Vinte e uma pessoas, incluindo policiais e assistentes sociais, morreram vítimas de violentos confrontos na província chinesa de Xinjiang, informaram nesta quarta autoridades e lideranças civis da população à agência Reuters, informação também transmitida pelo site de jornalismo da BBC. A notícia diz que esta província é frequentemente palco de tensões étnicas, sobretudo envolvendo a pouco conhecida no Ocidente, a minoria islâmica Uigur. Houve trocas de tiros depois que a polícia realizou buscas nas casas de suspeitos de posse de armas brancas ilegais. Xinjiang abriga 9 milhões de Uigures étnicos, e muitos se queixam de repressão religiosa e cultural por parte de autoridades governamentais e policiais. Já a imprensa oficial da China atribui os distúrbios na região a atividades de "extremistas".
"A gente aqui no Brasil não tem todos os detalhes dos acontecimentos e portanto não tem como se posicionar com toda a clareza, porém, é certo que em quase todos os lugares do mundo está crescendo casos de violência étnica, é urgente um novo enfoque desta realidade que precisa mudar, só existirá paz e justiça na Terra com respeito às minorias e com a tentativa de diálogo para resolver problemas", comenta Antônio de Pádua Padinha, o editor de conteúdo do blog da ecologia e da cidadania, Folha Verde News, que tem como um dos seus princípios e slogans Não Violência, Sim Inteligência.
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| Em diversos lugares do planeta a violência contra as minorias étnicas, como em Xingiang na China... |
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| ...no Quirguistão, na Nigeria, no Tibet, até também em países do c hamado 1º Mundo... |
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| No Brasil, violência étnica contra indígenas e povos da floresta.... |
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| ...em prisões fora dos States, no conflito entre judeus e palestinos, na ex-Yuguslávia... |
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| . ...enfim, a proposta de Gandhi feita há mais de 50 anos é ainda superatual |
Fontes: BBC
Reuters
http://folhaverdenews.blogspot.com





Enfim, a não-violência é superatual no sentido de não ser ouvida nem entendida a busca da paz, da tolerância, a derrubada dos tabus e dos preconceitos, a cultura da violência predomina em todo o planeta, seja em Xinjiang ou em pleno Estados Unidos.
ResponderExcluirNosso editor de conteúdo está já há 8 meses realizando filmagens e edições para um documentário sobre diferentes formas de violência na atualidade: "A cada dia surge um novo foco, nosso documentário é mais centrado no Brasil e mesmo assim está difícil acompanhar o rítmo dos fatos", disse Padinha, dentro dos comentários a esta notícia da Reuters e da BBC.
ResponderExcluirAté guerra entre torcidas de futebol mostram os fundamentos da cultura da violência que nos casos de minoria étnica são de maiore gravidade porque extravasam a visão racional, a inteligência que remontam a ancestrais dos povos atuais.
ResponderExcluirNem com toda a tecnologia nem a liberdade de informação que hoje existe na web, nem depois de tantos sofrimentos que os seres humanos têm encarado ao longo de muitos séculos, parece que nem os países nem as pessoas estão aptas a usar mais a inteligência ou a tolerância do que a violência ou as emoções sem controle e sem razão.
ResponderExcluirOs confrontos na província chinesa de Xinjiang ou o atentado recente na Maratona de Boston, a cada dia, centenas de situações e de acontecimentos deveriam despertar as autoridades e as populações a um movimento para acabar com a cultura da violência, que já chegou na atualidade a uma situação-limite.
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