Ao longo destes três últimos dias, agora ao final de 2012, postamos aqui no blog da ecologia e da cidadania - Folha Verde News - três matérias positivas e otimistas, duas relacionadas à realidade brasileira (mais força no país para a Energia Eólica e para os alimentos Orgânicos) e hoje, a partir da comunicação do site de notícias da ONU, a expectativa - ou pelo menos a esperança - de uma maior busca internacional de um reequilíbrio do meio ambiente tendo em vista a sustentabilidade no planeta: "Sem isso não existe chance de futuro para a própria vida na Terra", comentou aqui nosso editor, o ecologista Padinha, que porém admite ter a consciência de que "nem sempre as propostas positivas ou as perspectivas otimistas nem sempre se concretizam, mas está passando da hora do ser humano e das nações optarem por mudar e avançar a atual realidade das sociedades de consumo, onde persistem problemas ligados à cultura da violência". Mesmo assim com uma visão crítica, abrimos nosso webespaço para a comunicação neste fim de ano da Organização das Nações Unidas, mas com um alerta, infelizmente, nem sempre os países seguem as orientações da ONU. E este é um dos maiores problemas a serem resolvidos atualmente.
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| Aumenta a discussão sobre crise climática e busca de reequilíbrio ambiental no planeta |
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| Em nosso país o ecoturismo se afirma como um dos principais fatores de desenvolvimento sustentável |
ONU dá novo impulso a programa de meio ambiente
Mais um passo para “O Futuro que Queremos” foi dado pela Assembleia Geral da ONU, nesta semana ao permitir a participação universal no conselho deliberativo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). Criado há 40 anos, o órgão conta com 58 integrantes e agora poderá receber contribuições de todos os 193 Estados-Membros da ONU. A resolução segue ações práticas acordadas no documento final da última Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), realizada em junho no Rio de Janeiro, da qual participou uma equipe do nosso blog Folha Verde News, onde iniciou a realização de um documentário (em andamento), "Não-Violência X Fim do Mundo".
“A decisão da Assembleia Geral de fortalecer e aperfeiçoar o PNUMA pode vir a ser um divisor de águas. A adesão mais universal ao conselho deliberativo do PNUMA estabelece uma nova plataforma, plenamente representativa, para fortalecer a dimensão ambiental do desenvolvimento sustentável”, afirma o diretor executivo do PNUMA, Achim Steiner. Segundo Steiner, todos os países terão o mesmo peso nas decisões sobre como apoiar o ambiente e garantir um compartilhamento de recursos naturais mais justo. Ele afirmou ainda que a resolução permitirá o aumento de acesso a tecnologia e o apoio do conhecimento científico para as decisões políticas de cada país ou do conjunto dos países nos próximos anos.
Fontes: www.onu.org.br
http://folhaverdenews.blogspot.com


Não se trata de somente um jargão a mais e sim da realidade hoje: há um abismo entre as intenções anunciadas pelas autoridades políticas e pelos países com a efetiva e urgente gestão pública de desenvolvimento sustentável.
ResponderExcluirEsta defasagem entre o discurso oficial e o programa real dos países chega a ser hoje um dos maiores problemas para a necessidade de mudanças e avanços na realidade, sem os quais não existirá chance de vida ao futuro da Terra.
ResponderExcluirParece uma posição alarmista da ONU, bem como dos cientistas e dos ecologistas de todos os lugares do mundo mas realmente urge mudar estruturalmente a forma de se viver na atualidade e o caminho é a sustentabilidade, um equilíbrio estratégico entre a economia e a ecologia.
ResponderExcluirDentro deste conceito é que o nosso editor e ecologista Padinha criou o documentário "Não-Violência X Fim do Mundo", que está em fase de realização, com o objetivo de estimular mudanças, avanços e a própria cultura da vida.
ResponderExcluirCaso você esteja desenvolvendo alguma ação ou programa e/ou queira opiniar sobre este assunto de interesse ecológico e econômico mande sua mensagem para o e-mail navepad@netsite.com.br para troca de informações e incentivo à opinião pública.
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