. A postura reflete as cada vez maiores exigências de compradores, que não querem ser associados à destruição do meio ambiente. Ainda assim, de acordo com o Código Florestal atual, propriedades no Cerrado podem usar até 65% de suas terras para a atividade agropecuária, o que abre margem para novos desmates, ainda que legais. Somente 3% do território do Cerrado está protegido por unidades de conservação federal ou estadual. o agroecologista Moreira destaca: "O Brasil pode expandir plantações de soja sem desmatar nada".
Ecologistas citam o cálculo do Governo que apontou a existência de 200 milhões de hectares de pastagens no Brasil. É possível transformar até 30% das áreas hoje ocupadas por pastos em plantações, sem prejuízos para os pecuaristas. "Há incentivos financeiros governamentais para que isso ocorra." Enquanto isso, instituições ambientalistas têm negociado com grandes compradores mundiais da soja a conservação de áreas prioritárias do Cerrado. Hoje, os compradores já concordaram em proibir a comercialização de soja produzida em áreas de floresta recém-desmatada, o que inclui área do Cerrado conhecida como Cerradão. Agora os ambientalistas tentam incluir na lista regiões do Cerrado com vegetação mais baixa e rala. Caso consigam, até 2023, serão desmatados 3% adicionais da área de Cerrado. Se a produção for expandida de acordo com essas regras e se houver respeito ao Código Florestal em vigor, em dez anos o Brasil poderá ter condições de negociar um desmatamento zero, sem prejudicar em nada a expansão da soja. Na Amazônia, apesar da expectativa do avanço da soja nos próximos anos em Rondônia e no Pará, negociações entre compradores e ambientalistas já tiveram resultados melhores. Em 2006, a Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais), a ANEC (Associação Brasileira de Exportadores de Cereais), o Greenpeace e outras entidades assinaram um acordo batizado de Moratória da Soja. O acordo determina que, até janeiro de 2014, as 24 maiores empresas comercializadoras de soja, que representam 90% do mercado nacional, não comprem o produto de fornecedores na Amazônia que tenham desmatado após 2006. "Acreditamos que este acordo foi um dos motivos para a diminuição no desmatamento na Amazônia nos últimos anos", afirma Rômulo Batista, do Greenpeace.

Fontes: BBC
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domingo, 28 de abril de 2013

UMA NOVÍSSIMA GERAÇÃO DE ECOLOGISTAS É A SAÍDA PARA A OBESIDADE E A VIOLÊNCIA

E quase a metade das crianças em SP está acima do peso, diz o médico Jairo Bouer no Uol

Um projeto feito pelo Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP)  mostrou que 45% das crianças paulistanas têm sobrepeso ou são obesas. Foram avaliadas 476 crianças de dois a nove anos, sendo 246 meninos e 230 meninas. O levantamento foi feito durante mutirões de reeducação alimentar feitos em parques, estações de metrô e escolas da rede estadual. No total, 19% das crianças apresentaram excesso de peso e 26% foram considerados obesos. Entre as meninas, o índice foi de 22% de sobrepeso e 24% de obesidade. Já entre os meninos, 16,6% tinham excesso de peso e 28% eram obesos. "Uma em cada 4 crianças da cidade de São Paulo é obesa", na avaliação do médico especializado em saúde de crianças e jovens, Dr. Jairo Bouer, que também é colunista do site Uol neste assunto, hoje, de vital importância na qualidade de vida da população. Ele avalia também com base em levantamento realizado pelo programa "Meu Pratinho Saudável", que analisou 500 crianças em locais de grande circulação na capital paulista agora recentemente: além do InCor e do Hospital das Clínicas da FMUSP, a pesquisa teve apoio da LatinMed Editora em Saúde, apontando que 45% das crianças e adolescentes da Grande São Paulo estão com sobrepeso ou com obesidade infantil. "Este diagnóstico indica que as crianças e adolescentes paulistanos estão se alimentando e se comportando no dia a dia de forma errônea, em termos de alimentação e de estilo de vida", comenta o repórter e ecologista Antônio de Pádua Padinha, editor de conteúdo do nosso blog Folha Verde News. Padinha é vegetariano, consome produtos orgânicos e pratica esporte, faz ginástica diariamente e considera além do mais a melhor alternativa, "a pessoa estar sintonizada com as energias mais puras e naturais, não basta alimentos naturais e bastante atividade física somente, a criança e o jovem precisam se aproximar mais da ecologia humana, vivenciando nova cultura, conseguindo um equilíbrio tipo biopsíquicosocial, usando a inteligência e saindo fora de toda espécie de violência  -  também a violência contra si mesma -  violência que envolve qualquer pessoa no dia a dia agora não só de São Paulo, de qualquer lugar do mundo". Diante desta situação-limite, o nosso editor radicaliza: "Só estimulando a garotada ser uma novíssima geração de ecologistas, contrariando os valores culturais predominantes na sociedade de consumo, eles estarão livres de problemas como a obesidade, terão mais saúde, poderão ajudar a diminuir a violência da realidade, enfim, paticipando assim da luta para mudar todo o universo da vida e sendo mais feliz". Por sua vez, diz a diretora-executiva deste programa analisado pelo Dr. Bouer no site Uol deste domingo, que "o crescimento da obesidade infantil está diretamente ligado aos hábitos alimentares, associado ao sedentarismo. Crianças obesas estão mais propensas a se tornar adultos obesos, elevando o risco de doenças como diabetes, cardiopatias e hipertensão", comenta Elisabete Almeida, completando: "Para evitar isso, precisamos conscientizar as crianças como também seus responsáveis sobre a importância da alimentação saudável e equilibrada que deve ser mantida em todas as etapas da vida", observa ela, como sendo esta a atitude incial para dar a base de uma outra cultura que poderá vir a ser o início de uma revolução: a revolução para criar o futuro passa pela alimentação natural mas também envolve toda uma nova maneira de pensar e de viver.

