Informações da AFP e do site Yahoo estão acabando de registrar números e avaliação das inundações fora de medida na Europa e em especial nas fazendas do leste da Alemanha: "abrimos espaço para a notícia, bem como para a solidariedade de todos os que amam a vida para com os prejudicados por mais este desastre climático e socioambiental", comenta por aqui no blog da ecologia e da cidadania - Folha Verde News - o ecologista e repórter Padinha: "Temos também que registrar que muitos agricultores brasileiros e também sulamericanos nem pensam em solidariedade e sim em conseguir vender alimentos e especialmente tubérculos no mercado da UE". Mas, vamos à informação. Centenas de milhares de hectares inundados, colheitas perdidas e máquinas destruídas estão entre os imensos prejuízos provocados pelas inundações históricas que atingem há 10 dias a Alemanha, segundo maior produtor europeu. Segundo um balanço divulgado nesta terça-feira pela Federação Agrícola DBV, 305.000 hectares de plantações e pastos foram inundados, e entre 15.000 e 20.000 fazendas afetadas, de um total de 288.000. A federação avalia as perdas em mais de 400 milhões de euros para o setor, entre colheitas perdidas e, em menor medida, estragos causados aos estabelecimentos e equipamentos. Na Baviera (sul), inundada pelas águas da semana passada, o momento é de contabilizar a tragédia. No maior estado regional alemão, entre 30% e 60% da produção de legumes foi destruída, estima Markus Peters, da Federação Agrícola da Bavaria. As verduras, por exemplo, que estavam prontas para serem colhidas, foram perdidas. De maneira geral, "a colheita não será boa este ano, também porque o clima já não estava bom antes (das inundações), mas em nenhum setor foi totalmente perdida", acrescentou. Os fazendeiros bávaros ainda têm a esperança de que parte do cultivo de cereais consiga ser salva. Por causa das chuvas de maio, "os brotos ainda são jovens, e se não começarem a apodrecer, podem ainda dar alguma coisa", disse Peters. Mas "o verão precisa chegar logo".
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| Inundações causam megaprejuízos a agricultores e danos socioambientais ainda são avaliados |
Fontes: AFP
www.yahoo.com.br
http://folhaverdenews.blogspot.com

O presidente da Federação da Indústria de Processamento de Frutas e Legumes BOGK, Horst-Peter Karos acredita que haverá solidariedade aos agricultores atingidos e que não será aberto espaço para importação de produtos agrícolas de outros países.
ResponderExcluirMas assim como vai a solidariedade, a esperança é que venha uma abertura para produtores agrícolas brasileiros e sulamericanos do mercado europeu: de toda forma esta relaçao numa tragédia é difícil, sutil, o Brasil teria que ter uma estratégia e uma tática fora do comum para ser humanitário e aproveitar a brecha comercial ao mesmo tempo.
ResponderExcluirHá muita restrição a produtos agrícolas brasileiros, por causa do excesso de agrotóxicos e dos transgênicos, se fossem alimentos orgânicos, a história poderia ser outra mas agora que o Brasil começa a estimular este setor sem estrutura ainda para um volume assim de exportações, ao que parece.
ResponderExcluirSe vc tiver alguma informação, comentário, sugestão, crítica ou opinião neste assunto, mande seu texto para o e-mail do nosso blog: navepad@netsite.com.br
ResponderExcluirRecebemos de um leitor do jornal Tudo, de BH (que está promovenmo o evento Conexão Empresarial por aqui na macrorregião - em Araxá (MG) - a sugestão de levarmos esta matéria como mais uma pauta à equipe de Paulo César Oliveira, que tb organiza o movimento de cidadania "É assim que se faz", contando com gente de todo o país): agradecemos a sugestão do internauta José Moreira Bigalho, de Belo Horizonte, que acessou nosso blog e nos enviou esta dica deste evento e deste movimento.
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