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domingo, 30 de junho de 2013
UMA VITÓRIA NO FUTEBOL QUE PODE ESTIMULAR UMA OUTRA, A DA CIDADANIA
Dentro do campo foi uma vitória histórica, nas ruas do país ela ainda chegará para mudar o Brasil
Os jogadores do Brasil fizeram a sua parte, correram muito, com garra, jogaram com arte, sem violência e com inteligência, derrubando um tabu, um totem, a Espanha mas a vitória brasileira de verdade está sendo construída pelo movimento de cidadania nas ruas de todo país: ela pode demorar mais um pouco mas também será conquistada com luta, com inteligência, sem violência se Deus quiser. No futebol sim mas nas ruas ainda não há o que comemorar, mas o movimento dos jovens e da cidadania também vencerá.
Paz Brasil.
Fontes: SporTV
http://folhaverdenews.blogspot.com
SE A SELEÇÃO PERDER HOJE DA ESPANHA O CONSOLO É DERRUBAR MARIN E MUDAR O BRASIL
Decisão entre Brasil e Espanha influencia movimento de cidadania e até pedido de CPI na CBF
Leandro Moraes faz matéria hoje no site Uol com oportunismo, lembrando o que acontece nos bastidores do futebol brasileiro (mal dirigido por velhos cartolas) e em volta do Maracanã, o Rio de Janeiro e aliás, todo o país do futebol neste domingo de decisão da Copa das Confederações está ligado na mobilização de cidadania, os jovens e gente de todo o povo pedem, Muda Brasil. O site espécializado em esportes e mais ainda em futebol Gazeta Esportiva chega a publicar fotos de manifestações que já estão acontecendo em São Paulo, pedindo a saída de José Maria Marin, mudanças e CPI na CBF. Aqui no blog da ecologia e da cidadania - Folha Verde News - abrimos o nosso espaço (e a nossa torcida também) para o futebol brasileiro, "queremos ver a Seleção de talentos como Paulinho, Neymar, Júlio César, Tiago Silva e outros serem os tetracampeões da Copa das Confederações, a bem da imagem de nosso país no exterior também, mas também não podemos nos omitir, ganhando ou perdendo, são urgentes mudanças na estrutura da CBF e de todo o esporte brasileiro, como de resto em todos os setores do país, como os jovens e nossa gente estão pedindo nas ruas", comenta aqui o nosso editor, repórter e ecologista Padinha, concluindo que "se a Seleção perder, o impacto poderá balançar os atuais cartolas da CBF, provocar a CPI e até de alguma forma ajudar os pedidos do povo nas ruas, porém, isso pode acontecer também se o Brasil ganhar no Maracanã e as autoridades souberem escutar com inteligência e sem violência o que a juventude está falando nas manifestações".
A final da Copa das Confederações, neste domingo, terá reflexo na política dos bastidores da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e até em Brasília. Uma vitória do Brasil sobre a Espanha poderia turbinar a campanha de Marco Polo Del Nero à presidência da entidade. Ao mesmo tempo, deputados e senadores interessados em instalar a CPI da Copa acreditam que uma eventual derrota do Brasil ajudaria a emplacar a investigação mista, no Senado e na Câmara. Considerado mentor de José Maria Marin, Del Nero é visto como arquiteto da troca de Mano Menezes por Luiz Felipe Scolari no comando da seleção brasileira. "Felipão tem sido bom de vestiário e de campo mas infeliz na politicagem", reafirma por aqui no Folha Verde News o nosso editor e também esportista Padinha. A conquista do título representará uma reviravolta no status da Seleção desde que Marin e Del Nero, vice da CBF e presidente da Federação Paulista, assumiram o poder. Sob o comando de Mano Menezes, a seleção estava desacreditada e não tinha o apoio popular. O título em cima da atual campeã do mundo consolidaria a recuperação da imagem da seleção sob nova direção, além de coroar a lua de mel entre a equipe de Felipão e a torcida. Melhor ainda para Del Nero que antes a seleção era comandada por Andrés Sanchez, o seu provável adversário no pleito do primeiro semestre do ano que vem. A conquista do título com uma drástica mudança de rota seria uma vitória direta de Del Nero sobre Andrés. Nos bastidores políticos da Copa das Confederações, Del Nero e Marin participaram de pelo menos dois jantares com presidentes de federações. "Não conversamos sobre eleição", disse o vice da CBF após jantar promovido pela Federação Mineira, em Belo Horizonte, por ocasião do clássico Brasil x Uruguai. Já em Brasília, a possível conquista da seleção é encarada por parlamentares como um fator que atenue os protestos espalhados pelo país. "Mas se a seleção perder, a insatisfação popular vai aumentar, a pressão sobre o Governo também. Aí teremos mais chances de conseguirmos instalar a CPI da Copa", disse ao Uol Esporte um congressista que claro pediu para não ser identificado. O deputado Izalci (PSDB-DF) está recolhendo assinaturas para instalar uma CPI no Senado e na Câmara para investigar obras supostamente superfaturadas e outras irregularidades em projetos da Copa do Mundo de 2014. Além disso, há um pedido mais coerente de CPI feito pelo deputado e ex-craque Romário na fila de espera da Câmara. "A instalação de uma CPI segue o regimento interno da Câmara. Não é isso ou aquilo que vai fazer ser instalada", disse Vandenbergue dos Santos Sobreira Machado, diretor de assessoria legislativa da CBF e que está no Rio para acompanhar a decisão. Por essas e outras, não só para não ser vaiada ao lado de Marin, a Presidenta Dilma Rousseff resolveu não ir ao Maracanã e torcer à distância. Talvez isso seja um "mau agouro", como falou um torcedor no programa humorístico de futebol e de atualidades Na Geral, da Rádio Bandeirantes AM de São Paulo. Um cartaz na rua em Sampa pede investimento em saúde e educação e questiona realização da Copa. Numa madrugada desta semana de decisão no futebol e na política, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei 5.500/2013 que destina 75% dos royalties do petróleo para a educação e os 25% restantes para a área da saúde. O projeto foi aprovado por consenso, após negociação entre as lideranças. Originalmente, o PL destinava 100% dos royalties para educação. O texto segue para o Senado agora. O Comitê Popular da Copa, entidade que reúne representantes de movimentos sociais e organizações políticas, realizará protestos em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, além de outras capitais, neste domingo quando Brasil e Espanha se enfrentam na final da Copa das Confederações, no Maracanã. Em São Paulo, o ato será realizado no Vale do Anhangabaú, no centro, entre 16h e 19h. Os manifestantes irão protestar contra as remoções forçadas em função da Copa, perseguição a ambulantes, prisões arbitrárias de moradores de rua e usuários de drogas, repressão aos movimentos e manifestações populares e assassinatos nas periferias e no campo. A manifestação, que terá quadrilha, encenações teatrais e partidas de futebol, também pede a desmilitarização da PM e a não aprovação do projeto de lei 728/2011, batizado de Lei Antiterrorismo, que, segundo o comitê, abre brechas para enquadrar jovens, movimentos populares, grevistas e manifestantes como terroristas. Além disso, está em vias de aprovação o PL 728/2011, conhecido como "Lei Anti-Terrorismo", que propõe a criação de uma nova categoria de crime no Brasil: o terrorismo, um amplo "guarda-chuva" onde podem ser enquadrados desde grevistas até manifestantes, passando, é claro, pelos movimentos sociais, populares: "Toda ação de cidadania e até a batalha dos internautas nas redes sociais, como no Facebook e nos blogs independentes, poderiam estar ameaçadas de serem enquadradas e colocadas debaixo deste guarda-chuva nada democrático", argumenta ainda o ecologista Padinha, de camisa verde e boné amarelo, ao editar aqui este post no Folha Verde News. O Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas, junto com várias entidades, está convocando um protesto no Rio de Janeiro, com concentração na praça Saens Peña, na Tijuca, a cerca de um quilômetro do Maracanã, com as mesmas pautas do ato de São Paulo, contra a privatização do estádio e a demolição das estruturas no entorno, como os centros Julio De Lamare e Célio de Barros. Eles também protestam contra a elitização do futebol e demais modalidades esportivas. Atos paralelos devem ocorrer em outros pontos da cidade e de todo o país, segundo os organizadores. Da Tijuca, o protesto deve seguir até o entorno do Maracanã. E é aí que mora o perigo de mais violência. Por falar nisso, organizações sociais, vítimas de arrastões e de outras formas de violência e familiares realizam neste domingo de decisão em São Paulo, uma manifestação pedindo melhorias na segurança pública da cidade. O ato será no Parque do Povo, no Itaim Bibi (zona oeste da capital paulista). Entre os participantes do evento, organizado via Facebook, estão ainda chefs e proprietários de restaurantes badalados que foram assaltados nos últimos meses, além de moradores de prédios invadidos por assaltantes. E até membros da pequena comunidade boliviana em Sampa, em protesto diante da morte violenta de um garotinho de 5 anos em assalto no bairro de São Mateus, na Zona Leste. "A vitória ou a derrota da Seleção não encobrirão a violência e os problemas brasileiros, que estão mal e menos resolvidos do que os desafios dentro de campo, na rua, na realidade do país, eles são muito maiores", concluiu aqui no blog Folha Verde News a sua análise racional o nosso editor Antônio de Pádua Padinha. No lado emocional, não há brasileiro ou brasileira que não fique arrepiado com o nosso futebol ainda mais diante dos atuais campeões do mundo, A Fúria, que por sinal, joga mais com a cabeça do que somente com o coração...
Fontes: www.uol.com.br
www.gazetaesportiva.net http://folhaverdenews.blogspot.com
Leandro Moraes faz matéria hoje no site Uol com oportunismo, lembrando o que acontece nos bastidores do futebol brasileiro (mal dirigido por velhos cartolas) e em volta do Maracanã, o Rio de Janeiro e aliás, todo o país do futebol neste domingo de decisão da Copa das Confederações está ligado na mobilização de cidadania, os jovens e gente de todo o povo pedem, Muda Brasil. O site espécializado em esportes e mais ainda em futebol Gazeta Esportiva chega a publicar fotos de manifestações que já estão acontecendo em São Paulo, pedindo a saída de José Maria Marin, mudanças e CPI na CBF. Aqui no blog da ecologia e da cidadania - Folha Verde News - abrimos o nosso espaço (e a nossa torcida também) para o futebol brasileiro, "queremos ver a Seleção de talentos como Paulinho, Neymar, Júlio César, Tiago Silva e outros serem os tetracampeões da Copa das Confederações, a bem da imagem de nosso país no exterior também, mas também não podemos nos omitir, ganhando ou perdendo, são urgentes mudanças na estrutura da CBF e de todo o esporte brasileiro, como de resto em todos os setores do país, como os jovens e nossa gente estão pedindo nas ruas", comenta aqui o nosso editor, repórter e ecologista Padinha, concluindo que "se a Seleção perder, o impacto poderá balançar os atuais cartolas da CBF, provocar a CPI e até de alguma forma ajudar os pedidos do povo nas ruas, porém, isso pode acontecer também se o Brasil ganhar no Maracanã e as autoridades souberem escutar com inteligência e sem violência o que a juventude está falando nas manifestações".