Uma vida mais natural é a melhor alternativa de saúde de de vida para a novíssima geração

Fontes:  www.bol.com.br
              www.meupratosaudavel.com.br
              www.meupratinhosaudavel.com.br
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sábado, 27 de abril de 2013

HACKERS CADA VEZ MAIS OUSADOS NA ERA DAS REDES SOCIAIS

Ao mesmo tempo novas alternativas de liberdade de informação e perigos da comunicação

Em Brasília, um advogado para agradar seu filho inventou a Mirtesnet, uma espécie de Facebook com o nome de sua mulher, e esta nova rede social já tem mais de 1 milhão de usuários em cerca de 6 países, além do Brasil: esta criatividade mostra como não só os internautas brasileiros podem manipular cada vez melhor os recursos da weblinguagem, porém, há também os gênios do mal invadindo cada mais maisamplamente a rede, como agora destacam a agência de notícias Reuters e o site em.com.br, de Belo Horizonte e do jornal Estado de Minas, que nós da equipe do blog da ecologia e da cidadania Folha Verde News noticiamos também. Fomos um dos primeiros webespaços a divulgar a critividade por exemplo dos criadores da rede social Mirtesnet, de Brasília, mas também não podemos deixar de divulgar alertas  - como os socioambientais da avaaz.org -  ou como deste acontecimento que hoje é uma das principais manchetes no principal veículo de comunicação de Minas Gerais: um ataque de hackers ao LivingSocial, o maior concorrente do site de descontos Groupon, conseguiu capturar dados de 50 milhões de usuários, informou o site especializado AllThingsD.com. Os hackers obtiveram nomes, datas de nascimento e senhas, só não conseguiram os números dos cartões de crédito ou qualquer outra informação financeira, revela o AllThingsD.com, que cita um e-mail enviado a um funcionário do LivingSocial pelo diretor-executivo da empresa. LivingSocial, sediado em Washington e apoiado pela Amazon.com, oferece descontos locais em diversas partes dos Estados Unidos, Ásia, Europa e América Latina, e tem cerca de 70 milhões de usuários registrados. A invasão neste mailling, caso incluisse também dados de cartões de crédito ou senhas de usuários, poderia render à webquadrilha lucros de bilhões de dólares.

A webliberdade por enquanto só tem censura para impedir a invasão dos hackers

A meta das quadrilhas de hackers é invadir dados pessoias e senhas na rede mundial

Fontes: www.em.com.br
             Reuters
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sexta-feira, 26 de abril de 2013

MAIORIA DOS BRASILEIROS TEM NOÇÃO DA BIODIVERSIDADE

 

PESQUISA MOSTRA QUE CULTURA VERDE CRESCEU NA POPULAÇÃO BRASILEIRA
 
Surpreendentes as conclusões da pesquisa da Union for Biotrade (UEBT), num país onde a educação e cultura têm muitas dificuldades, a maior parte da população mostra ter alguma consciência do valor da ecologia: "Na natureza, nos países mais tropicais como o Brasil, existe uma maior biodiversidade mesmo mas o que não se sabia é que também o povo tropical está mais ligado nisso", comenta o repórter e ecologista Padinha, editor do nosso blog Folha Verde News, surpreso diante do resultado do Barômetro da Biodiversidade 2013, lançado pela Union for Ethical Biotrade (UEBT), apontando que 51% dos brasileiros sabem dar a definição correta do conceito de biodiversidade e 96% já ouviram falar no termo. O país apresenta o maior índice de consciência sobre a biodiversidade, à frente das outras quatro nações analisadas: Alemanha, China, Estados Unidos, Reino Unido e França. Documentários, escola ou Internet e publicidade na TV são as principais fontes para manter o brasileiro informado no assunto. Os pesquisadores ouviram seis mil pessoas nos seis países analisados. No total, 75% dos consumidores estão conscientes sobre a biodiversidade, enquanto 48% deram uma definição correta do termo. "O Barômetro da Biodiversidade é uma importante fonte de dados sobre as tendências globais de informação sobre este tema do equilíbrio ecológico e riqueza natural da vida.. Os resultados não só mostram uma crescente conscientização mas também que o respeito à biodiversidade pode gerar grandes oportunidades de negócios", afirmou o secretário executivo da Convenção sobre Diversidade Biológica da ONU (CBD), Bráulio Dias, por sinal, brasileiro. "Bom demais o resultado da UEBT 2013, agora é preciso que as autoridades brasileiras governamentais sejam dignas do povo do nosso país e desenvolvam um programa sustentável para manter e ampliar o potencial de nossa natureza", finaliza o ecologista Antônio de Pádua Padinha, editando esta importante pesquisa aqui no blog da ecologia e da cidadania.

Muita gente no Brasil já percebe o valor da biodiversidade de nossa natureza

Fontes: http://noticias.br.msn.com/verde
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quinta-feira, 25 de abril de 2013

NÃO SÓ NOS ESTADOS UNIDOS OU NO ORIENTE MÉDIO MAS EM TODO LUGAR DO MUNDO

Violência faz 21 mortos em província chinesa que é também marcada hoje por tensão étnica

Vinte e uma pessoas, incluindo policiais e assistentes sociais, morreram vítimas de violentos confrontos na província chinesa de Xinjiang, informaram nesta quarta autoridades e lideranças civis da população à agência Reuters, informação também transmitida pelo site de jornalismo da BBC. A notícia diz que esta província é frequentemente palco de tensões étnicas, sobretudo envolvendo a pouco conhecida no Ocidente, a minoria islâmica Uigur. Houve trocas de tiros depois que a polícia realizou buscas nas casas de suspeitos de posse de armas brancas ilegais. Xinjiang abriga 9 milhões de Uigures étnicos, e muitos se queixam de repressão religiosa e cultural por parte de autoridades governamentais e policiais. Já a imprensa oficial da China atribui os distúrbios na região a atividades de "extremistas".
"A gente aqui no Brasil não tem todos os detalhes dos acontecimentos e portanto não tem como se posicionar com toda a clareza, porém, é certo que em quase todos os lugares do mundo está crescendo casos de violência étnica, é urgente um novo enfoque desta realidade que precisa mudar, só existirá paz e justiça na Terra com respeito às minorias e com a tentativa de diálogo para resolver problemas", comenta Antônio de Pádua Padinha, o editor de conteúdo do blog da ecologia e da cidadania, Folha Verde News, que tem como um dos seus princípios e slogans Não Violência, Sim Inteligência.

Em diversos lugares do planeta a violência contra as minorias étnicas, como em Xingiang na China...

...no Quirguistão, na Nigeria, no Tibet, até também em países do c hamado 1º Mundo...

No Brasil, violência étnica contra indígenas e  povos da floresta....


...em prisões fora dos States, no conflito entre judeus e palestinos, na ex-Yuguslávia...



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...enfim, a proposta de Gandhi feita há mais de 50 anos é ainda superatual

Fontes: BBC
             Reuters
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quarta-feira, 24 de abril de 2013

BBC RELATA A TENSÃO DOS ÍNDIOS MATSÉS NA FRONTEIRA BRASIL-PERU

Exploração de petróleo preocupa índios em aldeias remotas na Amazônia, escreve Lucas Bunolo


Os índios Matsés são a vida da fronteira Brasil-Peru e eles lideram naquela região da Amazônia os povos da floresta e a luta ecológica: comitivas de aldeias vizinhas, tanto brasileiras quanto peruanas, se reuniram com eles para discutir a concessão de 40 anos de exploração petroleira em suas terras tradicionais. Este fato levou Lucas Bonolo a fazer uma reportagem especial na BBC, que está repercutindo em variados países: "Nós aqui do blog da ecologia e da cidadania  - Folha Verde News - reproduzimos na íntegra, pela superimportância desta matéria na questão indígena e na defesa dos recursos naturais amazônicos, que interessam aos cidadãos e cidadãs brasileiros e latinoamericanos de todos os lugares", comentou aqui na nossa redação o repórter e ecologista Padinha, nosso editor de conteúdo. Confira a reportagem da BBC.

