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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

GERAÇÃO NEM NEM É UM DOS DILEMAS DO BRASIL

Cresce número de jovens que não estudam nem trabalham analisa o site Brasil de Fato 


O destaque nacional deste site de jornalismo mais independente, que abre sempre muito espaço para os problemas brasileiros  - inclusive, os socioambientais -  informa  que de 2000 a 2010, aumentou em 708 mil o número de jovens entre 15 e 29 anos que não estudavam, não trabalhavam, nem procuravam ocupação: o IPEA, instituto responsável pela pesquisa não dimensiona se há previsão para se buscar alternativas de solução para este problema da juventude brasileira e do do próprio país em 2013. Em 2012 não houve nem a discussão deste tema nem no Congresso Nacional nem no Governo e a maior parte da grande mídia não chegou a a debater prá valer esta questão, seu alcance e as possibilidades de solução, a bem de um avanço socioeconômico do Brasil: "Esta Geração Nem Nem deveria ser uma das prioridades para a gestão pública já em 2013, isso, se realmente se optasse por implantar no país um nova estrutura de desenvolvimento, equilibrado, sustentável, criador do futuro", comenta em nosso webespaço de ecologia e de cidadania, o nosso editor de conteúdo Antônio de Pádua, o ecologista Padinha, divulgando por aqui no blog Folha Verde News este levantamento de muita importância, publicado em primeira mão pelo site Brasil de Fato.
De 2000 a 2010, aumentou em 708 mil o número de jovens entre 15 e 29 anos que não estudavam, não trabalhavam, nem procuravam ocupação (“Nem, Nem”). Este dado está uma das notas técnicas do boletim Mercado de Trabalho nº 53, lançado neste mês pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).


A tal de Geração Nem Nem pode estar criando um novo estilo de cultura de vida?

Os problemas brasileiros da Educação influem diretamente na questão do desemprego de jovens

Técnicas autora do estudo mostram mais detalhes da Geração Nem Nem
Produzido pelas técnicas do IPEA, Ana Amélia Camarano e Solange Kanso, o estudo verificou que 8,1 milhões de jovens estavam nesta condição em 2000 (16,9% da população jovem), atingindo 8,8 milhões em 2010. Este fenômeno teve comportamento diferenciado por sexo. Enquanto o contingente masculino aumentou em 1,1 milhões de pessoas, o de mulheres diminuiu em 398 mil. Do total de homens jovens, 11,2% encontravam-se na condição de não estudar e não trabalhar em 2010. Entre as mulheres, a proporção foi mais elevada, 23,2%.  A redução no número de mulheres jovens que não estudavam nem trabalhavam foi decorrente de um maior tempo passado na escola pelas mais jovens e de uma participação maior nas atividades econômicas pelas mais velhas. Do total que não estudavam e não participavam do mercado de trabalho, 67,5% eram mulheres, embora esta fatia venha decrescendo desde os anos 1980.
Se, por um lado, aumentou a quantidade de pessoas na categoria “Nem, Nem”, por outro diminuiu o número de jovens que estudavam e trabalhavam - participavam da População Economicamente Ativa (PEA). Essa redução ocorreu principalmente entre os homens da faixa etária de 15 a 19 anos. Em 2011, tanto homens quanto mulheres que não estudavam nem trabalhavam apresentavam baixa escolaridade. Os homens tinham em média sete anos e as mulheres, oito. Os jovens que não estudavam nem trabalhavam estavam inseridos em famílias cujo rendimento médio domiciliar per capita era o menor dentre as famílias analisadas: "É necessário políticas públicas que contribuam para uma inserção adequada desses jovens, seja na escola ou no mercado de trabalho", conclui Ana Amélia Camarano.

Fontes: www.brasildefato.com.br
             http://folhaverdenews.blogspot.com

5 comentários:

  1. A solução dos problemas estruturais da Educação no Brasil são o primeiro ponto em termos de prioridade para se buscar uma solução para esta questão.

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  2. Além do desemprego da juventude e de ameaça de queda na qualidade de vida da população, a existência e o avanço quantitativo desta tal de Geração Nem Nem pode também estar criando um novo estilo de vida à margem da sociedade de consumo.

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  3. Nosso webespaço, que se preocupa com o avanço da cidadania, da qualidade de vida, da ecologia e da cultura da não-violência (cultura da vida) cumprimenta este estudo do IPEA, feito pelas técnicas especializadas Ana Amélia Camarano e Solange Kanso e divulgado como destaque nacional pelo site Brasil de Fato. Este tipo de discussão precisa aumentar para que consigamos mudar e avançar a realidade da Nação.

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  4. "Se pelo IBGE a juventude representa a maioria da população brasileira e se pelo estudo do Ipea 20% dos jovens estão sem estudo e sem trabalho, estes números por si sós dimensionam o desafio do Brasil nestes próximos anos", comentou aqui no Folha Verde News o publicitário Wellignton Tavares, de Ribeirão Preto (SP). Ele nos enviou mmensagem pelo e-mail navepad@netsite.com.br
    participe vc tb deste debate que interessa aos jovens e à todo o país.

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  5. Este levantamento do IPEA mostra um dos caminhos pelos quais crescem os índices de violência no Brasil.

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