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| Muitos torcedores e esportistas querem uma estrutura mais ética e padrão Fifa na CBF também... |
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| A gente se sente ao lado de Paulinho, Neymar e companhia... |
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| ...mas também que o Brasil mude em tudo |
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| Verdes de nossa macroregião como Padinha e Ricardo Sobrinho torcem por uma vitória do Brasil dentro e fora do campo |
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| A garota da novíssima geração merece a alegria de o Brasil avançar |
Fontes: www.uol.com.br
www.gazetaesportiva.net http://folhaverdenews.blogspot.com
sexta-feira, 28 de junho de 2013
JÁ QUE AS RUAS AINDA NÃO SE MANIFESTAM NOSSO BLOG JÁ LEVANTA A VOZ PELO MEIO AMBIENTE
Expansão econômica ainda é rival da proteção ambiental no país e no planeta mas sem um equilíbrio sustentável não há solução dos problemas nem futuro, isso também vale pro Brasil
A partir de uma matéria especial da Agência Deutsche Welle, DW, da Alemanha, um post publicado também pelo site brasileiro de assuntos socioambientais, EcoDebate, o nosso blog de cidadania e de ecologia - Folha Verde News - antecipa esta pauta e passa a defender as urgência de se implantar também no Brasil uma gestão de Desenvolvimento Sustentável, para assim defender objetivamente mudanças e avanços na realidade do país e da vida, conforme argumenta aqui o nosso editor de conteúdo, o repórter e ecologista Antônio de Pádua Padinha. A reportagem da DW começa afirmando que o carvão barato, que impulsiona crescimento em vários países, adia desenvolvimento sustentável. Por enquanto, garantir fonte barata de energia continua sendo a prioridade entre países ricos ou pobres, isso e não a busca de novas alternativas mais sustentáveis de desenvolvimento, equilibrando-se economia com ecologia. A Alemanha busca uma transformação em sua matriz energética e quer alimentar o país a partir de fontes renováveis como sol, vento e a força da água. Muitos entendem que esse sim será um importante passo para um estilo de vida mais sustentável e a garantia de um futuro para aquele país, aliás, a sustentabilidade é o que pode assegurar o futuro da vida em todo o planeta, conforme os maiores especialistas de todo o mundo. Karl-Heinz Paqué pensa diferente. “Mesmo que a Alemanha desenvolva programas adequados, o efeito global é praticamente nulo. Somos pequenos demais para isso”, afirma o professor de Economia da Universidade de Magdeburg. Para ele, decisivo é o que se passa nos países de economia emergente, que representam praticamente dois terços de toda a população mundial. (Ele nesse ponto está falando também do Brasil)...Os emergentes parecem seguir a mesma trajetória dos países europeus que, durante séculos, se preocuparam com o crescimento econômico e com a prosperidade antes de colocarem o meio ambiente no centro das atenções. “A prioridade em proteger o meio ambiente é algo que vem com a prosperidade”, afirma Paqué. “Para nós (europeus), isso começou na década de 1970, não antes. Na China, está começando agora. Na Índia, ainda vai demorar um pouco”. Mesmo perguntado, Karl-Heinz Paqué preferiu não se referir neste ponto ao Brasil, com matriz energética baseada mais em hidroelétricas. O que parece fato e já é um consenso mundial é que esses mesmos países que figuram como economias prósperas e que caminham em busca de sustentabilidade vivem momentos de nervosismo. Isso porque uma fonte de energia considerada especialmente suja entre os europeus tem tido um papel importante no crescimento mundial. “O carvão está diante do maior renascimento da história da indústria”, afirma Ottmar Edenhofer, do Instituto de Pesquisa dos Impactos do Clima, em Potsdam. Nos anos de 1990, muitos países substituíram o carvão pelo gás. Mas especialistas observam o retorno do carvão como uma alternativa “inacreditavelmente competitiva”, explica Edenhofer. “Principalmente o crescimento econômico da China foi muito impulsionado pelo carvão barato. O mesmo acontece na Índia, África do Sul e outros países do Leste Europeu". A queima do carvão e de outros combustíveis fósseis libera gás carbônico, que prejudica a atmosfera e agrava o quadro das mudanças climáticas. Se os países não fizerem nada, a temperatura média anual pode subir até 5,3 graus até o final do século, trazendo consequências devastadoras ao ambiente, alertou recentemente a Agencia Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês). No entanto, todas as negociações em torno de um acordo mundial de proteção ao clima falharam até agora. Não importa se a negociação envolve a tentativa de limitar a emissão de gases do efeito estufa ou a negociação de créditos de carbono: os interesses particulares de cada país são diferentes demais para permitir um acordo. “Um acordo climático global significaria, no mínimo, o uso de menos carvão e petróleo”, explica Carl Christian von Weizsäcker, do Instituto Max Planck de Pesquisa em Bens Coletivos de Bonn, na Alemanha. Para países com grandes reservas de combustíveis fósseis, isso seria um problema. “Um acordo implicaria na queda do preço dos recursos naturais desses países. Isso complicaria ainda mais a chegada a um acordo climático mundial". Além disso, há quem mude de posição durante as negociações. O Quênia, Uganda e Moçambique, por exemplo, descobriram novas reservas de petróleo e gás. No Canadá, a exploração do óleo em areias betuminosas mostrou-se rentável. Essa situação fez com que esses países praticamente perdessem o interesse em um acordo climático, já que limitar a poluição reduziria o valor de seus recursos naturais.Depois do fracasso da Conferência do Clima em Copenhague, já em 2009, especialistas avaliam que as chances de um novo acordo em curto prazo são muito pequenas. Menos provável ainda é que os países concordem em frear seu ritmo de crescimento. O sonho de uma vida plena contorolando o crescimento econômico é difundido por movimentos ambientalistas em países industrializados do Ocidente. É melhor parar de crescer?..Em termos globais, o crescimento zero não é uma opção viável. “Essas diferenças enormes, como as vistas entre África e a Europa ou entre a África e a América são completamente inaceitáveis”, afirma Ottomar Edenhofer, do Instituto de Pesquisa dos Impactos do Clima, de Potsdam. Ele tem um exemplo calculado. “Os Estados Unidos precisariam reduzir sua renda per capita em 80% para que, na África, as pessoas tivessem um padrão de vida aproximado ao da América Latina. Os conflitos sociais seriam imensos". Uma restrição consciente do crescimento estaria fora de cogitação, assim como diretrizes globais para a proteção do clima. Esforços regionais, como as negociações europeias dos créditos de carbono, não funcionam ou são insuficientes. É por isso que a maior parte dos pesquisadores vê o mundo caminhando para um abismo. Mas o professor de economia Karl-Heinz Paqué não acredita nesses prognósticos. Para ele, previsões confiáveis sobre o futuro não são confiáveis. “Imagine que se em 1913, há 100 anos, nós tivéssemos uma previsão do desenvolvimento mundial feito com base nos padrões tecnológicos daquela época”, compara Paqué. “O que aconteceu desde então, em apenas três gerações, estaria completamente além da nossa imaginação. Por isso mesmo precisamos ser cuidadosos com as nossas previsões agora”. Em outras palavras: não é preciso entrar em pânico. A humanidade pode ainda encontrar uma saída. Resta torcer para que Paqué não esteja errado em suas próprias previsões e melhor ainda, estimular a pesquisa e a desoberta de uma nova alternativa mais sustentável de vida, harmonizando o aumento da economia com a defesa da ecologia: "Nesse ponto, quero destacar que o Brasil pode vir a ser uma liderança mundial em termos de uma busca do desenvolvimento sustentável, levando em conta o contexto econômico e ecológico do nosso país e todas estas circunstâncias mundiais", argumenta o ecologista Padinha, aqui no blog Folha Verde News: "Mais uma razão para o movimento de cidadania e os jovens nas ruas levantarem a questão ambiental nas manifestações, é uma oportunidade história para o país e para o próprio movimento da criação do futuro, a Alemanha quer, o Brasil pode".
Fontes: Agência Deutsche Welle (DW)
www.ecodebate.com.br
http://folhaverdenews.blogspot.com
A partir de uma matéria especial da Agência Deutsche Welle, DW, da Alemanha, um post publicado também pelo site brasileiro de assuntos socioambientais, EcoDebate, o nosso blog de cidadania e de ecologia - Folha Verde News - antecipa esta pauta e passa a defender as urgência de se implantar também no Brasil uma gestão de Desenvolvimento Sustentável, para assim defender objetivamente mudanças e avanços na realidade do país e da vida, conforme argumenta aqui o nosso editor de conteúdo, o repórter e ecologista Antônio de Pádua Padinha. A reportagem da DW começa afirmando que o carvão barato, que impulsiona crescimento em vários países, adia desenvolvimento sustentável. Por enquanto, garantir fonte barata de energia continua sendo a prioridade entre países ricos ou pobres, isso e não a busca de novas alternativas mais sustentáveis de desenvolvimento, equilibrando-se economia com ecologia. A Alemanha busca uma transformação em sua matriz energética e quer alimentar o país a partir de fontes renováveis como sol, vento e a força da água. Muitos entendem que esse sim será um importante passo para um estilo de vida mais sustentável e a garantia de um futuro para aquele país, aliás, a sustentabilidade é o que pode assegurar o futuro da vida em todo o planeta, conforme os maiores especialistas de todo o mundo. Karl-Heinz Paqué pensa diferente. “Mesmo que a Alemanha desenvolva programas adequados, o efeito global é praticamente nulo. Somos pequenos demais para isso”, afirma o professor de Economia da Universidade de Magdeburg. Para ele, decisivo é o que se passa nos países de economia emergente, que representam praticamente dois terços de toda a população mundial. (Ele nesse ponto está falando também do Brasil)...Os emergentes parecem seguir a mesma trajetória dos países europeus que, durante séculos, se preocuparam com o crescimento econômico e com a prosperidade antes de colocarem o meio ambiente no centro das atenções. “A prioridade em proteger o meio ambiente é algo que vem com a prosperidade”, afirma Paqué. “Para nós (europeus), isso começou na década de 1970, não antes. Na China, está começando agora. Na Índia, ainda vai demorar um pouco”. Mesmo perguntado, Karl-Heinz Paqué preferiu não se referir neste ponto ao Brasil, com matriz energética baseada mais em hidroelétricas. O que parece fato e já é um consenso mundial é que esses mesmos países que figuram como economias prósperas e que caminham em busca de sustentabilidade vivem momentos de nervosismo. Isso porque uma fonte de energia considerada especialmente suja entre os europeus tem tido um papel importante no crescimento mundial. “O carvão está diante do maior renascimento da história da indústria”, afirma Ottmar Edenhofer, do Instituto de Pesquisa dos Impactos do Clima, em Potsdam. Nos anos de 1990, muitos países substituíram o carvão pelo gás. Mas especialistas observam o retorno do carvão como uma alternativa “inacreditavelmente competitiva”, explica Edenhofer. “Principalmente o crescimento econômico da China foi muito impulsionado pelo carvão barato. O mesmo acontece na Índia, África do Sul e outros países do Leste Europeu". A queima do carvão e de outros combustíveis fósseis libera gás carbônico, que prejudica a atmosfera e agrava o quadro das mudanças climáticas. Se os países não fizerem nada, a temperatura média anual pode subir até 5,3 graus até o final do século, trazendo consequências devastadoras ao ambiente, alertou recentemente a Agencia Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês). No entanto, todas as negociações em torno de um acordo mundial de proteção ao clima falharam até agora. Não importa se a negociação envolve a tentativa de limitar a emissão de gases do efeito estufa ou a negociação de créditos de carbono: os interesses particulares de cada país são diferentes demais para permitir um acordo. “Um acordo climático global significaria, no mínimo, o uso de menos carvão e petróleo”, explica Carl Christian von Weizsäcker, do Instituto Max Planck de Pesquisa em Bens Coletivos de Bonn, na Alemanha. Para países com grandes reservas de combustíveis fósseis, isso seria um problema. “Um acordo implicaria na queda do preço dos recursos naturais desses países. Isso complicaria ainda mais a chegada a um acordo climático mundial". Além disso, há quem mude de posição durante as negociações. O Quênia, Uganda e Moçambique, por exemplo, descobriram novas reservas de petróleo e gás. No Canadá, a exploração do óleo em areias betuminosas mostrou-se rentável. Essa situação fez com que esses países praticamente perdessem o interesse em um acordo climático, já que limitar a poluição reduziria o valor de seus recursos naturais.Depois do fracasso da Conferência do Clima em Copenhague, já em 2009, especialistas avaliam que as chances de um novo acordo em curto prazo são muito pequenas. Menos provável ainda é que os países concordem em frear seu ritmo de crescimento. O sonho de uma vida plena contorolando o crescimento econômico é difundido por movimentos ambientalistas em países industrializados do Ocidente. É melhor parar de crescer?..Em termos globais, o crescimento zero não é uma opção viável. “Essas diferenças enormes, como as vistas entre África e a Europa ou entre a África e a América são completamente inaceitáveis”, afirma Ottomar Edenhofer, do Instituto de Pesquisa dos Impactos do Clima, de Potsdam. Ele tem um exemplo calculado. “Os Estados Unidos precisariam reduzir sua renda per capita em 80% para que, na África, as pessoas tivessem um padrão de vida aproximado ao da América Latina. Os conflitos sociais seriam imensos". Uma restrição consciente do crescimento estaria fora de cogitação, assim como diretrizes globais para a proteção do clima. Esforços regionais, como as negociações europeias dos créditos de carbono, não funcionam ou são insuficientes. É por isso que a maior parte dos pesquisadores vê o mundo caminhando para um abismo. Mas o professor de economia Karl-Heinz Paqué não acredita nesses prognósticos. Para ele, previsões confiáveis sobre o futuro não são confiáveis. “Imagine que se em 1913, há 100 anos, nós tivéssemos uma previsão do desenvolvimento mundial feito com base nos padrões tecnológicos daquela época”, compara Paqué. “O que aconteceu desde então, em apenas três gerações, estaria completamente além da nossa imaginação. Por isso mesmo precisamos ser cuidadosos com as nossas previsões agora”. Em outras palavras: não é preciso entrar em pânico. A humanidade pode ainda encontrar uma saída. Resta torcer para que Paqué não esteja errado em suas próprias previsões e melhor ainda, estimular a pesquisa e a desoberta de uma nova alternativa mais sustentável de vida, harmonizando o aumento da economia com a defesa da ecologia: "Nesse ponto, quero destacar que o Brasil pode vir a ser uma liderança mundial em termos de uma busca do desenvolvimento sustentável, levando em conta o contexto econômico e ecológico do nosso país e todas estas circunstâncias mundiais", argumenta o ecologista Padinha, aqui no blog Folha Verde News: "Mais uma razão para o movimento de cidadania e os jovens nas ruas levantarem a questão ambiental nas manifestações, é uma oportunidade história para o país e para o próprio movimento da criação do futuro, a Alemanha quer, o Brasil pode".