Lideranças indígenas da Amazônia na fronteira Brasil-Peru se aliam aos índios Matsés

Mulheres e crianças de aldeias indígenas da região dos Matsés participam da luta

Matsés ficam alerta e de plantão na noite do Javari na Amazônia

Todo o equilíbrio ambiental da Amazônia na região preocupa índios e ecologistas do Brasil e do Peru
Em um conjunto de aldeias encravado na Amazônia brasileira, na fronteira com o Peru, os índios Matsés - já familiarizados com a exploração da borracha, da madeira e de minérios - agora vivem às voltas com um novo "adversário". "Dizem que petróleo dá dinheiro, mas não queremos dinheiro", afirma Waki Mayuruna, cacique da aldeia Lobo, a 2 mil quilômetros a oeste de Manaus. "Devemos pensar em nossos filhos e netos, e eles precisam de terras limpas." Por décadas, os Matsés, que vivem entre o Brasil e o Peru, ouviram histórias sobre a atuação de empresas petrolíferas nos vales tropicais do Equador e os problemas que elas causaram. A bacia hidrográfica do Javari, território tradicional dos Matsés e de outros povos indígenas, também era tema de cobiça de representantes do setor energético de vários países. Mas as tentativas de prospecção no local nunca tiveram início. Os anos se passaram, o cenário mudou. Consolidadas as atividades petrolíferas na fronteira com o Equador, o governo peruano acaba de conceder o direito de exploração de petróleo em dois lotes de terra encostados na fronteira com o Brasil, que rodeiam e abrangem este território indígena já demarcado. Se encontrar hidrocarbonetos, uma empresa canadense terá direito a 40 anos de exploração das terras no lado peruano de um rio binacional. "É nossa responsabilidade supervisionar os trabalhos petroleiros, e que a empresa cumpra com aquilo que foi autorizado, gerando impactos mínimos", afirmou Maria Elena Díaz, chefe do parque natural peruano Zona Reservada Sierra del Divisor, ligado ao Ministério peruano do Meio Ambiente. "Por outro lado, deve-se considerar que os lotes concessionados pelo governo peruano também passam por outras terras, e algumas comunidades mestiças são favoráveis à extração petroleira", ponderou a executiva governamental do Peru.
A aldeia Lobo faz parte da Terra Indígena Vale do Javari, que inclui outros seis povos espalhados em dezenas de aldeias e reúne cerca de 3,6 mil índios no Brasil. A área demarcada é de 8,5 milhões de hectares - hoje a segunda maior área de terra indígena do país. Para discutir a defesa do território onde vivem, cerca de 200 índios matsés de várias aldeias se reuniram, no início de março, com representantes da Funai, do Ministério Público e do Exército. Órgãos ligados ao Ministério do Meio Ambiente peruano, políticos locais e pesquisadores também participaram do encontro. Foram três dias de intensos debates e seminários, que mudaram o ritmo tranquilo da comunidade indígena Lobo, durante a 4ª Reunião Binacional Matsés Brasil-Peru. Pouco acostumados com a movimentação, os índios – inclusive mulheres e muitas crianças – lotaram a casa central para ouvir as comitivas da região e os convidados. Durante o evento, um grupo de cozinheiras serviu sucos e bolachas, além de fartas refeições com arroz, feijão, banana, mandioca, farinha e a saborosa carne de uma anta macho, caçada ali mesmo, e que deu conta de toda a comitiva. Eles
vestidos como guerreiros, os líderes Matsés ocupavam logo cedo a grande maloca da aldeia Lobo, por volta das cinco da manhã, com microfone em punho chamando nome a nome as pessoas para tomar o café e retomar os trabalhos. O motor de um velho gerador elétrico ecoava alto entre as árvores amazônicas, mas não foi suficiente para aplacar as vozes vindas da maloca, amplificadas com a ajuda de um microfone. "A floresta não entende de fronteiras, eu sou filho de minha terra e vou ficar aqui pra protegê-la", afirmou o anfitrião do evento, Waki Mayuruna. A preocupação com a exploração de petróleo não é só ambiental. Observadores temem que a atividade ameace também um patrimônio etno-cultural que poucos países possuem: entre o Brasil e o Peru vivem índios isolados, nunca contatados, e que rejeitam relações com a sociedade ao redor. Esses grupos sobrevivem em uma situação ecocultural delicada, que poderia ser afetada por possíveis embates com a sociedade e por qualquer alteração no equilíbrio local. "A sociedade brasileira não consegue entender o serviço que o índio presta ao defender os limites territoriais e zelar pela natureza, à qual estão profundamente vinculados até hoje", avalia Walter Coutinho, analista pericial do Ministério Público Federal. "Além dos serviços de fiscalização, as sociedades indígenas oferecem ao Brasil recursos de cultura, medicina, tradição, arte e beleza, recursos que não custam nada", conclui Walter Coutinho, brasileiro que se identifica com a causa dos índios Matsés da Amazônia.

Fontes: BBC
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terça-feira, 23 de abril de 2013

BRASIL PODE FAZER UMA REVOLUÇÃO ORGÂNICA PELA SAÚDE DO POVO


Apoio de sete bilhões do Governo Federal para incentivar produção e consumo de orgânicos
Até o mês de junho a Presidenta Dilma Rousseff anunciará a mais revolucionária construção de políticas públicas para apoiar a produção agroecológica e orgânica do Brasil, escreve Joaquim Silva, vice-presidente da BrasilBio, a associação brasileira de orgânicos: e quem nos envia por e-mail estas informações ao blog da ecologia e da cidadania - Folha Verde News - é o José Alexandre Ribeiro, de Franca (SP), pioneiro, líder dos orgânicos e presidente nacional desta associação:  em resumo, será lançado com toda pompa e circunstância em Brasília o Plano Nacional de Agroecologia e da Produção Orgânica, já conhecido como Planapo. Serão aplicados cerca de sete bilhões de reais entre os anos 2013 e de 2015, recursos que já estão alocados e redirecionados de orçamentos de 11 ministérios, empresas e instituições públicas federais que integram a coordenação deste plano de alimentação e de saúde, juntamente com as representações da sociedade civil. "Incentivar o alimento orgânico é investir na agroecologia e na saúde da população", elogia este plano o editor do nosso blog, o repórter e ecologista Antônio de Pádua Padinha: mas acompanhe a seguir as informações e os argumentos de Joaquim Silva, produtor orgânico e vice-presidente da BrasilBio.


A alimentação orgânica pode ter um avanço extraoprdinário no Brasil com o Planapo

O mercado de alimentos sem agrotóxico crescerá e...

