segunda-feira, 30 de abril de 2012

MUITA EMOÇÃO NO FUTEBOL EM TODAS AS REGIÕES DO PAÍS DA BOLA

O América ressurge em Minas e Neymar dá show de arte da bola no domingo sem violência

Um domingo de muito futebol e muita emoção, em Minas Gerais o América confirmou de maneira espetacular sua ida para a final, contra o Atlético, depois de duas vitórias seguidas sobre o Cruzeiro (3 X 2 e 2 X 1), nesta segunda, data de sua fundação há 100 anos, o clube está em festa e conquista a admiração de todos no país da bola: em São Paulo, Neymar 3 X 1, como disse Michele Gianella em seu blog na Gazeta Esportiva, pelo fato de o menino da Vila ter feito os 3 gols contra o Tricolor do Leão. No Rio o Botafogo também ressuscita e vai Assim comopara a final estadual, no sul, o Inter vurou em cima do Gêmio, num Grenal também emocionante (onde o Luxemburgo deu vexame de flata de controle)  e o Colorado também é finalista, o Bahia é um outro destaque da rodada desta final de semana no campeonatos regionais, onde se sentiu a falta dos times brasileiros mais populares, o Flmanego de fora de tudo e num apocalípse monstro, o Corinthians, só treinando para nesta próxima quarta-feira encarar o Emelec no Equador, mas aí pela Copa Libertadores da América. Na Europa, uma nova goleada e o Barcelona, de Guardiola, ainda pode ser o campeão da Espanha, apesar do Real Madrid...  Assim como o América Mineiro, a outra supresa do futebol destes dias é o Guarani de Campinas, que chega à final paulista contra o Santos de Murici, após virada contra a Ponte Preta e mais uma vez mostrando o talento de Oswaldo Alvarez, o técnico Vadão, que há uns 20 anos inventara no Mogi Mirim (do então Rivaldo) o 3 - 5 - 2: um treinador inteligente e com história no mundo da bola, uma equipe que joga coletivamente e que disputará o título após 24 anos de jejum diante do show time Neymar FC, o jogo coletivo versus o talento individual: sou mais Bugre, que mais uma vez mostra ao Brasil a força do interior do país do futebol. Parabéns ao Bugre, ao América e ao futebol brasileiro, a maior vitória foi não rolar violência, que é a antiecologia no jogo do dia a dia da vida de todos nós, cada vez mais violenta todos os dias, o esporte nesse contexto é um oásis de alegria para o povo. (Padinha)

América 100 anos de juventude....

Neymar 3 X 1 SP de novo o futebol show do Brasil em város lugares...

...Fabinho, do Guarani, o Bugre do Vadão e do jogo coletivo

Fontes: www.gazetaesportiva.net
             http://folhaverdenews.blogspot.com

domingo, 29 de abril de 2012

EXPECTATIVA NO PAÍS SOBRE VETO DA PRESIDENTE DILMA

Meio Ambiente analisa tecnicamente Código Florestal a pedido de Dilma Rousseff

Cientistas, ecologistas e alguns jornalistas e líderes de outros setores do país têm sido ouvidos sobre a questão e a maioria acredita que a Presidente da República vetará no todo ou em parte os pontos mais polêmicos do novo Código Florestal, os ruralistas, parte dos produtores rurais e parlamentares desta bancada no Congresso se colocam na posição contrária, houve até alguns ameaçando Dilma Roussef de algum tipo de retaliação se ela vetar a legislação do uso da terra aprovada nesta semana na Câmara. "O tom de ameaça pegou mal e mostra bem do que os ruralistas são capazes para defender os seus interesses", comentou Padinha, ao editar o Folha Verde News neste domingo, onde está em Belo Horizonte, inclusive fazendo contatos com lideranças socioambientais e de cidadania. Conforme informações e comentários da Agência Brasil e de sites jornalísticos, como o Eco Debate, o secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, Roberto Brandão Cavalcanti, disse que a ministra Izabella Teixeira pediu para que órgãos da pasta analisem o texto do novo Código Florestal, aprovado, na  pela Câmara dos Deputados, principalmente as mudanças promovidas em relação ao texto do Senado. A análise será entregue à presidenta Dilma Rousseff que decidirá se sanciona ou veta dispositivos do texto. Na votação do Código Florestal, o Palácio do Planalto defendia a aprovação pelos deputados do texto que havia sido aprovado pelo Senado. No entanto, com apoio maciço da bancada ruralistas, o relator da proposta na Câmara, deputado Paulo Piau (PMDB-MG), promoveu mais de 20 mudanças a contragosto do governo.
Entre as mudanças aprovadas no novo Código Florestal, a anistia ao desmatadores, a queda da obrigatoriedade de recompor 30 metros de mata em torno de olhos nascentes de água nas áreas de preservação permanente ocupadas por atividades rurais consolidadas até 22 de julho de 2008 e a retirada do texto da regra de recomposição de vegetação nativa, entre outros pontos questionáveis. Segundo Cavalcanti, que participou da audiência pública para discutir os impactos do novo código, a análise será técnica e levará em conta os pontos de vista ecológico e o impacto das mudanças no regime de proteção. O secretário não informou quando a análise estará pronta. Durante a audiência, o geógrafo e consultor ambiental Márcio Ackermann criticou o novo Código Florestal aprovado pela maioria rualista da Câmara e sugeriu que a Presidenta Dilma vete integralmente a proposta. “Na minha visão esse projeto tem que ser vetado na íntegra. Temos que pensar em um encaminhamento para se aperfeiçoar e não rasgar a legislação ambiental. O que se viu na votação do Código Florestal foi eliminar restrições para propriedade privada”, disse Ackermann, também entrevistado por Ivan Richard, cuja matéria estamos publicando praticamente na íntegra aqui no blog de ecologia, pela atualidade das informações, de interesse nacional.




Fontes: Agência Brasil
              www.ecodebate.com.br
              http://folhaverdenews.blogspot.com

sexta-feira, 27 de abril de 2012

MAIS UM MEGAPROJETO GOVERNAMENTAL NA AMAZÔNIA

Governo planeja construir sete hidrelétricas na bacia do rio Aripuanã


Juvenal Pereira nos manda desde o site da superentidade ecológica WWF esta notícia, que o Folha Verde News publica como alerta e com tristeza: "O Governo Dilma, além de vetar o chamado Código Desflorestal, precisa também optar por uma estrutura energética sustentável, como as energias eólica e solar, não construir megausinas hidrelétricas, termelétricas e nucleares. A não ser que não queira o avanço do Brasil e a sobrevivência de nossa última natureza, nossa chance de futuro na vida", comentou o editor deste blog, Antônio de Pádua, o ecologista Padinha. E vamos à mais uma informação negativa no país que está virando da...desnatureza: o Governo Federal estuda, atualmente, a possibilidade de construir sete hidrelétricas na bacia do rio Aripuanã, na região situada entre os Estados do Amazonas, Mato Grosso e Rondônia. As sete hidrelétricas vão gerar 2.790,8 megawatts e trarão impactos para uma área de 146,3 mil metros quadrados, que se estende por 14 municípios dos Estados citados e abrange uma população de 112 mil habitantes. Além disso, vai atingir diretamente 11 áreas protegidas, entre Unidades de Conservação de Proteção Integral e Terras Indígenas. A informação foi divulgada quando a Empresa de Pesquisa Energética do Ministério de Minas Energia (EPE/MME) realizou, em Manaus (AM) e Cuiabá (MT), audiências públicas para socializar os resultados da avaliação ambiental integrada da bacia do rio Aripuanã. O estudo teve como objetivo avaliar se o meio ambiente daquela região teria condições de “suportar” os impactos trazidos pelos empreendimentos. O inventário teve início em 2006 e foi concluído em maio de 2011, mas somente há quinze dias foi apresentado à sociedade civil. Reportagem publicada no dia 16 de abril pelo jornal A Crítica, de Manaus, informa que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) já aprovou o documento e trabalha numa próxima etapa do processo, que é o estudo de viabilidade econômica deste complexo de usinas hidrelétricas.

O alagamento, o gás carbônico produzido sob as águas, são algumas das sequelas...  