Fontes: Agência Deutsche Welle (DW)
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quinta-feira, 27 de junho de 2013
LIBERDADE DE INFORMAÇÃO ENTRARÁ NA PAUTA DAS MANIFESTAÇÕES EM SÃO PAULO
Movimentos de comunicação já marcam um ato na sede da Rede Globo na quarta-feira: a democratização da mídia, a liberdade de informação, a ética e o fim dos monopólios que dominam o setor, segundo os estudantes, TVs, rádios e imprensa precisam defender mais os interesses da Nação e da população, somente na Internet atualmente existe a livre expressão
O protesto deve ser realizado na próxima quarta-feira (3 de julho) e a ideia é aproveitar efervescência política para pautar uma avanço da mídia brasileira, diz Gisele Brito, da Rede Brasil Atual, o assunto é matéria de destaque na ãtual edição do site Brasil de Fato e está também aqui no blog da cidadania e da ecologia, Folha Verde News: "Além destas fontes, a gente consultou o Observatório da Imprensa e os debates dos estudantes que há mais de um ano vem questionado um avanço neste setor", comenta aqui o nosso editor, o repórter e ecologista Antônio de Pádua Padinha: "Temos sempre divulgado as lutas pela liberdade de informação e contra os vários tipos de violência, aí nos sentimos à vontade de colocar aqui esta postagem e até de participar do ato público em Sampa, na semana que vem".
Os movimentos sociais, políticos ou culturais que defendem a democratização dos meios de comunicação realizaram na noite de ontem uma plenária no vão livre do Masp, na Avenida Paulista, em São Paulo, para traçar uma estratégia de atuação. Embora não haja consenso sobre como fazer este ato público, mais de 100 lideranças da coimunicação decidiram realizar uma manifestação diante da sede da Rede Globo, na próxima quarta-feira, para iniciar a mobilização: "Talvez fosse melhor, na minha opinião, realizar este ato público num lugar neutro, como o Parque Ibirapuera, o Masp também é bom mas trava o trânsito e atrapalha a população, mas na Globo não sei se fica limitado ou enquadrado demais ou meio que... poluído", opiniou ainda Padinha. Mas ele também concorda que a insatisfação popular em relação à mídia foi marcante nas recentes manifestações populares em São Paulo. Jornalistas de vários veículos de comunicação, em especial da Globo, foram hostilizados durante os protestos. No caso mais grave, um carro da Rede Record, adaptado para ser usado como estúdio, foi incendiado. Enquanto repórteres trabalhando e em busca da notícia foram vítimas de violência de policiais, grandes empresas da mídia nem sempre fizeram a cobertura correta e imparcial das manifestações dos jovens nas ruas de todo o país, quase sempre, privilegiando o escândalo, o vandalismo, as cenas de saque ou de ação policial truculenta ao invés de documentar a voz do povo e abrir um espaço maior para o conteúdo das manifestações e para o que pensam os jovens. Exceção tem sido as redes sociais, como o Facebook, vários sites e blogs de informação, encanrando os fatos tais como eles são, estimulando o debate sobre as mudanças necessárias no Brasil e mostrando assim que a liberdade de expressão é a grande força da mídia internáutica. Vai daí que a liberdade de informação na web precisa desde já ser defendida como uma conquista dos que trabalham com comunicação ou dos internautas em geral, exercendo o seu direito de cidadania. Na plenária de ontem, o professor de gestão de políticas públicas da Universidade de São Paulo, Pablo Ortellado, avaliou que os jornais Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, a revista Veja e a própria Globo, por meio de editoriais, incentivaram o uso da violência para reprimir os manifestantes. Mas em seguida passaram a colaborar para dispersar a pauta de reivindicações que originaram a onda de protestos, ao incentivar a adoção de bandeiras exteriores à proposta do MPL – até então restrita à revogação do aumento das tarifas de ônibus, trens e metrô de R$ 3 para R$ 3,20. Os movimentos sociais, no entanto, ainda buscam uma agenda de pautas concretas para atender a diversas demandas, que incluem a democratização das concessões públicas de rádio e TV, liberdade de expressão e acesso irrestrito à Internet. “Devíamos beber da experiência do MPL (Movimento Passe Livre) aqui em São Paulo, que além de ter uma meta geral, o passe livre, conseguiu mover a conjuntura claramente R$ 0,20 para a esquerda”, exemplificou Pedro Ekman, coordenador do Coletivo Intervozes. “A gente tem que achar os 20 centavos da comunicação. Achar uma pauta concreta que obrigue o governo federal a tomar uma decisão à esquerda desta via dos acontecimentos e não mais uma decisão de conciliação com o poder midiático que sempre moveu o poder político nesse país”, defendeu o professor e jornalista Pablo Ortellado. Se por um lado o movimento pelo direito à comunicação se fortaleceu em 2012, com o lançamento da campanha “Para expressar a liberdade”, a realização de encontros nacionais (como o I Encontro Nacional pelo Direito á Comunicação em Recife) e de atos públicos, por outro, deparou-se com a resistência do Governo Federal em enfrentar os interesses privados e fazer avanças as demandas sociais na área de comunicação. De acordo com João Brant, do Intervozes, “as promessas de lançamento de uma consulta pública sobre um novo marco regulatório das comunicações foram frustradas, o debate retrocedeu e o governo parece decidido a não tomar nenhuma atitude para fazer avançar este debate”. Na área específica de internet não tem sido diferente. Segundo Veridiana Alimonti, do Instituto de Defesa do Consumidor (IDEC), “o ano de 2012 consolidou ainda mais a posição do governo contrária a uma alteração de regime na prestação da banda larga e demonstrou de forma contundente a inexistência de participação social estruturada na decisão das políticas”, ao contrário do que vem sendo reivindicado pela sociedade civil que cobra a exploração do serviço em regime público e democratização das decisões. Soma-se a isso o fato que “projetos deinclusão digital construídos em gestões anteriores, como os Telecentros.BR, vem sendo explicitamente deixadas de lado”, afirma Veridiana. Do ponto de vista dos jovens que estão indo às ruas neste movimento de cidadania, vale lembrar que A Executiva Nacional d@s Estudantes de Comunicação Social (Enecos) e outras entidades do movimento social pela democratização da comunicação já realizaram há cerca de um ano um Ato Públcio pela Democratização da Comunicação em Brasília: ele teve como pauta a luta por uma comunicação democrática, plural e participativa que, segundo as entidades organizadoras, passa ncessariamente pela criação de um novo marco regulatório para as comunicações. Foi no 33º Encontro Nacional dos Estudantes de Comunicação (Enecom) que aconteceu desde na Universidade de Brasília com o tema "A voz do oprimido está no ar", um encontro que reuniu cerca de 500 estudantes de Comunicação Social de todo o país. Na ocasião, os estudantes presentes no 33º Enecom junto com representantes de organizações da sociedade civil e movimentos sociais caminharam até o Ministério das Comunicações, onde apresentaram reivindicações, protestando contra a inação das autoridades governamentais para mudar e avançar as comunicações no Brasil: "Com uma mídia mais avançada, com certeza o país mudará mais rapidamente", resume assim Padinha, editor do blog Folha Verde News os vários problemas do setor.
Fontes: www.brasildefato.com.br www.redebrasilatual.com.br http://observatoriodaimprensa.com.br www. intervozes.org.br http://folhaverdenews.blogspot.com
O protesto deve ser realizado na próxima quarta-feira (3 de julho) e a ideia é aproveitar efervescência política para pautar uma avanço da mídia brasileira, diz Gisele Brito, da Rede Brasil Atual, o assunto é matéria de destaque na ãtual edição do site Brasil de Fato e está também aqui no blog da cidadania e da ecologia, Folha Verde News: "Além destas fontes, a gente consultou o Observatório da Imprensa e os debates dos estudantes que há mais de um ano vem questionado um avanço neste setor", comenta aqui o nosso editor, o repórter e ecologista Antônio de Pádua Padinha: "Temos sempre divulgado as lutas pela liberdade de informação e contra os vários tipos de violência, aí nos sentimos à vontade de colocar aqui esta postagem e até de participar do ato público em Sampa, na semana que vem".