...ganharão os pequenos agricultores e a saúde da população




Ganha o consumidor com produtos limpos e  mais baratos e em longo prazo o próprio Estado com a economia que fará com as despesas atualmente torradas com a saúde da população para remediar as chamadas doenças modernas e degenerativas - do tipo que têm gerado os mais diversos tipos de câncer, Alzheimer e tantas outras. A Alemanha entendeu assim há mais tempo e passou a produzir e se alimentar de orgânicos com o objetivo em reduzir em 30% os custos com a saúde, sobrando recursos para outras áreas. O Planapo é resultado de trabalho executado a partir de agosto de 2012 quando foi publicado o Decreto 7.794 através da Comissão Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica, com a participação de 14 organizações da sociedade civil agroecológicas e orgânicas, representativas dos produtores da agricultura familiar, povos da floresta, trabalhadores sem-terra, quilombolas, extrativistas, micro e pequenos produtores e processadores rurais, urbanos e periurbanos e 11 ministérios da estrutura administrativa do Governo Federal, incluindo empresas como Embrapa, entidades como a Anvisa e Sebrae dentre outras. Foram consumidas quatro reuniões de dois dias cada para o encontro da Comissão Nacional entre governo federal e sociedade civil em Brasília, no anexo 1 do Palácio do Planalto, em Brasília. E ainda subsídios colhidos da Câmara Temática da Agricultura Orgânica do Ministério da Agricultura (CTAO) e grupos de trabalho especialmente para aprofundar pontos polêmicos da política pública em construção, como as questões de fomento, créditos e financiamentos, redução de utilização de agrotóxicos no Brasil, maior inclusão das mulheres e jovens. O desafio agora é a construção dos mecanismos de controle das políticas públicas a serem anunciadas pela Presidenta Dilma em junho para que a sociedade possa se beneficiar desses avanços que visam impulsionar o setor orgânico brasileiro, especialmente a oferta em maior quantidade e mais baratos de alimentos orgânicos ao mercado interno. E sistematizando práticas e resultados em questões como crédito rural e demais mecanismos de financiamento, seguro agrícola e de renda, preços agrícolas e extrativistas, incluídos mecanismos de regulação e de compensação de preços nas aquisições ou subvenções, reservas e compras governamentais, medidas fiscais e tributárias, insumos, pesquisa e inovação científica e tecnológica, também assistência técnica e extensão rural, formação profissional e educação, mecanismos de controle da transição agroecológica, da produção orgânica e de base agroecológica e sistemas de monitoramento e avaliação da produção orgânica e de base agroecológica. (Joaquim Silva).

Fontes: BrasilBio
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segunda-feira, 22 de abril de 2013

RELATÓRIO DO BANCO MUNDIAL PESSIMISTA EM RELAÇÃO AO BRASIL EM 2013

Brasil crescerá abaixo da média latino-americana neste ano diz economista do Banco Mundial


Os ventos globais favoráveis que facilitaram o sólido crescimento econômico e a inclusão social na América Latina e no Caribe ao longo da década passada estão diminuindo. Um novo contexto internacional  — caracterizado pelo excesso de liquidez, o crescimento mais lento da China, a atividade econômica morosa e a elevada dívida dos países desenvolvidos —  aponta para a necessidade de a América Latina se empenhar mais por si própria com o objetivo de retomar as taxas de crescimento semelhantes àquelas apresentadas pela região na década passada. Este é um resumo das perspectivas apresentado nesta semana pelo Banco Mundial e enviado ao nosso blog Folha Verde News por e-mail pelo site de informações da ONU.
Segundo o mais recente relatório semestral “Latin America and the Caribbean as Tailwinds Recede: In Search of Higher Growth“ [A América Latina e o Caribe, sem ventos a favor: em busca de um maior crescimento], produzido pelo escritório do economista-chefe do Banco Mundial para a região, a América Latina e o Caribe deverão crescer 3,5% este ano, o que representa uma melhoria em relação à taxa de 3% registrada no ano passado, mas que ainda está abaixo da média de 5% anterior à crise econômica de 2008-2009 ou do percentual de 6% em 2010. As taxas variam de um patamar muito baixo de 0,1% e 1% na Venezuela e Jamaica, respectivamente, até 6% no Peru, aproximadamente 9% no Panamá e acima de 11% no Paraguai. Bolívia, Chile e Colômbia continuarão a ultrapassar a média regional com estimativas de crescimento entre 4% e 5%, enquanto é provável que Argentina e Brasil se situem abaixo da média regional, apesar de terem saltado de indicadores abaixo de 2% em 2012 para cerca de 3% em 2013. Essas taxas de crescimento são adequadas mas insuficientes para manter o ritmo recente do progresso social que a América Latina apresentou na última década”, afirmou Augusto de La Torre, economista-chefe do Banco Mundial para a região. “Por isso, a tônica das políticas está sendo reorientada dos motores de crescimento externos para os internos, assim como da preocupação com a estabilidade macroeconômica e financeira para as reformas que estimulam o crescimento. À medida que os ventos favoráveis diminuírem, a habilidade dos países latino-americanos de crescer acima de 3,5% dependerá essencialmente deles mesmos.”

Comércio urbano de cidade no Caribe, foto André Leal (Creative Commons)
O relatório econômico do Banco Mundial questiona como a região pode impulsionar seus motores domésticos do crescimento e explica que a resposta a essa pergunta deve ser iniciada pela compreensão das especificidades do modelo de crescimento da América Latina e do Caribe, suas limitações e seus pontos fortes. Embora fale-se muito sobre o modelo de crescimento do Sudeste Asiático, que se baseia na exportação de manufaturados, no elevado nível de poupança e taxas de câmbio competitivas, a situação na América Latina mostra um acentuado contraste com esse panorama. Dois fatores principais ajudam a definir essa diferença, segundo avaliação de Augusto de La Torre. O primeiro é o crescimento voltado para a demanda interna. Entre 2004 e 2011, a demanda doméstica na América do Sul e no México aumentou de uma média abaixo de 98% para cerca de 105% do PIB, enquanto no Sudeste Asiático esse percentual apresentou na verdade uma pequena queda de um ponto percentual para 94%, a partir de 95% do PIB.
O correspondente externo do seu crescimento orientado para a demanda interna é a tendência da América Latina de gerar déficits de conta corrente − ao contrário dos elevados superávits associados ao crescimento voltado para a exportação característicos do Sudeste Asiático − que foram amplamente financiados pelo investimento direto estrangeiro. O segundo fato, diz o organismo internacional, é a crescente importância do setor de serviços. A sabedoria convencional sugere que, na ausência de um forte setor manufatureiro, o crescimento de um país é prejudicado. “A verdade é que a competitividade da indústria manufatureira está intimamente ligada à dos serviços. Além disso, no caso da América Latina, o setor de serviços está agregando valor e de fato empregando trabalhadores altamente qualificados”, argumenta de La Torre. As atuais circunstâncias sugerem que o caminho da América Latina em direção a um forte crescimento deveria continuar com o uso inteligente do capital externo para substituir o baixo nível de poupança e melhorar a qualidade do investimento, que já é elevado em diversos países da América Latina e do Caribe. “Na América Latina de hoje, a busca pela competitividade nas exportações baseada na mão de obra barata e nas taxas de câmbio subvalorizadas parece inviável no plano político e insuficiente em termos econômicos”, salientou de la Torre. “Se a competitividade tiver que ser desenvolvida além dos bens intensivos em recursos naturais, sem sacrificar o padrão de vida, então a produtividade é o “x” da questão.” Os avanços da América Latina e do Caribe nos anos 2000 como a estabilidade macroeconômica, o sólido crescimento, a redução da pobreza e uma distribuição de renda mais justa foram significativos. Daqui em diante, o desafio para a política econômica — afirma o Banco Mundial — é manter e construir sobre ganhos passados, consolidando os dividendos de um crescimento socialmente inclusivo e fazendo isso sem a ajuda dos ventos favoráveis.