...e entre elas, a mortandade de peixes e outros impactos socioambientais deste megaprojeto

18 impactos, apenas 2 positivos, mais uma loucura governamental

O inventário divulgado trouxe uma série de informações sobre a bacia do rio Aripuanã, que fica à margem direita do rio Madeira. Além de levantamentos técnicos referentes àquela região (abordando questões como geologia, hidrologia, relatórios de flora e fauna, dados socioeconômicos das populações locais) o documento traz também uma descrição dos 18 impactos que serão causados pelas hidrelétricas – e apenas 2 deles são positivos. Entre os aspectos positivos das hidrelétricas são citados o incremento da arrecadação municipal das cidades atingidas, pela compensação financeira que será trazida pelo setor elétrico às prefeituras; e a melhoria da estrutura viária da região, já que, para operar e receber insumos e equipamentos, as hidrelétricas precisam de vias e estradas trafegáveis durante todo o ano. Dentre os impactos negativos previstos no inventário estão: interferência em ambientes ricos em biodiversidade, desaparecimento de espécies da fauna e flora, interrupção de rotas migratórias de peixes e supressão de vegetação marginal. Outras conseqüências das instalações das usinas são perda de recursos genéticos, alterações na dinâmica ecológica da área, além da interferência em políticas públicas de conservação e comprometimento do potencial de desenvolvimento sustentável de toda a macrorregião. Isso quando cientistas, ecologistas e especialistas em ciência florestal e biológica lutam pelo equilíbrio da Amazônia, vital para o país e para todo o planeta.

Fontes: http://www.wwf.org.br/
              http://folhaverdenews.blogspot.com/

INDIOS EXPULSOS DO STF APÓS PROTESTO

Índios questionam democracia e política de cotas nas universidades brasileiras


Era o segundo dia da votação; dez ministros devem se manifestar no total até a semana que vem sobre as cotas raciais ou para minorias na Universidade de Brasília e, por extensão, em outras faculdades e universidades do país: a normalidade dos votos e dos debates foi quebrada pela presença no plenário de três representantes dos povos da floresta, três indígenas que estavam no plenário do Supremo Tribunal Federal. Eles em determinado momento começaram a se manifestar para que os índios também tivessem vagas para estudos universitários, um deles se exaltou e falou alto algumas palavras em guarani, o presidente da sessão, Carlos Ayres Britto, alertou que ele não poderia se manifestar assim naquele instante. O índio Guarani Araju Sapeti insistiu em falar e foi expulso pela segurança do STF, os três indígenas sairam e foram debater no lado externo do tribunal, durante o processo de votação sobre o sistema de cotas raciais para o acesso à universidade.No meio do voto de Luiz Fux, o representante Guarani  interrompeu o ministro. Isso porque o julgamento é sobre a política de cotas raciais em sua totalidade, e não de partes da regra. São estinadas 20% das vagas dos vestibulares para negros, e há um processo separado para seleção de indígenas, que levam 10 vagas por semestre. Ou seja, eles não fazem vestibular mas estão questionando e querendo que mude esta situação: "Não deixa de ser um preoconceito e isso atrapalha a vida cultural dos índios", argumentou Araju Sapeti. O presidente Ayres Britto procura explica depois, "eu adverti que se prosseguissem falando e fazendo barulho durante a sessão, teria que mandar os senhores te retirarem à força. Eu ainda aconselhei, por favor, fiquem e vamos assistir ao julgamento - disse o presidente. Diante da insistência, ele interrompeu a sessão por um minuto para que os seguranças retirassem à força os cidadãos que protestavam. Pode ter sido em momento impróprio e de forma errônea, porém, o objetivo é correto em termos de cidadania, tanto para ampliar o debate sobre a política de cotas raciais ou de minorias, como para resolver a questão do estudo em universidades dos indígenas, realmente é preciso avançar a democracia brasileira, acima das diferenças econômicas, étnicas e culturais do nosso povo, apoiando assim um avanço da própria Nação. (Padinha).



Foto de Gustavo Miranda documentou protesto do Guarani Araju Sapeti no STF

Os índios de vários tribos e os povos da floresta querem direitos culturais e de cidadania

Fontes: http://www.gp1.com.br/
             http://folhaverdenews.blogspot.com/















quinta-feira, 26 de abril de 2012

AMÉRICA REABRE INDEPENDÊNCIA VENCENDO ARGENTINOS

Bom jogo, vitória, homenagens a Euler e Jair Bala e o América avança em seu centenário

Com dois gols de Alessandro e de virada, o América Mineiro bateu ontem à noite por 2 X 1 ao Argentinos Júniors em amistoso internacional para reabrir o Estádio Independência, totalmente remodelado e transformado numa arena, já pronta para a Copa das Confederações da Fifa: agora, BH já tem o seu estádio, enquanto o Mineirão ainda continua em obras e pelo que se viu no jogo-festa o "caldeirão" americano vai marcar na história do futebol do Brasil um crescimento ainda maior deste clube, que já foi 10 vezes campeão mineiro. Foi a despedida oficial de Euler, que atuou pouco mais de um tempo, o Filho do Vento, atleta de Cristo com uma carreira exemplar, tanto como jogador como cidadão, da mesma forma, se homenageou o ex-ídolo Jair Bala (que passou também pelo Botafogo do Rio e de Garrincha, tendo jogado também por aqui na região, no Comercial de Ribeirão Preto): pai do atual gerente de futebol Jair Albano, Jair Bala deu o pontapé inicial, ele que fez história pelo seu talento no América, sendo inclusive o maior artilheiro do Independência. Talvez no domingo o clássico com o Cruzeiro, pela segunda partida da semifinal do Campeonato Mineiro (na primeira, vitória americana por 3 X 2 na Arena do Jacaré)  talvez a decisão de vaga na final venha a ser realizada no Independência, na Arena do Horto, que é administrada pela empresa BWA. Ao completar 100 anos, o parceiro da Francana por aqui na região nordeste paulista e sudoeste mineiro, mostra com a nova arena que está pronto para criar o futuro. Por falar no parceiro de Franca, o ala e meia Patrick Oliveira, que foi destaque na Francana na Copa Paulista, atuou 45 minutos e foi elogiado pelo treinador Givanildo Oliveira. A parceria entre os dois clubes deverá continuar e crescer, no rítmo da evolução do América, simbolizando também a fraternidade entre mineiros e paulistas no futebol e na vida. (Padinha).

Uma reabertura com vitória de virada e festa do 100 Anos...

...o América venceu time argentino e mostrou sua nova cara...

...sem esquecer de ex-ídolos como Jair Bala, homenageado

...despedida do grande Euler e chegada de Gilberto...

...o América Mineiro mostrou sua nova casa, nova cara para o futuro


Fontes: http://www.em.com.br/
            http://folhaverdenews.blogspot.com/
            BWA

CONFERÊNCIA DA ONU EM JUNHO NO RIO LANÇARÁ NOVO BRASIL AO MUNDO

A Rio+20 poderá ser uma vitrine do novo Brasil segundo o presidente da Embrapa

Ele não se referiu em suas entrevistas ao jornal Correio Braziliense e à Agência Brasil à questão do movimento de cidadania que pede para Dilma Roussef vetar os pontos mais retrógrados e ruralistas do Código Florestal, quando for sancioná-lo, mas a visão do presidente Pedro Arraes, por ocasião agora do aniversário da Embrapa, é por um equilíbrio entre o meio ambiente e o avanço da produção econômica no Brasil, ou seja, sem entrar no lado político do Veto Presidencial, conclama tecnicamente a Nação ao Desenvolvimento Sustentável e isso é impossível com uma legislação para o meio rural que não protege o meio ambiente. O blog Folha Verde News abre aqui, agora, espaço para o posicionamento da Embrapa diante do potencial da Rio+20 vir a ser um canal para ampliar a liderança brasileira no planeta: "Claro que isso só será possível com o Brasil avançando rumo a um desenvolvimento sustentável em sua gestão pública e privada, aí sim, nosso país será líder de uma nova realidade que já começa a ser criada na Terra", comenta Padinha ao editar hoje nosso blog de ecologia e de cidadania. Pedro Arraes é mais uma voz da cidadania brasileira pela sustentabilidade na economia rural.