| Houve ontem à noite no vão livre do Masp uma discussão preparatória para a manifestação da midia |
Fontes: www.brasildefato.com.br www.redebrasilatual.com.br http://observatoriodaimprensa.com.br www. intervozes.org.br http://folhaverdenews.blogspot.com
quarta-feira, 26 de junho de 2013
ATAQUE DE HACKERS EM BH COM AMEAÇA DE VIOLÊNCIA E POESIA NA RUA EM FRANCA
Em dia do jogo da Seleção em Belo Horizonte protesto de 100 mil e hackers, as manifestações continuam por todas as cidades de várias regiões do país, em algumas com violência policial ou vandalismo, em outras até com momentos de poesia no movimento dos jovens e da cidadania
Mateus Parreiras, do site do jornal O Estado de Minas, relata que um ataque de hackers aconteceu no último sábado e deixou a rede de informática da PM completamente inoperante, porisso, hoje a central de informática da polícia mineira está de plantão e em alerta contra nova ação do grupo Anonymous, integrada aos protestos de jovens e do movimento de cidadania que acontecem nas ruas de BH: hoje, antes do jogo Brasil X Uruguai pela simifinal da Copa das Confederações no estádio do Mineirão é esperada uma nova manifestação com cerca de 100 mil pessoas nas ruas, havendo ainda a possibilidade destes ataques onlines de hackers, bem como a ameaça de vândalos (investiga-se a existência de um vandalismo de aluguel para tumultuar as manifestações pacíficas), saques. violência policial e barreiras em avenidas e em rodovias da Grande Belo Horizonte, nesta quarta-feira com grande exposição na mídia por causa da decisão para a Seleção Brasileira de uma vaga na final da Copa das Confederações. Por causa de protestos, PRF coloca mais 120 agentes nas estradas mineiras Segundo o grupo multidisciplinar de segurança formado pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin), polícias Federal, Civil e Militar, entre outros órgãos estratégicos e de segurança pública, o inferno de comunicação vivido pelos operadores da PM foi provocado pelo grupo de invasores de páginas da internet e de redes socias denominado “Anonymous”. Os hackers são os mesmos que tiraram do ar o conteúdo da página oficial do governo federal (brasil.gov.br) e outros oito portais oficiais, apontam os primeiros levantamentos. Em vez de exibir os serviços e propagandas governamentais, foram expostas palavras de protesto e apoio aos movimentos que tomam as ruas do país. Em suas páginas nas redes sociais e na Internet, usuários que se dizem do movimento Anonymous justificam suas ações como protestos e colaborações democráticas aos movimentos que se manifestam nas ruas contra a corrupção, bem como uma posição clara em defesa da liberdade de informação na Internet, que estaria sendo ameaçada por um monitoramento da Abin. Segundo o assessor de imprensa da PM, tenente-coronel Alberto Luiz, o ataque cibernético ocorreu durante os confrontos, mas segundo o que dizem as autoridades, teria sido contornado em menos de 1 hora. O Mineirão - considerado o melhor dos estádios brasileiros na atualidade por especialistas em eventos esportivos - abrirá já a partir do meio dia, 4 horas antes do jogo, para evitar um encontro da marcha dos manifestantes com os torcedores neste dia que em BH foi decretado feriado, aumentando a movimentação da população pela cidade ou por causa das manifestações ou do jogo da Seleção. Mas o clima de vioilência é bem menor do que ocorreu no Rio de Janeiro, onde num confronto paraleo às manifestações, na Maré, teve 9 mortos numa operação do Bope. Policiais falam que o confronto foi com marginais e não se tratava de uma manifestação e sim de um arrastão na Avenida Brasil, o fato que gerou a violência, envolvendo o batalhão do Bope e moradores da Favela Nova Holanda no Complexo da Maré, Zona Norte do Rio de Janeiro. Moradores acusam truculência de policiais e dizem que o Bope entrou atirando em quaisquer moradores da Maré, enquanto que a polícia e o Secretário de Segurança Pública do Estado justificam a ação radical, alegando que era um conflito com traficantes, algo que ainda é controverso. Mas na maioria das cidades e das regiões brasileiras, em estradas ou cidades as manifestações foram pacíficas, por aqui na macrorregião, interior paulista, houve conflitos, confrontos com policiais e saques em Ribeirão Preto, em Franca houve uma caminhada tranquila que em seu ápice mobilizou cerca de 5 mil pessoas, na maioria estudantes, alguns comemorando a vitória contra a Pec-37 e a valorização do movimento de rua com o líderes do MPL sendo recebidos em Brasília pela Presidenta Dilma. Até confetes e serpentinas surgiram em alguns pontos da caminhada, embora a população ainda esteja insatisfeita com o posicionamento da Prefeitura local em relação à tarifa ou a qualidade dos transportes, denúncias de caixa preto no setor e outras reivindicações do movimento de cidadania, coordenadas por jovens universitários. Na caminhada de cerca de 5 quilômetros, houve até momentos de poesia, como crianças em meio aos manifestantes ou um deficiente físico com duas bengalas se esforçando para acompanhar a passeata na última fila: "Vim prá mostrar que a gente do povo supera os problemas". A população espera que as autoridades façam o mesmo. Na dúvida, uma garoto do Rap (cultura de rua) de madrugada pichou no alto do prédio da Prefeitura: o povo não é bobo... (Antônio de Pádua Padinha, fotos David Radesca)
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| Hackers tentam novo ataque à webrede policial em BH |
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| ...cidade onde houve confrontos e cenas de violência |
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| Em BH também a agitação do jogo da Seleção Brasileira |
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| Por todas as regiões do Brasil cidadania e jovens ainda fazem manifestações com alguns incidentes |
| Em cidades como Franca (SP) o clima é de paz na caminhada... |
| ...que percorreu pontos críticos da vida da cidade em incidentes |
| Até crianças estavam se manifestando em meio a seus familiares... |
| ...e na última fila da passeata com duas muletas um homem falava em superação dos problemas |
Fontes: www.em.com.br
www.jbonline.com.br www.terra.com.br http://folhaverdenews.blogspot.com
terça-feira, 25 de junho de 2013
FEIRA INTERNACIONAL DE ORGÂNICOS E DE AGROECOLOGIA EM SÃO PAULO
O evento começa nesta quinta-feira na Bienal do Ibirapuera que se abre assim à arte da vida
Estas inforrmações o nosso blog Folha Verde News captou direto no site da BioBrazilFair para divulgar esta iniciativa comercial e cultural: 'Ela tem claramente um grande valor em termos de disseminar a cultura da sustentabilidade e portanto é assunto de prioridade para nosso blog de ecologia e de cidadania", diz o nosso editor Antônio de Pádua Padinha, abrindo este webespaço para o evento dos que vão à luta pelos alimentos Orgânicos e pela Agroecologia em geral, como é também o caso de José Alexandre Ribeiro, um francano que comercializa o café IAO e é o líder regional e nacional do setor, totalmente envolvido nestes dias com a preparação para a Bio Brazil Fair e simultaneamente, a BioFach América Latina, no pavilhão da Bienal do Ibirapuera que assim entre os dias 27 a 30 de junho nesta semana agora se abre à arte da saúde e da vida. Este já está consolidado como principal evento de negócios da produção orgânica no Brasil, possibilita até vivências, por exemplo, que visitantes degustem lançamentos e comprem diretamente nos estandes. Muita gente do país e do planeta já agendou a BioFair que nesta semana em São Paulo, que muda um pouco sua atmosfera para abrigar a principal feira de orgânicos do Brasil e a visita de profissionais ligados a farmácias, lojas especializadas, supermercados, clínicas, hospitais, spas, resorts, restaurantes e outros setores que têm a ver com estes produtos, "que envolvem também toda uma visão de vida", conforme comentou aqui José Alexandre, um líder verde desta tendência. Os alimentos orgânicos ganham importância cada vez maior na mesa dos brasileiros. Segundo estimativas que foram realizadas pelo IPD – Instituto de Promoção do Desenvolvimento, responsável pelo Projeto Organics Brazil, a expectativa para 2014 é atingir R$ 2 bilhões. A principal novidade deste ano é a parceria com a NürnbergMesse, promotora da BioFach, maior evento de orgânicos do mundo, com edições na Alemanha, Índia, China, Japão e Estados Unidos. Com a união, a Bio Brazil Fair e a BioFach América Latina passam a integrar o calendário internacional de feiras dedicadas aos orgânicos e amplia as oportunidades de negócios de seus expositores com compradores do mundo todo. O mix da feira reflete a ampla gama de produtos que o setor representa: alimentos (in natura, processados e congelados, carnes, sucos e bebidas, leite e laticínios, pães, bolos e massas), cosméticos (aromas e essências, cremes, xampus e sabonetes), moda (joias, confecção, tecidos e acessórios) e suporte à produção (insumos, fertilizantes, equipamentos, certificadoras, consultorias). Nos dois últimos dias, 29 e 30, o evento é aberto também ao público, oferecendo possibilidades de degustar e comprar as novidades diretamente dos 120 expositores espalhados em uma área de sete mil metros quadrados. Em 2012, a feira – em conjunto com o evento simultâneo Naturaltech – atingiu recorde de público: 21 mil visitantes nacionais e internacionais, entre profissionais e público em geral. O sucesso do setor Orgânico via este evento com certeza ajuda a Agroecologia a se firmar mais no Brasil que precisa valorizar mais os nossos recursos naturais e ecológicos - também na alimentação - para ir avançando um desenvolvimento rural e sustentável, harmonizando crescimento econômico com a ecologia que ainda sobrevive, uma das maiores riquezas do nosso país.
Fontes: http://www.biobrazilfair.com.br
http://folhaverdenews.blogspot.com
Estas inforrmações o nosso blog Folha Verde News captou direto no site da BioBrazilFair para divulgar esta iniciativa comercial e cultural: 'Ela tem claramente um grande valor em termos de disseminar a cultura da sustentabilidade e portanto é assunto de prioridade para nosso blog de ecologia e de cidadania", diz o nosso editor Antônio de Pádua Padinha, abrindo este webespaço para o evento dos que vão à luta pelos alimentos Orgânicos e pela Agroecologia em geral, como é também o caso de José Alexandre Ribeiro, um francano que comercializa o café IAO e é o líder regional e nacional do setor, totalmente envolvido nestes dias com a preparação para a Bio Brazil Fair e simultaneamente, a BioFach América Latina, no pavilhão da Bienal do Ibirapuera que assim entre os dias 27 a 30 de junho nesta semana agora se abre à arte da saúde e da vida. Este já está consolidado como principal evento de negócios da produção orgânica no Brasil, possibilita até vivências, por exemplo, que visitantes degustem lançamentos e comprem diretamente nos estandes. Muita gente do país e do planeta já agendou a BioFair que nesta semana em São Paulo, que muda um pouco sua atmosfera para abrigar a principal feira de orgânicos do Brasil e a visita de profissionais ligados a farmácias, lojas especializadas, supermercados, clínicas, hospitais, spas, resorts, restaurantes e outros setores que têm a ver com estes produtos, "que envolvem também toda uma visão de vida", conforme comentou aqui José Alexandre, um líder verde desta tendência. Os alimentos orgânicos ganham importância cada vez maior na mesa dos brasileiros. Segundo estimativas que foram realizadas pelo IPD – Instituto de Promoção do Desenvolvimento, responsável pelo Projeto Organics Brazil, a expectativa para 2014 é atingir R$ 2 bilhões. A principal novidade deste ano é a parceria com a NürnbergMesse, promotora da BioFach, maior evento de orgânicos do mundo, com edições na Alemanha, Índia, China, Japão e Estados Unidos. Com a união, a Bio Brazil Fair e a BioFach América Latina passam a integrar o calendário internacional de feiras dedicadas aos orgânicos e amplia as oportunidades de negócios de seus expositores com compradores do mundo todo. O mix da feira reflete a ampla gama de produtos que o setor representa: alimentos (in natura, processados e congelados, carnes, sucos e bebidas, leite e laticínios, pães, bolos e massas), cosméticos (aromas e essências, cremes, xampus e sabonetes), moda (joias, confecção, tecidos e acessórios) e suporte à produção (insumos, fertilizantes, equipamentos, certificadoras, consultorias). Nos dois últimos dias, 29 e 30, o evento é aberto também ao público, oferecendo possibilidades de degustar e comprar as novidades diretamente dos 120 expositores espalhados em uma área de sete mil metros quadrados. Em 2012, a feira – em conjunto com o evento simultâneo Naturaltech – atingiu recorde de público: 21 mil visitantes nacionais e internacionais, entre profissionais e público em geral. O sucesso do setor Orgânico via este evento com certeza ajuda a Agroecologia a se firmar mais no Brasil que precisa valorizar mais os nossos recursos naturais e ecológicos - também na alimentação - para ir avançando um desenvolvimento rural e sustentável, harmonizando crescimento econômico com a ecologia que ainda sobrevive, uma das maiores riquezas do nosso país.
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| José Alexandre, um Verde que vai à luta pelos Orgânicos e pela Agroecologia |
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| A Agroecologia invade São Paulo via a BioFair que avança o Brasil |
Fontes: http://www.biobrazilfair.com.br
http://folhaverdenews.blogspot.com
segunda-feira, 24 de junho de 2013
PRESIDENTA FAZ PROPOSTA DE PACTO EM CLIMA DE "REGOVERNO"
Dilma Rousseff tenta reanimar Governo, MPL não se convence e faltam ainda alguns temas como moradia popular, empregos e especialmente, a questão socioambiental que ficou de fora
Depois do impacto das manifestações sociais e populares que incendiaram o Facebook, as redes sociais, as ruas, os corações e as mentes de todos em todas as regiões do país, a Presidenta Dilma assumiu uma postura corajosa de praticamente zerar a sua administração e reanimar o Governo, combalido neste contexto, com a proposta de um pacto com a Nação: depois da posse, é o maior momento político do Brasil em Brasília, ela reuniu os Governadores de estado e os Prefeitos das capitais, pretende mobilizar o Congresso Nacional e assimilar as reivindicações dos jovens e do movimento da cidadania, a voz das ruas, como chamou em seu discurso no final da tarde desta segunda feira.Os 5 pontos da proposta básica até o momento são Educação (via royalteis do petróleo), melhorias na Saúde Pública, rigor Fiscal para controlar gastos e inflação, Mobilidade Urbana (tentativa de minorar os problemas do transporte coletivo e das tarifas), bem como, propondo até um Plebiscito para tentar agilizar a Reforma Política, algo realmente essencial (combate à corrupção, ética na política, combate ao poder econômico nas eleições etc.) mas que vai depender do que deputados e senadores legislarem: "Vendo assim em resumo esta proposta, me parece ser um "regoverno", uma tentativa de retomar a governabilidade em pontos críticos da atual administração, porém, para tanto, ainda faltam temas como moradia popular, empregos e em especial uma posição diante dos problemas socioambientais ou até, algo mais difícil ainda, uma proposta de gestão sustentável", foi o que comentou por aqui no blog da cidadania e da ecologia o repórter e ecologista Antônio de Pádua Padinha diante desta proposta governamental: "Faltam alguns pontos essenciais para um pacto com a Nação", acredita Padinha, aqui no Folha Verde News. Segundo a Presidente Dilma, a questão da PEC 37 já está encaminhada para uma decisão do Congresso. O MPL (Movimento Passe Livre, que coordenou as primeiras e maiores manifestações dos últimos dias) foi convidado para fazer proposta e ouvir as propostas, o Governo através de Ministros prometeu ouvir outras lideranças de movimentos sociais e populares. Para cinco dos principais 70 integrantes do MPL, a Presidenta do Brasil se mostrou receptiva à PEC 90 (que lista o transporte como direito social), os jovens propuseram transporte coletivo de qualidade e de graça: "Ela falou explicitamente que considera o transporte como um direito social e é o que já diz a PEC. Diálogo é um passo importante, mas sem passos concretos não existe avanço", disse Mayara, assim como os estudantes Érica Oliveira, Caio Martins, Matheus Preis e o professor de História, Lucas Monteiro - todos da coordenação do MPL - ouvidos por jornalistas, como relatou da Capital Federal sites como Uol, Yahoo e ao vivo a TV a Cabo Globo News. Para o Pacto se concretizar vai depender do Congresso, dos políticos de Brasília (criticados nas ruas do país) e até é claro de novas manifestações pacíficas e de cidadania que cobrem os próximos passos e façam ampliar a agenda desta proposta de mudança de rumos. Por enquanto é uma proposta e a bem da Nação, o que se espera é que ela seja digerida, ampliada e colocada em ação, como o Plebiscito, que parece já estar agendado para 7 de Setembro. Com certeza, o pacto é um prato cheio para novas manifestações, contudo a expectativa de quase todos é que não haja vandalismo de alguns e mais violência, também de policiais neste processo de "regoverno" que está começando hoje, ainda não se pode prever se realmente vai virar realidade a bem de todos no Brasil.