Fontes: www.onu.org.br
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domingo, 21 de abril de 2013

ENERGIA EÓLICA É O CAMINHO PARA AUMENTAR O POTENCIAL DO PAÍS

Especialistas apontam vantagens da Energia Eólica para o meio ambiente e a infraestrutura

O Brasil ainda precisa superar uma “visão turva” sobre a energia eólica, que coloca em desconfiança a geração energética que provém dos ventos, sob o argumento de que esse recurso seria “sazonal e intermitente”. A crítica foi feita pela presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeólica), Élbia Melo, em audiência realizada pela Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI), nesta semana, no Congresso Nacional em Brasília. Como observou a expositora, toda fonte que vem da natureza é, por definição, sazonal e intermitente. Observou que o mesmo fator está presente na produção de energia hidráulica, especialmente nas usinas hidrelétricas construídas a “fio d’água”, sem reservatórios. No caso da energia eólica, explicou ainda que hoje já é perfeitamente possível conter riscos através de um aumento da quantidade de geradores montados: - Temos que acabar com esse mito da confiabilidade, algo que ainda não está claro inclusive para os nossos técnicos e para os formuladores de políticas públicas – afirmou Élbia Melo ao site de assuntos sociambientais Eco Debate, fonte para esta postagem assim como a Agência Brasil e o site Ambiente Brasil aqui para nosso blog da ecologia e da cidadania, Folha Verde News. Além de parlamentares, participou do debate desta semana o engenheiro Adão Linhares Muniz, diretor da RM Soluções em Infraestrutura. Assim como Élbia Melo, ele defendeu a diversificação da matriz energética do país, destacando que o importante é harmonizar as diversas fontes disponíveis, para garantir ao país um sistema forte e coordenado. "Um sistema múltiplo unindo hidrelétricas a eólicas a parques solares e ainda outras fontes de energia poderá vir a ser realmente a solução sustentável para o Brasil aumentar o seu potencial energético e ao mesmo tempo preservar melhor os recursos da nossa natureza", comentou aqui no blog o repórter e ecologista Antônio de Pádua Padinha, nosso editor. Aliás, conforme se concluiu no debate desta semana em Brasília, existe ampla complementaridade entre a geração hidráulica e eólica, inclusive por conta de aspectos climáticos. Os expositores explicaram que a ocorrência de ventos sempre é mais intensa nos períodos de estiagem, exatamente quando a escassez de água pode afetar a produção hidroelétrica. Entre outros benefícios da energia eólica,especialistas destacam ainda os ganhos de renda nas localidades onde são implantados os parques. De acordo com Élbia Melo, para cada megawatt instalado são gerados 15 empregos. Ela informou que os 12 mil postos de trabalho atuais, em todo o país, podem subir para 280 mil até 2020. Do ponto de vista ambiental, lembrou também que a energia eólica não é emissora de gases de efeito estufa nem agride o equilíbrio ecológico do ambiente.

No interior do país em várias regiões os parques eólicos...

...podem vir a ser polos de energia e desenvolvimento sustentável

O Brasil precisa investir mais nas alternativas eólica e solar a bem da economia e ecologia

No momento, a capacidade instalada em energia eólica é de apenas 2,69 mil megawatts, o equivalente a 2% da matriz energética. Se os investimentos governamentais neste setor continuarem no atual rítmo, a projeção é de que, até 2017, serão 8,8 mil megawatts, chegando a 5% da matriz. Muitos cientistas da área têm sugerido uma intensificação da implantação de parques eólicos e solares para complementar o potencial energético brasileiro. No debate, outra conclusão foi que esse atualcrescimento da opção eólica no país se deve a projetos de novos parques iniciados em 2009, quando se comprovou a produtividade dessa modalidade de energia e o governo federal realizou leilão para contratar oferta. Para Adão Muniz, a trajetória de crescimento do setor pode ser ainda mais forte, mas infelizmente ainda há contenção por parte do Governo. Ele enxerga isso com preocupação, fala de uma espécie de “freio”, em relação aos limites de contratação de garantia de compra. Muniz disse que há uma visão diferente em outros países, como na Espanha e na Dinamarca, onde a geração de energia eólica está sendo preponderante e prioritária: - Não pode ter freio, ao contrário, tem que ter um motor empurrando, pois se trata de energia com enorme potencial, precisa se intensificada no Brasil. Élbia Melo concordou que o momento é de avançar para a consolidação do setor no país. Além de investimentos na expansão de novos parques produtivos, ele considera indispensável desenvolver toda a cadeia produtiva, com pesquisa e desenvolvimento de equipamentos nacionais adequados às características dos ventos do país. Outra questão é a resolver diz respeito à capacitação de mão de obra, de técnicos a engenheiros. Adão Muniz apontou a necessidade de solução para a questão dos licenciamentos ambientais. Disse ser “paradoxal” haver algumas dificuldades de licenciamento para a produção de energia limpa. Também cobrou “sincronia” entre a implantação dos parques e das linhas de transmissão, problema que no momento impede o aproveitamento da energia produzida em parque situado na Bahia. Muniz discorda da solução estudada pelo Governo para que os parques fiquem restritos a regiões onde já existam linhas: - A localização deve estar onde tenha vento, de preferência o melhor vento. Nós é que temos de buscar a energia onde esteja a fonte, assim como fazemos com a energia elétrica. Na opinião de engenheiros participando do debate, além destes pontos mais cruciais da questão aqui discutidos, é também necessário ampliar o potencial energético sustentável do país, com o aumento simultâneo dos parques de energia eólica e solar em várias regiões: - Há certa resistência à energia solar, que dentro dos atuais limites e planos, continua cara, mas com um planejamento e uma intensificação de ofertas poderá haver o mesmo sucesso dos parques eólicos também nos solares, concluiu Adão Muniz.
Houve ainda a participação de telespectadores, que enviaram perguntas à CI, a audiência é parte do programa de debates "Investimento e gestão: desatando o nó logístico do Brasil". E houve mais um painel de debates depois, dedicado ao exame de energias alternativas, dentro do ciclo temático “Energia e Desenvolvimento Sustentável". A capacidade eólica brasileira instalada em seus 108 parques alcançou 2,5 gigawatts (GW) no ano de 2012, crescimento de 73% em relação a 2011, segundo o balanço anual divulgado na segunda-feira pela Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica). Com isso, esse tipo de energia respondeu, no ano passado, por 2% da matriz elétrica do país. Existe muito potencial e uma grande necessidade econômica e ecológica também para se aumentar os parques eólicos no Brasil.