Embrapa acredita que Rio+20 será uma vitrine para a liderança mundial do Brasil


O Brasil tem condições de aproveitar a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, em junho em nosso país, para mostrar ao mundo que é possível conciliar crescimento econômico e ecologia. A opinião é do presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Pedro Arraes, que vê o país como um exemplo na geração de tecnologias de baixo impacto ambiental. “O Brasil tem todo um conhecimento técnico baseado em ciência e que pode nortear toda essa revolução que a gente precisa”, disse. “Mostrar para o mundo que é possível um país com toda essa pujança se desenvolver de forma sustentável”, completou o dirigente, no evento que comemorou os 39 anos da Embrapa. A participação da Embrapa na Rio+20 é coordenada por Maurício Lopes, diretor executivo da empresa, que destaca o valor da revolução alimentar alcançada pelo Brasil. “Nos anos 60, não éramos um país muito seguro do ponto de vista alimentar. Hoje, o Brasil se projeta como um grande produtor. E é isso que temos de mostrar: a capacidade brasileira de que é possível sair da situação de dependência para a posição de independência.”
No evento que comemorou o aniversário de criação da empresa, a Embrapa divulgou seu balanço social. Conforme o documento, para cada real aplicado pelo governo federal na Embrapa, em 2011, foram gerados R$ 8,62 para a sociedade. Esse retorno é calculado com base nos benefícios recebidos pelo produtor, além da geração de emprego e renda. Por amostragem, a Embrapa atestou ainda que, em 114 tecnologias e 163 cultivares desenvolvidas, foram gerados 75 mil novos empregos em 2011. De acordo com o presidente da Embrapa, o objetivo da empresa é, cada vez mais, fazer parcerias com a iniciativa privada, para aumentar essa performance. “O nosso futuro é ser um ativo tecnológico”, disse Pedro Arraes.
As pesquisas de agorecologia, apicultura, silvicultura, fruticultura, alimentação orgânica e em vários outros seguimentos, sendo realizadas pela Embrapa em várias regiões e universidades do país, mostram que  o caminho do equilíbrio e da ciência nos pode levar a um aumento da produção de alimentos e de riquezas no meio rural com a plena proteção dos recursos naturais, fundamentais também para existir futuro no Brasil.


Pedro Arraes relaciona agricultura e futuro

A Embrapa desenvolve várias pesquisas de valor como esta em São Carlos...

mostrando a sustentabilidade  e a ecologia como o melhor caminho


Fontes: correiobraziliense.com.br
             Agência Brasil
             http://folhaverdenews.blogspot.com/


quarta-feira, 25 de abril de 2012

PRESIDENTE DILMA PODE VETAR CÓDIGO APROVADO PELOS RURALISTAS

Código Florestal é visto como retrocesso ambiental e derrota do Governo

Por 274 votos a favor, foram aprovadas as alterações feitas indevidamente pelo deputado federal, produtor rural e relator Paulo Piau (PMDB-MG) ao texto que havia sido aprovado antes no Senado: votaram contra 184 deputados e dois se abstiveram. Com isto, o texto tira a proteção em torno de nascentes de rios, aumenta a consolidação de áreas desmatadas em topos de morro e manguezais e retira artigo que impedia o recebimento de crédito agrícola por produtores que não promovessem a regularização ambiental em cinco anos a chamada amistia dos desmatadores. Além disso, as APP (Área de Preservação Permanente) como as nascentes ficam mais ameaçadas: venceu o "desenvolvimentismo" a custo dos recursos naturais do Brasil, enquanto cientistas, técnicos, lideranças da cidadania e da ecologia queriam vê-los melhor preservados para aumentar a chance de um desenvolvimento sustentável, aumentando assim a economia rural e a produção agropecuária mas com a devida proteção dos recursos da natureza, que são a maior riqueza do país e a sua chance de existir futuro. A nova legislação é vista como um retrocesso ambiental. Porém, a expectativa é que, com mais essa derrota do Governo (e também da Nação) e especialmente
para garantir uma liderança brasileira no planeta (algo que está apenas se ensaiando), a Presidente Dilma Rousseff poderá vetar o Código Florestal tal como foi aprovado, que beneficia a grande agroindústria mas penaliza o melhor do Brasil. (Padinha) 


Esta derrota da ecologia da  Nação na Câmara dos Deputados poderá ser revertida...

...com um veto da Presidente Dilma, resgatando o potencial de Desenvolvimento Sustentável do país

Fontes: http://www.uol.com.br/
              http://folhaverdenews.blogspot.com/




CONTROVÉRSIAS E CONFUSÃO ADIAM VOTAÇÃO PARA HOJE

Código Florestal polemiza e divide opiniões e também a base do Governo

Ficou para hoje a partir das 13h a votação na Câmara Federal do relatório do deputado Paulo Piau, do PMDB, isso, se o seu texto para o projeto de Código Florestal não for impugnado: o Partido Verde questionou uma irregularidade grave no regimento interno que incapacitam o relator e as suas mudanças no texto, o PT e o PSOL também se posicionaram junto com os Verdes, que podem até entrar na Justiça para anular o texto de Piau, antes mesmo que seja votado. O PMDB está fechado com os ruralistas, o PT se aproximou mais dos ambientalistas, rachando nesta votação a base governamental, mas não é só a Câmara e o Congresso que estão divididos quanto ao polêmico novo Código Florestal. O próprio Governo trabalha também com a hipótese de adiamento de todo o processo, que seria recomeçado somente no segundo  semestre, após a realização no Brasil da Rio+20, a Conferência Mundial da ONU sobre meio ambiente e Desenvolvimento Sustentável, em junho, no Rio de Janeiro: um código "desflorestal" como é ironicamente chamado por lideranças socioambientalistas poderia prejudicar a liderança internacional brasileira no evento da Organização Mundial das Nações. A Presidente Dilma Rousseff parece considerar este risco e também admite vetar o novo código, no total ou em alguns pontos, caso ele anistie desmatadores ou venha a colocar em perigo maior os recursos naturais. Há quase 13 anos sendo discutido no país, o debate sobre um novo Código Florestal aumentou nos últimos dois anos e o consenso no Congresso está difícil, a dificuldade não é apenas política, é algo mais complexo. Ele divide o interesse dos ruralistas, em especial, grandes produtores do agronegócio e os ambientalistas, que tem considerado as versões atuais do Código Florestal como um retrocesso. Potencialmente, esta legislação poderá marcar no Brasil o início de um Desenvolvimento Sustentável, isso, se com bom senso forem ouvidos além de produtores rurais, os lideres de cidadania, cientistas e ecologistas, e aí se conseguindo um consenso no Congresso e na Nação, através de um código ambiental que equilibre um aumento da economia rural e a proteção da última ecologia do Brasil. Isso sim seria um avanço fora do comum, marcando positivamente na história esta legislatura e o Governo Dilma, dando base para mudanças na realidade atual e para a criação do futuro. (Padinha)


Anistia a desmatadores e ameaça aos recursos naturais fazem parte da polêmica

Fontes: http://www.folha.com/
             http://folhaverdenews.blogspot.com/
            

terça-feira, 24 de abril de 2012

CÓDIGO FLORESTAL AGITA BRASÍLIA E O BRASIL HOJE

Ainda não é certeza que seja votado hoje o Código Florestal, uma questão muito complexa

