Nosso editor de conteúdo analisa os cardeais mais cotados a ser escolhido como o novo Papa para suceder talvez ainda hoje Bento XVI no comando do Catolicismo com base em informações, palpite e até mesmo intuição, mas ele confessa que tudo parece estar mesmo é nas mãos de Deus
“Não sou um especialista no assunto e nem conheço os bastidores ou as articulações em andamento no Vaticano para se eleger o 226º pontífice da Igreja Católica em Roma”, confessa o repórter e ecologista Padinha que edita o nosso blog Folha Verde News: “Mas tenho acompanhado com muito interesse todas as informações que saem em sites, TVs, rádios, jornais e revistas sobre esta escolha a ser feita pelos 115 cardeais”. Antônio de Pádua Silva, o Padinha, cita como principal fonte o jornalista Marco Antônio Rezende, a quem conheceu pessoalmente anos atrás em São Paulo e que está ao vivo agora em Roma nestes dias, cobrindo o evento Vaticano para a revista Época. Resume também a tendência, um tanto quanto pagã das apostas da Inglaterra. Mostra as preferências de Leonardo Boff, que conhece como ninguém a força e as fraquezas da Igreja, ele que foi censurado e silenciado pelo Vaticano por causa das propostas do movimento Teologia da Libertação, que liderava na América Latina. Mas não se contenta apenas com esta postura racional, com liberdade, Padinha diz usar a sua intuição – ou o seu faro de repórter - para se definir por dois dos “papáveis”, afirmando que acredita que um dos dois será o novo Papa: “É muito, muito arriscado, um palpite supercomplicado, mas não vou ficar em cima do muro, na minha avaliação, os nomes mais fortes são os do Peter Turkson, arcebispo negro de Gana, com um perfil meio assim humanitário, similar ao de gente como D. Paulo Evaristo Arns ou D. Helder Câmara. E por outro lado, outro favorito é um refinado intelectual europeu, o arcebispo de Viena, Cristoph Schonborn, que tem um certo equilíbrio entre a inteligência e o senso administrativo, entre o bom conceito dentro e fora do Vaticano e posições inovadoras, como a proposta do fim do celibato dos padres ou a posição a favor de uma maior participação das mulheres nos rituais e até na estrutura de direção do Catolicismo”.
Os favoritos entre os Papabili: Schonborn da Europa e Turkson da África
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| Cristoph Schonborn (arcebispo de Viena, Áustria), parece ser um intelectual mais aberto |
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| Peter Turkson é de Gana e presidente do Conselho Justiça e Paz: o primeiro Papa Negro? |
Nas bolsas de apostas da Inglaterra (famosas pelos acertos em caso de jogos de futebol), os mais cotados a vencer hoje são, pela ordem, Scola, Turkson e o brasileiro Sherer.
Segundo informações da Agência Brasil, Leonardo Boff defendeu os nomes do cardeal de Gana, Peter Turkson, ou do cardeal Oscar Andrés Rodríguez Maradiaga, arcebispo de Tegucigalpa (Honduras), para um novo Papado. Na Europa, embora este dissidente do Vaticano avalie como pouco provável que se eleja um Papa oriundo daquele continente, indicou que um nome forte seria o do cardeal de Viena, na Áustria, Christoph Schönborn, “que é muito corajoso, aberto”. Para Boff, Schonborn é alguém que pode estar preparado para enfrentar crises graves na Igreja Católica. Em relação aos cardeais brasileiros, o ex-líder da Teologia da Libertação avalia que nenhum tem o perfil renovador de um D. Paulo Evaristo Arns por exemplo: seriam todos de um perfil mais conservador e tradicionalista, mesmo também o atual arcebispo de São Paulo, Odilo Scherer.
A sorte estaria lançada, se fosse um jogo. As urnas diriam, se fosse uma eleição. Por ser o que é esta escolha, o mais certo parece ser o título da matéria de Marco Antônio de Rezende, que diz que a definição do novo Papa está mexendo com todo mundo mas parece estar mesmo é nas mãos de Deus.
Fontes: www.epoca.com.br
Agência Brasil
www.uol.com.br
http://folhaverdenews.blogspot.com


Estamos fazendo estas nossas previsões ou melhor, perspectivas, sobre o novo Papa cerca de 24 horas antes da escolha secreta que acontecerá no Vaticano: ou seja, possibilidade de acerto, 0,0000001. Talvez seja mais uma torcida...
ResponderExcluirSe prevalecer as apostas da Inglaterra e até o desejo dos mais conservadores, o Arcebispo de Milão, Cardeal Scola, será o novo Papa. Esta parece ser também a torcida do ex-Papa Bento XVI.
ResponderExcluirOutro coisa que se pode captar como informação tanto da matéria do Marco Antônio Rezende (Época) ao vivo lá, como de boa parte dos sites, é que o Arcebispo de São Paulo, D. Scherer, corre como um azarão, no caso do preferido da atual Cúria não vir a ser o escolhido.
ResponderExcluirDe toda forma, brincando com este segredo, saber quem será o novo Papa é como descobrir o que está na barriga duma mulher ou numa urna eleitoral ou na cabeça de um juiz de futebol...
ResponderExcluirApenas como um exercício de intuição (ou de imaginação jornalística, como diz Padinha), saimos de cima do muro e escolhemos nossos dois papáveis: o inteligentíssimo cardeal de Viena,Cristoph Schonborn, que parece estar mais aberto a inovações na Velha Igreja ou aquele que seria o primeiro Papa Negro da história do Vaticano, um homem ligado nos problemas dos mais pobres,Peter Turkson.
ResponderExcluirDe toda forma, o mistério que intriga a todos parece mesmo estar nas mãos de Deus, se bem que, esperamos, não prevaleçam os interesses mais mesquinhos dos homens...
ResponderExcluir"Então, a gente espera pelo menos que o Conclave não seja apenas um conchavo": é a mensagem que nos envia por e-mail José Santos de Almeida, de São Paulo. Caso vc queira opinar mande seu recado p/ navepad@netsite.com.br
ResponderExcluirNo primeiro dia de votação do Conclave nesta terça surgiu segundo a mídia em Roma um novo nome,o do norteamericano Sean O'Mally, Arcebispo de Boston, que é franciscano, dominicano, também como opção de busca da humildade, da honestidade, inimigo da pedofilia e mais ligados nos valores espirituais que no poder, quase um hippie que é blogueiro. Esperança de um Papa de sandálias, seguidor de Francisco de Assis, o que para a ecologia seria meio caminho.
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