Fontes: www.ecodebates.com.br
             Agência Brasil
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sábado, 20 de abril de 2013

NOVA GERAÇÃO DA CIDADANIA PROTESTA CONTRA CORRUPÇÃO NO BRASIL

Jovens vão às ruas no Rio de Janeiro em nome da Nação por ética na política e na realidade

Manifestantes vão da Candelária à Central no 'Basta' do Rio, eles são contra a PEC 37, querem a corrupção considerada crime hediondo e o fim do voto secreto: esta talvez seja a notícia de maior importância no país hoje, segundo avalia o repórter e ecologista Padinha, editor de conteúdo do Folha Verde News, ao postar aqui no blog esta matéria de Caio Lima, do Jornal do Brasil e do site jbonline. Cerca de 150 manifestantes participaram ontem à noite no Centro do Rio de Janeiro do protesto nomeado de Dia do Basta à Corrupção. Eles se reuniram na Candelária e, por volta das 18h, caminharam pela Avenida Presidente Vargas até a estação Central do Brasil, o que acabou gerando grande transtorno no trânsito na véspera do feriado de São Jorge, hoje.  Durante a concentração e a caminhada foram distribuídos panfletos para divulgar a causa de cidadania. A maioria dos particpantes, jovens. O objetivo da manifestação, que também ocorrerá em 78 cidades do Brasil até domingo, 21, Dia de Tiradentes, está repercutindo em todo o mundo e reivindica medida contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 37, que retira do Ministério Público (MP) o poder de investigação; pede também o fim do voto secreto dos parlamentares e do foro privilegiado, além de exigir que a corrupção seja considerada crime hediondo. E mesmo com quatro reivindicações todas de muita atualidade, os manifestantes acabaram ontem dando mais ênfase à questão da PEC 37 e ao fim do voto secreto parlamentar. As duas propostas foram motivo de abaixo assinado durante o protesto. “São dois temas ligados diretamente à prática da corrupção e à impunidade. O voto dos parlamentares aberto é mais fácil de fiscalizar, tanto para o Ministério Público como para a própria população. O MP é o defensor do estado democrático de direito. Lutamos pela intenção de aumentar o número de órgãos fiscalizadores”, afirmou uma das coordenadoras nacionais do Dia do Basta à Corrupção, Gerusa Lopes. Gerusa reconhece que muitas pessoas não têm conhecimento em relação às reivindicações do protesto, no entanto, diz que a culpa não é delas, e sim da mídia televisiva, que segundo ela deixa de noticiar esses problemas: “A nossa intenção é mobilizar as pessoas. Essa marcha é um cartão postal para as pessoas que estão tendo conhecimento dos objetivos do protesto agora e, a partir daí, começar a levar os nossos objetivos para frente. Temos que acostumar os brasileiros a assinarem esses abaixo-assinados até conseguirmos gente suficiente para iniciarmos leis de iniciativa popular”, ressaltou a manifestante. Por sua vez, o coordenador do movimento no Rio de Janeiro, Fabrício Silva exemplificou a importância do fim do voto parlamentar secreto: “O Renan Calheiros foi eleito presidente do Senado por causa do voto secreto. Se a votação fosse aberta, saberíamos quem foram os senadores que votaram nele e divulgaríamos isso para toda a população. Lutar pelo voto parlamentar aberto é lutar pelo aumento da democracia no Brasil, pois a população saberia, e tem direito de saber, em quem e como seu candidato votou”, disse Silva. Em relação à PEC 37, Silva explica que a investigação não pode partir da polícia. “Como a polícia vai investigar o governo, se esta é subordinada ao governo?”, indagou o manifestante. Ele convocou também mais pessoas para hoje, nesse sábado, a sairem nas ruas, informando que também haverá a mesma manifestação em Duque de Caxias, em frente ao teatro Raul Cortez, às 16h, e em Barra do Piraí, na Praça Nilo Peçanha, às 10h. Belo Horizonte, São Paulo, Porto Alegre e Recife são cidades onde também acontecerá protestos de jovens estudantes, dentro deste movimento de cidadania anti-corrupção, manifestação que foi convocada pelas redes sociais, "só mesmo na Internet existe mais liberdade prá gente fazer isso", argumentou Gerusa Lopes. 

Foto de Vítor Silva/JB mostra jovens na disparada da passeata anticorrupção
Fontes: www.jbonline.com.br
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sexta-feira, 19 de abril de 2013

POLÍTICO RUSSO SE TORNA UM LÍDER SOCIOAMBIENTAL DO PLANETA

Mikhail Gorbachev faz campanha por uma perestroika das políticas ambientais globais

O ex-presidente soviético, Mikhail Gorbachev, está pedindo uma perestroika (reestruturação, em russo) das políticas ambientais em todos os países para reduzir a brecha existente entre nações ricas e pobres, através de sua fundação ligada a desenvolvimento sustentável, Gorbachev alerta também sobre a necessidade de revolucionar a maneira como a população vive e valoriza a vida do planeta: “Nas últimas duas décadas, a comunidade internacional não conseguiu responder às ameaças que pesam sobre a humanidade e o meio ambiente, está adiando as mudanças pelos benefícios econômicos de curto alcance”, disse o já histórico líder russo, fundador da organização não-governamental internacional Cruz Verde. De acordo com as agências internacionais Associated Press e EFE, o último presidente soviético, ativista ambienta há 20 anos, falou em uma conferência de imprensa realizada na Suíça, onde apresentou o calendário de atividades de sua ONG, que prepara a comemoração pelas duas décadas de lutas ambientalistas da sua fundação: “Mais de vinte anos atrás percebi que a situação ambiental era alarmante, que estava tomando um rumo destrutivo e que políticos e empresários não seriam capazes de lidar com esta difícil tarefa. Uma organização internacional se faz necessária para proteger o meio ambiente e preparar grandes mudanças", argumenta Mikhail Gorbachev, em matéria que está também sendo reproduzida aqui no Brasil pelos sites G1 e Ambiente Brasil.  Nós do blog da ecologia e da cidadania consideramos muito positivo o enfoque da Fundação Cruz Verde, "não podemos ter precoceito com políticos que conseguem mudar a sua visão e a sua vida, passando a se tornar ecologistas e contemporâneos do futuro, como é o caso de Gorbachev, o seu empenho com certeza está ajudando a avançar o potencial da realidade do planeta e do ser humano, vivendo um equívoco numa atmosfera de violência em todos os setores da vida", comentou por aqui Antônio de Pádua Padinha, o edutor de conteúdo do Folha Verde News, abrindo seu webespaço para estes alertas de muita importância na atualidade. Gorbachev se mostrou preocupado com os desafios que permanecem no mundo e com a falta de êxito no alcance de objetivos globais. “A população mundial vai atingir 9 bilhões de pessoas em 2050. Essa pressão demográfica, aliada a uma economia danificada e à exploração de recursos naturais sem supervisão, poderá aumentar o sofrimento humano, a pobreza, reduzir a segurança humana e causar mais degradação e conflitos ambientais”. O pai da perestroika, política de transparência que propôs uma nova estrutura levou à desintegração do bloco comunista soviético entre os anos 1980 e 1990, acrescentou que os esforços atuais para enfrentar os desafios da humanidade não têm sido suficientes e há uma falta de liderança e visão, "precisamos de uma reestruturação da gestão do planeta, além da união de políticos, empresários e sociedade civil para promover a mudança. É preciso também uma mudança no modelo de crescimento econômico e global, que só vem trazendo por décadas e décadas injustiça e desastres ambientais”, completou o ecologista Mikhail Gorbachev.