A agitação política  - e também de cidadania - está muito intensa hoje em Brasília, agências nacionais e internacionais de notícias divulgam que o PV quer, por irregularidades no regimento interno da Câmara, a substituição do relator Paulo Piau (PMDB) e pode até pedir a anulação do texto que está agendado para votação nesta terça-feira. Também circulam informações que o Governo estaria manobrando para entrar via o PT com uma proposta alternativa de Código Florestal, também, que o líder petista na Câmara Federal estaria planejando a derrubada da reforma do Código Florestal neste momento. O projeto causa grande polêmica e disputas, de um lado, os setores ligados à produção agrícola alegam que as restrições normativas da legislação atual praticamente inviabilizam que os agropecuaristas atuem na legalidade, do outro lado, ecologistas, cientistas e lideranças socioambientais estão mais preocupados com a proteção dos recursos naturais do país, entendendo até não haver necessidade de tantas mudanças no código vigente. Com o apoio de mais de 200 entidades do setor, a ambientalista Marina Silva defende que o novo Código Florestal é um retrocesso e que ao longo desta discussão tem faltado bom senso entre os parlamentares.
Segundo alega a bancada do PV, o relator Paulo Piau é autor de um dos projeto apensados ao parecer aprovado pela Câmara em maio do ano passado, redigido pelo então deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP). As regras da Casa proíbem que o autor de um projeto, mesmo que anexado a outro, possa relatar a matéria. "O artigo 43 do Regimento Interno é taxativo quanto ao impedimento de deputado autor de projeto ser relator da matéria", comentou o Alfredo Sirkis (PV) ao confirmar a questão de ordem a ser levantada pelos Verdes no plenário, pedindo também a nulidade do relatório de Piau. O  deputado federal que é o autor desta questão de ordem, Zequinha Sarney (PV)  afirmou ainda que se a questão de ordem não for atendida, ele irá recorrer à Justiça.
A atualização das leis ambientais do país é fruto de discussão há mais de dez anos, há aqueles que querem  uma legislação ambiental que promova o desenvolvimento rural mas defenda a ecologia do meio ambiente e os ligados ao setor agropecuário, considerados ruralistas ou até "desenvolvimentistas", propugnando um desenvolvimento a qualquer custo, mesmo a dano do último equilíbrio ambiental existe no Brasil. Além da divisão entre ambientalistas e ruralistas, há também uma outra mais sutil, entre o movimento de cidadania e a própria classe política do país, desacreditada por casos de corrupção e por não apresentar alternativas de solução para muito problemas de variados setores da população. Nos últimos meses aconteceram diversas manifestações pressionando o Congresso Nacional questionando as mudanças do Código Florestal, editado inicialmente em 1965 e que vem sofrendo várias alterações ao longo dos anos.
Segundo a repórter Kamil Arruda, um entre mais de cem jornalistas brasileiros e correspondentes de jornais estrangeiros presentes em Brasília na manhã desta terça-feira, o novo Código Florestal Brasileiro deve entrar em pauta na Câmara Federal durante a sessão de hoje para apreciação e nova votação dos parlamentares. Entretanto, por conta do relatório elaborado pelo deputado Paulo Piau (PMDB/MG), que prevê algumas mudanças no texto aprovado pelo Senado, pela questão de ordem legal levantada pelo PV e também devido a Medidas Provisórias (MP) encaminhadas pela presidente Dilma Rousseff, a análise deve perdurar por alguns dias, adiando a votação.
Entre as alterações propostas pelo deputado mineiro que também é produtor rural, Paulo Paim, está a retirada das normas de recuperação das áreas de preservação permanente (APPs) em volta dos rios. Além disso, visando atender aos interesses dos ruralistas, o peemedebista quer derrubar dois dispositivos sugeridos pelo Senado. O que impedia produtores rurais de receber créditos agrícolas, caso não promovesse regularização ambiental em, no máximo, cinco anos, e o que separa os produtores rurais em categorias, para recebimento de incentivos. Essas medidas têm dividido a opinião, já que os ambientalistas não estão de acordo com o fato de não haver punição imediata e os ruralistas reclamam que passaram a ser alvo fácil dos órgãos fiscalizadores. Outro ponto crítico da proposta do relator agora na Câmara que tem causado polêmica e também não agradou ao Executivo é a absolvição realmente antiética de todos os que causaram desmatamento ilegal. A Presidente Dilma tem alertado sobre a recuperação da vegetação nativa às margens de rios, entre 15 a 100 metros. No geral, os deputados federais analisam 21 mudanças no texto do Código Florestal, sendo que algumas delas devem ser decididas através de destaques para votação em separado. Alterações nesta legislação estão em discussão há quase 13 anos e, nesta fase do processo legislativo, o regimento interno não permite a criação de novos textos, apenas mudanças na redação do Senado e da Câmara ou a aprovação integral de uma das versões. E diante de todas as discordâncias, também limites de conteúdo ou erro formais quanto ao regimento interno, levando em conta o interesse nacional, acima de todos e quaisquer setores, a Presidente Dilma Rousseff poderá vetar esta reforma do Código Florestal, caso ele passe como está pela Câmara, ampliar a sua discussão e agendá-lo para o segundo semestre de 2012, após também a Conferência Mundial da ONU (sobre meio ambiente e desenvolvimento sustentável) que acontece em junho no Brasil, a Rio+20, para até não atrapalhar a liderança internacional brasileira na área ambiental. No pé em que está a discussão do novo Código Florestal está poluindo a imagem do Congresso e até do Brasil, talvez seja melhor mesmo realizá-la só depois de um debate mais aprofundado com todos os setores e numa atmosfera de menor agitação ou de  melhor potencial de avanço tanto para a economia rural, como para a proteção ou recuperação da ecologia, como para o interesse nacional (acima até do governamental), avançando de verdade no sentido de estimular a criação do futuro da Nação e da própria vida no planeta, porque o Brasil é vital também para o reequilíbrio do meio ambiente na Terra. Além do mais, existe também este conteúdo maior nesta questão que é muito mais complexa do que apenas política. (Padinha)


Não se trata só de uma polêmica entre ruralistas e ambientalistas....


...um Novo Código Florestal é uma questão que extravasa a própria política e já faz parte da cultura da criação do futuro da vida que é brasileira mas também planetária...

Fontes: jusbrasil.com.br
             Diário de Cuiabá
             Reuters
             http://www.pop.com.br/
             http://folhaverdenews.blogspot.com/

segunda-feira, 23 de abril de 2012

CÓDIGO FLORESTAL PRÓ RURALISTAS TERÁ VETO PRESIDENCIAL?

Sem recuperação de matas na margens de rios Código Florestal será vetado por Dilma Rousseff


Segundo informam os repórteres Vanildo Mendes e Marata Salomon para vários jornais e sites, o relator na Câmara Federal, Paulo Piau, do PMDB de Minas, deu por fracassada tentativa de negociar com o Governo, ele que queria garantir anistia a desmatadores: nesta semana em Brasília acontece a votação da reforma do Código Florestal, o blog de ecologia e cidadania Folha Verde News registra aqui que o relator Piau vem defendendo o interesse de seus colegas ruralistas e também de outros lobbies, que nada interessam aos ecologistas, cientistas nem à Nação.  O texto, que irá à votação sem acordo, retira da versão aprovada no Senado a exigência de recuperação das Áreas de Preservação Permanente (APPs) às margens de rios, mais populares pelo nome de matas ciliares: "Vai ter batalha campal, não teve jeito de evitar. Vamos para o confronto e quem tiver mais voto vence”, desafiou Piau.
Na semana passada rolou uma reunião no Palácio do Planalto, nela, a Presidente Dilma Rousseff reiterou a posição do Governo de exigir a recuperação da vegetação nativa às margens de rios, entre 15 e 100 metros, dependendo da largura do rio (a regra tem atenuantes para pequenas propriedades). Dilma admite corrigir eventuais problemas que surjam no cumprimento da exigência, mas voltou a defender o texto aprovado no Senado em dezembro, fruto de um relativo acordo entre os objetivos ruralistas e ambientalistas. Este texto, que era visto como um meio termo entre o que defendem o movimento socioambientalista e os grandes agropecuaristas previa a recuperação de 330 mil quilômetros quadrados de vegetação nativa, segundo cálculos preliminares. Ele era considerado insuficiente pór cientistas e ecologistas, mesmo assim esta margem de recuperação diminuiu ainda mais na proposta do relator Piau, que vai nesta semana a voto na Câmara.  "Pelo que pude observar, o relator insiste na anistia a desmatadores. Sua proposta traz insegurança jurídica”, reagiu a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, ao ser questionada sobre a proposta defendida pelo deputado federal Piau, que também é um agropecuarista e integra a Frente Parlamentar da Agropecuária. Para ficar clara a sua posição, ele tirou do texto que havia sido aprovado pelo Senado a exigência de recuperação das APPs às margens de rios. Seu plano, exigir que Dilma relaxasse ainda mais a regra para recuperar vegetação nativa às margens de rios e beneficiasse proprietários de até 15 módulos fiscais, o que representa até 1.500 hectares ou 15 km² na Amazônia. O relator também cedeu entre outros interesses, ao lobby dos produtores de camarão no Nordeste e tirou as áreas de apicuns e salgados – parte dos manguezais onde ocorre a produção – da lista de APPs. Essas áreas foram redefinidas como áreas de uso restrito, com regras mais flexíveis, como queriam os criadores de camarões.
Até o deputado Reinhold Stephanes (PMDB-PR), ex-ministro da Agricultura, que tem suas teses condieradas retrógradas por ecologistas e cientistas, defendia uma posição mais moderada, do que a proposta pelo relator Piau. Enquanto alguns parlamentares, mais abertos à teses socioambientalistas, alertam que deverá haver uma "batalha campal" pelo voto contra ou a favor do relator ruralista, a maioria deles e muitas entidades ambientais ou lideranças de cidadania lembram o compromisso de campanha da Presidente Dilma, que desde então afirmou que vetará uma eventual anistia a desmatadores e não permitirá a existência de um novo Código Florestal que em defesa somente dos negócios ruralistas e a dano total da última natureza que sobrevive no meio rural do Brasil. A idéia é que esta legislação, ao invés de um retrocesso e mau senso, consiga melhorar o equilíbrio entre o aumento da economia rural e uma melhor proteção da ecologia brasileira, o que seria já um avanço para o Desenvolvimento Sustentável do país. Quanto mais distanciar desta meta, mais o novo Código Florestal prejudicará a Nação. Prejudicará até
também a imagem  e a liderança internacional do goverbo brasileiro e da própria Presidente Dilma, também na Conferência Mundial da ONU em junho: este detalhe pode pesar a favor da luta ambientalista nesta polêmica que já dura mais de um ano e poderá invadir 2013, sendo o novo código adiado para depois das eleições de outubro e pós-Rio+20. (Padinha) 