Fontes: Globo News
www.uol.com.br
www.yahoo.com.br
http://folhaverdenews.blogspot.com
Depois do impacto das manifestações sociais e populares que incendiaram o Facebook, as redes sociais, as ruas, os corações e as mentes de todos em todas as regiões do país, a Presidenta Dilma assumiu uma postura corajosa de praticamente zerar a sua administração e reanimar o Governo, combalido neste contexto, com a proposta de um pacto com a Nação: depois da posse, é o maior momento político do Brasil em Brasília, ela reuniu os Governadores de estado e os Prefeitos das capitais, pretende mobilizar o Congresso Nacional e assimilar as reivindicações dos jovens e do movimento da cidadania, a voz das ruas, como chamou em seu discurso no final da tarde desta segunda feira.Os 5 pontos da proposta básica até o momento são Educação (via royalteis do petróleo), melhorias na Saúde Pública, rigor Fiscal para controlar gastos e inflação, Mobilidade Urbana (tentativa de minorar os problemas do transporte coletivo e das tarifas), bem como, propondo até um Plebiscito para tentar agilizar a Reforma Política, algo realmente essencial (combate à corrupção, ética na política, combate ao poder econômico nas eleições etc.) mas que vai depender do que deputados e senadores legislarem: "Vendo assim em resumo esta proposta, me parece ser um "regoverno", uma tentativa de retomar a governabilidade em pontos críticos da atual administração, porém, para tanto, ainda faltam temas como moradia popular, empregos e em especial uma posição diante dos problemas socioambientais ou até, algo mais difícil ainda, uma proposta de gestão sustentável", foi o que comentou por aqui no blog da cidadania e da ecologia o repórter e ecologista Antônio de Pádua Padinha diante desta proposta governamental: "Faltam alguns pontos essenciais para um pacto com a Nação", acredita Padinha, aqui no Folha Verde News. Segundo a Presidente Dilma, a questão da PEC 37 já está encaminhada para uma decisão do Congresso. O MPL (Movimento Passe Livre, que coordenou as primeiras e maiores manifestações dos últimos dias) foi convidado para fazer proposta e ouvir as propostas, o Governo através de Ministros prometeu ouvir outras lideranças de movimentos sociais e populares. Para cinco dos principais 70 integrantes do MPL, a Presidenta do Brasil se mostrou receptiva à PEC 90 (que lista o transporte como direito social), os jovens propuseram transporte coletivo de qualidade e de graça: "Ela falou explicitamente que considera o transporte como um direito social e é o que já diz a PEC. Diálogo é um passo importante, mas sem passos concretos não existe avanço", disse Mayara, assim como os estudantes Érica Oliveira, Caio Martins, Matheus Preis e o professor de História, Lucas Monteiro - todos da coordenação do MPL - ouvidos por jornalistas, como relatou da Capital Federal sites como Uol, Yahoo e ao vivo a TV a Cabo Globo News. Para o Pacto se concretizar vai depender do Congresso, dos políticos de Brasília (criticados nas ruas do país) e até é claro de novas manifestações pacíficas e de cidadania que cobrem os próximos passos e façam ampliar a agenda desta proposta de mudança de rumos. Por enquanto é uma proposta e a bem da Nação, o que se espera é que ela seja digerida, ampliada e colocada em ação, como o Plebiscito, que parece já estar agendado para 7 de Setembro. Com certeza, o pacto é um prato cheio para novas manifestações, contudo a expectativa de quase todos é que não haja vandalismo de alguns e mais violência, também de policiais neste processo de "regoverno" que está começando hoje, ainda não se pode prever se realmente vai virar realidade a bem de todos no Brasil.
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| Jovens integrantes do MPL reconhecem boa intenção mas querem ver se propostas avançarão mesmo |
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| Presidenta tenta novo rumo no Governo do país |
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domingo, 23 de junho de 2013
MANIFESTAÇÕES NO BRASIL CONTINUAM E JÁ COMEÇAM A SER DIGERIDAS
Repercutem os protestos aqui no país e no mundo e a Revista Época faz edição histórica nesta semana: o nosso editor reúne comentários aqui, ele que vem fazendo há um ano um documentário sobre a violência da atualidade, a ser ser lançado em 2014, durante a Copa do Mundo no Brasil
Fernanda Nidecker, da BBC Brasil em Londres, faz a comparação com protestos que aconteceram e acontecem na Espanha, Turquia, Egito e até no Irã. A agência internacional de notícias Reuters faz algumas comparações entre o que acontece agora no Brasil com o filme de Olivier Assayas "Depois de Maio", que recria o clima de rebeldia da geração de 1968 que começou na França e se tornou um movimento da juventude em todo o planeta, também por aqui. Já ainda neste domingo, saindo à frente em termos mesmo de jornalismo de outras revistas semanais como Veja e Isto É, a revista Época analisa "o sentido da voz rouca das ruas", ouvindo dez especilistas que procuram entender o que move milhões de brasileiros e brasileiras que estão se manifestando em grandes, médias e pequenas cidade de todas as regiões do país: aqui neste webespaço de cidadania e de ecologia - Folha Verde News - abrimos nosso webespaço a um resumo de conotações e de comentários sobre estes fatos para aumentar o potencial de análise e até de vivência cultural da nossa realidade de agora por parte des cerca dos 200 mil internautas que tem visitado este blog, argumenta nosso editor de conteúdo, o repórter e ecologista Antônio de Pádua Padinha: "Quando nos anos setenta, eu garotinho não tive a oportunidade de ver tantas análises do que acontecia, mas então, eu estava no meio do vulcão dos acontecimentos, agora com mais informações, a atual Geração Facebook, que tem incendiado as redes sociais em geral e as ruas do país com esta manifestações, pode conseguir conquistar uma melhor sequência de todo este esforço coletivo para mudar e avançar o país, a vida", comenta por aqui Padinha, ele que edita este blog e está em meio à realização há já um ano de um documentário sobre a violência: "De repente, bem antes destas manifestações comecei um documentário discutindo a atualidade de violência e o processo de mudança da realidade ou o caos, este trabalho ficou supercontemporâneo", informando aqui e agora que as filmagens, gravações e edição final do seu documentário deverão ficar prontas para serem lançadas somente durante a Copa do Mundo em 2014, brincando: "Até lá vai dar tempo prá entender o que está rolando", conclui Padinha, que se identifica com o pique da chamada Geração 68, confessando que "fui preso, torturado, censurado mas nunca sofri tanto como agora, ou seja, nuna fiz algo cult que tenha demorado tanto, isso se deve ao tipo de produção independente, é diferente de quando eu fazia um documentário ou até duas ou três reportagens por mês", referindo-se a produções que escreveu, dirigiu, editou para a TV, via a Blimp Filmes em São Paulo tempos atrás, para o programa Globo Repórter.
Conotações, comentários e comparações que formam um documento cult de grande valor agora
Enquanto o filme de Olivier Assayas, "Depois de Maio" faz retrato da contracultura em um momento chave do século 20, a recente onda de manifestações que varre o Brasil de Norte a Sul surpreendeu muitas pessoas, que assistiram atônitas à forma como um movimento que começou pequeno, contra o aumento da tarifa de transporte público, agora abraça outras causas e consegue mobilizar milhões de pessoas em centenas de cidades brasileiras. Apesar de surpreender, as manifestações brasileiras seguem tendências que vem se repetindo em outros países. Para investigar de que forma os atuais protestos se parecem com os ocorridos no exterior nos últimos cinco anos, foram ouvidos no seu site jornalistas que trabalham no Serviço Mundial da BBC. Eles falaram sobre as mobilizações que sacudiram cada um de seus países - o Irã, em 2009, o Egito, em 2011, a Espanha, também em 2011, e a Turquia, nas últimas semanas. Apesar de terem motivações diferentes, esses protestos têm em comum o fato de terem sido organizados e promovidos nas mídias sociais, como as manifestações no Brasil. Além disso, há outras semelhanças: na Turquia, por exemplo, os protestos também não têm uma liderança clara, enquanto que, na Espanha, os líderes das manifestações não tinham clara uma vinculação com partidos políticos. O "Depois de Maio" é um filme de certa forma, sobre momento antes, durante e pós-68, mas também não deixa de reverberar até hoje o eco da voz rouca das ruas, tema desta semana da Revista Época. Vale a pena buscar nas bancas ou acessar o site desta revista, indicado nas fontes abaixo e acompanha esta excelente reportagem sobre o acontecimentos de agora, ouvindo 10 especialistas, como o filósofo da Unicamp,Roberto Romano, o cientista polírico da FGV, Fernando Abrucio, o historiador da USP, Carlos Guilherme Mota, a psicanalista Maria Rita Kehl, que integra a Comissão Nacional da Verdade, Alberto Almeida, que é um pesquisador do respeitado Instituto Análise, o sociólogo da USP e pesquisador da Unicamp, José Augusto Guilhon Albuquerque, bem como o professor da UFRGS, Denis Rosenfield, compondo um contexto cultural e político coletivo de muito valor e de muitas informações, sendo esta reportagem da Época um trabalho super bem feito com fotos de Marcio Fernandes/Estadão Conteúdo, Rogério Albuquerque/ Ed. Globo, Joel Silva/Folhapress, José Patrício/Estadão Conteúdo, Filipe Redondo/Ed. Globo, Wenderson Araujo, divulgação, Camila Fontana/Época, Ana Paula Paiva/Valor/Folhapress e Ueslei Marcelino/Folhapress. Vale conferir esta reportagem especial desta revista sobre a maior onda de manifestações de rua no Brasil desde as lutas da juventude pela liberdade nos anos 60, 70 e 80. Agora, a perspectiva, como aconteceu então na chamada Geração 68, a perspectiva hoje da Geração Facebook é mudar a realidade e criar o futuro.
Fontes: BBC Reuters
www.revistaepoca.globo.com http://folhaverdenews.blogspot.com
Fernanda Nidecker, da BBC Brasil em Londres, faz a comparação com protestos que aconteceram e acontecem na Espanha, Turquia, Egito e até no Irã. A agência internacional de notícias Reuters faz algumas comparações entre o que acontece agora no Brasil com o filme de Olivier Assayas "Depois de Maio", que recria o clima de rebeldia da geração de 1968 que começou na França e se tornou um movimento da juventude em todo o planeta, também por aqui. Já ainda neste domingo, saindo à frente em termos mesmo de jornalismo de outras revistas semanais como Veja e Isto É, a revista Época analisa "o sentido da voz rouca das ruas", ouvindo dez especilistas que procuram entender o que move milhões de brasileiros e brasileiras que estão se manifestando em grandes, médias e pequenas cidade de todas as regiões do país: aqui neste webespaço de cidadania e de ecologia - Folha Verde News - abrimos nosso webespaço a um resumo de conotações e de comentários sobre estes fatos para aumentar o potencial de análise e até de vivência cultural da nossa realidade de agora por parte des cerca dos 200 mil internautas que tem visitado este blog, argumenta nosso editor de conteúdo, o repórter e ecologista Antônio de Pádua Padinha: "Quando nos anos setenta, eu garotinho não tive a oportunidade de ver tantas análises do que acontecia, mas então, eu estava no meio do vulcão dos acontecimentos, agora com mais informações, a atual Geração Facebook, que tem incendiado as redes sociais em geral e as ruas do país com esta manifestações, pode conseguir conquistar uma melhor sequência de todo este esforço coletivo para mudar e avançar o país, a vida", comenta por aqui Padinha, ele que edita este blog e está em meio à realização há já um ano de um documentário sobre a violência: "De repente, bem antes destas manifestações comecei um documentário discutindo a atualidade de violência e o processo de mudança da realidade ou o caos, este trabalho ficou supercontemporâneo", informando aqui e agora que as filmagens, gravações e edição final do seu documentário deverão ficar prontas para serem lançadas somente durante a Copa do Mundo em 2014, brincando: "Até lá vai dar tempo prá entender o que está rolando", conclui Padinha, que se identifica com o pique da chamada Geração 68, confessando que "fui preso, torturado, censurado mas nunca sofri tanto como agora, ou seja, nuna fiz algo cult que tenha demorado tanto, isso se deve ao tipo de produção independente, é diferente de quando eu fazia um documentário ou até duas ou três reportagens por mês", referindo-se a produções que escreveu, dirigiu, editou para a TV, via a Blimp Filmes em São Paulo tempos atrás, para o programa Globo Repórter.