O novo perfil do ex-líder político da Rússia é de um ecologista internacional...

...há 20 anos vem alertando sobre desastres ambientais, injustiças, violência e destruição do planeta

Fontes: Associated Press
             EFE
             G1
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quinta-feira, 18 de abril de 2013

MAIS CHANCES DE VIDA NO COSMOS PORQUE NO PLANETA, NEM TANTO

Mais 3 planetas podem abrigar vida fora do Sistema Solar descobriu hoje o Kleper da Nasa



Aqui, a concepção artística do Kepler-62f mais chance de vida no cosmos
Imagens e notícias sobre o espaço estão chegando hoje via o telescópio espacial Kepler, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), que identificou mais três planetas que podem abrigar vida fora do Sistema Solar: "Esta informação chega a ser de maior importância do que novos acontecimentos de violência que ocorrem aqui e ali no nosso planeta com o futuro já ameaçado ou mais ameaças de bombas nucleares", comenta por aqui na redação do blog da ecologia - Folha Verde News - o nosso editor de conteúdo, o repórter e ecologista Antônio de Pádua Padinha: "Tenho me autocensurado ao máximo de postar neste webespaço (de cidadania e de luta ecológica por um futuro sustentável no país e na Terra), notícias que só contenham mais violência, mais devastação, menos chance de vida e fico feliz, quando como agora vem do cosmos mais três possibilidades de vida extraterrestre". A informação é que dos cinco planetas que orbitam a estrela Kepler-62, dois deles (62f e 62e) estão na zona habitável, o que indica que eles podem ter atmosfera e água líquida na superfície, destaca hoje o texto publicado no site da revista Science nesta quinta-feira, 18 de abril de 2013, porisso, uma data histórica. Na imagem, é possível ver a concepção artística do Kepler-62f. Também foi encontrado o planeta Kepler-69c, na zona habitável de outro sistema Nasa/JPL-Caltech/T. Pyle. O telescópio espacial Kepler, da Agência Espacial Norte-Americana, já identificou assim mais dois sistemas planetários que pode abrigar vida fora do Sistema Solar. Dos cinco corpos que orbitam a estrela Kepler-62, que fica a 1.200 anos-luz de distância, há chances de pelo menos dois deles terem água líquida na superfície, destaca artigo publicado no site da revista Science. Já o segundo sistema planetário - que não foi descrito na pesquisa - tem dois planetas ao redor da estrela Kepler-69, mas só um deles oferece possibilidades para abrigar vida a 2.700 anos-luz da Terra, na constelação do Cisne, anunciou ainda e também a Nasa. Os exoplanetas mais distantes da estrela Kepler-62, o Kepler-62e e o Kepler-62f, são candidatos em potencial à vida fora da Terra por estarem na zona habitável do sistema. Já o exoplaneta Kepler-69c, que é 70% maior do que o nosso planeta, está na "borda" da zona habitável de sua estrela. Isso significa que esses três planetas estão em uma região nem tão próxima nem muito distante de suas estrelas, favorecendo a existência de atmosfera e temperatura adequadas e bastante disponibilidade de água (a ponto de ser encontrada na fase líquida em grande parte da superfície), fatores essenciais para a formação e a existência de vida tal qual a conhecemos aqui em nosso planeta, ameçado de extinção na atualidade pelo modelo de civilização do homem.
Um telescópio espacial abre milhares de possibilidades de vida no Cosmos

Semelhança com a Terra
O estudo coordenado por William Borucki, pesquisador da Nasa, ressalta ainda que a dupla "habitável" do sistema ao redor da estrela Kepler-62 tem massas bem próximas às da Terra - o Kepler-62e é 60% maior que a Terra e Kepler-62f, 40% maior. Além disso, o artigo científico sugere que a densidade do Kepler-62f é sólida, outra semelhança com a Terra. "Ou eles têm uma composição rochosa, ou os volumes são compostos, principalmente, por água sólida", escrevem os pesquisadores no artigo da Science. Lançado em 2009, o Kepler observa uma parte fixa do céu para medir de forma contínua e simultânea o brilho de cerca de 170 mil estrelas a cada meia hora. Seu objetivo é descobrir planetas fora do Sistema Solar que são parecidos com a Terra e estão orbitando estrelas massivas. Já são mais de 2.740 candidatos a planeta fora do Sistema Solar. O telescópio espacial encontra os planetas observando as pequenas reduções na luz de uma estrela, que ocorrem devido à passagem de um corpo no seu campo de visão. As medições do sistema Kepler-62 foram feitas entre 13 de maio de 2009 e 28 de março de 2012, mas os resultados só foram divulgados agora em 2013, após todas as confirmações com a tecnologia mais avançada de hoje.

Fontes: Revista Sciense
             www.uol.com.br
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quarta-feira, 17 de abril de 2013

NA CIVILIZAÇÃO DA IMAGEM A ARTE DE FOTOGRAFAR NAS RUAS

Mestre da fotografia João Noronha volta à sua cidade para um workshop de imagens na rua

Street Photography é o workshop e curso livre de fotografia na rua, algo que vem fazendo sucesso em Curitiba no Paraná, onde atualmente atua João Noronha, um dos melhores profissionais da imagem do país, que já passou por grandes veículos da mídia impressa também em cidades como São Paulo e Belo Horizonte, depois de começar o seu trabalho em Franca, onde agora está de volta para rever pessoas, lugares, ajudar na formação de novos profissionais e difundir o ato e a arte de fazer fotos, também como uma opção de prazer e estilo de vida. "A gente vive na civilização da imagem e além de cultura ou trabalho, realmente fazer fotos e imagens com câmeras ou também celulares é na atualidade digital o cotidiano no dia a dia de nossa vida urbana", comenta o repórter e ecologista Padinha, editor aqui do blog de ecologia e de cidadania Folha Verde News: "Mas é melhor ainda fotografar com técnica e com arte, isso só mestres da imagem como João Noronha podem estimular pessoas de todas as idades e níveis de informação a fazerem, enriquecendo assim a sua vida cultural e documentando tudo o que acontece ou como profissão ou como opção de viver".  Fotografando em cores ou em preto e branco, o que importa é olhar com a alma, disse ao Padinha aqui no blog o fotojornalista João Noronha.