Sirkis (PV) poderá fazer ouvir a voz da cidadania na Câmara?

Presidente Dilma manterá a posição assumida com Marina e mais de 200 antidades socioambientalistas?


 


Fontes: http://www.ecodebate.com.br/
            http://folhaverdenews.blogspot.com/

BRUXA SOLTA NO FUTEBOL DO PAÍS NO FINAL DE SEMANA

3 X 2 foi o placar cabalístico de quatro resultados que agitaram os campeonatos estaduais

Resultados surpreendentes e mais do que isso, um mesmo placar em quatro dos jogos nos estaduais, chegando à fase final: o Corinthians, que liderava na fase de classificação, perdeu no Pacaembú para a Ponte Preta (a macaca campineira virou zebra) por 3 X 2 com duas falhas grotescas do seu goleiro Júlio César (que começa a ganhar a má fama de falhar nas finais) e ficou fora das finais do Paulistão, assim como o seu rival Palmeiras, que perdeu pelos mesmos 3 X 2 para o outro time de Campinas, o Guarani e também com falhas do seu goleirão Deola. Coicindências à parte, desta forma, Ponte X Guarani será uma das semifinais, a outra, nenhuma surpresa, São Paulo (que venceu sem problemas o Bragantino) versus Santos (que com novo show de Neymar bateu o Mogi Mirim na Vila). A novidade será a festa do futebol do interior em Campinas. Mas fora do futebol paulista, o domingo de bola teve outras surpresas: o América Mineiro (que faz uma parceria com a Francana) venceu na Boca do Jacaré ao Cruzeiro e por coincidência, pelo mesmo placar de 3 X 2:  lá em Minas a semi é disputada em duas partidas, domingo que vem o Ameriquinha pega em BH o Cruzeiro, podendo ir à final estadual com um empate, Atlético e Tupi em Juiz de Fora empataram e o que vencer será o outro finalista. E no Rio de Janeiro, mais uma vez o placar de 3 X 2, no clássico em que o Flmanego de Ronaldinho de novo perdeu para o Vasco da Gama e assim ficou fora também da final carioca, o Mengão que já havia sido desclassificado na primeira fase da Copa Libertadores das Américas. E a Libertadores é o consolo e o objetivo dos corinthianos, que agora terão 10 dias para recompor energia (talvez, dar espaço para um dos goleiros que estão na reserva, Cássio Ramos e Danilo Fernandes) e acertar a cabeça antes de pegar o Emelec no Equador. Já os palmeirenses, já nesta quarta-feira, têm outro jogo duro, buscam se classificar na Copa do Brasil jogando contra o Paraná, em Curitiba, Felipão Scolari disse que a pijamaterapia poderá reabilidar as forças dos seus comandados. Verdão e Timão tentam esquecer o domingo de azar e buscam mais sorte em outras competições, essa é a esperança dos torcedores e essas situações estranhas explicam também a magia do futebol. (Padinha)


Um domingo de futebol com quatro jogos decisivos terminando em 3 a 2...

...com muita coincidência, zebra, macaca, coelho, bugre e bruxa na rodada do futebol

Fontes: http://www.gazetaesportiva.net/
              http://folhaverdenews.blogspot.com/

domingo, 22 de abril de 2012

AS LUTAS DE MMA/UFC SÃO ESPORTE, VIOLÊNCIA OU GRANDE NEGÓCIO?

Lutas sem regulamentação e com muita violência são um meganegócio que pode ser proibido

A Câmara dos Deputados pretende realizar na próxima semana audiência pública para discutir o projeto de lei 5.534/09, do deputado José Mentor (PT-SP), que proíbe a transmissão de MMA na TV. De acordo com o PL, que ainda não foi votado, a pena para a emissora que descumprir a determinação vai de multa de R$ 150 mil à perda da concessão. Segundo jornal, a proposta atinge diretamente o UFC. Além de um reality show de lutadores, a Rede Globo exibe etapas do UFC e possui um canal pago dedicado ao assunto, o PFC Combate. Para a audiência pública foram convidados Anderson Silva, lutador de MMA, o diretor de esportes da Globo Marcelo Pinto, o diretor do Canal Combate Pedro Garcia e o professor de filosofia da PUC-SP Mário Sérgio Cortella, entre outros. As presenças ainda não foram confirmadas mas a proposta repercute e gera polêmica nos meios de comunicação e agora também na Internet: “Não queremos que a TV incentive a violência entre os jovens e vamos ouvir a opinião de todos sobre isso”, disse Mentor. Pelo projeto, canais abertos não poderão apresentar as lutas.

Deputado e ex-boxeador Popó defende uma regulamentação do MMA 

Conforme relata a repórter Marina Marquez, do R7, em Brasília, o crescimento da prática do MMA (artes marciais mistas) no Brasil colocou em discussão o alcance e a regulamentação do esporte e tem provocado debates acalorados. Evidentemente, há interesses comerciais da rede de TV e empresários que promovem estas lutas.No Congresso Nacional, a discussão deve aumentar quando uma audiência pública promovida pela Frente Parlamentar Mista de Esporte debater o assunto. O presidente desta Frente, deputado Acelino Popó Freitas (PRB-BA), quer trazer lutadores e outras pessoas ligadas ao esporte para um debate sobre o MMA como uma forma de inserção social no esporte e não "pancadaria", como alguns alegam. No último mês, o deputado José Mentor (PT-SP) apresentou um projeto de lei na Câmara dos Deputados solicitando que fosse proibida a transmissão de qualquer luta de MMA em canais de televisão abertos. Atualmente, o UFC é a maior organização de MMA do mundo. De acordo com Mentor, a transmissão estimula a violência e a proibição envolveria ainda qualquer luta não olímpica “considerada violenta”, menos a capoeira, exceção feita por ela ser também uma manifestação com raízes na cultura brasileira mais nativa. O deputado sugere multa de R$ 150 mil, com possibilidade de perda da concessão pública do canal, para a emissora que desrespeitar a proibição. Popó discorda do projeto do petista e, no sentido contrário, apresentou no ano passado um texto que regulamenta o esporte, permitindo benefícios aos lutadores, como o bolsa-atleta do Ministério do Esporte, por exemplo, para estimular uma regulamentação do MMA: "Queremos fazer uma audiência pública que traga os grandes lutadores e grandes campeões mundiais para darem depoimento".
O deputado e lutador argumenta que o MMA é um esporte reconhecido em todo o mundo e precisa ter o mesmo reconhecimento no Brasil. Nesse sentido, afirma, a transmissão ajudaria a mostrar aos brasileiros que o esporte existe e tem grandes campeões no país.
Ele não se referiu ou não quís discutir os interesses comerciais que envolvem a promoção destas lutas nem as considera um estímulo à violência. O deputado Popó questiona ainda que o MMA não é regulamentado como esporte no Brasil, mesmo sendo "o esporte que mais cresce hoje em dia": - "Depois do futebol, é o esporte mais assistido. Então, temos que fazer jus ao esporte que tem três campeões do mundo no Brasil e regulamentar a situação. Dos sete campeões de MMA no mundo, três são americanos, um é canadense e os outros três são brasileiros: o Cigano, o José Aldo e o Anderson Silva.".
A audiência pública proposta por Popó e também pelo autor do projeto deputado José Mentor será nestes próximos dias mas ainda não tem data marcada. Os dois deputados concordam num ponto, os grandes lutadores e vencedores do UFC já confirmaram presença para defender a transmissão destas lutas na TV. Persiste a polêmica se elas são pancadaria e estímulo da violência como alertam educadores ou uma forma de esporte, como defendem o diretor de esportes da Rede Globo, Marcelo Pinto, e o diretor do Canal Combate, Pedro Garcia.  Os grandes investimentos em mídia são vistos por alguns jornalistas, que criticam o contéúdo agressivo demais destas lutas livres, como uma forma de aumentar a popularidade do MMA/UFC, considerando também o risco de má influência na formação de crianças e adolescentes, tendo em vista a violência cada vez maior de toda a realidade atual.