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| O filme "Depois de Maio" recria o clima cult da Geração 68 que tem a ver com a atualidade do país também |
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| Agora já é possível digerir as manifestações que estão incendiando as ruas, corações e mentes do Brasil |
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| Capa desta edição histórica da Época, especial por causa dos depoimentos de dez analistas sociais |
Enquanto o filme de Olivier Assayas, "Depois de Maio" faz retrato da contracultura em um momento chave do século 20, a recente onda de manifestações que varre o Brasil de Norte a Sul surpreendeu muitas pessoas, que assistiram atônitas à forma como um movimento que começou pequeno, contra o aumento da tarifa de transporte público, agora abraça outras causas e consegue mobilizar milhões de pessoas em centenas de cidades brasileiras. Apesar de surpreender, as manifestações brasileiras seguem tendências que vem se repetindo em outros países. Para investigar de que forma os atuais protestos se parecem com os ocorridos no exterior nos últimos cinco anos, foram ouvidos no seu site jornalistas que trabalham no Serviço Mundial da BBC. Eles falaram sobre as mobilizações que sacudiram cada um de seus países - o Irã, em 2009, o Egito, em 2011, a Espanha, também em 2011, e a Turquia, nas últimas semanas. Apesar de terem motivações diferentes, esses protestos têm em comum o fato de terem sido organizados e promovidos nas mídias sociais, como as manifestações no Brasil. Além disso, há outras semelhanças: na Turquia, por exemplo, os protestos também não têm uma liderança clara, enquanto que, na Espanha, os líderes das manifestações não tinham clara uma vinculação com partidos políticos. O "Depois de Maio" é um filme de certa forma, sobre momento antes, durante e pós-68, mas também não deixa de reverberar até hoje o eco da voz rouca das ruas, tema desta semana da Revista Época. Vale a pena buscar nas bancas ou acessar o site desta revista, indicado nas fontes abaixo e acompanha esta excelente reportagem sobre o acontecimentos de agora, ouvindo 10 especialistas, como o filósofo da Unicamp,Roberto Romano, o cientista polírico da FGV, Fernando Abrucio, o historiador da USP, Carlos Guilherme Mota, a psicanalista Maria Rita Kehl, que integra a Comissão Nacional da Verdade, Alberto Almeida, que é um pesquisador do respeitado Instituto Análise, o sociólogo da USP e pesquisador da Unicamp, José Augusto Guilhon Albuquerque, bem como o professor da UFRGS, Denis Rosenfield, compondo um contexto cultural e político coletivo de muito valor e de muitas informações, sendo esta reportagem da Época um trabalho super bem feito com fotos de Marcio Fernandes/Estadão Conteúdo, Rogério Albuquerque/ Ed. Globo, Joel Silva/Folhapress, José Patrício/Estadão Conteúdo, Filipe Redondo/Ed. Globo, Wenderson Araujo, divulgação, Camila Fontana/Época, Ana Paula Paiva/Valor/Folhapress e Ueslei Marcelino/Folhapress. Vale conferir esta reportagem especial desta revista sobre a maior onda de manifestações de rua no Brasil desde as lutas da juventude pela liberdade nos anos 60, 70 e 80. Agora, a perspectiva, como aconteceu então na chamada Geração 68, a perspectiva hoje da Geração Facebook é mudar a realidade e criar o futuro.
Fontes: BBC Reuters
www.revistaepoca.globo.com http://folhaverdenews.blogspot.com
sábado, 22 de junho de 2013
VERDES APÓIAM MOVIMENTO DE CIDADANIA E REPUDIAM VIOLÊNCIA NAS RUAS
Hoje tem encontro regional do PV em Barretos com representantes de todo o nordeste paulista
Neste sábado no Sindicato da Alimentação, em Barretos (SP) acontece um encontro para definir rumos e programação de lutas dos Verdes do nordeste paulista, região que dentro da estrutura do PV é chamada de Bacia Hidrográfica 21, entre os rios Pardo, Sapucaí e Grande: são esperados cerca de 400 representantes das 50 cidades desta macrorregião paulista (divisa com o sudoeste de Minas Gerais, Serra da Canastra) que serão recepcionados por Dulcelina Alves, uma das coordenadoras regionais do Partido Verde, sendo aguardada ainda a presença do presidente estadual Marco Antônio Mroz e outros membros da Executiva Estadual. Franca, Ribeirão Preto, Araraquara, Bebedouro, estão entre os maiores municípios desta regional, que tem 13 vereadores eleitos pelo PV nas últimas eleições e 2 prefeitos, um deles, Ricardo Sobrinho, que além de comandar a Prefeitura de Santo Antônio da Alegria, preside atualmente o Comam, o Consórcio dos Municípios da Alta Mogiana, que congrega prefeituras de toda a região. Ele é um dos prováveis Verdes a serem escolhidos para coordenador ou portavoz do Partido Verde do nordeste paulista, partido que cresce, planejando desenvolver um plano de ação para se unir mais diretamente às lutas da sociedade civil, através do movimento ecológico e de cidadania, preparando-se assim para uma melhor performance eleitoral em 2014, quando lançará ao que parece 4 candidatos a deputado estadual e 3 a federal (Franca já tem 2 pré-candidatos, o ex-jogador de basquete Chuí e o líder regional e nacional dos Orgânicos, José Alexandre Ribeiro). Outro tema em pauta neste encontro serão as manifestações dos jovens em todo o país, por aqui também: o repórter e ecologista Antônio de Pádua Padinha, editor do nosso blog, acredita que os Verdes farão uma moção de apoio a esta iniciativa dos jovens e do movimento de cidadania, ao mesmo tempo repudiando os atos de vandalismo e todas as formas de violência, "para que todos juntos possamos criar com inteligência um realidade melhor para nossa população, mudando o país".
Fontes: www.pvsp.com.br
http://folhaverdenews.blogspot.com
Neste sábado no Sindicato da Alimentação, em Barretos (SP) acontece um encontro para definir rumos e programação de lutas dos Verdes do nordeste paulista, região que dentro da estrutura do PV é chamada de Bacia Hidrográfica 21, entre os rios Pardo, Sapucaí e Grande: são esperados cerca de 400 representantes das 50 cidades desta macrorregião paulista (divisa com o sudoeste de Minas Gerais, Serra da Canastra) que serão recepcionados por Dulcelina Alves, uma das coordenadoras regionais do Partido Verde, sendo aguardada ainda a presença do presidente estadual Marco Antônio Mroz e outros membros da Executiva Estadual. Franca, Ribeirão Preto, Araraquara, Bebedouro, estão entre os maiores municípios desta regional, que tem 13 vereadores eleitos pelo PV nas últimas eleições e 2 prefeitos, um deles, Ricardo Sobrinho, que além de comandar a Prefeitura de Santo Antônio da Alegria, preside atualmente o Comam, o Consórcio dos Municípios da Alta Mogiana, que congrega prefeituras de toda a região. Ele é um dos prováveis Verdes a serem escolhidos para coordenador ou portavoz do Partido Verde do nordeste paulista, partido que cresce, planejando desenvolver um plano de ação para se unir mais diretamente às lutas da sociedade civil, através do movimento ecológico e de cidadania, preparando-se assim para uma melhor performance eleitoral em 2014, quando lançará ao que parece 4 candidatos a deputado estadual e 3 a federal (Franca já tem 2 pré-candidatos, o ex-jogador de basquete Chuí e o líder regional e nacional dos Orgânicos, José Alexandre Ribeiro). Outro tema em pauta neste encontro serão as manifestações dos jovens em todo o país, por aqui também: o repórter e ecologista Antônio de Pádua Padinha, editor do nosso blog, acredita que os Verdes farão uma moção de apoio a esta iniciativa dos jovens e do movimento de cidadania, ao mesmo tempo repudiando os atos de vandalismo e todas as formas de violência, "para que todos juntos possamos criar com inteligência um realidade melhor para nossa população, mudando o país".
| Os ideais verdes do uso da inteligência ao invés da força estiveram nas manifestações regionais também |
| Em Franca e em outras cidades, ecologistas do PV alertaram manifestações para evitar vandalismo e violência |
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| Imagem símbolo da natureza regional e também do pvfrancasp no Facebook |
Fontes: www.pvsp.com.br
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sexta-feira, 21 de junho de 2013
MAIS DE UM MILHÃO E MEIO DE MANIFESTANTES EM 388 CIDADES DO BRASIL
Dois mortos, dezenas de feridos mas apesar da violência movimento de cidadania fala nas ruas
Um manifestante atropelado em Ribeirão Preto (SP), outro morto ao cair de viaduto em Brasília (DF), dezenas de feridos na manifestações em especial dos jovens em todas as regiões do país, a maior parte das passeatas foram pacíficas, mas em algumas houve incidentes violentos (como no Palácio do Imamaraty na capital federal), teve vandalismo e saque de lojas até em cidades do interior (como em Franca, SP), em alguns lugares deu para se perceber a presença de "vândalos de aluguel", além do conflito com a polícia, entre os próprios manifestantes alguns tumultos entre jovens com e sem partido político, porém de toda forma, a voz do povo falou novamente nas ruas, pedindo mudanças e avanços na realidade brasileira. Ao todo, 388 cidades tiveram manifestos ontem no Brasil, incluindo 22 capitais, médios e pequenos municípios. Mesmo com a redução de tarifas de transporte, motivo primário dos protestos, centenas de milhares de pessoas saíram às ruas pelas mais diversas causas, principalmente contra a corrupção, a PEC 37, a cura gay, os altos custos de realização da Copa do Mundo, mais investimentos para a educação e a saúde. Para se ter uma idéia das manifestações, em Vitória, aos gritos de “Não é Carnaval, é o Brasil caindo na real”, cerca de cem mil pessoas compareceram à frente da Universidade Federal do Espírito Santo. Depois de um ato pacífico, um pequeno grupo apedrejou prédios e entrou em confronto com a polícia. Foi este tipo de situação que se repetiu em várias cidades ou como em Porto Alegre, onde também houve atrito depois que a Brigada Militar bloqueou a passagem da marcha de 15 mil pessoas que seguia do centro para o bairro Azenha. Foram jogadas bombas de efeito moral e alguns manifestantes depredaram lojas. Em Santa Catarina, cerca de cem mil pessoas, em 39 cidades, saíram às ruas. Ninguém saiu ou entrou na Ilha de Santa Catarina no período das 19h às 21h, no que foi considerado o maior ato popular daquela região do sul do país. Em Recife, mais de 50 mil pessoas fizeram na maior parte do tempo um protesto festivo, prejudicado por alguns furtos. Mas o evento de maior beleza, praticamente sem violência e com um tom de inteligência, apesar de alguns desentendimentos e casos de intolerância entre manifestantes de tendências diferentes, aconteceu em São Paulo, onde mais de 100 mil pessoas reivindicaram Muda Brasil.
Fontes: AFP
www.yahoo.com.br
www.estadao.com.br
www.uol.com.br
http://folhaverdenews.blogspot.com
Um manifestante atropelado em Ribeirão Preto (SP), outro morto ao cair de viaduto em Brasília (DF), dezenas de feridos na manifestações em especial dos jovens em todas as regiões do país, a maior parte das passeatas foram pacíficas, mas em algumas houve incidentes violentos (como no Palácio do Imamaraty na capital federal), teve vandalismo e saque de lojas até em cidades do interior (como em Franca, SP), em alguns lugares deu para se perceber a presença de "vândalos de aluguel", além do conflito com a polícia, entre os próprios manifestantes alguns tumultos entre jovens com e sem partido político, porém de toda forma, a voz do povo falou novamente nas ruas, pedindo mudanças e avanços na realidade brasileira. Ao todo, 388 cidades tiveram manifestos ontem no Brasil, incluindo 22 capitais, médios e pequenos municípios. Mesmo com a redução de tarifas de transporte, motivo primário dos protestos, centenas de milhares de pessoas saíram às ruas pelas mais diversas causas, principalmente contra a corrupção, a PEC 37, a cura gay, os altos custos de realização da Copa do Mundo, mais investimentos para a educação e a saúde. Para se ter uma idéia das manifestações, em Vitória, aos gritos de “Não é Carnaval, é o Brasil caindo na real”, cerca de cem mil pessoas compareceram à frente da Universidade Federal do Espírito Santo. Depois de um ato pacífico, um pequeno grupo apedrejou prédios e entrou em confronto com a polícia. Foi este tipo de situação que se repetiu em várias cidades ou como em Porto Alegre, onde também houve atrito depois que a Brigada Militar bloqueou a passagem da marcha de 15 mil pessoas que seguia do centro para o bairro Azenha. Foram jogadas bombas de efeito moral e alguns manifestantes depredaram lojas. Em Santa Catarina, cerca de cem mil pessoas, em 39 cidades, saíram às ruas. Ninguém saiu ou entrou na Ilha de Santa Catarina no período das 19h às 21h, no que foi considerado o maior ato popular daquela região do sul do país. Em Recife, mais de 50 mil pessoas fizeram na maior parte do tempo um protesto festivo, prejudicado por alguns furtos. Mas o evento de maior beleza, praticamente sem violência e com um tom de inteligência, apesar de alguns desentendimentos e casos de intolerância entre manifestantes de tendências diferentes, aconteceu em São Paulo, onde mais de 100 mil pessoas reivindicaram Muda Brasil.
