Apoio de sete bilhões do Governo Federal para incentivar produção e consumo de orgânicos
Até o mês de junho a Presidenta Dilma Rousseff anunciará a mais revolucionária construção de políticas públicas para apoiar a produção agroecológica e orgânica do Brasil, escreve Joaquim Silva, vice-presidente da BrasilBio, a associação brasileira de orgânicos: e quem nos envia por e-mail estas informações ao blog da ecologia e da cidadania - Folha Verde News - é o José Alexandre Ribeiro, de Franca (SP), pioneiro, líder dos orgânicos e presidente nacional desta associação: em resumo, será lançado com toda pompa e circunstância em Brasília o Plano Nacional de Agroecologia e da Produção Orgânica, já conhecido como Planapo. Serão aplicados cerca de sete bilhões de reais entre os anos 2013 e de 2015, recursos que já estão alocados e redirecionados de orçamentos de 11 ministérios, empresas e instituições públicas federais que integram a coordenação deste plano de alimentação e de saúde, juntamente com as representações da sociedade civil. "Incentivar o alimento orgânico é investir na agroecologia e na saúde da população", elogia este plano o editor do nosso blog, o repórter e ecologista Antônio de Pádua Padinha: mas acompanhe a seguir as informações e os argumentos de Joaquim Silva, produtor orgânico e vice-presidente da BrasilBio.
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| A alimentação orgânica pode ter um avanço extraoprdinário no Brasil com o Planapo |
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| O mercado de alimentos sem agrotóxico crescerá e... |
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| ...ganharão os pequenos agricultores e a saúde da população |
Ganha o consumidor com produtos limpos e mais baratos e em longo prazo o próprio Estado com a economia que fará com as despesas atualmente torradas com a saúde da população para remediar as chamadas doenças modernas e degenerativas - do tipo que têm gerado os mais diversos tipos de câncer, Alzheimer e tantas outras. A Alemanha entendeu assim há mais tempo e passou a produzir e se alimentar de orgânicos com o objetivo em reduzir em 30% os custos com a saúde, sobrando recursos para outras áreas. O Planapo é resultado de trabalho executado a partir de agosto de 2012 quando foi publicado o Decreto 7.794 através da Comissão Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica, com a participação de 14 organizações da sociedade civil agroecológicas e orgânicas, representativas dos produtores da agricultura familiar, povos da floresta, trabalhadores sem-terra, quilombolas, extrativistas, micro e pequenos produtores e processadores rurais, urbanos e periurbanos e 11 ministérios da estrutura administrativa do Governo Federal, incluindo empresas como Embrapa, entidades como a Anvisa e Sebrae dentre outras. Foram consumidas quatro reuniões de dois dias cada para o encontro da Comissão Nacional entre governo federal e sociedade civil em Brasília, no anexo 1 do Palácio do Planalto, em Brasília. E ainda subsídios colhidos da Câmara Temática da Agricultura Orgânica do Ministério da Agricultura (CTAO) e grupos de trabalho especialmente para aprofundar pontos polêmicos da política pública em construção, como as questões de fomento, créditos e financiamentos, redução de utilização de agrotóxicos no Brasil, maior inclusão das mulheres e jovens. O desafio agora é a construção dos mecanismos de controle das políticas públicas a serem anunciadas pela Presidenta Dilma em junho para que a sociedade possa se beneficiar desses avanços que visam impulsionar o setor orgânico brasileiro, especialmente a oferta em maior quantidade e mais baratos de alimentos orgânicos ao mercado interno. E sistematizando práticas e resultados em questões como crédito rural e demais mecanismos de financiamento, seguro agrícola e de renda, preços agrícolas e extrativistas, incluídos mecanismos de regulação e de compensação de preços nas aquisições ou subvenções, reservas e compras governamentais, medidas fiscais e tributárias, insumos, pesquisa e inovação científica e tecnológica, também assistência técnica e extensão rural, formação profissional e educação, mecanismos de controle da transição agroecológica, da produção orgânica e de base agroecológica e sistemas de monitoramento e avaliação da produção orgânica e de base agroecológica. (Joaquim Silva).
Fontes: BrasilBio
http://folhaverdenews.blogspot.com



Vegetariano há mais de 25 anos, o repórter e ecologista Antônio de Pádua Padinha, editor de nosso blog, tem postado aqui inúmeras matérias sobre a luta contra os agrotóxicos e sobre o valor dos alimentos orgânicos para a saúde do povo. Mas ele ele foi surpreendido com este plano governamental.
ResponderExcluir"Realmente, o alcance deste plano governamental é fora do comum e esta informação, que me chega via e-mail do José Alexandre e texto de Joaquim Silva, presidente e vice da associação nacional de Orgânicos, me supreende e está acima de qualquer questionamento dada a sua importância para a saúde e até também para a economia da população".
ResponderExcluirVocê pode mandar a sua opinião, informação ou comentário aqui para o blog da ecologia e da cidadania pelo e-mail da nossa redação navepad@netsite.com.br
ResponderExcluirDe toda forma, nossa equipe de pronto reconhece o valor do Planapo, com certeza surgirão críticas, como sendo mais uma medida demagógica ou eleitoral do Governo Dilma, porém, os seus efeitos serão tão positivos no país que este plano extravasa a política e avança a cidadania.
Há uma relação direta entre a recusa dos alimentos com agrotóxicos e a produção ou consumo de Orgânicos, assim como, uma interação perfeita entre os vegetarianos e os orgânicos, tanto como cultura como opoção de vida: com este Planapo estes dois guetos, com pe~rdão da palavra, se tornarão uma tendência cultural de massa no Brasil e aí está o potencial de uma revolução para a sáude preventiva de nosso povo.
ResponderExcluirAlém de livrar a população de muitas doenças graves e intensas na atualidade, uma maior produção e consumo de alimentos orgânicos estimulará a economia popular, uma competição de preço com os produtos industrializados e até os supermercados e os restaurantes tipo fas fodd terão que se mover na direção desta mudança essencial para a criação do futuro no Brasil.
ResponderExcluirNós que, também aqui neste blog, estamos sempre a criticar as autoridades governamentais em vários assuntos e posts, desta vez só podemos elogiar este plano do Governo Dilma.
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