Na prática, uma briga de rua e tem pouco de arte marcial

As lutas têm sido um ritual de violência que espelham a realidade



Interesses comerciais e meganegócio estariam por trás do sucesso...













Fontes: wordpress.com
             esportes.r7.com
             folhaverdenews.blogspot.com
 

ABRIMOS ESPAÇO AQUI PARA O FUTURO DA ECOLOGIA E DA CIDADANIA

Desmatamento Zero do Greenpeace poderá virar lei e só depende de sua participação

Não só de celebridades e ecologistas vive um projeto de lei de iniciativa popular como este, proposto pelo Greenpeace e que tem recebido apoios importantes de artistas, atletas, cientistas, das mais variadas  lideranças socioambientalistas, mas para virar, ele precisa de sua participação: além de lutar pela ecologia no Brasil (o país da natureza está virando da desnatureza na atualidade política...), o Desmatamento Zero é uma ação de cidadania. Está entre os direitos do cidadão e da cidadã, da própria sociedade civil e da maioria da população, levar adiante uma legislação do interesse nacional e de todo o povo: mesmo que na atual estrutura do país se coloquem dificuldades ou barreiras para se concretizar um projeto de lei de iniciativa popular, hoje com a rapidez da Internet, com o alcance das redes sociais e mais ainda, com o aumento da consciência ambiental da boa parte da população, será possível agora a obtenção de pelo menos um milhão e meio de assinaturas para este objetivo da maior importância. Levando em conta que nas últimas eleições presidenciais 20 milhões de brasileiros e brasileiras votaram nas propostas de Marina Silva e do PV, não será tão difícil se atingir neste momento um milhão e meio de assinaturas pelo Desmatamento Zero, falta apenas você ajudar a divulgar mais no seu blog, no Facebook, no Twitter, no universo do seu dia a dia esteja você onde estiver, já que a grande mídia se omite (um silêncio que deixa clara a situação...), de toda forma, conseguir este objetivo será um marco na história contemporânea do Brasil, um avanço da cidadania e da ecologia, em busca de um desenvolvimento de verdade, sustentável, que em síntese poderá ajudar a criação do nosso futuro. Participe você também desta luta maior, ajudando a criar, com a concretização desta lei, nada menos que o futuro da Nação e da própria vida. (Padinha)

Aqui, a seguir a mensagem do Greenpeace para tornar realidade este grande projeto

"A Liga das Florestas precisa de heróis. A fauna e a flora brasileiras estão em risco, e com elas o futuro do Brasil. Mas você pode ajudar a salvá-los. O Greenpeace lança, com outras organizações, um projeto de lei popular pelo desmatamento zero de nossas matas. Ao assinar a petição no site, e ao compartilhar e estimular seus amigos a fazerem o mesmo, você acumula pontos, ajuda a proteger um dos bens mais preciosos que o Brasil possui e ainda ganha prêmios. Participe".

Quatro dos pontos principais da questão
"Salvar as florestas é mais do que uma obrigação dos brasileiros – é um direito. Você pode escrever a história e conservar o patrimônio ambiental do país ao apoiar a proposta de lei popular do desmatamento zero, que visa a evitar grandes desmatamentos e o aumento das áreas degradadas.

Uma lei popular precisa de 1,4 milhão de assinaturas de eleitores para ser aceita pelo Congresso. É o primeiro obstáculo de um tortuoso caminho político, que parece feito para evitar que a voz do povo chegue aos círculos do poder em Brasília. Mas nós do Greenpeace vemos obstáculos como incentivos, e convidamos você a fazer o mesmo.

Você é a favor do desmatamento da Amazônia e das outras florestas brasileiras? Nem a gente. O Brasil já tem área desmatada suficiente para dobrar sua produção de alimentos; basta que o campo receba investimentos em eficiência na produção e recuperação de áreas desmatadas. É para isso que servirá a lei do desmatamento zero.

Ajude a salvar as florestas do Brasil com o reforço dos seus amigos, e ainda entrar em uma competição emocionante para ganhar uma camisetas e kit com suvenirs do Greenpeace – é uma forma divertida de exercer a cidadania".




Os 20 milhões de votos verdes mostram o potencial ecológico do povo...

...para superar limites, erros, mudar e avançar o país



Nem precisa de legendas e mais palavras vamos agir agora
Mostre você também a força da cidadania brasileira para mudar a realidade atual e criar o futuro, acesse o site do Greenpeace e assine a petição para transformar o projeto de lei de iniciativa popular numa realidade que mudará e avançará a realidade brasileira, Desmatamento Zero, avanço de cem anos para a Nação.

Fontes: http://www.greenpeace.com.br/
              http://folhaverdenews.blogspot.com/

sábado, 21 de abril de 2012

HOJE É O DIA DO BASTA: MARCHA CONTRA A CORRUPÇÃO

No dia de Tiradentes, em todo o Brasil, manifestantes pedem ética na política e amor ao país



Cientista tentam reconstruir o rosto de Tiradentes e no seu dia o Brasil mostra a sua cara



Um evento nacional promete unir cidadãos e movimentos na luta contra a corrupção, impunidade e mau uso do dinheiro público. A Marcha Nacional Contra a Corrupção acontece neste sábado (21 de abril, por sinal, dia de Tiradentes) haverá manifestações em muitas capitais, como São Paulo, Manaus, Curitiba, Porto Alegre e Rio de Janeiro, e em pelo menos outras 38 cidades brasileiras - confirmadas pela página do evento no Facebook, como se informa no site de notícias Terra. Os eventos contam com a participação de diversos grupos e movimentos, como o Dia do Basta, Nas Ruas, Revoltados Online, Quero o Fim da Corrupção, Movimento Brasil Contra a Corrupção (MBCC), Fichas Limpa e desta vez, o escândalo envolvendo Cachoeira e o senador Demóstenes Torres estará no foco dos manifestantes. Organização prevê protestos em praças e ruas de 50 cidades brasileiras hoje à tarde. O movimento de cidadania pede também o voto aberto dos parlamentares para que a população saiba quem é quem nas questões nacionais.
O repórter Leonardo Augusto - do jornal Estado de Minas - relata desde Belo Horizonte que mais uma vez, assim como no ano passado, não vai faltar motivo para que manifestantes compareçam à marcha contra a corrupção. Este ano, o principal atrativo dos protestos, que acontecem hoje com o nome de Dia do Basta, deverá ser o escândalo envolvendo o bicheiro Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, e o senador Demóstenes Torres (agora sem-partido-GO). A expectativa é de que a caminhada aconteça em mais de 50 cidades de todo o país. Em BH, a concentração começa às 16h, na Praça da Liberdade.
Na estreia da marcha, em 7 de setembro do ano passado, e mais concentrada em Brasília, o tom da manifestação ficou por conta da absolvição pela Câmara Federal da deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF), flagrada em vídeo de 2006, quando era deputada distrital, recebendo dinheiro do ex-secretário de Relações Institucionais do Distrito Federal Durval Barbosa. Outra marchas foram realizada no ano passado, em 12 de outrubro e 15 de novembro, tendo como mote o fim do voto secreto no Congresso Nacional, a inclusão da corrupção no rol de crimes hediondos, o fim das imunidades parlamentares e do foro privilegiado, além da aplicação da lei Ficha Limpa, que impede a participação, nas eleições, de candidatos condenados por instâncias colegiadas e também críticas ao projeto ruralista do novo Código Florestal.
Nas manifestações, a média de participação tem sido de 20 mil pessoas, conforme o representante do Comitê Ficha Limpa, Diego Ramalho, um dos articuladores das marchas contra a corrupção. “A população vem aumentando a percepção de que é necessário haver transparência no setor público, ética na política, para que os interesses nacionais estejam acima de todos os outros interesses, muitas vezes escusos".
Hoje, agora em 2012, a marcha coincide com as comemorações do 21 de Abril, Dia de Tiradentes, e com o aniversário de Brasília, que vive momento crítico com a greve dos professores que já dura 38 dias, a paralisação dos funcionários do metrô e a operação tartaruga colocada em prática pelos policiais do Distrito Federal.
Segundo o evento no Facebook, mais de 50 mil pessoas confirmaram presença nos vários eventos espalhados pelo País. A marcha acontece também em Salvador (BA); Juazeiro do Norte (CE); Cachoeiro do Itapemirim e Vitória (ES); Goiânia (GO); São Luiz (MA); Alfenas, Belo Horizonte, Governador Valadares e Uberaba (MG); Campo Grande (MS); Cáceres (MT); Belém (PA); Recife (PE); Teresina (PI); Pato Branco (PR); Volta Redonda (RJ); Natal (RN); Passo Fundo (RS); Araranguá, Blumenau, Brusque, Joinville e Florianópolis (SC); Aracaju (SE); Bebedouro, Campinas, Itu, Marília, Osasco, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Sorocaba e Taubaté (SP); Cariri e Palmas (TO, em Brasília (DF) e em Franca (SP), às 10h na Concha Acústica, centro da cidade. Em São Paulo, a concentração ocorrerá no Masp, às 14h, na avenida Paulista. Em Brasília, o ponto de encontro será na frente do Museu Nacional, às 10h. Enfim, o movimento de cidadania de todas as regiões do Brasil vai às ruas para mudar a realidade do país. (Padinha)