Aqui, imagem de João Noronha fotografado por Jussara Vieira com Caetano Veloso em 1993


Foto de JN em Franca mostra o Relógio do Sol e a natureza de repente na cidade

No caso de João Noronha, ele é mesmo um profissional do setor, um caçador de imagens, tendo toda a habilitação e a maestria para formar novos fotógrafos. Na proposta do seu curso livre de fotografia na rua, está explicado que "a construção do olhar fotográfico é o papel principal na produção da linguagem visual, aliando a tecnologia e proporcionando facilidades na realização de estudos e produção do trabalho. A tecnologia, o olhar e pensar em imagem muito atenta aos artistas reflete na fotografia contemporânea que é também usada na produção do midiático. Para a realização deste workshop fotográfico foi escolhido às ruas das cidades com suas multifaces, signos, rastros deixados pela degradação e desconstrução do tempo e do belo. A documentação autoral e finalização do projeto podem ser realizadas em qualquer espaço. O fotojornalista e publicitário João Noronha coordena o workhop " StreetPhoto" com sua experiência profissional e reflexões que contribuem para os discursos sobre fotografia e memória da cidade, usando os recursos da arte fotográfica multimídia, multimeios e a interatividade. O wokshop é prático e livre como são as imagens".
Você pode encontrar João Noronha e participar do workshop Street Photography agora em Franca (SP), contatando (16) 3722-0673 - (16) 8179-6897 ou enviando mensagem para o e-mail: olhar3x4@gmail.com
Uma oportunidade para muita gente de avançar culturalmente no caminho da fotografia, viva na rua.

Fonte: http://folhaverdenews.blogspot.com

terça-feira, 16 de abril de 2013

DESENVOLVIMENTISMO NO BRASIL EXCLUI ÍNDIOS VITAIS PARA O FUTURO

Cimi critica a conjuntura político-indigenista no Brasil como um retrocesso selvagem
A seguir, apresentamos uma parte das críticas do conselho de religiosos e fiéis da Igreja Católica que tem procurado ao longo dos anos defender os direitos e a vida dos indígenas brasileiros: este documento você pode acessar na íntegra no site Brasil de Fato, informando-se inclusive sobre medidas, projetos de lei e outras tentativas que comprovam a violência contra os índios, que nosso blog sempre trata como os Pais do País: "Na atual estrutura desenvolvimentista do Brasil, não cabem os índios, mas eles são essenciais para um futuro da nossa terra e da nossa gente, por terem sobrevivido até hoje após terem desenvolvido por séculos uma cultura de convívio com a natureza que pode vir a ser vital para o desenvolvimento de verdade e sustentável do Brasil", comentou por sua vez o repórter e ecologista Padinha, ao editar esta matéria aqui no blog da ecologia e da cidadania, Folha Verde News: "Temos na atualidade, sumultaneamente a estes retrocessos, avanços a bem da sobrevivência dos povos nativos brasileiros, por exemplo, o Cimi, o aumento das lideranças socioambientalistas e também, um ecologista deputado federal, Penna, hoje presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados, que ainda quando estava fora do Congresso e da política, já era um líder de cidadania sensível à realidade e ao valor dos índios", argumenta ainda Antônio de Pádua Padinha, postando aqui esta matéria como um grito de alerta da atualidade.

Indígenas tem o khow-how da vida integrada ao sistema da natureza...
...uma cultura ecológica que os seres urbanos não têm ou já perderam

 
A cultura tradicional do índio é vital para nosso futuro sustentável


Índios tem aliados no Congresso Nacional, como é o caso de José Luiz Penna (PV)
Nota do Cimi critica violência e erros do modelo brasileiro
"O governo brasileiro optou por um modelo econômico que vem sendo chamado de desenvolvimentista agroextrativista exportador - alguns teóricos analistas chamam o governo de neodesenvolvimentista. Este modelo de “desenvolvimento” é altamente dependente da exploração e exportação de matérias-primas; em especial de commodities agrícolas e minerais, dentre elas soja, milho, carnes, madeiras, agro-combustíveis e minérios em geral. Para viabilizar a exploração e exportação dessas matérias-primas, o governo busca implementar, a qualquer custo, as obras de infraestrutura na área de transporte e geração de energia, tais como, rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, usinas hidroelétricas, linhas de transmissão, dentre outras. A dependência quanto a uma produção e exploração sempre maior de commodities agrícolas e minerais e das condições de infraestrutura para o escoamento da produção potencializa sobremaneira a disputa pelo controle do território no país. É muito evidente que os setores político-econômicos anti-indígenas e antidemocráticos, representantes do agronegócio, das mineradoras, das grandes empreiteiras e o próprio governo brasileiro estão articulados e empenhados para ampliar o acesso, o controle e a exploração dos territórios indígenas, quilombolas, dos pescadores artesanais, dos camponeses, de preservação ambiental, dentre outros.
Para tanto adotaram uma estratégia que tem três objetivos centrais:
- O primeiro é o de inviabilizar e impedir o reconhecimento e a demarcação das terras indígenas que continuam usurpadas, na posse de não índios. Este objetivo também se aplica no caso da titulação de terras quilombolas, na desapropriação de terras para a reforma agrária, na criação de novas unidades de preservação ambiental e no reconhecimento do direito fundiário de outras populações tradicionais do Brasil;
- O segundo grande objetivo é o de reabrir e rever procedimentos de demarcação de terras indígenas já finalizados;
- O terceiro objetivo é o de invadir, explorar e mercantilizar as terras demarcadas, que estão na posse e sendo preservadas pelos povos indígenas, pelos quilombolas, por outros grupos tradicionais, pelos camponeses.
Para concretizar estes objetivos, declararam guerra e buscam desconstruir os direitos historicamente conquistados pelos povos. De maneira particular, no que tange aos direitos dos povos indígenas, os setores anti-indígenas vêm fazendo uso de diferentes instrumentos político-administrativos, judiciais e legislativos para cada um dos objetivos aqui acima mencionados". (Veja no site Brasil de Fato a íntegra da nota do Cimi, inclusive, detalhando os instrumentos políticos, judiciais e administrativos contra os indígenas no país).

Fontes: www.brasildefato.com.com
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