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| Muda e avança, Brasil na rua |
| Antes de começar manifestação em Franca (SP) ecologistas pedem violência não, inteligência sim |
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| Manifestações em 388 cidades também no exterior mobilizaram mais de 1 milhão e meio de cidadãos e cidadãs |
| A maioria recusou a violência ou o vandalismo e elevantou a voz da cidadania também no interior do país |
Fontes: AFP
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quinta-feira, 20 de junho de 2013
AS MANIFESTAÇÕES QUE CONTINUAM VISTAS POR AGÊNCIA INTERNACIONAL DE NOTÍCIAS
Nosso blog analisa o noticiário da AFP enfocando o movimento social dos jovens e da cidadania
Os governos de São Paulo e Rio de Janeiro anunciaram a redução dos preços das tarifas do transporte público, após mais de uma semana de grandes manifestações nas ruas, Porto Alegre, Cuiabá, Recife e João Pessoa já haviam decretado a redução das tarifas dos transportes públicos. Os atos públicos invadem todas as regiões brasileiras, agora em várias cidades médias do interior acontecem manifestações, que devem prosseguir nos próximos dias, simultaneamente à disputa no Brasil da Copa das Confederações da Fifa, "o que aumenta a exposição mundial do país e também acelera o tom de protestos populares, tendo em vista o custo bilionário do evento e a falta de estrutura para uma melhor qualidade de vida da maior parte da população", comenta aqui no blog da ecologia e da cidadania o editor do Folha Verde News, repórter e ecologista Antônio de ádua Padinha, resumindo algumas das informações e comentários da AFP, uma agência de notícias que tem 200 representantes espalhados por todas as regiões do planeta e distribui seu notíciário para mais de 150 países. Jovens do MPL (movimento pelo Passe Livre) iniciaram as manifestações por tarifa zero nos transportes coletivos, muito precários, as reivindicações após a primeira vitória destes protestos, segundo analistas sociais, se ampliarão para vários problemas enfrentados pela maior parte da população, já há os que prevêem para as próximos atos públicos e passeatas questões mais diretamente políticas, como a PEC 37, as megausinas hidrelátricas na Amazônia, estrutura deficiente na saúde, educação, energia, variados desafios socioambientais etc e etc. Grupos radicais de direita buscam desestabilizar o Governo Dilma e até promover um impeachment da líder nacional do PT. Atos de vandalismo provocam antes, durante ou depois das manifestações pacíficas cenas de violência com policiais, como ocorreu ontem no protesto de mais de 80 mil pessoas em Fortaleza (Ceará) durante o jogo da Seleção do Brasil contra o México no Castelão ou principalmente no Rio e em São Paulo, onde também surgiram especulações que os vândalos seriam encomendados, de aluguel, pagos para tumultuar as manifestações de cidadania e impedir o avanço do movimento que busca mudar e avançar o Brasil, em especial sob o ponto de vista da condição de vida da maioria do povo. A onda de protestos sem precedentes que sacode o Brasil há mais de uma semana tem sido marcada por cenas de indignação e violência contra o aumento nos preços dos transportes, os gastos astronômicos com a Copa do Mundo e as condições precárias dos serviços públicos, especialmente saúde e educação. "Nós protestamos porque o dinheiro investido nos estádios deveria ser aplicado na educação e na saúde. Eles montaram um espetáculo para o mundo", disse Matheus Dantas, 18 anos, sobre a Copa das Confederações e o Mundial de 2014. "Brasil, vamos despertar, um professor vale mais que Neymar!", - gritavam os manifestantes em Fortaleza.
Nas redes sociais, como no Facebook, que é uma fronteira de liberdade de informação e de apoio ao movimento das ruas, há postagens mais moderadas que tentam mostrar o lado positivo dos eventos da Fifa, "o futebol e toda indústria de lazer dão empregos, aquecem a economia e acabarão ajudando a qualidade de vida no país, desde que os governantes tenham uma visão sustentável da realidade, considerando a urgência de investimentos em infraestrutura, ambiente e qualidade de vida da população", analisou em recente post um inernauta. Mas o clima de confronto permanece, em Niterói, milhares de pessoas ocuparam o centro da cidade, em um protesto que terminou com a depredação de agências bancárias, tentativa de incendiar um ônibus, interrupção do tráfego na Ponte e invasão da estação das Barcas. O Batalhão de Choque foi acionado e utilizou bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha para dispersar os manifestantes que seguiam em direção à Ponte, fechada temporariamente por medida de segurança, o que provocou um enorme engarrafamento no Rio de Janeiro. Também ocorrerão novamente mais manifestações em São Paulo, Belo Horizonte, Rio Branco, Brasília e até em Buenos Aires, onde os manifestantes reuniram-se na frente do emblemático Obelisco para caminhar até a embaixada brasileira, onde entregaram uma carta. "Encontramos uma maneira de ajudar, como em outros países, daqui, mostrando que o que dizem os veículos de comunicação no Brasil são visões e relatos parciais que não mostram a realidade", disse um manifestante em Buenos Aires., enfocando que as notícias que chegam da grande mídia brasileira refletem mais a visão policial do que social dos acontecimentos. E novas grandes manifestações estão programadas para esta quinta-feira nas principais cidades do país, especialmente na Grande São Paulo e no Rio de Janeiro, onde um enorme protesto na segunda-feira reuniu mais de 100 mil pessoas e terminou em violência na zona da Assembleia Legislativa (Alerj), com vários feridos. No sul do país e em variadas cidades do interior paulista os protestos também continuarão sem data para acabar, por enquanto. Segundo o ministério da Justiça, tropas da Força Nacional foram enviadas para reforçar a segurança em cinco das seis sedes da Copa das Confederações: Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais, Ceará e Brasília. "O clima de tensão social tem por outro lado, apesar do desafio dâ violência, a chance de unir diferentes setores da população em torno de reivindicações sobre os principais problemas brasileiros", analisa por aqui no blog Folha Verde News o nosso editor, repórter e ecologista Padinha, ao sintetizar parte do noticiário da agência internacional de notícias APF. As manifestações mobilizam e são mobilizadas por lideranças da sociedade civil e não pelos partidos políticos, alguns tem procurado participar e alguns analistas criticam este fato, ao contrário do que pensa nosso editor: "Os partidos estão desmoralizados e a sociedade civil procura agiracom independência mas não há um sentido apolítico, naturalmente haverá uma politização do movimento, mas longe de partidos e da política tradicionais, aos poucos irá se ampliando a pauta de reivindicações, o movimento é princialmente social mas tem sentido político pois se propõe a mudar e avançar a realidade para melhor condição de vida da maioria da população". Esta questão e a da violência ou do vandalismo são dois dos problemas ainda mal resolvidos na onda de manifestações que ainda não mudaram o país, contudo, mobilizaram os jovens e as lideranças de cidadania, depois de mais de 20 anos de silêncio agora as ruas estão falando. "E elas já começam a ser ouvidas dentro e fora do Brasil, influenciarão nas eleições de 2014 e poderão adiantar desde já propostas, medidas e mudanças necessárias para a construção de um desenvolvimento sustentável, onde haja um equilíbrio entre o avanço da 6ª economia do mundo com os recursos naturais e a qualidade de vida da população", acredita o ecologista Padinha, do Folha Verde News, analisando os acontecimentos e o noticiário da APF hoje.
Fontes: http://www.afp.com
www.yahoo.com.br
http://folhaverdenews.blogspot.com
Os governos de São Paulo e Rio de Janeiro anunciaram a redução dos preços das tarifas do transporte público, após mais de uma semana de grandes manifestações nas ruas, Porto Alegre, Cuiabá, Recife e João Pessoa já haviam decretado a redução das tarifas dos transportes públicos. Os atos públicos invadem todas as regiões brasileiras, agora em várias cidades médias do interior acontecem manifestações, que devem prosseguir nos próximos dias, simultaneamente à disputa no Brasil da Copa das Confederações da Fifa, "o que aumenta a exposição mundial do país e também acelera o tom de protestos populares, tendo em vista o custo bilionário do evento e a falta de estrutura para uma melhor qualidade de vida da maior parte da população", comenta aqui no blog da ecologia e da cidadania o editor do Folha Verde News, repórter e ecologista Antônio de ádua Padinha, resumindo algumas das informações e comentários da AFP, uma agência de notícias que tem 200 representantes espalhados por todas as regiões do planeta e distribui seu notíciário para mais de 150 países. Jovens do MPL (movimento pelo Passe Livre) iniciaram as manifestações por tarifa zero nos transportes coletivos, muito precários, as reivindicações após a primeira vitória destes protestos, segundo analistas sociais, se ampliarão para vários problemas enfrentados pela maior parte da população, já há os que prevêem para as próximos atos públicos e passeatas questões mais diretamente políticas, como a PEC 37, as megausinas hidrelátricas na Amazônia, estrutura deficiente na saúde, educação, energia, variados desafios socioambientais etc e etc. Grupos radicais de direita buscam desestabilizar o Governo Dilma e até promover um impeachment da líder nacional do PT. Atos de vandalismo provocam antes, durante ou depois das manifestações pacíficas cenas de violência com policiais, como ocorreu ontem no protesto de mais de 80 mil pessoas em Fortaleza (Ceará) durante o jogo da Seleção do Brasil contra o México no Castelão ou principalmente no Rio e em São Paulo, onde também surgiram especulações que os vândalos seriam encomendados, de aluguel, pagos para tumultuar as manifestações de cidadania e impedir o avanço do movimento que busca mudar e avançar o Brasil, em especial sob o ponto de vista da condição de vida da maioria do povo. A onda de protestos sem precedentes que sacode o Brasil há mais de uma semana tem sido marcada por cenas de indignação e violência contra o aumento nos preços dos transportes, os gastos astronômicos com a Copa do Mundo e as condições precárias dos serviços públicos, especialmente saúde e educação. "Nós protestamos porque o dinheiro investido nos estádios deveria ser aplicado na educação e na saúde. Eles montaram um espetáculo para o mundo", disse Matheus Dantas, 18 anos, sobre a Copa das Confederações e o Mundial de 2014. "Brasil, vamos despertar, um professor vale mais que Neymar!", - gritavam os manifestantes em Fortaleza.