Movimento de cidadania busca mudar a realidade do país


Fonteshttp://www.terra.com.br/
             http://www.em.com.br/
             http://folhaverdenews.blogspot.com/

sexta-feira, 20 de abril de 2012

DEPUTADO MINEIRO QUER PROIBIR GUIMARÃES ROSA NAS ESCOLAS

Projeto de lei barra Guimarães Rosa e mais uma vez mostra debilidade dos políticos do país


"A censura e a ditadura foram derrotadas pela população brasileira na luta pela liberdade e pela cidadania, ainda antes da virada para o Século 21 e agora, quando temos que buscar informações e sentimentos nacionais capazes que nos levar à criação do futuro da Nação e da própria vida, autores como Guimarães Rosa são fundamentais para este avanço e no entanto, um projeto de lei absurdo em Minas Gerais quer excluir das escolas públicas e particulares um dos mais criativos autores do Brasil, mostrando mais uma vez a falta de condições culturais dos políticos do país, para não dizer coisa pior, a censura e a ditatura foram derrotadas, mas não a falta de cultura", comentou o editor deste blog Folha Verde News, o ecologista Antônio de Pádua: Padinha ficou chocado com o preconceito e a ignorância ou a falta de visão deste parlamentar mineiro: a notícia chega de BH, através do site do jornal Estado de Minas, informando que o projeto pretende priorizar nas salas de aula uso apenas de livros escritos na norma culta e dentro deste prisma absurdo e fora da realidade cultural brasileira, proibe as obras de Guimarães Rosa, que são um tesouro da literatura, traduzida em várias línguas pela sua força poética, pela comunicação das raízes de um povo, pela linguagem revolucionária e pelo conteúdo que coloca livros como "Grande Sertão: Veredas", "Sagarana" e "Primeiras Estórias" como obras eternas, tesouros brasileiros da cultura da vida.
A reportagem de Alessandra Mello diz que na terra de Guimarães Rosa, escritor mineiro conhecido no Brasil e no mundo inteiro por retratar em seus livros a fala popular e a vida do povo do Sertão, pode sofrer restrição por conta de um projeto de lei que defenderia a leitura de obras que fujam do padrão culto da língua portuguesa. Projeto de lei (1.983/2011 ), pronto para ser votado na Assembleia Legislativa, determina que as redes pública e privada de ensino priorizem a adoção de “livros que não contrariem a norma culta da língua portuguesa”. O texto original da proposta, apresentada no ano passado pelo deputado estadual Bruno Siqueira (PMDB), quer proibir o uso em toda sala de aula de livros didáticos, paradidáticos e literários com conteúdo contrário à norma culta, entre outras alegações também polêmicas. O projeto de lei estava para ser votado agora, com o alerta de um movimento nas redes sociais da Internet e de parte da mídia, ele poderá ser rediscutido e mudado ou arquivado.  proposta só não foi adiante na Assembléia Legislativa de Minas porque a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ)  alertou o deputado e seus pares sobre a polêmica e problemas que esta legislação iria causar, de pronto sugeriu que a palavra “proibir” fosse trocada por “priorizar” e que fosse eliminada a restrição legal de adotar na rede pública e privada de ensino a literatura consagrada nacional e internacionalmente de autoria de Guimarães Rosa, reanalisando também a proibição a material que contivesse “elevado teor sexual” e “incentivos diretos ou indiretos à prática de atos criminosos”, o que é tão vago e amplo que pode vir a causar equívocos e cerceamento da liberdade cultural de cada pessoa. "Cabe aos professores e às escolas públicas e particulares a orientação sobre a leitura, os deputados deveriam se preocupar com problemas urgentes da falta de condição de vida em Minas e em serem mais éticos, mais eficientes, justificando os altos salários", comento Maria Helena Burnier, no Facebook, dentro do movimento de cidadania para tentar impedir este projeto de lei absurdo.
O argumento da CCJ é de que é muito difícil definir esses conteúdos. “Seja pelo risco de se adotarem posturas que carregam excessiva carga ideológica, em um espaço que deve privilegiar a pluralidade cultural e o conhecimento isento da influência de posicionamentos de natureza preconceituosa, que é, por excelência, o meio educacional”, diz o parecer da comissão sobre o projeto. O relatório da comissão também alertou sobre a polêmica que envolve o ensino em sala de aula das variações da língua e das diferenças das linguagem falada da escrita. Um abaixo-assinado contra o projeto do deputado circula desde ontem pela Internet e já conta com mais de mil assinaturas em menos de 24 horas. O texto afirma que a aprovação deste projeto de lei vai impedir os alunos de terem acesso ao “riquíssimo patrimônio literário brasileiro edificado no século 20, já que um traço comum à vasta e heterogênea produção literária nacional dos últimos cem anos é exatamente a subversão à norma culta padrão de nossa língua materna. Restaria proibida em nossas escolas a distribuição de livros da autoria não só de Guimarães Rosa, mas também de autores como Clarice Lispector e Mário de Andrade, para ficar em apenas três nomes de uma infindável lista de grandes escritores que renovam a linguagem e que inclusive satirizaram o ensino da norma culta da língua”. O manifesto cita o famoso poema do modernista Oswald de Andrade, “Pronominais, que satiriza a norma culta da gramática, “do professor e do aluno”. E detalhe, ele foi escrito em...1922, há 91 anos atrás. Esta distãncia no tempo mostra também a defasagem cultural de alguns parlamentares, não só em BH mas em todo o Brasil, comple o editor deste blog de ecologia e de cidadania, criticando o absurdo e inacreditável projeto de lei 1.983/2011 da Assembléia Legislativa de Minas Gerais.


O autor Guimarães Rosa (já falecido), super culto pesquisou a linguagem do povo do sertão


Manuelzão, um dos personagens do consagrado livro....

...ameçado de proibição por projeto de deputado


A reação popular ao absurdo projeto de lei está detonando na Internet
“Considerando que o ensino de Língua Portuguesa condizente com um Estado Democrático de Direito deve se pautar pela leitura crítica de textos de quaisquer gêneros discursivos, em vez de encontrar-se restringido por uma lei que representa indiscutivelmente um retrocesso aos regimes mais autoritários de nossa história (lembrando a censura executada pelo regime militar para proibir a circulação de diversas obras literárias acusadas de cometer as mesmas “violações” que o referido projeto menciona), manifestamo-nos contrários à aprovação do Projeto de Lei 1.983/2011”, finaliza o texto que propõe a não aprovação do projeto.
O deputado autor do projeto se defende da acusação de tentar cercear a leitura de obras que não sigam o padrão determinado pelas gramáticas e diz que toda a polêmica em torno do assunto tem fundo eleitoral. Bruno Siqueira além de deputado estadual é pré-candidato a prefeito em Juiz de Fora, na Zona da Mata...A sua principal adversária, Margarida Salomão, pré-candidata pelo PT, é professora universitária no curso de letras e de linguística da Universidade Federal de Juiz de Fora sendo uma das pessoas que primeiro questionaram este absurdo. Para a professora de linguística da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) Arabie Bezri Hermont, essa polêmica em relação ao ensino da norma culta e falada e suas diferenças é assunto superado dentro da vida universitária e cultural do país por todos que atuam no ensino de literatura e língua portuguesa. “A escola por excelência tem de ensinar a língua escrita, mas não pode ignorar que a língua é viva, que falar é diferente de escrever e isso tem de ser passado para o aluno ainda mais nesta época do internetês e de tantas gírias”. A professora considera absurda essa restrição, principalmente em relação ás obras literárias de grande valor poético e cultural. A poesia precisa de liberdade e não precisa pedir licença para existir...

Fontes: http://www.em.com.br/
             http://folhaverdenews.blogspot.com/

quinta-feira, 19 de abril de 2012

DIA DO ÍNDIO TEM NOTÍCIA RUIM PARA O MEIO AMBIENTE

Ex-ministros e ecologistas dizem que ambiente foi ‘exilado’ da Rio+20


O repórter Eduardo Carvalho (Globo Natureza) era um dos jornalistas presentes em São Paulo ao evento de cidadania, em que um grupo de ex-ministros do Meio Ambiente do Brasil, ecologistas, cientistas, técnicos especialistas e políticos ligados às questões verdes, divulgou manifesto que pede ao governo brasileiro mais atenção à pauta ambiental nas negociações da Rio+20, a Conferência Mundial da ONU no Brasil em junho (no Rio de Janeiro, 20 anos pós-ECO 92): "Bem na véspera do Dia do Índio, que é nesta quinta, 19 de abril, sempre uma data que faz a gente refletir sobre a nossa natureza, aconteceu esta manifestação que nos deixa a todos que lutamos pela ecologia e pela criação do futuro da Nação e da vida com muita tristeza, mas temos que continuar indo à luta prá mudar esta situação", comentou Antônio de Pádua, o ecologista Padinha, que edita este blog Folha Verde News. Ele recebeu um resumo do evento de São Paulo por meio de mensagens de integrantes do site Ambiente Brasil.
A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável deve reunir cerca de cem chefes de Estado, segundo informa o Itamaraty. Porém, o tão esperado Rio+20 já está sendo chamado de “Rio mais ou menos 20”, sendo este também o tom de um documento, assinado pelos ex-ministros Marina Silva, José Goldenberg, José Carlos de Carvalho, o embaixador e ex-negociador da ONU, Rubens Ricupero, além de outras lideranças do movimento socioambientalista, ressalta a urgência da incluir a agenda climática e ambiental nas negociações, para evitar o risco de que o encontro se torne irrelevante e configure em um “retrocesso”. "O mínimo dos mínimos que se espera de um evento da ONU sobre meio ambiente e sustentabilidade é que tenha uma pauta ambiental", comentou ao ler o manifesto o editor do nosso blog de ecologia e de cidadania. As avaliações críticas deste documento (elas estão sendo enviadas à Presidência da República, responsável pela organização e condução das negociações da cúpula da Organização das Nações Unidas) ressaltam que o país “praticamente ignorou” a dimensão climática. O manifesto informa ainda que o país “deve se engajar claramente, por meio de políticas públicas, na agenda de transição para uma economia de baixo carbono”, com a criação de planos para reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa. “Há uma preocupação com a agenda histórica de 1992, com o exílio da problemática ambiental na Rio+20. O tema não precisa ser colocado em oposição ao desenvolvimento sustentável (…). Não há como discutir crise econômica sem discutir a crise ambiental”, disse a ex-ministra, ex-senadora e ex-candidata pelo PV à Presidência do Brasil, a ambientalista Marina Silva, presente ao evento em São Paulo, que ocorreu`na véspera do Dia do Índio, que tem um conteúdo de preocupação com o descaso no país da natureza com os povos da floresta e com a preservação ou recuperação do equilíbrio ecológico do meio ambiente. O Brasil está virando o país da desnatureza, já disse em matéria anterior este blog, e este mote está virando um fato na realidade brasileira, o que se reflete também na pauta governamental e oficial para a Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável no Rio de Janeiro em junho.


Hoje, Dia do Índio, aumenta em todos a preocupação com os povos da floresta e toda a ecologia...

Marina Silva poderia ser o elo entre os povos da floresta, ecologistas e cientistas com os chefes de estado na Rio+20


Sem avanços – Para Marina, a sociedade civil e a população em geral não podem ficar “refém da baixa expectativa” para a cúpula da ONU e o Governo não pode “enterrar” o tema ecologia no debate, quando todo mundo espera o contrário, um caminho rumo ao Desenvolvimento Sustentável, corrigindo problemas econômicos e revalorizando a ecologia na realidade: “Se isso não ocorrer, a Rio+20 será como as conferências anteriores à ECO 92, onde se debatia desenvolvimento sem o tema ambiental”.
O físico José Goldemberg, disse que o argumento brasileiro de que o encontro não é uma conferência especificamente ambiental representa um “atraso”. ou pelo menos um erro. Segundo ele, se não der atenção ao pilar ambiental, os demais pilares que compõem o “tripé” que norteia a conferência, o social e o econômico, deixam de existir. O embaixador Rúbens Ricupero, que foi um dos principais negociadores da ECO 92, disse que o Brasil não está assumindo seu papel de anfitrião na conferência ao limitar suas opiniões no debate com as nações em desenvolvimento, que compõem o G7  e China: “O país tem que posicionar melhor sua opinião e não se juntar ao grupo. Não é mais um debate Norte e Sul”, disse referindo-se ao embate entre países ricos do Hemisfério Norte contra os pobres do lado de baixo da Linha do Equador. Para os ex-ministros, há tempo de reverter a agenda da Rio+20, já que deve ocorrer mais duas rodadas de negociação – uma ainda este mês, em Nova York, e em junho, no Brasil, uma semana antes do encontro com os chefes de Estado. “Há muita coisa para fazer e dá para negociar sim, desde que haja vontade e um trabalho conjunto”, argumenta o ex-ministro de Meio Ambiente, Rúbens Ricúpero. E nós aqui na redação do Folha Verde News acrescentamos também que é fundamental um maior espaço de participação do movimento ecológico, científico e de cidadania do Brasil e dos vários países participantes, para que a Conferência da ONU não vire um clube fechado e monopolizador de temas que interessam a todos: "Pela importância e urgência de temas como problemas climáticos, ambientais, bem como, alternativas de solução sustentáveis, é preciso descobrir uma fórmula de emergência para haver um fluxo na troca de informações e de posicionamentos entre as autoridades governamentais e os ecologistas ou mesmo também jornalistas de todo o planeta especializados nestas questões, para assim aumentar o potencial de sucesso da Rio+20", ponderou Padinha, ao publicar este resumo deste documento crítico, superimportante a esta altura dos acontecimentos.
Na avaliação por exemplo do ambientalista Fabio Feldmann, não faltam alertas da comunidade científica sobre os problemas ambientais que o mundo enfrenta, como as mudanças climáticas e os limites físicos para a expansão da atividade econômica: "Essa é a grande diferença desde a ECO-92: se antes havia dúvida quanto ao aquecimento global, a perda de biodiversidade e a situação dos mares, hoje já não há. Temos a ciência indicando claramente que o planeta está encontrando seus limites", disse Feldmann. Segundo ele, o que preocupa é o Brasil, como anfitrião, não querer debater a fundo essas questões na Rio+20. "O Brasil está tímido porque não quer desagradar ninguém e no final vai acabar desagrando todo mundo."

Fontes: http://www.ambientebrasil.com.br/
             http://www.folha.com/
             http://folhaverdenews.blogspot.com/

Translation

translation