Nas redes sociais, como no Facebook, que é uma fronteira de liberdade de informação e de apoio ao movimento das ruas, há postagens mais moderadas que tentam mostrar o lado positivo dos eventos da Fifa, "o futebol e toda indústria de lazer dão empregos, aquecem a economia e acabarão ajudando a qualidade de vida no país, desde que os governantes tenham uma visão sustentável da realidade, considerando a urgência de investimentos em infraestrutura, ambiente e qualidade de vida da população", analisou em recente post um inernauta. Mas o clima de confronto permanece, em Niterói, milhares de pessoas ocuparam o centro da cidade, em um protesto que terminou com a depredação de agências bancárias, tentativa de incendiar um ônibus, interrupção do tráfego na Ponte e invasão da estação das Barcas. O Batalhão de Choque foi acionado e utilizou bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha para dispersar os manifestantes que seguiam em direção à Ponte, fechada temporariamente por medida de segurança, o que provocou um enorme engarrafamento no Rio de Janeiro. Também ocorrerão novamente mais manifestações em São Paulo, Belo Horizonte, Rio Branco, Brasília e até em Buenos Aires, onde os manifestantes reuniram-se na frente do emblemático Obelisco para caminhar até a embaixada brasileira, onde entregaram uma carta. "Encontramos uma maneira de ajudar, como em outros países, daqui, mostrando que o que dizem os veículos de comunicação no Brasil são visões e relatos parciais que não mostram a realidade", disse um manifestante em Buenos Aires., enfocando que as notícias que chegam da grande mídia brasileira refletem mais a visão policial do que social dos acontecimentos. E novas grandes manifestações estão programadas para esta quinta-feira nas principais cidades do país, especialmente na Grande São Paulo e no Rio de Janeiro, onde um enorme protesto na segunda-feira reuniu mais de 100 mil pessoas e terminou em violência na zona da Assembleia Legislativa (Alerj), com vários feridos. No sul do país e em variadas cidades do interior paulista os protestos também continuarão sem data para acabar, por enquanto. Segundo o ministério da Justiça, tropas da Força Nacional foram enviadas para reforçar a segurança em cinco das seis sedes da Copa das Confederações: Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais, Ceará e Brasília. "O clima de tensão social tem por outro lado, apesar do desafio dâ violência, a chance de unir diferentes setores da população em torno de reivindicações sobre os principais problemas brasileiros", analisa por aqui no blog Folha Verde News o nosso editor, repórter e ecologista Padinha, ao sintetizar parte do noticiário da agência internacional de notícias APF. As manifestações mobilizam e são mobilizadas por lideranças da sociedade civil e não pelos partidos políticos, alguns tem procurado participar e alguns analistas criticam este fato, ao contrário do que pensa nosso editor: "Os partidos estão desmoralizados e a sociedade civil procura agiracom independência mas não há um sentido apolítico, naturalmente haverá uma politização do movimento, mas longe de partidos e da política tradicionais, aos poucos irá se ampliando a pauta de reivindicações, o movimento é princialmente social mas tem sentido político pois se propõe a mudar e avançar a realidade para melhor condição de vida da maioria da população". Esta questão e a da violência ou do vandalismo são dois dos problemas ainda mal resolvidos na onda de manifestações que ainda não mudaram o país, contudo, mobilizaram os jovens e as lideranças de cidadania, depois de mais de 20 anos de silêncio agora as ruas estão falando. "E elas já começam a ser ouvidas dentro e fora do Brasil, influenciarão nas eleições de 2014 e poderão adiantar desde já propostas, medidas e mudanças necessárias para a construção de um desenvolvimento sustentável, onde haja um equilíbrio entre o avanço da 6ª economia do mundo com os recursos naturais e a qualidade de vida da população", acredita o ecologista Padinha, do Folha Verde News, analisando os acontecimentos e o noticiário da APF hoje.
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| Depois de 20 anos de silêncio a população se manifesta através dos jovens e lideranças de cidadania |
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| Problemas políticos e a violência aumentam o desafio do movimento dos jovens e da sociedade civil |
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quarta-feira, 19 de junho de 2013
MANIFESTANTES PACÍFICOS (NA FALTA DA POLÍCIA) TENTAM PARAR VANDALISMO
Policiais ausentes da manifestação na Prefeitura de São Paulo e vândalos tomam conta das ruas
Mascarados aterrorizam centro de São Paulo, primeiramente, fazendo vandalismo na sede da prefeitura paulistana, logo após os manifestantes pacíficos começarem a se afastar para a Avenida Paulista, e depois, com saques a lojas e quebra-quebra em bancos e mais tarde, quando a tropa de choque apareceu no local, até com ataques a PMs e cenas de guerrilha urbana. Este grupo de aproximadamente 100 pessoas espalhou medo e também chegou a tentar invadir até mesmo um prédio ocupado por sem-tetos. A manifestação pacífica e de cidadania começou por volta das 16h30 na Praça da Sé e foi em caminhada sem problemas e com adesão de variadas pessoas da população até à sede da Prefeitura Municipal no centrão de SP, reunindo neste ato público cerca de 60 mil pessoas. As reivindicações foram quanto à tarifa zero, melhoria do transporte público e da qualidade de vida do povo em geral (educação, saúde, violência, moradia, impostos, empregos etc.), bem como houve protestos quanto ao desperdício de recursos com estádios e outros gastos excessivos nas Copas das Confederações e do Mundo no Brasil. Manifestantes também citaram corrupção e inércia da classe política. Um grupo de jovens estudantes à frente da caminhada gritava: "sem partidos e sem violência". Uma estudante de medicina da USP lamentou a aprovação da "Cura Gay" no Senado e foi muito aplaudida: "Enquanto estamos aqui nesse sufoco tentando mudar as coisas, tem políticos aprovando a Cura Gay e só fazendo bobeiras". Já na Paulista, quando manifestantes chegavam pacificamente, um grupo de "vândalos" já tinha destruído uma instalação relativa à Copa do Mundo, que traz benefícios para os brasileiros e brasileiras mas neste momento de revolta diante da injustiça social vira alvo. A Copa, as megausinas hidrelétricas na Amazônia e outras megaobras ícones do país (que oficialmente é a sexta economia mundial) entravam em contraste - também em faixas e pequenos cartazes em cartolina dos jovens, eram citadas nesta sexta manifestação do movimento de cidadania em Sampa, enquanto que por variadas outras regiões do Brasil (até por cidades do interior do Rio, de São Paulo, dos estados do sul, do norte e nordeste) o povo levantava a sua voz nas ruas, naquele espírito de estamos perturbando mas para mudar a realidade. Em Belém, a manifestação foi com música. E deixamos pro fim deste texto-resumo de hoje o aumento do vandalismo e cenas de violência (em SP, Rio, BH), estragando a manifestação pacífica dos jovens e do povo se rebelando diante de problemas sociais para mudar o Brasil. Na falta da polícia, que estava ausente do ato público em São Paulo, foi que alguns manifestantes pacíficos ainda tentaram impedir que grupo de mascarados tentassem invadir e quebrar ínstalações da Prefeitura próximas do Teatro Municipal. Pouco depois, os mascarados e mais mendigos e moradores de rua destruiam portas para invadir e saquear lojas no centrão, ao mesmo tempo em que os manifestantes pacíficos já estavam indo para a Avenida Paulista. Ontem, aqui no blog da cidadania e da ecologia, Folha Verde News, abrimos nosso webespaço para um pedido de investigação sobre quem está por trás da ação de vândalos e mascarados, porque durante a reunião do MPL no Sindicato dos Jornalistas surgiram denúncias ou especulações que de os vândalos poderiam até ser "grupos encomendados, vândalos de aluguel, para tumultuar as manifestações e impedir o avanço do movimento pacífico de cidadania". E a gente então questionava: a quem não interessa que o país mude? Houve até especulações de que eventualmente algumas autoridades governamentais e policiais estariam "estimulando" as ações de vandalismo com este objetivo. Como fizemos então, voltamos a esta pauta para pedir cautela não só ao Movimento Passe Livre mais a toda a multidão pacifíca de várias origens quanto a este problema de "infiltrações" suspeitas no movimento social e popular que acatou a chamado dos jovens "Vem Prá Rua". Há que se reconhecer que existem punks, anarquistas e outros grupos reais mas pode estar também havendo esta "interferência". E, independente desse lado da coisa, o povo foi prá rua nesta onda positiva de cidadania. Até o jingle comercial duma empresa e da Copa de futebol, que está em exposição direta na grande mídia, virou música desta rebelião. Na grande mídia que antes era contra, agora a campanha da juventude e especialmente dos internautas (em especial do Facebook) ganha espaço mas o vandalismo e a violência são grandes ameaças ao movimento de cidadania, assim como a velha política e políticos que não estão preparados para este tempo de mudanças urgentes no Brasil, o sofrimento ou o incômodo destes momentos de luta podem vir até a mudar o país e avançar a toda nossa vida, vamos à luta com inteligência e sem violência, com toda energia e paz. Esta é a palavra do movimento ecológico e de cidadania. (Padinha)
Fontes: BBC
www.terra.com.br
www.uol.com.br
www.estadao.com.br
www.brasildefato.com.br
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Mascarados aterrorizam centro de São Paulo, primeiramente, fazendo vandalismo na sede da prefeitura paulistana, logo após os manifestantes pacíficos começarem a se afastar para a Avenida Paulista, e depois, com saques a lojas e quebra-quebra em bancos e mais tarde, quando a tropa de choque apareceu no local, até com ataques a PMs e cenas de guerrilha urbana. Este grupo de aproximadamente 100 pessoas espalhou medo e também chegou a tentar invadir até mesmo um prédio ocupado por sem-tetos. A manifestação pacífica e de cidadania começou por volta das 16h30 na Praça da Sé e foi em caminhada sem problemas e com adesão de variadas pessoas da população até à sede da Prefeitura Municipal no centrão de SP, reunindo neste ato público cerca de 60 mil pessoas. As reivindicações foram quanto à tarifa zero, melhoria do transporte público e da qualidade de vida do povo em geral (educação, saúde, violência, moradia, impostos, empregos etc.), bem como houve protestos quanto ao desperdício de recursos com estádios e outros gastos excessivos nas Copas das Confederações e do Mundo no Brasil. Manifestantes também citaram corrupção e inércia da classe política. Um grupo de jovens estudantes à frente da caminhada gritava: "sem partidos e sem violência". Uma estudante de medicina da USP lamentou a aprovação da "Cura Gay" no Senado e foi muito aplaudida: "Enquanto estamos aqui nesse sufoco tentando mudar as coisas, tem políticos aprovando a Cura Gay e só fazendo bobeiras". Já na Paulista, quando manifestantes chegavam pacificamente, um grupo de "vândalos" já tinha destruído uma instalação relativa à Copa do Mundo, que traz benefícios para os brasileiros e brasileiras mas neste momento de revolta diante da injustiça social vira alvo. A Copa, as megausinas hidrelétricas na Amazônia e outras megaobras ícones do país (que oficialmente é a sexta economia mundial) entravam em contraste - também em faixas e pequenos cartazes em cartolina dos jovens, eram citadas nesta sexta manifestação do movimento de cidadania em Sampa, enquanto que por variadas outras regiões do Brasil (até por cidades do interior do Rio, de São Paulo, dos estados do sul, do norte e nordeste) o povo levantava a sua voz nas ruas, naquele espírito de estamos perturbando mas para mudar a realidade. Em Belém, a manifestação foi com música. E deixamos pro fim deste texto-resumo de hoje o aumento do vandalismo e cenas de violência (em SP, Rio, BH), estragando a manifestação pacífica dos jovens e do povo se rebelando diante de problemas sociais para mudar o Brasil. Na falta da polícia, que estava ausente do ato público em São Paulo, foi que alguns manifestantes pacíficos ainda tentaram impedir que grupo de mascarados tentassem invadir e quebrar ínstalações da Prefeitura próximas do Teatro Municipal. Pouco depois, os mascarados e mais mendigos e moradores de rua destruiam portas para invadir e saquear lojas no centrão, ao mesmo tempo em que os manifestantes pacíficos já estavam indo para a Avenida Paulista. Ontem, aqui no blog da cidadania e da ecologia, Folha Verde News, abrimos nosso webespaço para um pedido de investigação sobre quem está por trás da ação de vândalos e mascarados, porque durante a reunião do MPL no Sindicato dos Jornalistas surgiram denúncias ou especulações que de os vândalos poderiam até ser "grupos encomendados, vândalos de aluguel, para tumultuar as manifestações e impedir o avanço do movimento pacífico de cidadania". E a gente então questionava: a quem não interessa que o país mude? Houve até especulações de que eventualmente algumas autoridades governamentais e policiais estariam "estimulando" as ações de vandalismo com este objetivo. Como fizemos então, voltamos a esta pauta para pedir cautela não só ao Movimento Passe Livre mais a toda a multidão pacifíca de várias origens quanto a este problema de "infiltrações" suspeitas no movimento social e popular que acatou a chamado dos jovens "Vem Prá Rua". Há que se reconhecer que existem punks, anarquistas e outros grupos reais mas pode estar também havendo esta "interferência". E, independente desse lado da coisa, o povo foi prá rua nesta onda positiva de cidadania. Até o jingle comercial duma empresa e da Copa de futebol, que está em exposição direta na grande mídia, virou música desta rebelião. Na grande mídia que antes era contra, agora a campanha da juventude e especialmente dos internautas (em especial do Facebook) ganha espaço mas o vandalismo e a violência são grandes ameaças ao movimento de cidadania, assim como a velha política e políticos que não estão preparados para este tempo de mudanças urgentes no Brasil, o sofrimento ou o incômodo destes momentos de luta podem vir até a mudar o país e avançar a toda nossa vida, vamos à luta com inteligência e sem violência, com toda energia e paz. Esta é a palavra do movimento ecológico e de cidadania. (Padinha)
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| Em meio à agitação do momento Brasil X México jogam hoje em Fortaleza no Ceará |
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| E liderados pelos jovens o povo na rua pede num avanço de cidadania para o Brasil mudar |
Fontes: BBC
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